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Resultados da pesquisa por "Amy Winehouse"

A volta de Amy Winehouse aos palcos

10 de março de 2009 5

Após longas férias, Amy volta a se apresentar/Reprodução, site oficial

Amy Winehouse tem data para voltar aos palcos. Este será o seu primeiro show em mais de seis meses. A cantora participa  evento de 50 anos de sua gravadora, a Island Records, no dia 31 de maio em Londres.

A última apresentação ao vivo de Amy foi no dia 6 de setembro no Bestival, na Inglaterra, segundo a Rolling Stone. Ela voltou à Inglaterra no início do mês após longas férias no Caribe.

Além de Amy Winehouse, as comemorações da gravadora terão a presença de Keane, Paul Weller e The Fratellis.

Postado por Cristina Wagner

Amy Winehouse deverá cantar no Brasil em 2009

08 de outubro de 2008 22

Divulgação

O colunista Ancelmo Gois publicou no jornal O Globo de hoje que a trouble singer britânica deverá cantar no Brasil em janeiro de 2009. Se estiver viva, claro.

Amy anda tão lesada que nem apareceu nos últimos shows marcados, como o do festival Rock en Seine, em Paris, realizado no dia 29 de agosto.

Antes disso, Amy participou de festivais do verão europeu, como o Glastonbury e o nos Rock in Rio Lisboa e Madri. No festival inglês, a cantora virou notícia ao agredir um fã que tentou agarrá-la. Em Lisboa, ela estava sem voz e sem condições. O show foi considerado decepcionante. E em Madri, ela ignorou recomendações médicas e bebeu vinho e fumou cigarros, apesar do enfisema pulmonar.

Gois não informou por qual (ou quais) cidade(s) a cantora passará.

Amy é incrível. Espero que esteja viva até 2009 e que venha mesmo.

Postado por Danilo Fantinel

Amy Winehouse rompe parceria com Mark Ronson

04 de setembro de 2008 0

Divulgação

Chegou ao fim a parceria de sucesso entre a cantora Amy Winehouse e o aclamado produtor Mark Ronson. Os dois trabalharam juntos em Back to Black, disco de maior sucesso da carreira da cantora inglesa.

De acordo com o jornal inglês The Mirror, Winehouse já finalizou diversas canções do seu próximo álbum, e em nenhuma delas trabalhou com Ronson. Amy Winehouse agora está trabalhando com Salaam Remi, que produziu seu primeiro álbum.

Ainda segundo o jornal, Amy brigou com Mark Ronson na época que estavam tentando produzir juntos a musica tema do próximo filme do 007, que não deu certo. A trilha acabou ficando a cargo de Jack White e Alicia Keys.  

Postado por Luciano Varelmann

Amy Winehouse de clipe novo

15 de agosto de 2008 0

reprodução

Esta é pra matar a saudade de ver a musa em boa forma. O clipe Just Friends foi feito somente com imagens de arquivos, quando Amy estava mais saudável.

O clipe em preto e branco é o quinto do álbum Back to Black, lançado há dois anos.

 

Assista ao vídeo:

Postado por Paula Sperb

Amy Winehouse está internada em Londres

16 de junho de 2008 9

Eis que a musa-junkie do Holofote acabou se dando mal. Todos os exageros que contamos de Amy Winehouse por lá não são à toa.

A cantora britânica passou mal nesta segunda-feira em sua casa. Um assistente a socorreu de um desmaio, segundo o G1.

É claro que o porta-voz de Amy ainda não declarou o que a cantora teve, mas a gente nem precisa ser vidente para adivinhar. A cantora-que-não-quer-ser-levada-para-a-reabilitação será forçada a passar a noite no hospital para onde foi carregada. Muitos exames médicos estão na pauta do dia da roqueira mais feia do mundo.

Amy tem só 24 anos. Lamentável o estadinho. 

