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M/E/C/A/ Festival 2012 terá Rapture, CSS e Mayer Hawthorne

14 de dezembro de 2011 0

Atualizado dia 23/01, às 14h

O M/E/C/A/Festival anunciou shows de Rapture (foto acima), CSS, Mayer Hawthorne, Breakbot, Boy e Penguim Prison para a edição de 2012. O lance rola no dia 28 de janeiro em Xangri-lá, no litoral gaúcho.

Vai ser curioso ver CSS sem o principal compositor da banda, o megamaster produtor e instrumentista Adriano Cintra. Claro, Lovefoxxx é o rosto do Cansei de Ser Sexy, mas Adriano era a cabeça, a mente por trás de tudo. Depois de ter conferido uns três shows deles no passado, sendo cada um beeeeeeem diferente do outro (por diferentes motivos), é provável que eu (a gente) veja o combo em um momento de transição.

Já o Rapture, uma das bandas mais legais dos anos 2000, deverá fazer um show memorável. A fusão de new wave, funk, pós-punk e disco rock criada pelos caras é especial. Neste ano, eles lançaram o elogiado disco In the Grace of Your Love. Aposto agora: melhor show do M/E/C/A/ 2012!

E Mayer Hawthorne, o compositor branquelo nerd de voz fraca e som legal, deve surpreender, como ocorreu em Florianópolis durante o Summer Soul Festival, em janeiro deste ano. Mayer faz um neo-soul influenciado por indie, pop, Motown e hip hop. Em Floripa, com uma banda de apoio afiada, ele fez cover de Beautiful, de Snoop Dogg, e levantou a galera com seus maiores sucessos: Maybe so, maybe no e Just ain’t gonna work out.

Completam o line-up o produtor francês Breakbot (do selo EdBanger), Boy (duo alemão de carga dançante) e Penguim Prison (remixer de várias bandas artistas do indie global).

Os ingressos começam a ser vendidos a partir do dia 17 de dezembro, com preços variando entre R$ 50,00 e R$ 70,00. Veja a escalação de bandas:

17:00 Abertura dos portões (Juli Baldi + Fran Piovesan DJ set)
18:00 Wannabe Jalva
18:45 Pulp DJ set
19:15 Penguin Prison
20:15 Mycool decaDANCE DJ set
20:45 The Rapture
21:55 Voodoo DJ set
22:25 Mayer Hawthorne
23:35 Popismo DJ set
00:05 CSS
01:15 Neon DJ set
01:35 Breakbot
02:50 The Twelves
04:00 Encerramento

M/E/C/A/ Festival
Data: 28 de janeiro de 2012
Horário: das 17h às 4h.
Local: Hotel Fazenda Pontal, Praia de Xangri-lá, RS-407, Km 2.5, Maquiné – Acesso Morro Alto/Capão)
Ingressos: R$ 50,00 (primeiro lote) e R$ 70,00 (segundo)
Venda: Tow (na Complex, Av. Protásio Alves, 3839) e Tow In (na 24 de outubro, 484, e no BarraShoppingSul)
Mais infos: www.mecafestival.com.br

> Show do Cut Copy em POA lançou o M/E/C/A/ 2012

> Saiba como foi o M/E/C/A/ 2011 (Vampire Weekend, Two Door Cinema Club e mais)

Lovefoxxx vai dar um tempo no CSS

30 de abril de 2009 2

Reprodução, NME
A vocalista do Cansei de Ser Sexy, Lovefoxx, disse à NME que vai dar um tempo na banda. O motivo seriam as exaustivas turnês, que teriam “sugado sua alma”, segundo a revista.

Ela garantiu que não está pensando em fazer música neste momento em que se recupera de extensas gigs pelo mundo. A cantora disse que, apesar de adorar fazer turnês, a vida na estrada a deixa muito estressada.

Mesmo assim, Lovefoxx garantiu que Cansei lançará um novo disco em 2010, evitando os erros cometidos durante as gravações de Donkey (2008). O material deverá ser bem diferente deste último álbum:

– Quando fizemos Donkey pensávamos muito nos shows ao vivo. Na próxima vez, faremos algo maluco e muito dance. Acho que será mais experimental. Não vamos nos preocupar em como fazer o som ao vivo.

Postado por Danilo Fantinel

Novo single do CSS sai dia 13; veja o clipe

01 de outubro de 2008 2

Reprodução

O novo single da Cansei de Ser Sexy, Move, será lançado no dia 13 de outubro. O CDzinho vem com o Frankmusik`s Club Bingo Dub remix. Já a versão em 7 polegadas terá uma mixagem de Cut Copy.

