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Resultados da pesquisa por "fatboy"

Creamfields Brasil terá Fatboy Slim e Paul Van Dyk em Floripa em janeiro

25 de novembro de 2011 0

O festival Creamfields Brasil anunciou Fatboy Slim, Paul Van Dyk, o duo Tiefschwarz, Reboot e Ellen Alien, Layo & Bushwacka, Nervo (Inglaterra) e Southmen (Uruguai). A parte nacional do line-up é composta por Ask2Quit, Life Is A Loop, King Of Swingers (parceria de Renato Ratier e Mau Mau), e os DJs Rafael Yapudjian e Spavieri.

O Creamfields rola no dia 21 de janeiro, a partir das 18h, no Stage Music Park, em Florianópolis. A primeira edição do evento rolou em Winchester, no Sul da Inglaterra, em 1998. Esta será a segunda edição catarinense.

Ingressos de pista a R$ 90,00. Na área VIP, R$ 150,00 (para mulheres) e R$ 200,00 (pros barbados). Venda: site Blueticket.

> Mais Creamfields

Fatboy Slim toca em POA dia 15 de março

21 de janeiro de 2011 2

Fatboy Slim, Ziggy Marley Train tocam no Pop Festival, o evento que será realizado pela Shakira no dia 15 de março em Porto Alegre. O local e os valores de ingressos ainda não divulgados.

A informação é da Rádio Atlântida.

Ouça aqui

No dia 07 de março Fatboy toca no Carnaval da Space On (km 48 da Estrada do Mar, na rótula de acesso à praia de Arroio Teixeira).

>>>>> Mais Fatboy Slim aqui

>>>>> Tiësto é eleito o melhor DJ de todos os tempos

Fatboy estava brincando

15 de maio de 2008 0

Divulgação
Maleta como nunca, o empresário do DJ disse hoje que aquele papo de Norman Cook aposentar o nome Fatboy Slim não é verdade.

Era só piada para o The Sun. Mas caímos nela também!

Dãããã…………..

Postado por Danilo Fantinel

Norman Cook não é mais Fatboy Slim

14 de maio de 2008 2

Divulgação
O DJ Norman Cook (ex-House Martins) não usará mais o nome Fatboy Slim. A informação é do jornal The Sun. Norman não explicou o motivo da decisão.

O DJ mais conhecido do mundo, e provavelmente o que mais arrasta multidões onde quer que toque, está gravando o novo álbum Brighton Port Authority. O lançamento ainda não tem data.

Os últimos sets de Fatboy Slim deverão ocorrer nos festivais Glastonbury e O2 Wireless, nos próximos meses, na Grã-Bretanha.

Putz, tem uma galera que acha Fatboy um DJ farofa só porque ele é das massas. Dor de cotovelo. O cara é f*da e revolucionou tanto o mainstream quanto o underground da música eletrônica algumas vezes desde os excelentes Better Living Through Chemistry (1996) e You%27ve Come a Long Way, Baby (1998).

Postado por Danilo Fantinel

Iggy Pop e Fatboy Slim gravam juntos

04 de abril de 2008 1

Reprodução, site oficial
O punk Iggy Pop gravou uma música para o novo disco de Fatboy Slim, mestre do mainstream eletrônico. Fatboy disse ao o jornal London Paper que “foi ótimo trabalhar junto com Iggy”.

– Ele é um verdadeiro doce. Nos conhecemos em Miami. Ele passou em casa e tomou uma xícara de chá. Iggy fora do palco é um homem muito gentil e educado. Ele ficou conosco em Brighton por alguns dias para gravar – contou o inglês.

Em 2003, Iggy Pop fez uma explosiva participação na faixa Kick It do disco Fatherfucker da electrobitch Peaches. No show em Porto Alegre, naquele mesmo ano, Peaches tocou a música em um dueto virtual com o ícone do punk mudial – ela no palco, ele no telão.

O novo álbum de Fatboy será lançado em maio e, ainda neste ano, deve sair o DVD Incredible Adventures In Brazil, sobre as várias passagens do gringo por aqui.

Postado por Danilo Fantinel

Daft Punk e Chemical Brothers lideram a lista da Rolling Stone sobre os 30 álbuns de música eletrônica mais importantes

06 de agosto de 2012 0

A Rolling Stone norte–americana listou os 30 discos mais importantes da Electronic Dance Music (EDM).


Os já históricos Homework, lançado pelo Daft Punk em 1997, e Dig Your Own Hole, liberado pelos Chemical Brothers no mesmo ano, ficaram no primeiro e segundo lugar, respectivamente. Ambos assombraram o mundo no ano em que também foi lançado o famoso The Fat of the Land, do Prodigy, que ficou fora da seleção – o Prodigy entrou no Top 10 com o hardcore techno de Music for the Jilted Generation (1994). Além de Homework, outro disco do Daft Punk entrou pra lista dos 10 mais importantes: Discovery ficou na 8ª posição.

