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Tributo a Elvis Presley chega a Porto Alegre no dia 17 de outubro

01 de agosto de 2012 0

O show The King is Back, em tributo a Elvis Presley, chega a Porto Alegre no dia 17 de outubro. O espetáculo será realizado às 21h, no Teatro do Bourbon Country. Os ingressos estarão à venda na bilheteria do local e por telefone. Neste show, o britânico Ben Porsmouth interpreta Elvis durante todas as fases da carreira do Rei do Rock.

Pontos de venda:

Bilheteria do Teatro Bourbon Country: Av. Túlio de Rose, 80, das 14h às 22h de segunda a sábado e domingos e feriados das 14h às 20h.

Telentrega: 3231.4142 (de segunda à sexta, das 09h às 12h e das 14h às 19h), com taxa de R$ 20,00 por entrega. Entregas somente em Porto Alegre.

Valores dos Ingressos:
Galerias R$ 60,00
Mezanino R$ 80,00
Plateia Alta R$ 100,00
Plateia Baixa R$ 100,00
Camarote R$ 120,00

Descontos: 10% de desconto para titulares do Cartão Clube do Assinante ZH em um ingresso.

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Tribunal reabre processo sobre objetos de Elvis Presley nos EUA

Hoje, foi divulgado que herdeiros de um amigo de Elvis foram autorizados a seguir lutando na Justiça pela posse de um chumaço de cabelo e de outros objetos do músico. Eles afirmam que os artefatos foram furtados e vendidos em leilão por um total de US$ 218 mil.

Três primos de Sterling Gary Pepper, que foi amigo do roqueiro e presidente do seu fã-clube, abriram o processo em 2009. O trio acusa Nancy Whitehead, a mulher que tomava conta de Pepper em um asilo, de ter furtado os objetos na época em que ele foi levado à casa de repouso.

Os US$ 218 mil resultantes do leilão estão indisponíveis até a conclusão do processo, segundo Matthew Sease, advogado do espólio de Pepper. Além disso, uma pintura de Elvis e da sua esposa, Priscilla, também estão congelados.

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Empresários negociam shows holográficos de Elvis Presley, Jimi Hendrix e The Doors

13 de junho de 2012 0

O empresário da produtora que criou o holograma do rapper falecido Tupac Shakur para uma apresentação especial no Coachella 2012 está negociando a mesma tecnologia para realizar shows de Elvis Presley.

Conforme o site da revista Billboard, o diretor da produtora Digital Domain, John Textor, confirmou que o projeto já está em andamento, mas ainda encontra-se em um estágio inicial.

O diretor de criação da Digital Domain, Ed Ulbrich, disse que a empresa não deverá simplesmente “redirecionar” imagens de arquivo de Elvis que o público já conhece, mas sim criar shows totalmente “originais e exclusivos” para que os fãs tenham “novas experiências”.

Jack Soden, presidente da Elvis Presley Enterprises, garantiu que os concertos holográficos serão diferentes de tudo o que os fãs já viram, e que turnês poderão ser realizadas. Nenhum deles indicou a data de estreia.

Jeff Jampol, que administra o espólio do The Doors, de Jim Morrison e de outros artistas, como Janis Joplin e Peter Tosh, confirmou as negociações sobre shows holográficos do Doors.

Jampol disse que ele e o diretor britânico de vídeos e comerciais Jake Nava estudam há oito anos uma forma de fazer com que a experiência seja a mais pessoal possível. Para ele, Jim Morrison poderá caminhar até você, olhar nos seus olhos e cantar diretamente para você. Mais: disse que a era do 3D está perto do fim.

E Jimi Hendrix também poderá fazer aparições em formato de holograma. Janie, irmã do guitarrista e presidente da empresa Experience Hendrix, afirmou à revista que trabalha com a companhia inglesa Musion Systems há um ano para criar uma versão holográfica do músico. Ela disse que o objetivo é manter Jimi “autenticamente correto”.

Também há planos para um espetáculo holográfico de Marilyn Monroe, para celebrar os 50 anos de sua morte em agosto deste ano, mas a organização que detém os direitos da artista está tentando barrar o projeto.

Em maio, o guitarrista do Queen, Brian May, anunciou que Freddie Mercury faria uma “aparição” no palco durante uma apresentação especial pelos 10 anos do musical We Will Rock You, em Londres. A tecnologia não seria exatamente holográfica. O fato é que, após o anúncio, nada mais foi dito sobre isso.