A faixa é disco pop muderninha. E o clipe, já lançado, é em estilo road movie, com o pessoal da banda brincando com perspectivas em polaróides muito maneras – e improváveis. E lá pelas tantas, eles tiram um sarro com o povo do hip hop.

Move

Postado por Danilo Fantinel

CSS faz show em Londres para divulgar Donkey

17 de julho de 2008 2

Show da banda na Koko em 2007/Reprodução, Koko

A banda Cansei de Ser Sexy, uma das prediletas deste blog, fez ontem um show na Koko, em Londres, no iTunes Live Festival. O show rolou um dia antes de a banda ter liberado na íntegra, no MySpace, seu novo álbum, o roqueirozinho Donkey. O CD será lançado no dia 21 de julho no exterior e dia 25 no Brasil.

Já ouviu? Tá ouvindo?? Já baixou tudo muito antes e Donkey já é velharia pra você? Ou odeia CSS e nem vai escutar esse lixo p**** nenhuma? De qualquer forma, eu rrrrrecomeeeeiiiindo!

Enfim, a NME disse que a banda entrou no palco com um grupo de dançarinas para participar de parte do show. Não me impressionei! Canastrice cool programada e bem editada é com eles mesmo! Deve ter sido engraçado!

Lá no fim deste post tem vídeo do show de ontem, mas já aviso: as qualidades de áudio e imagem são péssimas…

Confere o set do show:

Meeting Paris Hilton
This Month, Day 10
Left Behind
Off The Hook
Rat Is Dead (Rage)
Patins
Move
Music Is My Hot Hot Sex
Alcohol
Reggae All Night
Air Painter
Let`s Make Love And Listen To Death From Above
Alala

Várias bandas foram escaladas para esse iTunes Live Festival, que rola durante todo o mês de julho. No mesmo dia de CSS teve Alphabeat. Já tocaram Glasvegas, Does It Offend You, Yeah?, Black Kids, Foals, Ting Tings (todas essas você pode conhecer e escutar no nosso especial Dia Mundial do Rock: Safra 2008), Yelle, Dizzee Rascal, The Zutons, N*E*R*D, Paul Weller e Hadouken!, entre outros. Ainda vão tocar The Music, Infadels, Sam Sparro, Pendulum, Pretenders e mais. Veja o line-up aqui! 

 

CSS – Alala @ Koko, London. iTunes Live 2008

>>>>> Rolou bafão na Cansei de Ser Sexy
>>>>> Ouça nova faixa da Cansei aqui
>>>>> Cansei faz cover de Breeders
>>>>> Banda grava dois novos clipes

Postado por Danilo Fantinel

Novo do CSS de graça no Brasil?

20 de junho de 2008 0

Imagem foi divulgada como capa do novo CD/Reprodução

A Rolling Stone brasileira publicou hoje que a gravadora Trama distribuirá o novo álbum do Cansei de Ser Sexy no projeto ÁlbumVirtual. Em entrevista coletiva sobre o lançamento do serviço, o presidente da gravadora, João Marcello Bôscoli, garantiu que Donkey será colocado para download gratuito no novo portal.

Nem João nem a revista indicaram a data de lançamento do CD. O novo serviço da Trama vai ao ar nesta sexta-feira. O site pretende oferecer gratuitamente álbuns completos, arte de capa e encarte. O material poderá incluir vídeos de making of e clipes das bandas. Os artistas ganharão dinheiro por meio de patrocínios de empresas privadas.

O disco Danc-Êh-Sá Ao Vivo, de Tom Zé, será o primeiro álbum a ser lançado no ÁlbumVirtual. Ficará disponível por três meses. Para baixá-lo, basta se cadastrar no site.

>>>>> Cansei faz cover de Breeders
>>>>> Banda grava dois novos clipes

Postado por Danilo Fantinel

DJ Larry Tee ama funk, CSS e Gui Boratto

19 de maio de 2008 2

Reprodução
O DJ de electro Larry Tee é um dos mais importantes do mundo. O cara já veio algumas vezes ao Brasil, mas só agora tocará em Porto Alegre. O set vai rolar na festa de 3 anos da Orgasmo, neste dia 21 (véspera de feriado), no NEO.

Em entrevista exclusiva por e-mail realizada nesta sexta-feira, Larry disse que cunhou o termo “electroclash”, falou sobre o caráter político do electro e disse que ama baile funk, CSS e Gui Boratto. Além disso, comentou quais bandas estão bombando em NY hoje!