Ainda sobre os 10 mais: duas coletâneas entraram no ranking, sendo uma delas de Juan Atkins, um dos criadores do techno. Já o Kraftwerk, pais da música eletrônica dançante como a conhecemos (1971 em diante), amargou o 10º lugar.

A lista dos 10 mais:

1. Homework, Daft Punk
2. Dig Your Own Hole, Chemical Brothers
3. 20 Years Metroplex: 1985-2005, Juan Atkins
4. Sessions, Carl Craig
5. Play, Moby
6. As Heard on Radio Soulwax Vol. 2, 2 Many DJs
7. Trax Records: The 20th Anniversary Collection, Coletânea
8. Discovery, Daft Punk
9. Music for the Jilted Generation, Prodigy
10. Computer World, do Kraftwerk

Curiosidades sobre a lista dos 30 melhores: o ótimo disco de estreia do Justice, o da cruz, ficou em 24º lugar; Sound of Silver, o elogiado segundo disco do LCD Soundsystem – que pra mim jamais vai superar o debut deles, ficou em 22º; Ray of Light, da Madonna, surpreendeu na 21ª posição; Welcome to Paradise, o grande e pouco conhecido disco do Avalanches, também se deu bem e ficou em 20º; The Richard D. James Album, do monstro da Intelligent Dance Music (IDM) Aphex Twin, ficou na 17ª posição; You’ve Come A Long Way, Baby, do supertop Fatboy Slim, na 15ª; e o EP Bangarang, do novato Skrillex, despontou em 14º lugar.

Veja a lista completa neste link.

Escute Homework e Dig Your Own Hole na íntegra:

Tracks Volume #22

25 de novembro de 2011 0

The VaccinesTiger Blood
The Vaccines, a melhor banda nova hoje, liberou o clipe de Tiger Blood, faixa produzida em parceria com o guitarrista Albert Hammond Jr., dos Strokes, e que estará em um single juntamente com a balada triste Wetsuit, do ótimo disco What Did You Expect from the Vaccines? O clipe não tem nada demais. O lance é o som mesmo. Rock inglês puro-sangue.

Você viu o clipe da música Norgaard, dos Vaccines, nas Tracks #4.

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WATERSBack To You
O white noise melódico da banda WATERS você conheceu nas Tracks 14. Indie rock agressivo, mas harmônico. Eu acredito no vocalista e líder Van Pierszalowski! O disco Out In The Light saiu dia 20 de setembro.

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The Dear HunterWe’ve Got A Score To Settle
The Dear Hunter era o projeto paralelo de Casey Crescenzo quando ele tocava na banda The Receiving End of Sirens. Como o grupo acabou, Casey seguiu fazendo art rock no Dear Hunter. We’ve Got A Score To Settle está na compilação The Color Spectrum, que reúne 36 músicas distribuídas em nove EPs inspirados nas cores do espectro eletromagnético. Teorias físicas à parte, o som é foda. Lembra algumas coisas do Mars Volta. A faixa está no EP Red e foi gravada com integrantes da Manchester Orchestra.

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Pujol Mayday
Róquenrrrrol do bom e clipe nonsense para a música Mayday, que está no EP Nasty, Brutish And Short. Aumenta o som!

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Radio SoulwaxBatuta Discos
O duo belga 2 Many DJs lançou um set audiovisual de uma hora via Radio Soulwax só com músicas brasileiras e fotos das ruas de São Paulo. Tem faixas de medalhões como Caetano, Gil, Gal, Tom Zé, Jorge Ben Jor, Tim Maia e Mutantes e bandas e artistas obscuros como Mercenárias, Mister Sam, Som Imaginário e A Gota Suspensa, que deu origem à banda Metrô. Rola até Gretchen! Os caras do 2 Many DJs já vieram várias vezes ao Brasil. Nessas viagens, sempre vasculham lojas de discos. Acabaram montando um acervo gigante de som Brasil. Veja abaixo e saiba mais aqui.

Batuta Discos from Radio Soulwax on Vimeo.

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SuunsRed Song
O quarteto canadense de indie eletronic lo-fi Suuns (ex-Zeroes) liberou este vídeo da música Red Song, estilo Andy Warhol’s films. O som é discreto, quase incidental, repleto de graves e ambientações lúgubres, e também é inspirado pela música concreta e pelo dark electro. Red Song está no disco Zeroes QC.

Suuns “Red Song” from Topher Manilla on Vimeo.

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Porcelain RaftPut Me to Sleep
Lembra de Put Me to Sleep, a faixa-transe do italiano Mauro Remiddi, aka Porcelain Raft, que você escutou nas Tracks 19? Agora saiu o vídeo:

Put Me To Sleep from Porcelain Raft on Vimeo.