Em abril, foi anunciado que um holograma de Michael Jackson poderá sair em novas turnês do Jackson 5.

Abaixo, Tupac no Coachella 2012:

No Japão (óbvio), a artista holográfica Hatsune Miku faz sucesso à frente de uma banda que toca ao vivo. Um passo à frente dos Gorillaz.

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Festival de cinema, mostra e show marcam os 35 anos da morte de Elvis Presley

03 de janeiro de 2012 5

Um festival de cinema, uma mostra gigante de itens pessoais e um show com ex-parceiros de Elvis Presley marcam no Brasil os 35 anos da morte do Rei do Rock, encontrado morto em Graceland, em Memphis (EUA), no dia 16 de agosto de 1977.

Em Porto Alegre, está rolando desde ontem o Festival Elvis Presley, com 17 filmes rodados entre 1956 e 1969 tendo o músico como ator. O festival será realizado até o dia 26 de janeiro na Sala Redenção (Rua Eng. Luiz Englert, s/n, Campus Central da UFRGS) com entrada franca. Veja a programação completa:

Ama-me com ternura (Love me tender, EUA, 1956, 89 min.) Dir. Robert D. Webb
02 de janeiro – 2ª feira – 16h

O prisioneiro do rock (Jailhouse Rock, EUA, 1957, 96 min.) Dir. Richard Thorpe
02 de janeiro – 2ª feira – 19h
03 de janeiro – 3ª feira – 16h

Coração rebelde (Wild in the country, EUA, 1961, 114 min.) Dir.Philip Dune
03 de janeiro – 3ª feira – 19h
04 de janeiro – 4ª feira – 16h

Garotas! Garotas! Garotas! (EUA, 1962, 98 min.) Dir. Norman Taurog
04 de janeiro – 4ª feira – 19h
05 de janeiro – 5ª feira – 16h

Em cada sonho um amor (Follow that dream, EUA, 1962, 109 min.) Dir. Gordon Douglas
05 de janeiro – 5ª feira – 19h
09 de janeiro – 2ª feira – 16h

O seresteiro de Acapulco (Fun in Acapulco, EUA, 1963, 96 min.) Dir. Richard Thorpe
09 de janeiro – 2ª feira – 19h
10 de janeiro – 3ª feira – 16h

Elvis – amor a toda velocidade (EUA, 1964, 84 min.) Dir. George Sidney
10 de janeiro – 3ª feira – 19h
11 de janeiro – 4ª feira – 16h

No paraíso do Havaí (Paradise, Hawaiian Style, EUA, 1965, 90 min.) Dir. Mixhael D. Moore
11 de janeiro – 4ª feira – 19h
12 de janeiro – 5ª feira – 16h

Feriado no Harem (EUA, 1965, 85 min.) Dir. Gene Nelson
12 de janeiro – 5ª feira – 19h
16 de janeiro – 2ª feira – 16h

Loiras, morenas e ruivas (EUA, 1966, 105 min.) Dir.  Norman Taurog
16 de janeiro – 2ª feira – 19h
17 de janeiro – 3ª feira – 16h

Canções e confusões (EUA, 1966, 92 min.) Dir. Norman Taurog
17 de janeiro – 3ª feira – 19h
18 de janeiro – 4ª feira – 16h

Minhas três noivas (EUA, 1966, 93 min.) Dir. Norman Taurog
18 de janeiro – 4ª feira – 19h
19 de janeiro – 5ª feira – 16h

Meu tesouro é você (Easy come, easy go, EUA, 1967, 94 min.) Dir. John Rick19 de janeiro – 5ª feira – 19h
23 de janeiro – 2ª feira – 16h

Viva um pouquinho, ame um pouquinho (Live a little, love a little, EUA, 1968, 88 min.) Dir. Norman Taurog
23 de janeiro – 2ª feira – 19h
24 de janeiro – 3ª feira – 16h

O bacana do volante (EUA, 1968, 94 min.) Dir. Norman Taurog
24 de janeiro – 3ª feira – 19h
25 de janeiro – 4ª feira – 16h