No final, ele ainda mandou um recado para fãs e artistas em geral, principalmente aqueles que abusam dos químicos: não é preciso usar drogas para fazer festa e criar arte.  

 
































Seu nome é totalmente relacionado ao nascimento do electroclash de NY – ou ao renascimento do electro, se você preferir – no início dos anos 2000. Podemos dizer que hoje o electro é um gênero mainstream? Todos amam electro… criam músicas, produzem faixas e fazem remixes de electro …


Eu criei o termo “electroclash” e ajudei a popularizar o som. Eu amo o fato de o electro ter se tornado uma influência na música contemporânea. A música eletrônica precisava de liberdade para compor canções e se opor à música eletrônica instrumental do final dos anos 90. Além disso, a música medíocre dos anos 90 também precisava da atitude rock que muitas estrelas do electro inicial tinham. O electro deu um rosto à dance music, que estava precisando de um.


Você acha que o electro tem algo a ver com o atual momento do mundo e da sociedade global? Electro é tão frio e egocêntrico de certo modo… E as pessoas parecem cada vez mais distantes umas das outras…


Pelo contrário, acho que a música te permite se colocar em qualquer linguagem… algumas são cool e destacadas, como a cultura contemporânea, e outras não. Na verdade, acho que os primeiros grupos de electro eram muito políticos e discutiam muitos temas de hoje. Chicks on Speed falou sobre economia global, Fischerpooner era, algumas vezes, uma paródia de Hollywood e da cultura de TV, e havia muitas meninas e gays envolvidos sem preconceito… era uma cena política muito saudável. Sinto que grupos como Crystal Castles, MGMT e Justice dão continuidade à música que significa algo… não tenho certeza o que, exatamente, mas isso nem sempre é ruim.


Electro tem muitos gêneros hoje. Os mais populares no Brasil são o electro rock (discopunk) e o electro funk. Quais a vertentes que você mais gosta? E o que há de novo em NY?


Eu AMO o que Brasil fez com o electro, desde o baile funk até CSS e Gui Boratto. Em New York, e especialmente no Brooklyn, grupos como Hercules and Love Affair, The Glass, MGMT, Rocky Cotton Tail, Purple Crush e Drop the Lime estão sob influência do electro e criando novas coisas que eu adoro!! Esses caras adicionam rock, pop, punk, disco e punk para criar seu próprio som. O grande lance é esse: todo mundo tem seu próprio som.


E sobre música brasileira? O que você tem escutado??


A bandas citadas acima e também Tati (Quebra-Barraco)!! Me disseram que CSS está tocando meu novo single, I Love U em seus shows. O vocal é de uma menina de sete anos. Veja meus vídeos no youtube.com.


O que você está planejando tocar no Brasil? Algo especial para Porto Alegre, já que é sua primeira vez na cidade??


É claro que eu vou ter que esperar para ver Porto Alegre antes de decidir o que tocar. Eu sempre toco coisas novas e NUNCA o mesmo set duas vezes. Isso seria chato para mim. Confira myspace.com/nylarrytee para ver datas no Brasil e alguns vídeos, como o novo Licky, com Princess Superstar!


Onde você está agora e quando chegará ao Brasil?


Estou no maior evento beneficente para vítimas de Aids em Viena, chamado Life Ball. Eu escrevi a música tema neste ano. Debbie Harry, Kim Catrall, de Sex in the City, Amanda Lapore, Chicks on Speed, Alan Cummings e muitas outras celebridades estão aqui!


Gostaria de dizer algo mais ou mandar algum recado?


Sim: você não precisa se detonar para fazer boa arte! Eu sempre achei que era legal ficar louco de drogas a todo momento e que isso era ser rebelde. Agora, após 11 anos sóbrio, eu percebo que posso fazer festa até mesmo mais louco sem drogas ou álcool. Dito isto, digo também que AMO viciados… eles são a minha galera. É apenas bom que saibam que existem encontros de alcoólatras e narcóticos anônimos , heheh! Gostem de MIM!!!!!


 


Acima, Larry, Perez Hilton (de xadrez) e a electrobitch Peaches (ao centro) com amigos.

E veja abaixo a versão original de I LOVE U e a bombadíssima Licky, assinada por Larry e Princess Superstar. Mais som no MySpace de Larry.

I LOVE U

Larry Tee ft Princess Superstar – Licky – Low rmx)


 


Depois de Porto Alegre, onde tocará com Kahara, Schutz, E-Flux e Landosystem, Larry passará por BH (dia 23), São Paulo (24) e Brasília (30).