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M83Midnight City
O clipe de Midnight City você viu nas Tracks 18. A banda tocou o som no Jimmy Fallon, com direito a solo de sax inspirado.

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GonjasufiDemonchild
Clipe WTF! da semana. Bizarro.

Gonjasufi – Demonchild from Hydroshare.tv on Vimeo.

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AnonBite The Hand
Groovy beats com um pé no passado e outro no futuro. Se o seu chill-in não tem Bite The Hand ele está incompleto! Ouça a faixa abaixo e outras músicas no player seguinte.

Anon – Bite The Hand by Bad Panda Records

Swings & Roundabouts by anon_music

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Passport Green SunsetDam-Funk
Dam-Funk, músico de boogie funk de LA que parece uma síntese de Afrika Bambaataa, Stevie Wonder e Lionel Richtie, toca no Passport Green Sunset no Multipalco do Theatro São Pedro, em Porto Alegre. O projeto segue a temmmmdêmmmmmmmmcia gringa de festas day light em centros culturais, museus e galerias. Léo Felip (Pulp), Kahara (Neon) e Chaves (Disc-o-Nexo) completam o line-up. Além disso, rola intervenções do coletivo de arte Grite Poesias e video art com Bruno Borne e Ricardo Carioba. Das 16h às 22h, com entrada franca.

Dâm-Funk – Forever (Scion AV) from Scion A/V on Vimeo.

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Bloquinho Remix

The Ting TingsSilence (Bag Raiders Remix)
O duo já foi melhor, tanto na música quanto em vídeo. Hang It Up já tinha sido lamentável. Agora, forçaram a barra no hip rock oitentista.

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Riva Starr & Fatboy Slim (feat. Beardyman)Get Naked (Dub Mix)
Saiu esse remix da faixa Get Naked, esforço coletivo de Riva Starr, Fatboy Slim e do beat boxer Beardyman. Boa bateria, vocoder (ou qq coisa) cool e vibe de pista. Massa.

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Gross MagicYesterdays
Depois de aparecer nas Tracks 4, Gross Magic volta ao Volume com a psicodelia shoegaze de Yesterdays. Guitarras distorcidas from hell + vocal melódico torto. A faixa estará no EP Teen Jamz.

> Tracks #1
> Tracks #2
> Tracks #3
> Tracks #4
> Tracks #5
> Tracks #6
> Tracks #7

> Tracks #8
> Tracks #9
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> Tracks #11
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> Tracks #19
> Tracks #20
> Tracks #21

Tracks Volume #15

23 de setembro de 2011 1

NirvanaBreed e Territorial Pissings (Live At The Paramount/1991)
Mais material inédito do Nirvana foram divulgados. Depois das três novas gravações de liberadas nesta quarta, agora rolou a banda ao vivo no Halloween de 1991 no Paramount Theatre em Seattle, tocando Breed e Territorial Pissings. Forte, insano, punk. Quase insuperável. O show estará no DVD que há no box especial de Nevermind, pra comemorar os 20 anos do disco. Sai dia 27/09. Leia sobre isso aqui.

Nirvana – Breed (Smart Studios Version) (Previously Unreleased)


Nirvana – On A Plain (Boombox Demo Version) (Previously Unreleased)

Nirvana – Smells Like Teen Spirit (Live From The Paramount) (Previously Unreleased)

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Wavves Bug
Em Bug, uma homenagem pop dopada ao Nirvana e ao Foo Fighters. E o som é bom!

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My Brightest DiamondBe Brave
Mini-ópera pop de inspiração clássica e senso dramático da banda My Brightest Diamond. Boa atuação e ótima voz de Shara Worden, ex-backing de Sufjan Stevens. O som é tipo Siouxsie Sioux encontra Portishead. Be Brave é um ato valente, que exige um pouco mais de imersão por quem ouve/vê.

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Gauntlet HairKeep Time
Esse som é uma joint venture shoegaze sônica do duo Gauntlet Hair, cheia de reverberações, asperezas etéreas, guitarras metálicas e bateria inspirada. Muito bom. O disco sai mês que vem.

Gauntlet Hair “Keep Time” by DOJAGSC

Ouça Top Bunk aqui

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Sex CultErrand Boy
A banda de Memphis vai do indie hardcore ao punk dissonante em apenas 1’44″. Massa.

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Com TruiseBrokendate
A faixa Brokendate você escutou nas Tracks #3 (e Datebar rolou nas Tracks #12). Agora, saiu o clipe de Brokendate. Blade Runner encontra Tron neste vídeo. O disco Galactic Melt já foi lançado.

Com Truise – “Brokendate” from stereogum on Vimeo.

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Kele OkerekeWhat Did I Do
Enquanto nada se define sobre o futuro do Bloc Party, Kele Okereke lança o clipe de What Did I Do, seu novo (e fraco) single solo. Lucy Taylor nos vocais.