Charro (Charro!, EUA, 1969, 97 min.) Dir. Charles Marquis Warren
25 de janeiro – 4ª feira – 19h
26 de janeiro – 5ª feira – 16h

Lindas encrencas, as garotas (EUA, 1969, 99 min.) Dir. Peter Tewksbury
26 de janeiro – 5ª feira – 19h

Exposição e show inéditos no Brasil

No final do ano passado, a Elvis Presley Enterprises Inc. anunciou que trará ao Brasil uma grande exposição de itens pessoais do Rei do Rock. Os objetos virão diretamente de Graceland, a casa-museu de Elvis localizada em Memphis, Tenessee. São mais de 500 objetos raros, como utensílios, documentos e fotos, sendo a maior parte deles nunca vista fora de Graceland. A mostra The Elvis Experience será inaugurada em São Paulo no dia 18 de setembro.

Entre os itens estão o carro MG vermelho que aparece no filme Feitiço Havaiano – Blue Hawaii, um telefone folheado a ouro e dois figurinos clássicos: o branco usado em um especial de TV em 1968 (foto de abertura deste post) e o “American Eagle”, usado no especial Aloha from Hawaii, de 1973 – o primeiro concerto transmitido via satélite no mundo.

Além da mostra, São Paulo verá o show Elvis Presley in Concert no dia 2 de outubro. O público assistirá a performances de Elvis projetadas em um telão acompanhadas ao vivo por uma orquestra completa, um grupo de cantores e músicos que tocavam na banda de Elvis.



Cinebiografia
Além das homenagens no Brasil, o roteirista e diretor John Scheinfeld anunciou que pretende contar a vida de Elvis na cinebiografia Fame & Fortune.

O filme será baseado no livro Elvis: Still Taking Care of Business, de 2007, escrito pelo guarda-costas de Elvis, Sonny West, em parceria com o biógrafo Marshall Terrill. Scheinfeld quer um ator desconhecido para interpretar o roqueiro.

> Mais Elvis Presley

Peça baseada em Brecht reúne Elvis, Lennon, Morrison e Janis Joplin

11 de novembro de 2010 0

Elvis Presley, John Lennon, Jim Morrison e Janis Joplin inspiram quatro personagens da Peça Sem Nome, adaptação de Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny, de Bertold Brecht, com texto e direção de Paula Martins. O espetáculo estreia no dia 18 de novembro, à meia-noite, na Casa de Teatro de Porto Alegre.

A obra de 1927, encenada pela primeira vez em 1930 em Leipzig, escandalizou a República de Weimar ao apresentar Mahagonny, uma cidade corrompida, fundada por fugitivos, onde era possível comprar felicidade e liberdade como se fossem produtos. O plot era mais uma crítica de Brecht à sociedade burguesa e ao poder infinito do dinheiro.

A montagem gaúcha surgiu a partir de um projeto de pesquisa orientado por Humberto Vieira no qual o objetivo era rever Brecht segundo a contemporaneidade. Como o poeta e dramaturgo alemão veria o mundo onde o socialismo falhou e em que todas as novidades tornam-se ultrapassadas a cada segundo?

Questionamentos como estes levaram o grupo a fazer uma releitura da obra, utilizando figuras revolucionárias que mudaram o conceito de sociedade e influenciaram diretamente a juventude ao elaborar novos padrões culturais. Assim, o grupo pretende mostrar “a decadência desses padrões e figuras, que representam a queda da burguesia”. Durante o espetáculo, os atores cantam músicas eternizadas por Elvis, Lennon, Morrison e Joplin.

Te situa:

O alemão Bertold Brecht é um dos dramaturgos mais importantes do mundo, autor de textos teatrais (ou não) de escopo político estudados com rigor até hoje. Entre eles há o célebre O Analfabeto Político. Segue trecho:

“O pior analfabeto é o analfabeto político… O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.”.

>>>>> Acompanhe a peça pelo blog oficial

Elvis completaria 75 anos hoje

08 de janeiro de 2010 7

Divulgação
Hoje se completam os 75 anos de nascimento de Elvis Presley. Ninguém aqui precisa de aula sobre o Rei do Rock, então vamos direto aos fatos: a data será marcada por comemorações em vários lugares do mundo, especialmente em Graceland, onde fãs disputaram ingressos para acompanhar eventos especiais. Algumas atividades poderão ser acompanhadas online no Elvis.com em vídeo.