 


>>>>> Site oficial
>>>>> MySpace

Postado por Danilo Fantinel

Tracks Volume #49

20 de julho de 2012 0

Madrid @ Beco Porto Alegre
Adriano Cintra e Marina Vello apresentam as delicadas canções do Madrid no Beco, em Porto Alegre, neste sábado, dia 21. Como todos já sabem, os beats sujos, as guitarras alucinadas e a urgência febril do CSS e do Bonde do Rolê ficaram há muito para trás. Marina brigou com o Bonde em 2008 e Adriano entrou em litígio com o CSS em 2011. Há meses, Cintra/Vello se dedicam a densas e introspectivas composições fundadas em piano e violão, com destaque para o poder autoral e instrumental dele e a voz grave, quente e sedutora dela. Apesar do tom austero do som, nem tudo é calmaria no repertório da dupla. Há váriações. Por exemplo, enquanto Let Go Of Me (áudio abaixo) remete a um cabaret berlinense dos anos 1920 (como também faz Thiago Pethit), I Fly (vídeo baixo) é um jazzy punk pegado, com groove, melodia e harmonia totalmente excelentes, num resultado absolutamente contemporâneo. Se o show for como a estreia em São Paulo, a dupla deverá estar acompanhada por guitarrista e baterista.


Então, quem quiser o Beco virar Piano Bar neste finde, se liga: ingressos a R$ 25,00 com nome na lista e R$ 30,00 na hora.

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Bad CopWet Lips
Wet Lips
é um psycho rock pegado, nervoso, punk garageiro, e ainda assim pop. Os caras criaram túneis guitarrísticos sensorias e efeitos alucinágenos sobre uma bateria espancada com vontade. Massa. Como credenciais, citam influências de MC5, The Doors, Nirvana e Orchid. Os americanos do Bad Cop lançaram o disco Harvest the Beast em 2010 e preparam o lançamento de um split 7″ com a banda Turbo Fruits para breve. O líder do Bad Cop tem um dos nomes mais legais do rock: Adam Anyone. Olho nele.

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Refused - New Noise
A banda ‘industrial punk’ Refused, da Suécia, mandou essa pedrada ao vivo no Jimmy Fallon. Não perde!

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Echo LakeIn Dreams
O shoegaze encontra o dream pop no rock atmosférico do Echo Lake, descendente direto de My Bloody Valentine. In Dreams etá no disco Wild Peace, o mesmo da faixa Even The Blind (veja o clipe nas Tracks 42) .

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StarsHold On When You Get Love And Let Go When You Give It
A banda de Toronto, liderada pelos músicos Torquil Campbell e Chris Seligman, já lançou seis discos desde 2001, em geral bem recebidos pela crítica gringa. Mesmo assim, Stars nunca foi muito conhecido aqui no Brasil. Agora, eles preparam o lançamento do sétimo álbum, The North, para 04 de setembro. O single Hold On When You Get Love And Let Go When You Give It, um indie pop perfeitinho, foi liberado há alguns dias.

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Matt BoroffFilling In the Cracks
O músico Matt Boroff criou um western chapado de peyote, árido e ressecado. Em Filling In the Cracks, vagamos em um deserto escaldante sufocados pelo vento quente e pelo sol delirante. O músico austríaco, que mora nos Estados Unidos, acaba de lançar o EP de mesmo nome, com participação do músico Mark Lanegan.

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Raymond Byron And The White FreighterAllegiance
Southern rock experimental, com groove pulsante, mas discreto, e uma certa acidez folk alternativa nas guitarras. Muito bom. O som de Ray Raposa e sua banda Raymond Byron And The White Freighter está no disco Little Death Shaker, marcado para 04 de setembro.

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The TechnicolorsSweet Time
A banda americana liderada pelo guitarrista e vocalista Brennan Smiley é inspirada pelos grandes grupos do classic rock dos anos 70. Som sem firulas, sem rodeios. Sweet Time é o primeiro single do disco The Listener.

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Lana Del ReySummertime Sadness
Relação homoafetiva trágica no novo clipe da Lana. E segue a estética vintage da cantora, como em National Anthem, Video Games, Blue Jeans, Off To The Races e Kinda Outta Luck

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Eletrônica

KimbraSettle Down
A música Settle Down, da cantora Kimbra, rola há algum tempo nas interwebs, mas agora o som ganhou um clipe alternativo genial – o primeiro saiu faz tempo e nem é tão legal (veja) . A música também ganhou uma nova versão: virou um new R&B high-tech composto apenas com vocalizações e editado com drum machine e loops via iPad. A neozelandesa sobrepôs camadas de vozes sob efeitos dos maios variados. Ficou ótimo. No vídeo assinado por Christopher Barrett e Luke Taylor, do Us, Kimbra aparece em múltiplas versões de si mesma. A cantora de 22 anos lançou o disco Vows no mês passado nos Estados Unidos.