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Double S – 21 anos de sets
Nesta sexta rola a festa dos 21 anos de spinning do DJ Double S. Sim, ele já tocava quando alguns de vocês nem eram nascidos! Mas eu era. E eu vi. Vi o primeiro núcleo clubber da cidade se formar, na primeira metade dos anos 90, pós-oitentismo rock-dark-pós-punk. E o Double S era o DJ do Fim de Século. Havia tipo um culto entra a galera. Mas era algo sincero, sem o exagero fake comum a parte da cena atual. Ao longo do tempo, ele passou por vários clubs, raves, festivais ao lado de tops tipo Maumau (vi), Anderson Noise (vi), Fabrício Peçanha (colega de Fim de Século, óbvio que vi… mil vezes), Renato Cohen (vi), Carl Cox (vi), Armand Van Helden (vi), Josh Wink, Doc Martin, Green Velvet (vi), Paul Oakenfold, Christopher Laurence, Christian Smith (vi), Redhead (vi) e Marco Carola, entre outros.

Hoje, na RED by Madam (Rua Washington Luiz, 48), Double S toca com o inglês Andy Redanka (tem parcerias com U2 dessa fase 360°, Franz Ferdinand, Snow Patrol, Above & Beyond, Fatboy Slim, Massive Attack, Deep Dish) e também com Wesley Ruschel & Murdok. Ingressos a R$ 15,00 com nome na listared@madamclub.com.br e R$ 25,00 na hora.

DOUBLE S – GROOVEVINE by DJ DOUBLE S

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Mais noite em POA? Então toma:

Steve Aoki volta a POA para tocar no Club 688 (Siqueira Campos, 688) hoje, depois do inesquecível set no Porão em novembro de 2008. Leia sobre isso aqui.

E amanhã, dia 24, Lumiére, o projeto do Dj Rodrigo Moita com o percussionista Pinguim (ex-baterista do Charlie Brown Jr.), toca no Cafe De La Musique (av. Senador Tarso Dutra, 135) neste sábado (24).

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Bloquinho Remix

RadioheadTKOL RMX 1234567
Saiu hoje o último set de remixes das faixas do disco The King of Limbs, do Radiohead. As outras você escutou aqui. Neste lote, tem Jamie xx (remisturando Bloom), Anstam (Separator) e SBTRKT (Lotus Flower). O disco TKOL RMX 1234567, que reúne todos remixes já lançados, sai dia 10 de outubro.

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Zun Zun EguiFandango Fresh (Bass Clef Smashed Screen Mix)
Bass Clef recria Fandango Fresh, da Zun Zun Egui, banda de Bristol que tem proximidades sonoras com Talking Heads, Mutantes e Vampire Weekend. Ele deu uma aliviada no som, apesar de tantos beats e efeitos inseridos. Escute o remix abaixo e a original (uma quebradeira caribenha muy caliente) aqui.

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GiversMeantime (Bombay Bicycle Club Remix)
Givers (você ouviu Up Up Up nas Tracks #3) é remodelado por Bombay Bicycle Club na faixa Meantime. Shake your booty!

> Tracks #1
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> Tracks #3
> Tracks #4
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> Tracks #6
> Tracks #7

> Tracks #8
> Tracks #9
> Tracks #10
> Tracks #11
> Tracks #12
> Tracks #13
> Tracks #14

Disco Virtual Volume #2 is in da house

26 de janeiro de 2011 3

A nova edição do Disco Virtual do Volume é dedicada à música eletrônica. O recorte feito enquadra alguns dos primeiros produtores de dance music do Rio Grande do Sul, como Nando Barth e OTA, músicos e criadores que transitam entre beats há algum tempo, como Fabrício Peçanha, Posnormal, Jarrier Modrow, Panatron e Two Boffins, e novos criadores como Brave the Elements, Projeto CCOMA, Madblush, Superluxo e L.A.B.

Além disso, o Disco Virtual Volume #2 está sendo uma espécie de plataforma de lançamento para Hang out with me, música do novíssimo duo Crash Bum Bang, projeto que concretiza a parceria entre Rossano Snel e Caio Britto, dois caras que se destacam no novo clã eletrônico do Estado.

Ouça todas faixas aqui ou separadamente abaixo

Crank up the volume!

Brave The Elements: o duo Brave The Elements retorna ao garage dos anos 90 ao compor faixas dançantes e leves, estruturadas em beats cadenciados, ambientes etéreos, vocais femininos doces, groove e harmonia. Yuri comanda instrumentos e programação aplicando elementos de progressive e electro enquanto Gisa canta sobre as músicas, que variam entre cinco e sete minutos. O som lembra o que o duo eletrônico Sideral fazia com a vocalista Chris F circa 1997 em Porto Alegre. Apesar de ser um projeto recente, de outubro de 2009, Brave The Elements já lançou o álbum independente Balance In Your Mind, com sete músicas. Uma delas, Leave Your Fears Behind, ganhou um ótimo clipe feito em time lapse em Berlim pelo fotógrafo Luis Veiga. Veja aqui!