Mas ninguém deve estar mais feliz do que Robert Sillerman, coordenador da Elvis Presley Enterprises. Segundo a Forbes, o músico falecido em 1977, aos 42 anos, é uma das celebridades mais lucrativas já mortas. Arrecadou US$ 55 milhões apenas em 2009. A corporação de Sillerman gerenciou inclusive o espetáculo Viva Elvis, assinado pelo Cirque du Soleil, o esperto combo de origem canadense que não deixa passar em branco qualquer possibilidade de lucro.

Entre os eventos comemorativos estão uma nova exposição de roupas, mostras em Washington e em Los Angeles organizadas pelo Instituto Smithsonian, uma maratona cinematográfica, um aplicativo do Facebook, um cruzeiro marítimo e uma boneca Barbie (!) alusiva à canção Jailhouse Rock.

Mais: três novos livros sobre o ícone devem se somar a outras cerca de 50 obras já lançadas, incluindo um da escritora Allanna Nash, que examinou o papel das mulheres na vida do roqueiro mais importante do mundo. Já foi divulgado que Baby, Let`s Play House indica que haveria um vínculo doentio entre ele e sua mãe, Gladys, e que o fato de ele ter tido um gêmeo natimorto colaborou negativamente para seus relacionamentos.

Blip.fm
Para mim, é momento de comemorar sua música. Então, segue um set especial com canções do Elvis no perfil do Volume no BLIP.fm. Clique na imagem para escutar!

E esse videozinho manero, claro:

Postado por Danilo Fantinel

Michael Jackson vende mais que Elvis e Lennon

01 de julho de 2009 12

 

Fotos: O último ensaio de Michael Jackson para a turnê This is it (Agência EFE, Kevin Manzur/AEG)

Atualizado às 10h17min

A venda de álbuns de Michael Jackson desde sua morte, na quinta-feira passada, supera a de Elvis Presley e de John Lennon após as mortes dos músicos, também repentinas, conforme a agência EFE.

Segundo Simon Fox, diretor-executivo da rede de lojas HMV, as vendas de discos do rei do pop se multiplicaram por 80. Enquanto estava vivo, Michael vendeu mais de 750 milhões de álbuns.

A HMV, que tinha garantido um grande estoque de álbuns do cantor por causa da série de 50 apresentações que ele faria em Londres a partir de julho, vendeu todos os discos que tinha e agora espera por um novo fornecimento da Sony Music.

O álbum mais procurado pelos fãs é a coletânea Number Ones, seguida de Thriller (1983), o disco mais vendido na história da música pop.

O terceiro mais vendido nos últimos dias é outra coletânea, King of Pop, lançado em agosto do ano passado durante as comemorações do 50º aniversário do cantor.

Funeral público ocorrerá na sexta

O corpo será levado para o rancho Neverland na quinta-feira de manhã, por volta das 10h (14h de Brasília), de acordo com a imprensa americana. Segundo a CNN, um funeral privado deverá ocorrer no domingo, após um ato aberto ao público na sexta-feira. Ainda não há definição sobre o local onde o corpo será enterrado.

O site TMZ informou que o traslado do corpo deverá ser acompanhado por 30 automóveis. As autoridades estão discutindo quantos policiais serão mobilizados e quais medidas serão tomadas para dar segurança aos envolvidos.

Desde ontem, a localidade de Los Olivos, na Califórnia, e os arredores de Santa Bárbara registraram ocupação máxima em seus hotéis, dando indicações sobre o que deverá ocorrer no fim de semana.

Alguns meios de comunicação afirmam que o cortejo poderia criar uma caravana ininterrupta de aproximadamente 200 quilômetros.

Patrimônio está com fundo fiduciário familiar
Michael deixou todos os seus ativos ao fundo fiduciário de sua família e indicou sua mãe, Katherine Jackson, para ficar com a guarda de seus três filhos. A revista People revelou os detalhes com base no último testamento elaborado pelo cantor, em 2002.

No testamento, não aparecem nomes de organizações de caridade como beneficiadas. E o texto não exclui especificamente Joseph Jackson, pai do artista, como tinha sido publicado anteriormente pelo Wall Street Journal. O jornal havia informado que o testamento dividia a herança de Michael entre sua mãe, seus três filhos e algumas organizações beneficentes, e excluía seu pai.