Kimbra: Settle Down (Live) on Nowness.com.

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Dan DeaconTrue Thrush
Dan Deacon é um cara massa! Ele e Ben O’Brien lançaram um dos melhores clipes do ano so far. Sabe telefone sem fio? É tipo assim! No vídeo, eles criaram uma cena que foi reproduzida por uma dupla, e por outra e outra e assim por diante. Tem umas pessoas que viajam horrores. É hilário. Must play.

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DeathfaceFountain Of Youth
O duo Deathface leva o heavy eletrônico ao extremo, unindo gabba, EBM, industrial e death metal para fazer um som dos infernos, deixando Sleigh Bells e até Crystal Castles quilômetros para trás. Na verdade, Deathface é como se Atari Teenage Riot e Aphex Twin fossem um só. Som para os fortes. A faixa é do novo EP From Beneath.

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Holy OtherHeld
Esse projeto eletrônico Holy Other, de Manchester, faz um som bem próximo ao de James Blake, misturando minimal beats a jazzy etéreo e reverberações eletrônicas, porém numa pegada um pouco mais veloz. Vale o play!

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Bloquinho Remix

We LoveEnd Of The Night (Audiojack Remix)
O duo britânico Audiojack liberou esse remix incrível para a faixa End Of The Night, do duo We Love, de Florença, a linda cidade italiana. O legal no som do Audiojack é que eles juntaram early 90′s tech house com um groove robótico beeeem 2012. Ficou ótimo.

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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42, #43, #44, #45, #46, #47, #48

Tracks Volume #45

22 de junho de 2012 0

BeirutThe Rip Tide
A bela canção The Rip Tide, com bateria quase marcial, letra melancólica e harmonia introspectiva, é a faixa título do disco lançado pelo Beirut em 2011. O clipe assinado por Houmam Abdallah acaba de sair. Mostra um barco em alto mar, sem capitão, deslizando sobre ondas em alusão à letra da canção. A surpresa, de uma beleza pictórica marcante, ficou para a parte final do clipe.

Ao lançar o vídeo, o músico Zach Condon, líder da banda de folk alternativo e indie rock, divulgou um texto no qual disse que sempre sentiu necessidade de um clipe que exprimisse toda a “ambição musical” de The Rip Tide. Como poucas imagens são tão naturalmente poéticas quanto um barco navegando em alto mar, acho que Abdallah atingiu a meta de Condon. Em fevereiro, Beirut lançou o clipe de Vagabond, que também ganhou destaque no Volume. Veja nas Tracks 33.

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Dirty ProjectorsDance For You
Singela balada lírica indie, baseada em guitarras, palmas e batera, do novo disco do Dirty Projectors, Swing Lo Magellan, marcado para 10 de julho.

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Future Of WhatBack To The City
Doce e cristalino dream pop melódico da banda Future Of What. O som está no EP de estreia do grupo, Moonstruck, previsto para 26 de junho.

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AncestorsRunning in Circles
Pós-rock pegado, com linhas de guitarra e bateria bem estudadas, e claras influências de heavy metal, rock progressivo e psicodelia. A banda de Los Angeles rotula seu som como “psychedelic prog-rock”. Running in Circles está no novo disco dos californianos, In Dreams And Time.

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Beach BoysThat’s Why God Made the Radio
Legal, bonitaço, linda homenagem, mas muito fake. Leia sobre o lançamento do novo disco da banda neste link.

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Eletrônica

ZambriAll You Maybes
All You Maybes é um electro-goth sintético industrial do álbum House Of Baasa, do Zambri. O clipe de Johnny Woods é um dos mais legais do ano. Aposta tudo em computação gráfica primária (ou wannabe) para criar uma história mística, cheia de efeitos, distorções, sobreposições, focos alterados e cores chapantes. Psicodelia dark side forte.

Você escutou Hundred Hearts, também do disco House Of Baasa, nas Tracks 39.

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BaioSunburn Modern
O som é ótimo, eletrônico percussivo, e o vídeo, genial. Clipe WTF! da semana.

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Crystal Castles – sem título
Disco inferno esse novo som do Crystal Castles! O trecho dessa faixa, ainda sem nome, foi gravado no Parklife Festival, em Manchester. É pesado, claustrofóbico e fantasmagórico. Massa.