Mirrors of Life

> My Space

> Site


Crash Bum Bang: o DJ e produtor Caio Brito curte rock, house  e dirty disco. Tocou em bandas de garagem e virou DJ. Já o compositor Rossano Snel vai do samba ao jazz e do cinema aos games sempre com muito groove. Aqui no Disco Virtual Volume #2, lançam o Crash Bum Bang, duo eletrônico com influências de jazz, world music, MPB, rock e pop. O projeto surgiu da parceria que rola entre eles desde que ficaram amigos (via Lucio Kahara). Criaram as festas Hustler, Lick! e Selva, reunindo figuras do novo núcleo eletrônico de POA, e depois entraram em estúdio para finalmente compor juntos. Estão finalizando o SoundCloud do CBB e devem lançar um EP com músicas e remixes no primeiro semestre de 2011. A faixa Hang out with me, masterizada na Alemanha, alterna vocais robóticos, piano house, processed beats e clima de noite. Ouça alto e sinta cada batida como uma pancada.

Hang Out with Me

> SoundCloud do Caio

> MySpace do Rossano


Fabrício Peçanha: o Fabrício é o maior fenômeno da cultura eletrônica do Rio Grande do Sul EVER, – e certamente é um dos caras de maior destaque no Brasil há anos. Na metade dos anos 90, quando o conheci, era figura fácil na pista do Fim de Século (o clube eletrônico mais importante de Porto Alegre de todos os tempos) e alvo maior das meninas da primeira geração efetivamente clubber do Estado. Em pouco tempo, passou pro lado de lá das pick-ups, dividindo espaço com outro ícone do FDS, o DJ Double S, residente da casa. Enfrentando preconceito considerável por ser boa pinta e tendo que se desvincular ao máximo do rótulo de DJ “fácil”, suou a camiseta na noite para se tornar o melhor DJ do Estado e um dos melhores do país, com amplo destaque internacional. Criou a produtora Re:Existência e a rave Fulltronic com amigos, ganhou páginas das revistas XLR8RDJ MagazineHouse Mag e abriu o clube Spin em POA. O reconhecimento profissional foi traduzido em convites: Fabrício integrou line-ups de raves e festivais ao lado de Carl CoxFatboy SlimDanny TenagliaWestbanLouis VegaJohn DigweedDeep DishRitchie HawtinGroove ArmadaLayo & BushwakaGreen VelvetDerrick MayDave ClarkeDave the DrummerHernan CattaneoSatoshi TommieChris LiberatorTechnasia e outros. Ele também tocou no Skol Beats, na MegAvonts e no Recife Beats, além de ter sido chamado para discotecar em Ibiza, Majorca, Acapulco, Miami, Barcelona, LA, San Diego, Hong Kong, Frankfurt, Londres, Buenos Aires, Lima, Zurique e outras –sozinho ou ao lado dos parceiros LeozinhoRodrigo Paciornik, do projeto Life is a Loop. O gaúcho já lançou faixas no EP Cordel e no álbum Hypno Series 1. Neste Disco Virtual do Volume #2, Fabrício liberou um remix de Sem Vacilar, da Comunidade Nin-Jitsu. Ele entrou legal na onda do CNJ, ressaltando as guitarras em meio a batidas rápidas, mas não muito aceleradas, ampliando a força da música original sem remodelar a faixa por inteiro.

CNJitsu Sem Vacilar Radio Remix

> Site


Jarrier Modrow: não é dos caras mais conhecidos por quem curte música eletrônica, o que é estranho. Apontado por alguns músicos como um dos melhores compositores da atualidade no que diz respeito à dance music, Jarrier já lançou discos e EPs por selos nacionais e internacionais. Entre eles estão Rare SoulNebula e a coletânea Unreleased Grooves – Grooveland Brazil, álbuns interessantes que ficaram restritos ao nicho de produtores musicais, com pouca inserção entre o público. Em breve, deverá lançar seu próprio netlabel, com novas composições e projetos. O início dos trabalhos de Jarrier na música rolou da mesma forma como ocorre com muitos outros produtores: experimentações em teclados no final dos anos 90 e gravações em fita cassete. No entanto, diferentemente de muitos, Jarrier não se tornou DJ. Em vez disso, prefere escrever e postar suas impressões sobre música e tecnologia em seu site oficial e na revista House Mag. Neste ano, Jarrier participou de duas edições de coletâneas online do selo/coletivo capixaba Smoke Island. Aqui no Disco Virtual do Volume #2, o músico liberou a faixa Let’s Boogie, um deep house tranquilo, desacelerado e elegante, com muito groove, melodia e harmonia. O tipo de som capaz de nos fazer perder em pensamentos ou nos guiar no vazio da mente.