Já a revista US Weekly publicou que Michael não é o pai biológico de seus dois filhos mais velhos, Prince Michael, de 12 anos, e Paris Michael, de 11, que seriam filhos do dermatologista do artista, Arnold Klein.

A falta de vínculo biológico entre Michael e seus dois filhos mais velho seria extensível ao terceiro, Prince Michael II, de 7 anos, segundo a imprensa norte-americana. O menino nasceu de uma mãe de aluguel de identidade desconhecida.

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Postado por Danilo Fantinel

Remasterizado, filme The Doors: Live at the Hollywood Bowl ganha novo nome, três faixas bônus e dois clipes

24 de setembro de 2012 0

O show do Doors realizado em 1968 e registrado no filme The Doors: Live at the Hollywood Bowl, lançado em 1987, foi remasterizado por Bruce Botnick, antigo engenheiro de som da banda.

Agora com o nome The Doors: Live at the Bowl ’68, o concert movie tem relançamento marcado para 23 de outubro em CD, vinil duplo, DVD, Blu-ray e arquivo digital. Três faixas que ficaram de fora do filme original entraram na nova versão: The WASP (Texas Radio and the Big Beat), Spanish Caravan e Hello, I Love You.

Os extras contam com depoimentos, minidocumentário sobre a restauração do filme e três performances realizadas na televisão: Wild Child, Light My Fire e Gloria (uma composição de Van Morrison).

O vídeo de Hello, I Love You acaba de sair:

A banda já havia liberado o vídeo de Moonlight Drive:

O áudio da íntegra do show está online:

> Empresários negociam shows holográficos de Elvis Presley, Jimi Hendrix e The Doors
> Mais The Doors

Calendário de shows atualizado

14 de agosto de 2012 1

Atualizado dia 16/08

O calendário de shows indicados pelo Volume em 2012 foi atualizado com Dream Theater (EUA), Slash (EUA), Linkin Park (EUA), Groundation (EUA), Overkill (EUA), Wishbone Ash (UK), Epica (Holanda), Elvis Presley – The King is Back (EUA), Planet Hemp, Ratos de Porão, Solon Fishbone, Produto Nacional, Tulipa Ruiz, Wander Wildner, Mart’nália, Família Sarará, Móveis Coloniais de Acaju, Velhas Virgens, The Tape Disaster + Tribo Brasil, Mari Martinez & The Soulmates.


Green Day elétrico e explosivo em POA

14 de outubro de 2010 82

Por Danilo Fantinel e Felipe Truda

Atualizado às 09h29 O Green Day entrou elétrico e explosivo no palco do Gigantinho, nesta noite, em Porto Alegre. Literalmente. Com pirotecnia rolando solta e constante ode ao Brasil, o trio californiano (que “renegou” a origem e se disse “brasileiro”), abriu o show com roteiro programado e jogo ganho.

Música e “números musicais” (no sentido mais arcaico da expressão, com fogos de artifício e explosivos, Billie Joe falando horrores, chamando fãs para o palco, declarando seu amor ao país, fazendo caras, bocas, piadas…) deram um nocaute na saudade brazuca de 12 anos e derrubaram facinho facinho a ansiedade (do público) pela estréia gaúcha.

A banda punk mais pop do mundo começou os trabalhos com 21st Century Breakdown. Billie Joe incitou a galera com música e palavras de ordem logo no início. O vocalista – um freak entertainer nato – , alternou som e interação no melhor estilo showbizz com regularidade.

A abertura do show ficou com a guitarreira nerd dos Superguidis (veja o vídeo abaixo). A banda era, muito provavelmente, desconhecida da maior parte do público. No entanto, o indie rock pesado, sincero e sônico dos guris de Guaíba esteve à altura de Bille, Tré Cool (bateria) e Mike Dirnt (baixo). Mas o som baixo do microfone prejudicou as boas letras dos caras.

Vídeo: Green Day



Ganhando o público

O Green Day tem no repertório músicas de variados estilos, desde o punk rock que os levou à fama mundial ao pop rock que já há algum tempo vem apresentando em seus trabalhos recentes. Entre este universo de músicas, o grupo poderia ter aberto o show com um som rápido e empolgante. Mas preferiram a melódica 21 Century Breakdown, que dá nome ao álbum mais recente e à turnê. Assim, em vez de empolgar com peso, eles envolveram a galera com uma melodia pegajosa. A empolgação do público mostrou o quanto o novo trabalho vem agradando a garotada.