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YeasayerHenrietta
Há dias, o Yeasayer lançou o viajandão clipe de Henrietta, um dance pop psicotrópico sintético, de alma trip hop, batida uptempo e alma dub climática. O som você já escutou nas Tracks 42. A faixa é do disco Fragrant World.

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El Perro Del MarInnocence is Sense
Neste single, a artista sueca Sarah Assbring, que também atende por El Perro Del Mar, deixa de lado o esquema lounge/indie lo-fi do disco Love Is Not Pop e aposta em indie beats e witch house. Lembra muito a também sueca Fever Ray.

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The MynabirdsBody Of Work
Ótimo som indie pop dançante, solar, cheio de groove, percussão e calor da banda The Mynabirds. O vocal gostoso da cantora e compositora Laura Burhenn tem tonalidades que sugerem um híbrido maluco de Sioxsie e Lana del Rey. O som, no entando, está longe de uma ou de outra. Body Of Work é do disco GENERALS, que saiu depois do debut What We Lose In The Fire We Gain In The Flood.

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ZuluKwame e I.N.C.L.E.H.
Tribal beats, bass roots e deep house feelings nesses dois sons maneros Kwame e I.N.C.L.E.H., do produtor britânico Zulu. África para inglês ver, mas não ficou ruim.

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SINAHNobody Knows
A faixa Nobody Knows, da cantora inglesa SINAH, é um jazzy eletrônico uptempo experimental. É legal, mas não chega a impressionar.


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#ficadica @MarcosTesser

D E N ACash, Diamond Rings, Swimming Pools
D E N A é uma búlgara que já fez algumas participações nos álbuns do The Whitest Boy Alive e chegou a lançar os singles Boyfriend e Games, que são bem morninhos. Porém, Cash, Diamonds Rings, Swimming Pools parece ter acertado em cheio o gosto de vários blogueiros mundo afora. Ela está ganhando bastante reconhecimento com seu som, que parece uma mistura de M.I.A. com Friends.

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Bloquinho Remix

RAC – Hollywood feat. Penguin Prison (The Magician Remix)
Bem pop, mas bem bom esse remix de The Magician para Hollywood, o som de André Anjos (aka RAC) lançado em parceria com Penguin Prison. Você viu o clipe de Don’t Fuck With My Money, do Penguin Prison, nas Tracks 21.

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Gossip – Move In The Right Direction (CSS Remix)
Remix farofa de Move In The Right Direction, assinado pelo CSS para o Gossip. Se diferencia muito pouco do som original (você escutou e viu o clipe aqui). CSS já dá sinais da falta que Adriano Cintra faz?

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Little BootsHeadphones (Dimitri From Paris Extended Remix)
Outro remix inocente, que só contribui com algo realmente novo em relação à música original a partir dos 5min, basicamente o momento em que o single de Little Boots ‘acaba’ e Dimitri from Paris ‘assume’.


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Show do The Rapture define o M/E/C/A Festival 2012

30 de janeiro de 2012 6

Fotos: Rodrigo Esper

Atualizado às 12h30min

O show do Rapture foi o grande momento do M/E/C/A Festival 2012, realizado sábado passado em Xangri-lá, no litoral gaúcho. O pós-punk suingado da banda nova-iorquina foi tão marcante que acabou sobressaindo-se entre os outros grandes nomes da segunda edição do evento, como o CSS e Mayer Hawthorne. Já a banda norte-americana Penguin Prison surpreendeu apresentando um electro-pop-rock alternativo e orgânico.

The Rapture recria o pós-punk elaborando estruturas sonoras complexas a partir de linhas de guitarras cheias de groove, bateria suingada e teclados sintéticos que têm raiz no disco-funk setentista e no new wave dos 80. Em 1999, com o álbum Mirror, a banda praticamente alicerçou os fundamentos do disco-punk, gênero que viria a tomar conta de grande parte do cenário indie no início dos anos 2000. A aguda voz de Luke Jenner, que lembra a de Robert Smith em alguns momentos, ajuda a compor esse quadro peculiar que, ao vivo, ganha cores vívidas.

A banda foi econômica na duração do show no M/E/C/A, mas esbanjou em termos de qualidade musical. A afinação perfeita, a execução excepcional das composições e o comprometimento total dos músicos com a apresentação eram evidentes. Se por um lado houve pouco contato direto com a plateia, por outro a banda mostrou completo respeito pelo público ao exibir um repertório composto por algumas das faixas mais importantes do mundinho independente neste início de milênio.