Postado por Camila Saccomori

Amy Winehouse leva cinco prêmios Grammy

11 de fevereiro de 2008 5

A cantora britânica Amy Winehouse ganhou cinco dos seis prêmios Grammy a que estava indicada e se tornou a grande vencedora da 50ª edição do evento realizado ontem em Los Angeles.

>>>>> Veja fotos!

>>>>> Moda: elegância x bizarrice

Amy levou os cobiçados Gravação do Ano e Canção do Ano (ambos por Rehab), Álbum de Pop Vocal (Back To Black), Artista Revelação e Melhor Interpretação Vocal Pop Feminina. 

River: The Joni Letters, de Herbie Hancock, foi escolhido o Álbum do Ano, única categoria em que a britânica não confirmou sua indicação.

Os brasileiros Gilberto Gil, Céu e Bebel Gilberto, que disputavam o prêmio de melhor disco de world music contemporânea, foram vencidos pela cantora do Benin Angélique Kidjo.

O segundo grande vencedor da noite foi o rapper Kanye West. O artista que teve o maior número de indicações (oito) ficou com quatro prêmios. West venceu nas categorias Melhor Interpretação Solo de Rap, Melhor Interpretação de Rap em Dupla ou Grupo (colaboração com o rapper Common), Melhor Canção de Rap (prêmio dado aos compositores) e Melhor Álbum de Rap.

Outros prêmios

Os Beastie Boys conquistaram o prêmio de Melhor Álbum de Pop Instrumental, por The Mix-Up, enquanto Justin Timberlake emplacou a Melhor Gravação de Dance, com LoveStoned/I Think She Knows. Já o prêmio de Melhor Álbum Electronic/Dance foi para We Are The Night, dos Chemical Brothers.

No mundo rock, Rádio Nowhere, do álbum Magic, de Bruce Springsteen, foi escolhida a Melhor Canção de Rock. O prêmio de Melhor Álbum de Rock foi para Echoes, Silence, Patience and Grace, do Foo Fighters, e o de Melhor Álbum de Música Alternativa ficou com Icky Thump, do White Stripes.

A Melhor Canção de R&B foi No One, de Dirty Harry, Kerry Brothers e Alicia Keys, e o Melhor Álbum de Rap foi o elogiado Graduation, de Kanye West

Shows

A festa de 50 anos do Grammy foi aberta com um dueto virtual entre a cantora e pianista Alicia Keys e Frank Sinatra, que apareceu no telão. Depois, houve apresentações de rock, rap, eletrônica, pop e r&b com resultados irregulares.

Os melhores momentos foram o encontro de Kanye West com a dupla francesa Daft Punk em Stronger e a apresentação impecável de Amy Winehouse, diretamente de Londres, via satélite. Ela faria o show em Los Angeles, mas problemas no visto para a entrada nos Estados Unidos obrigaram a organização a mudar os planos. Winehouse, que segue seu tratamento em uma clínica de reabilitação na capital inglesa, mostrou duas canções: You Know I%27m no Good e o megahit mundial Rehab.

Ela dedicou a apresentação aos seus pais, ao namorado encarceirado Blake e à Camden Town, o bairro boêmio e descolado de Londres que pegou fogo há poucos dias.

Outro show incrível foi o encontro de Foo Fighters com o baixista do Led Zeppelin, John Paul Jones, no papel de regente de uma orquestra.

Os duetos de Beyoncé e Tina Turner, de Keely Smith com Kid Rock, e Fergie com John Legend foram menos empolgantes.

Já os Beatles foram homenageados com uma seqüência musical que teve a participação de atores do filme Across The Universe e malabaristas do Cirque de Soleil.

Também tocaram a cantora Rihanna, o rapper Will.i.am, Alicia Keys, Andrea Bocelli e Josh Groban, os pianistas Lang Lang e Herbie Hancock, e os roqueiros John Fogerty e Jerry Lee Lewis.