Let’s Boogie

> Site

> MySpace

> Sound Cloud


L.A.B.: o lance com Less a Bullshit (L.A.B.) está sendo urgente. A banda de rock eletrônico lo-fi se formou em Novo Hamburgo no verão de 2009. No inverno, o EP de estreia de Dan Schneider (vocal, baixo, guitarra, synths e programação), Fe Fischer (guitarra, baixo, vocal) e Moa Jr. (bateria, percussão, vocal) estava pronto, mixado e produzido por Dan e masterizado por Lukas Dulawa no Reino Unido. No final daquele ano, o trio assinou com a Curve Music, de Londres. O primeiro disco sai no começo de 2011, após masterização em Roma. Nesse meio tempo, L.A.B. foi indicado como uma das 10 bandas de rock mais promissoras do Brasil em 2010 pela MTV e se tornou uma das apostas da Billboard de fevereiro do mesmo ano. Pouco depois, tocou no megafestival indie SXSW, nos Estados Unidos. Descendente direta da histórica banda santista de rock eletrônico Harry e parente não muito distante de FelliniThe GilbertosVioleta de OutonoGrenade, o L.A.B. utiliza sintetizadores e guitarras para criar uma aura shoegaze eletrônica soturna que sintetiza My Bloody Valentine, Cure e Depeche Mode. A música Segundo Andar, lançada no EP de estréia, você escuta abaixo.

Segundo Andar

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MadBlush: há mais de 10 anos, MadBlush percorre a noite gaúcha com shows performáticos e DJ sets. Ativista do underground, vem turbinando a produção de suas músicas com a ajuda de Nando Barth, que toca bateria em alguns de seus shows, OTARicardo Severo. Ao vivo, a guitarra fica com Gabiko.

O apelo visual de MadBlush remete à montaria de Boy GeorgeSigue Sigue SputnikMarilyn MansonPeachesLady Gaga. Fora dos padrões de conduta básicos, MadBlush ganha pontos por ousar em uma cena que já foi vanguarda, irônica e debochada, mas que cada vez mais é corrompida pelo mainstream esteticamente pobre e sonoramente inocente.

Ímpetos de auto-afirmação pessoal e artística se espalham por faixas electro rock como Blush in the Face I wanna be real.


Blush in the face

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Nando Barth: o DJ e produtor Nando Barth foi um dos primeiros gaúchos a trabalhar com música eletrônica. Começou a criar em 1987, uma época em que o superclube visionário Taj Mahal, o Ocidente, o Fim de Século e o Porto de Elis davam as cartas na noite de Porto Alegre. Um ano depois, assumiu a residência do Oci ao lado do DJ Eduardo Herrera, então maior nome da vanguarda sonora da noite gaúcha. Em 1994, formou a Splee’n, uma das primeiras bandas eletrônicas do Brasil, com Otávio Mastroberti. Depois disso, foi residente da fase inicial e realmente underground do Beco, tornou-se o mentor criativo das bandas Superluxo,Quit the make up e criou a Cadela Records. Na faixa Cuicass Raga Vox, Nando propõe um retorno ao jungle e ao drum’n’bass clássico, unindo a brasilidade do vocal de Yeshua Jahmiliano, da banda reggae Santíssima Trindade, ao estilo gringo de batidas aceleradas e graves linhas de baixo. O simbolismo brazuca da faixa fica claro em uma sonoridade tipicamente nacional imposta pela cuíca.

Cuicass – Raga Vox

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OTA: é o incansável Otávio Mastroberti, parceiro do Nando Barth na banda Splee’n durante os primórdios da produção autoral de música eletrônica no Rio Grande do Sul, por volta de 1994. Lançaram demos e, em 1999, foram escolhidos um dos quatro grupos brasileiros que participariam do projeto The Whole Cure In The Mirror, uma caixa com todas as faixas do Cure regravadas por bandas de todo o mundo. Com o fim da Splee’n, em 2005, Otávio reativou seu projeto solo OTA, mas como uma banda, numa pegada mais rock. Na época, a música I’ll Become Your God virou trilha de um seriado virtual da RBS e do curta metragem Tudo Que Não É Espelho, de Daniel Alfaya (veja aqui). Depois, produziu o som de MadBlush. Em 2007, tornou-se tecladista do The Cure Cover, projeto do Guffo, músico que hoje toca na Fenx. No final de 2008, entrou pra banda Volantes, que participou do Disco Virtual Volume #1. Em 2009, produziu o single Our Planet para K-Tea e tocou na Polainas, banda cover de anos 80, e no Back 2 the Future, dedicada a covers de musicas pop/dance atuais, ambas do músico Tchê Gomes. Em 2010, se aventurou no hip hop produzindo uma faixa para Maia Rimador. Nesta segunda edição do Disco Virtual do VolumeOTA liberou a vigorosa faixa 1, 2, 3, 4, Stand Up!, um maximal festivo, praticamente puro, perfeitinho pras pistas.