Entre os grandes momentos do show estiveram o início, com o balanço de In the Grace of Your Love, a épica Sail Away, e duas dobradinhas legais. Uma delas foi Whoo! Alright Yeah… Uh Huh, com clima psycho-disco baseado em groove de guitarra e em agogô, instrumento que fez a ligação direta da faixa com o super hino indie House of Jealous Lovers, absolutamente genial ao vivo (veja acima). A outra dobradinha foi Olio (o primeiro hit da banda, do disco de estreia, Mirror) + Come Back to Me, a ótima faixa de alma marselhesa (meio francesa, meio grega), que está no último disco da banda.

Já as meninas do CSS mostraram que sobrevivem muito bem no palco sem o mentor Adriano Cintra. Mataram a pau reproduzindo com diversão, energia e muito peso várias das loucurinhas irônicas que gravaram e lançaram nos seus três discos desde 2006 – o cru, sujo e vital Cansei de Ser Sexy, o genérico e difuso Donkey e o elaborado La Liberación. Foi um show muito rock, com um senso artsy punk bem pegado e muito mais acentuado do que o de outras três apresentações da banda que vi no passado.

Lovefoxxx, Ana Rezende, Luiza Sá e Carol Parra (mais baterista e baixista de apoio) se superaram em faixas antigas como Art Bitch, Bezzi, Let’s Reggae All Night, Left Behind, Off the Hook e em novas composições, tipo La Liberación, I Love You (ótima ao vivo!), City Grrrl, Hits Me like a Rock. A-La-La, uma das melhores músicas feitas nos anos 2000, foi o ponto alto. Senti falta de outras duas clássicas do disco debut: as bizarras Meeting Paris Hilton e Ódio, ódio, ódio, Sorry, C., faixas que remetem à pré-história electro rock do CSS. O teste de palco sem Adriano Cintra foi superado facilmente. Agora, é esperar o próximo disco e ver como as garotas se saem em estúdio sem ele.

Mayer Hawthorne, que costuma fazer shows suingados, privilegiando o groove e a harmonia das composições dos discos A Strange Arrangement e How Do You Do, pode ter se sentido prejudicado por um deslize de escalação e pelo som baixo. Hawthorne se apresentou depois do Rapture, quando o ideal seria antes, já que a banda nova-iorquina tem um espetáculo claramente mais agitado e dançante do que o dele.

Sendo assim, Hawthorne e banda tiveram que se acomodar entre uma plateia ainda eletrizada pelo grupo liderado por Luke Jenner. Apesar disso, o neo soul atenuante do músico norte-americano não teve dificuldades para encontrar espaço entre o público. O carisma do cantor e o poder das músicas interpretadas pela sua sempre afiada banda foram suficientes para domar a audiência. Apesar da boa qualidade geral do show, a apresentação foi linear e não chegou a ser marcante. Leia entrevista com Hawthorne aqui.

Bem ao contrário de Penguin Prison, banda de electro-pop-rock alternativo do novato produtor , instrumentista e vocalista Chris Glover. No palco, os músicos surpreenderam ao apostar em altas doses de groove criadas por guitarra, baixo e teclado. Sendo uma das duas bandas de abertura o festival, o grupo tocou para pouca gente – assim como Wannabe Jalva, que peguei já no final. Depois de um início lento, o show do Penguin Prison pegou ritmo e foi melhorando gradativa e consideravelmente. O ponto máximo foi com o excelente cover de Blue Jeans, de Lana Del Rey. Não vi Breakbot nem The Twelves.

O M/E/C/A Festival 2012 acabou definido não só pelo poder sonoro do Rapture, apesar da explosiva apresentação do CSS e do show revelador do Penguin Prison, mas também pela boa qualidade sonora. O novo local, uma espécie de anfiteatro natural dentro de uma fazenda, garantiu uma boa acústica para os shows.

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Tracks Volume #30

27 de janeiro de 2012 0

Cloud NothingsNo Future/No Past
Agonia é uma boa palavra pra descrever a sensação que gera o incrível clipe da música No Future/No Past, da banda Cloud Nothings. A passagem pela qual passa o personagem do filme é poeticamente elaborada pelo diretor John Ryan Manning. A faixa começa tranquila, num ótimo duelo triplo de guitarra, bateria e vocal, até que ganha proporções guitarrísticas épicas. A banda Cloud Nothings você conheceu nas Tracks 29 com a ótima No Sentiment.

Cloud Nothings – “No Future / No Past” Official Video from Urban Outfitters on Vimeo.

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HospitalityFriends Of Friends
Sen-sa-cio-nal essa faixa indie-pop do trio norte-americano Hospitality, composto por Amber Papini (vocal, guitarra, piano), Nathan Michel (bateria, flauta, harmônica) e Brian Betancourt (baixo, vocal). Destaque para a letra esperta, pra guitarra simples e cortante e para a bateria indie jazzy free style. O disco de estreia sai no dia 31 de janeiro.