Billie Joe mostrou ser, além de guitarrista, vocalista e compositor, um grande comunicador. Com muitas brincadeiras, divertiu a galera com piadas e poses engraçadas, chamando garotas e garotos para o palco, os beijando e até dando guitarra de presente. Depois de 12 anos sem vir ao Brasil, declarou seu amor ao país quando, envolto em uma bandeira nacional, decretou:

– Não somos da Califórnia. Somos do Brasil.

A preocupação em ganhar pontos com a galera mostra o quanto Billie mudou em relação ao início da carreira. Ele não estava nem aí. Chegou a provocar um tumulto generalizado no Woodstock 1994 ao ironizar fãs que estavam amontoadas em péssimas condições.

Batida inconfundível

O Green Day realmente mudou, em termos de música e atitude. Mas algo permaneceu. Ao executar a faixa Know Your Enemy, também do novo álbum, Billie Joe mostrou que bate nas cordas da guitarra da mesma maneira há 20 anos. Aquela batida áspera, rude, o movimento de cima para baixo que sugere um soco para baixo. Mike Dirnt e Tré Cool também mostraram estar em grande forma, com um baixo trabalhado e uma bateria que, apesar de não ter a mesma pegada de anos atrás, é cheia de rolos.

Punk rock no Gigantinho

Ainda faltava algo indispensável em um show do Green Day: um punk rock. E a primeira música do estilo que deu sucesso ao trio foi Nice Guys Finish Last, faixa de abertura do Nimrod. Quando Tré deu as oito batidas características, os fãs já sabiam do que estava por vir. A guitarra seca, a batida pegada e o baixo trabalhado estavam de volta. Aquele era o primeiro momento que emocionou o fã porto-alegrense que esperou a vida inteira para ver os californianos no palco. O som cru cujo nome sugere uma das lições que aprendemos ao longo da vida (caras legais se dão mal) contrastou com a interminável e monótona Boulevard of Broken Dreams, que chegou a empolgar no início, mas o longo tempo de duração da faixa acabou acalmando os ânimos.

De volta aos anos 90

A empolgação foi geral quando Billie Joe empunhou uma guitarra semelhante à Blue, seu primeiro instrumento, que ele usa apenas para tocar os clássicos dos anos 90. É impossível sabermos se era ou não a Blue de verdade – segundo relatos de fãs que assistiram ao show perto do palco, o instrumento era aparentemente novo, diferente de uma guitarra que tem mais de 20 anos. Era uma mensagem, usando um código conhecido pelos velhos fãs. Quando ele pega a Blue – sendo ela verdadeira ou apenas uma réplica —, só rola punk rock.

O clima estava todo montado. O pano de fundo mudou, mostrando Green Day escrito como no Kerplunk, o primeiro disco da banda. Billie ainda provocou a galera:

– Onde estão os fãs old school do Green Day?

Old School significa “velha escola”. É um termo norte-americano que, em uma tradução livre, seria algo como o nosso “das antigas”, com uma conotação positiva, de quem há muito tempo curte ou adota um estilo, e conhece o que há de mais antigo em relação ao mesmo. E a galera old school delirou com Burnout, faixa de abertura do Dookie, o disco que deu fama mundial à banda. Punk rock cru, pegado e honesto, com uma letra em tom de desabafo, falando, em primeira pessoa, sobre danos à mente causados pela maconha. É a linha pessimista e auto-destrutiva do Dookie, para a alegria dos fãs. Tré Cool mandou muito bem nos solos de bateria no meio da música. Billie Joe repetiu a pergunta, mas desta vez, adotando um tom como quem diz “agora é sério”:

– Onde estão os fãs old school?