1, 2, 3, 4, Stand Up!

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Panatron: Laufe BitencourtChris AmorettiRoger Kichalowsky fazem com Panatron o som mais robótico, frio e asséptico deste Disco Virtual Volume #2. Apesar da voz afinada e reconfortante de Chris, a música Casio Love parece ter sido criada por vida baseada em silício, e não em carbono. Não parece uma banda de humanos compondo uma obra eletrônica. Parece mais como se um autômato tivesse composto uma faixa sintética utilizando instrumentos digitais e algum vocal humano aleatório, pré-gravado e ripado de algum banco de dados online. A própria expressão “Casio Love” remete a uma inteligência artificial emotiva, reforçando a idéia de um compositor replicante. Mas não é nada disso! LaufeRogerChris se dividem entre guitarra, baixo, sintetizador, sampler, drum machine, fxs e vocais para compor eletronices pop, rocks eletrônicos e psycho beats alternativos e livres. A prova está no SoundCloud da bandaSupernova, por exemplo, é pura experimentação digital acelerada e descompassada. A kraftwerkiana Fliperama 87 é digna de uma trilha sonora de games. Poderia estar em Tron Legacy. En La Luna Caliente e Strip & Tango são mais aquecidas, com maior elaboração acústica. Robotika Kamarada abusa de um sampler de Ladytron. Já Robotizado, mais suja, é inteligente e inesperada. No geral, são faixas que passam longe do óbvio. Isso deve ter agradado ao selo Midsummer Madness, com quem Panatron já lançou um EP com nove faixas.

Casio Love

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Posnormal: Dani ficou bem ligado ao drum’n’bass de POA nos anos 90 e 2000, quando era residente da Full Moon, no Garagem Hermética, e da Quarta Quebrada, no Ocidente. Tocou direto com MarkPatifeAndy, os “três mais” do gênero no Brasil, que ganharam destaque no mundo e deram ao país uma nova dimensão no plano global de música eletrônica. Mesmo com o d’n’b rachando pistas, Dani nunca deixou de lado suas outras referências musicais. Deu início a uma produção mais experimental, com referências soul, jazz, hip hop, pós-rock e eletrônica.

Como Posnormal, lançou um disco independente com 14 faixas e participou de um álbum do selo paulistano Si no puedo bailar no es mi revolución. As composições são delicadas e há um certo ar cômico e infantil, porém muito longe de ser piegas ou auto-indulgente. Ao contrário. Dani aposta na simplicidade de harmonias, na beleza de sons incidentais, em melodias serenas e em experimentos IDM como forma inteligente de mostrar que indie também é pop. É tipo um Looper dos trópicos sem vocais.

Guaraná

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Projeto CComa: há cinco anos, o projeto CCOMA (lê-se “Coma”), composto por Swami SagaraBeto Scopel, cria música misturando jazz, música brasileira e dance music. O resultado é uma eletrônica de caráter orgânico, que varia entre climas chill-in e temas dançantes, e na qual o trompete de Beto se sobressai. Mesmo assim, o leque instrumental do duo é variado. Na gravação de An Elephant Crossing the Room, por exemplo, os músicos utilizaram címbalos tibetanos, pá de pedreiro e apitos. Como o duo contou nesta entrevista ao Volume no início do ano passado, o CCOMA mistura “saravá eletrônico com Miles Davis” para matar sua (nossa) sede por experimentação sonora. O resultado é positivo. A banda fez temporada em Londres e shows em festivais e eventos de arte e publicidade. No final do ano passado, o duo lançou o álbum Incoming Jazz, de onde saiu a faixa Dogs are Gods, que você escuta abaixo.

Dogs are Gods

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Rossano Snel: Rossano samba. Electronic samba. Groove samba. Jazz samba. Disco samba. Bossa samba. Samba samba! Com a desenvoltura cool de um neo-malandro tropical digital, pilotando drives, programas e teclados gringos, o compositor desmonta o easy listening (what?!), reescreve o lounge (whaaaaat?!?!?!) e implode a bossa eletrônica (afe!) com toscos 8 bits, elegantes synths progressivos, pianos estudados (a linda Tumpah merece ser ouvida na praia ao sabor de vinho branco), drum machines límpidas e instrumentos acústicos, elétricos, eletrônicos e virtuais. No ano passado, criou trilha sonora do curta 27 Janela, de Fábio Rangel. No mesmo ano, lançou Gallery, um EP digital editado pela One Cell Records, de Los Angeles, e o EP Landscape pelo selo EBS Diggin, do DJ paulista (e gente finíssima) Tahira. Mais: cravou a música Nossa Conversa na trilha do filme BearCity, que estreou em Nova York recentemente, e foi o músico brasileiro vencedor do The Creators Project Contest ao lado de artistas de Los Angeles e de Londres. O prêmio é a gravação conjunta de um EP em NY. Abaixo, você escuta o samba beat de Nossa Conversa.