Hospitality – “Friends Of Friends” from stereogum on Vimeo.

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Wet NunsHeavens Below
Trashy, heavy e rocky. Precisa de algo mais pra ser bom? NÃO! O exato meio termo entre os lances pesados do Foo Fighters e os sons mais leves do Mastodon, tudo com guitarras que podem te fazer lembrar de Queens of the Stone Age.

Heavens Below by Wet Nuns

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Sleigh BellsComeback Kid
O heavy-electrorock Comeback Kid, de guitarras cortantes sobre drum machine, você já escutou nas Tracks 29. Agora saiu o clipe, numa vibe oitentista.

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Arctic MonkeysYou and I [ft. Richard Hawley]
Lançado há alguns dias, o novo clipe do Arctic Monkeys segue a linha road dos anteriores.

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Wilco & PopeyeDawned On Me
OMG! Wilco, Popeye, Olívia, Brutus e toda galera juntos!

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We Have BandWhere Are Your People?
O vídeo de Where Are Your People?, dirigido Alex Turvey para We Have Band, foi inspirado no filme cult The Holy Mountain, lançado por Alejandro Jodorowsky em 1973. É kitsch e enigmático, por isso é também o clipe WTF! da semana. A faixa está no disco Ternion, que teve o streaming liberado.

We Have Band – Where Are Your People? (Official… por naiverecords

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Museum MouthBlood Mountain
Garage rock sujo e cru, soterrado por camadas de guitarra e bateria convulcionadas. A faixa está no novo disco do trio, Sexy But Not Happy.

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Die AntwoordTen$ion trailer
Bizarro OMG! WTF! mutha fucka fucking shit o teaser do novo disco do Die Antwoord, Ten$ion. Very very sick! Goste você ou não, o grupo de rap-rave sul-africano tem personalidade. O álbum sai dia 07 de fevereiro. Você conheceu Die Antwoord nas Tracks 20.

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JusticeOn’n’On
Extraordinário este vídeo de On’n’On, do Justice. Tipo Islands, do The xx, encontrando Seven Nation Army na estética neo-new-age inaugurada por MGMT em Time To Pretend e levada adiante pelo proprio Justice em Civilization. Nota 10. Do novo Justice, além de Civilization, você já tinha conferido o clipe de Audio, Video, Disco aqui

Veja um remix de On’n’On no bloquinho abaixo.

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Miike SnowPaddling Out e Black Tin Box
Miike Snow se joga no dance pop dos anos 90, abusando de beats for the floor e de teclados house em Paddling Out. A faixa, lançada há dias, podia ter sido escrita em 1992. Se Devil’s Work, do novo disco, é um som pras pistas de show, Paddling Out foi feita pras pistas de dança. E nesta semana, a banda lançou Black Tin Box, uma faixa bem mais introvertida, entre o trip hop viajandão e o indie eletrônico cabeça. Muito boa.

Ouça Black Tin Box aqui

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The DrumRun You
Som completamente fora dos padrões, quando o trip hop encontra o drum’n’bass o IDM.

Run You by THE-DRUM

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Ernest GonzalesThe Voice of Fate (I ♥ You)
A projeção mapeada no apartamento que serve de cenário para o clipe da música The Voice of Fate (I ♥ You), de Ernest Gonzales, é legal, mas não chega nem perto do absurdo vídeo criado para a faixa Dandelion, de Stay+. The Voice of Fate (I ♥ You) é um chill-in eletrônico ok, sem muita personalidade.

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The InternetFastlane
Versão teen de Bonnie and Clyde (ou Mickey and Mallory) neste clipe altamente controverso dirigido por Matt Alonzo. O vídeo tem citação a Pulp Fiction na cena do restaurante. A excelente faixa, um new R&B aditivado por hip hop beats, está no disco Purple Naked Ladies, que você pode escutar aqui.

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Bloquinho remix

JusticeOn’n’On (Rick Rubin Remix)
A original você escutou (e viu o clipe) acima. Agora, o remix cheio de groove de Rick Rubin.

JUSTICE “ON’N’ON” RUINED BY RICK RUBIN by edbangerrecords

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Mayer HawthorneA Long Time (Chromeo Remix)
Chromeo reformulou A Long Time, do Mayer Hawthorne, mas não arriscou em nada. Criou um electro disco pop oitentista genérico. Já que o cara toca aqui neste finde (leia entrevista com ele), #ficadica.

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