Aí veio o primeiro riff de uma música improvável de ser tocada, mas que seria a realização do sonho de muitos no Gigantinho. Ainda deu tempo de se perguntar “eles vão mesmo tocar isso?” antes de ouvir:

– Here we go again…

Era Going to Pasalacqua, uma faixa lançada pelo Green Day no 39/Smooth, mas que ganhou fama mundial no álbum 1039/Smoothed Out Slappy Hours, uma coletânea do que há de mais antigo da banda, que, na época, vivia uma fase romântica. Em uma música melódica sem perder a pegada, Billie diz a uma garota o quanto ele gostaria de fugir com ela de mãos dadas. Ainda na seção “Anos 90″, os fãs antigos voltaram a se emocionar com 2.000 Light Years Away, faixa de abertura do Kerpluunk. Um clássico do punk rock sobre uma garota inalcançável. Aliás, como o Green Day era bom quando fazia músicas sobre garotas…

O álbum Insomniac foi lembrado com Geek Stink Breath, uma música de ritmo lento, que também aborda a destruição causada por drogas. Deste álbum, ainda rolou Brainstew e Jaded, uma depois da outra como de costume, mas com uma pausa entre as duas para mais palhaçadas de Billie Joe.

Apesar da aceitação do público às músicas novas, o ponto alto do show foram os clássicos do Dookie. O primeiro foi When I Come Around. A balada punk teve o refrão cantado pelo público. A galera ainda pulou e cantou o som que pode ser considerado hino dos adolescentes: Basket Case. Depois, foi a vez de She, um dos primeiros sucessos internacionais da banda. Isso antes de o vocalista chamar uma menina para cantar Longview. Sortuda é pouco para a moça, que, além de cantar com o rostinho colado no de Billie, ainda ganhou a guitarra do músico. Claro, não era a Blue.

A última música dos anos 90 foi a polêmica King for a Day, que aborda a homossexualidade em um tom descontraído, porém nem um pouco homofóbico. Com direito a instrumentos de sopro e ajuda de alguns dos músicos adicionais da banda, além do figurino todo especial de costume – todos eles usavam adornos coloridos, e um deles estava fantasiado de Elvis Presley.

Medley e baladas

Nos momentos finais, rolou um medley com clássicos como Blitzkrieg Bop (Ramones) e Hey Jude (Beatles). O trio da Califórnia voltou à era contemporânea da banda com 21 Guns, mas a galera se empolgou mais com Minority, do álbum Warning.

O primeiro bis veio começou com American Idiot, para a alegria de quem estava pogando perto do palco. Depois, veio Jesus of Suburbia, para acalmar os ânimos. Após uma nova saída, o retorno foi em ritmo lento. Empunhando seu violão, Billie Joe tocou e cantou Wake Me Up When September Ends e Time of Your Life.

Foi um show inesquecível para a nova geração, que cantou os sucessos recentes e os clássicos, e para a antiga, que pôde conferir pelo menos um som de todos os discos. Isso só foi possível graças à vitalidade e a energia dos caras, que não são mais garotos, mas tiveram força para fazerem quase três horas de show. Estão de parabéns. E sim, o setlist abaixo não reflete o que foi o show:

Vídeo: Superguidis



>>>>> blog Volume: leia também sobre o show da banda em Miami

Weezer libera nova música

10 de agosto de 2010 1

Weezer liberou ontem Memories, o primeiro single de Hurley, o disco que tem na capa o carão de Jorge Garcia, o Hurley de Lost. Nerdice pouca é bombagem.

Foi tipo assim: Rivers Cuomo queria dar um título pro disco que tivesse algo a ver com o som. Não saiu nada muito bom. Dae a banda escolheu Hurley, que não tem nada a ver com nada, simplesmente porque eles curtem a foto do ator Jorge Garcia, de LOST. É… nerdice pouca é bombagem mesmo!

No som, nenhuma surpresa. Apenas mais uma música boa, forte, robusta e nostálgica da banda de power pop. Hurley tem uma parceria da banda com Ryan Adams e a faixa Time Flies, escrita por Mac Davis, autor de In The Ghetto, que virou hit na versão de Elvis Presley em 1969. O novo do Weezer sai dia 13 de setembro no Reino Unido e dia 14 nos Estados Unidos.

Weezer – Memories by Hypetrak

O tracklist:

Memories

Ruling Me

Trainwrecks

Unspoken

Where’s My Sex?

Run Away

Hang On

Smart Girls

Brave New World

Time Flies

All My Friends Are Insects (deluxe edition only)

Viva La Vida (deluxe edition only)

I Want To Be Something (deluxe edition only)

Represent (deluxe edition only)

A banda liberou o download da faixa neste link.

>>>>> Mais Weezer