Veja a lista dos principais prêmios: 

Gravação do Ano

Rehab, de Amy Winehouse

Álbum do Ano

River: The Joni Letters, de Herbie Hancock

Canção do Ano

Rehab, de Amy Winehouse

Artista Revelação

Amy Winehouse

Álbum de Pop Instrumental

The Mix-Up, dos Beastie Boys

Álbum de Pop Vocal

Back To Black, de Amy Winehouse

Melhor Interpretação Vocal Pop Feminina

Amy Winehouse

Melhor Interpretação Vocal Pop Masculina

Justin Timberlake

Gravação de Dance

LoveStoned/I Think She Knows, de Justin Timberlake

Álbum de Electronic/Dance

We Are The Night, dos Chemical Brothers

Álbum de Pop Vocal Tradicional

Call Me Irresponsible, de Michael Bublé

Canção de Rock

Radio Nowhere, de Bruce Springsteen (álbum Magic).

Álbum de Rock

Echoes, Silence, Patience and Grace, do Foo Fighters

Álbum de Música Alternativa

Icky Thump, dos White Stripes

Canção de R&B

No One, de Dirty Harry, Kerry Brothers e Alicia Keys

Álbum de R&B

Funk This, de Chaka Khan

Canção de Rap

Good Life, de Aldrin Davis, Mike Dean, Faheem Najm e Kanye West

Álbum de Rap

Graduation, de Kanye West

Álbum de Country

These Days, de Vince Gill

Álbum de Pop Latino

El tren de los momentos, de Alejandro Sanz

Álbum de Rock Latino ou Alternativo

No hay espacio, de Black:Guayaba

Álbum Latino Urbano

Residente o visitante, de Calle 13

Álbum Latino Tropical

La llave de mi corazón, de Juan Luis Guerra

Álbum Mexicano ou México-Americano

100% Mexicano, de Pepe Aguilar

Álbum Texano

Before The Next Teardrop Falls, de Little Joe & La Familia

Álbum Nortista

Detalles y emociones, de Los Tigres del Norte

Álbum de Banda

Te va a gustar, de El Chapo

Álbum de Blues Contemporâneo

The Road to Escondido, de J. Cale e Eric Clapton

Álbum de Reggae

Mind Control, de Stephen Marley

Trilha Sonora

Ratatouille, de Michael Giacchino

Amy Winehouse Grammy Performance

>>>>> Veja a lista completa no site oficial

Postado por Danilo Fantinel

Amy Winehouse quer rehab!

26 de novembro de 2007 0

Reprodução
Parece que agora está valendo: Amy “Encrenca” Winehouse resolveu que vai para um centro de reabilitação cuidar de sua saúde, se não conseguir se livrar sozinha das drogas até o Natal. Amy sempre foi contra fazer tratamentos para as drogas, mas seus familiares e amigos estão em uma campanha acirrada para que a cantora resolva de uma vez por todas, seu problema com os vícios.

De qualquer forma, Amy já prometeu que vai considerar a idéia de ir para o famoso centro The Priory, se recuperar.

Por enquanto, ainda não começou a colocar em prática a sua promessa. Em seu último show, no dia 24, em Londres, a cantora chegou 45 minutos atrasada, seu fãs queriam a devolução do valor do ingresso (30 libras!), e muitos foram embora, após o início da apresentação! Ela parecia aborrecida e desestabilizada por provável uso de drogas. Além disso, deixou o palco várias vezes e seus backing vocals tiveram de continuar o show.

A próxima apresentação da turnê de Amy Winehouse acontece hoje no Brighton Centre.

Postado por Raquel Carneiro

Amy havia dito que era problema

23 de julho de 2011 28

A notícia sobre a morte de Amy Winehouse, anunciada no início desta tarde, pega a todos de surpresa, mas infelizmente não era totalmente inesperada. Com um poder vocal brilhante, uma carreira tresloucada e um longo histórico de abuso de álcool e drogas, Amy avisou “I told you, I was trouble”, em You know I’m no good, do elegante, visceral e descolado disco Back to Black (2006).