Nossa Conversa

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Superluxo: a banda de synth pop e alma rocker liderada pelo Nando Barth desde 2008 cria algumas preciosidades sonoras inventivas, baseadas em guitarras, bateria e sequenciadores. Bubble GumDon’t leave me alone competem em simplicidade e bom gosto, com vocal doce e trilhas vigorosas. Vicio – Ver 2010, fundada sobre beats atualizados, presta sincera homenagem a Joy DivisionNew Order. Já Shaking all alone pisa ainda mais fundo em sintetizadores e guitarras. Give a Damm, que entrou no Disco Virtual Volume #2, segue um caminho semelhante. Nando (guitarra & synths), Léo Zamper (guitarra e voz), Dani Maria (vocal) e Ronaldo Sabin (bateria) criaram um instrumental bem estruturado, aplicaram vocal gostoso e montaram uma faixa de apelo pop. Potencial hit radiofônico – se este tipo de som tocasse em rádios. Como não toca, você escuta abaixo:

Give a Damm

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Two Boffins: noite e hedonismo. É disso que você lembra quando escuta Night Cravin’, a música que o duo Two Boffins liberou para o Disco Virtual Volume #2. O lance é bem específico. Seria como se Fischerspooner encontrasse Giorgio MoroderDepeche Mode na festa de encerramento do Studio 54 com DJ set de Human League, AdamskiDead or Alive, New Order e OMD. Teclados analógicos e drum machines 808 e 909 dão o tom das músicas da dupla. Apesar disso, o som é bem early 90′s. Como se aquela fase inicial da era clubber e raver voltasse em um flahsback de ácido. Algumas faixas do Two Boffins tratam sobre diversão noturna, clubes, pista de dança, amigos… Outras têm uma pegada mais existencial e filosófica, sempre com uma visão otimista. O Chris e o Ale explicaram que “boffin”, em inglês, é a gíria que define pesquisadores científicos. Com essa habilidade técnica, eles nos jogam entre sintetizadores quentes, batidas regulares e grooves virtuais em faixas como Stop Talkin. Além da música, Two Boffins converge moda, fotografia e vídeo para alinhavar seu poder criativo. No início de 2011, deve rolar um show em São Paulo, onde eles moram, e o lançamento de um EP online. Os clipes de Stop Talkin’ e de Night Cravin’ estão a caminho.

Night Cravin’

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>>>>> Escute o Disco Virtual Volume #1 – Especial Rock

Tiësto é eleito o melhor DJ de todos os tempos

20 de janeiro de 2011 10

O DJ Tiësto foi eleito pelos leitores da revista MixMag o melhor DJ de todos os tempos. O holandês, darling global há anos, derrotou figuras fundamentais como Jeff Mills, Derrick May, George Clinton, Afrika Bambaataa, Kool Herc, Carl Craig, Frankie Knuckles e Moby.

* para ler escutando Teachers (abaixo).


A lista:

1. Tiësto

2. Richie Hawtin

3. Sven Väth

4. Andy C

5. Carl Cox

6. Ricardo Villalobos

7. Paul van Dyk

8. Sasha

9. Tony De Vit

10. 2ManyDJs


O editor da revista, Nick DeCosemo, admitiu que, por ser uma votação pública, o resultado reflete mais a popularidade dos DJs do que a contribuição deles para a história da cultura eletrônica.

De qualquer forma, o ranking se tornou amplo ao englobar vários gêneros: techno (Hawtin, Cox e Sven Väth), house e acid house (Sasha), drum’n’bass (Andy C), hard dance (Tony De Vit), trance (Paul van Dyk, Tiësto), breaks e mashups (2ManyDJs) e minimal techno/micro house (Ricardo Villalobos).

OK. Mas e DJ Hell? John Digweed? Greg Wilson? Louis Vega? Danny Tenaglia? Armand Van Helden? Armin Van Buuren? Paul Van Dyk? David Guetta? Erick Morillo? Roger Sanchez? Rush? Spooky? Shadow? Laurent Garnier? Tiga? Fatboy Slim? Marky? Erol Alkan? Infected Mushroom? Até o farofa do Paul Oakenfold merecia entrar na lista.

Por falar em Digweed, ele toca no Jimbaran, em Atlântida, no dia 28 de janeiro. Já Layo & Bushwacka, Ricky Ryan, Fabrício Peçanha, Branko Von Holleben, JZK e Overcast tocam no MECA Festival, também no Jimbaran, no dia 29 de janeiro. E MixHell + 2ManyDJs tocam dia 04 de fevereiro no mesmo local.