A estreia estrondosa foi com o álbum Frank (2003), no qual apresentou ao mundo o poder dual de sua voz: um veludo raro, perfeito para o jazz, e ao mesmo tempo rascante, capaz de dar um verniz roqueiro e contemporâneo ao blues e ao soul. Mais que isso, o disco ajudou a definir o perfil explosivo, bombástico e a fúria apaixonada da cantora.

O segundo disco, o já citado Back to Black, surgiu maduro, aquecido por ska, reggae, blues e amargura. Nele, a cantora britânica exala sua afeição quase patológica pelo então marido, Blake Fielder-Civil, com quem manteve um relacionamento autodestrutivo e corroído por bebida e entorpecentes. Amy passa a misturar música e tragédia pessoal como quem prepara um drink venenoso.

Apesar disso – e provavelmente alimentada por isso – a cantora assume uma estatura de diva, valorizada pelos dotes vocais, mas ao mesmo tempo sofre a perseguição da indústria de celebridades, que registra em real time escândalos, brigas em bares, agressões a fãs e vexames públicos. Figurinha fácil dos tabloides e blogs de fofoca, torna-se a atração maior de um circo midiático deprimente.


Com o tempo, a carreira cai no limbo. Sem lançar um disco de estúdio desde 2006, cambaleava entre clínicas de reabilitação e shows irregulares. Na turnê brasileira, no início deste ano, fez uma boa apresentação em Florianópolis, com algumas derrapagens típicas de artistas que vivem à flor da pele, mas cantou bem, ainda mais levando-se em conta sua ruína pessoal.

No entanto, a qualidade dos shows foi decaindo na etapa final do giro brasileiro, entre Rio e São Paulo – cidade em que teria feito o pior espetáculo no país. Deste momento em diante o quadro se degradou. Parte da recente turnê europeia foi adiada e, dias depois, todos os shows foram cancelados. Ao mesmo tempo, as notícias de abuso de álcool e drogas voltaram com força.

Por mais dolorido que possa parecer, a morte precoce de Amy foi, na verdade, precoce para nós, o público. Ao que parece, o fim já havia chegado para Amy há algum tempo. Viveu rápido e morreu jovem, aos 27 anos, como Kurt Cobain, Jim Morrison, Janis Joplin e Jimi Hendrix. Típico de gênios da música com problemas relacionados a drogas.

>>>>> O show de Amy em Floripa

>>>>> Mais Amy

Amy cantou, mas Janelle deu show

10 de janeiro de 2011 3

O primeiro show da turnê de volta de Amy Winehouse, em Florianópolis, no sábado passado, foi esclarecedor: a soul woman mais rocker do mundo está cantando novamente. Após noites vexatórias na Europa e no Caribe, Amy provou que recuperou a voz – e que segue terrível, diga-se. Começou bem, esfriou, se perdeu, parou de cantar e depois encerrou a noite em alta, como no início.

Em uma apresentação de pouco mais de uma hora, a britânica mostrou seu timbre potente, rico e grave, calcado em emoção à flor da pele, como ocorre com verdadeiros artistas. Porém, escolheu um repertório irregular, no qual baladas muito intimistas abalaram sucessos inquestionáveis e colocaram em risco (mas não destruíram) o desempenho geral do espetáculo. Well, you know she’s no good

Ao que parece, o set foi sendo definido aos poucos, em cima do palco, em conversas com músicos e backing vocals. O grupo foi moldando a noite ao sabor dos acontecimentos, sem roteiro determinado. Deixando de lado parte das músicas mais intensas do espectro ska de sua carreira, que seriam perfeitas para o encerramento de um festival como o Summer Soul, Amy pontuou a noite com canções românticas muito lentas (como Some unholy war e Love is a loosing game), que caberiam melhor em um show para poucos em algum cabaré enfumaçado regado a vodka. Um evento para cerca de 10 mil pessoas exige menos introspecção e mais vigor.

Seja como for, poucas coisas na música hoje são mais importantes do que ver Amy cantando ao vivo. Principalmente quando há uma trinca de abertura como Just friends, Back to black e Tears dry on their own. Em certo momento, Amy passou o comando para o backing Zalon cantar Everybody here wants you (de Jeff Buckley) e What’s a man going to do. Ficou acompanhando tudo sentada no tablado da bateria. Medo… Zalon cantaria mais alguma com sua incrível voz? Por sorte não. Amy retornou ao microfone. Rolou um cover de Boulevard of broken dreams, de Tony Bennett. Do disco Frank, ouvimos I heard love is blind. Finalizou com Rehab, I’m no good, Me and Mr. Jones, You’re wondering now e Valerie. Faltas graves? Pelo menos duas: Fuck Me Pumps e Little Rich Girl.

Amy não falou muito durante o show. Ela é assim. Não estava lá para animar plateia. Veio até o Brasil para cantar. E cantou só o que preferiu. Confirmou que faz o que quer quando quer. E o resto que se f***. Provou que é diva. E divas não falam. Cantam.

Janelle deu show

Janelle Monáe é uma menina maluquinha. Híbrido de James Brown, Grace Jones e Michael Jackson criança, a superativa e doce Janelle roubou a cena com uma força quase comparável à que Arcade Fire teve para destruir Strokes no show em Porto Alegre em 2005.

Elétrica, cantou com clareza as letras verborrágicas de suas canções. E cantou com os olhos, expressiva. Desempenhou coreografias pré-determinadas, mas também improvisou. Fez uma entrada teatral, dançou moonwalk (de Jackson), homenageou Brown cenograficamente e pintou um quadro durante a apresentação. E o mais incrível é que essa overdose cênica, que segue o padrão conceitual do disco The ArchAndroid, não ofuscou o poder da voz de Janelle, evidente em canções como Dance or die, Locke inside, Cold war e Tightrope.

Janelle veio ao país hypada, mas sob a sombra de Amy. Mesmo assim, mostrou que não temia o gigantismo da britânica, passando por cima da tarefa de show de abertura como um trator. Assim como Winehouse, não falou muito com o público. Bom, você sabe. As divas não falam, cantam.

Mayer Hawthorne quem?

Esse sim falou com o público. Muito. A toda hora. Foi correspondido em alguns momentos, mas a verdade é que pouca gente realmente sabia quem ele era.

E quem é Mayer? É um branquelo nerd e elegante de voz fraca que faz neo-soul com influências do pop, da Motown e do hip hop. Tipo um Rivers Cuomo soul. Gostosas, b-boys, skatistas e DJs se espalham pelos seus clipes. Covers de M.I.A. e Snoop Dogg são comuns em seus shows.

Em Floripa, ele revisitou Beautiful, do rapper norte-americano. De autoria própria, rolaram Easy lovin, Make her mine e as mais conhecidas Maybe so, maybe no e Just ain’t gonna work out, entre outras.

O show foi praticamente perfeito, apesar do pouco alcance da voz de Mayer ao vivo. Acompanhado por músicos de primeira, o cantor fez uma ótima apresentação para aquecer a plateia para o que viria depois.

No geral, o Summer Soul Festival teve boa escolha de artistas, grandes performances e a promessa de que Amy tenha inaugurado uma nova fase musical – o que não significa uma nova personalidade.

Amy em Floripa em janeiro?

05 de novembro de 2010 1

Amy Winehouse em Floripa em janeiro? Sim, disse o Lucio Ribeiro. Dia 8 de janeiro no Summer Soul Festival. A turnê deve se estender por outras capitais, mas ainda não há confirmação oficial. Os boatos começaram em agosto.

Nesta semana, vazou uma versão de Amy para It’s My Party, gravada por Lesley Gore em 1963. A faixa foi produzida por Mark Ronson e estará em um álbum tributo a Quincy Jones, o produtor da primeira versão da música. O disco Q: Soul Bossa Nostra chegará às lojas na próxima segunda-feira.

>>>>> Mais Amy