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Fenx na Europa * Volume 4

03 de agosto de 2009 3

Tudo começou quando eu deixei o meu transformador no Cassino de Estoril. Eu NUNCA esqueço nada de equipamento, jamais perdi um cabo que seja. Mas, naquela noite, aconteceu. Sem o transformador, não podia usar o POD (emulador de amplis de guitarra). Sem o pod, não há show da Fenx.

Acordei cedo para conseguir um transformador, poder ensaiar antes de pegar a estrada e partir para Tomar, onde teriamos show com a Stereoboy. Ah, que saudades da indústria brasileira!! Comprei um “made in China”, que claro, não funcionou e QUEIMOU meu pod. Pânico e desespero tomando conta da pessoa.

Ainda bem que existe a Helga na banda, que providencialmente achou uma loja na internet, em Lisboa, que vendia pods num sábado de manhã. Então, lá vamos nós em ritmo de urgência para a capital, comprar o bichinho. Na saída de Cascais, paramos pra abastecer e enchi o tanque da CARRINHA de gasolina. 

Fotos: Divulgação

Durante a viagem, o motor dava umas cabeçadas e todas as luzes do painel acendiam em tom de desespero. Mas ok, nosso pensamento estava em chegar a tempo na loja, que fechava ao meio-dia. Estaciono em mão dupla e corro pra loja, onde consigo um pod, inferior ao meu, mas que salvava a lavoura.

Então, era hora de voltar pra Cascais e terminar de arrumar as coisas, pois tinhamos que estar em Tomar às 18h pra passagem de som. Foi quando eu liguei a chave e cadê que a Carrinha funcionava? Nada. Nem tchum. Foi aí que nos demos conta que, no desespero, ERRAMOS o combustível do coitado do carro, que é a diesel, e não gasolina!! 

Lembram dos posters do Bruno e Marrone pelas paredes de Cascais? Pois bem, eles estavam funcionando! E agora, o que fazer?? Presos no meio de Lisboa, sem conhecer ninguém, atrasadíssimos e com um carro de tanque cheio de gasolina, mortinho!?! Consegui ligar para nosso produtor que estava trabalhando no Algarve, a 300 km dali, e ele providenciou um mecânico, que foi até lá e tirou toda a gasolina do tanque. No meio disso, tive que caminhar 8 km até o posto mais perto para conseguir dez litros de diesel. E “voilá”, tudo certo, pé na estrada! Claro que toda essa brincadeira custou o olho da cara, mas enfim, bola pra frente que tínhamos um compromisso superimportante. E o show em Tomar foi sensacional! Tocamos no THEATRO (foto ao lado), um lugar novo com uma baita estrutura de palco e som. Casa cheia, a galera veio junto, e depois vendemos um monte de camisetas e CDs.

Abre parêntese para a janta, onde comemos as famosas “Bruxas”, prato típico da região, que consiste de uma carne com temperos inexplicáveis e diferentes. Nos acompanhou na janta o Gomo (abaixo), um dos principais nomes da nova cena do pop português, com quem criamos uma sintonia imediata e nos divertimos muito. No próximo post, não perca a entrevista com ele! 

Depois de uns dias de descanso, praia e turismo, chegou o dia de um dos shows de mais RESPONSA da nossa turnê: o Tamariz de Estoril (abaixo). Essa casa que já tem quase 2 décadas, é um dos lugares mais importantes da cena electro européia. Por ali passaram nomes como Fat Boy Slim, Aphex Twin, os brazucas Marky e Patife, entre outros. 

Na passagem de som já deu pra sentir que seria uma grande noite. O lugar é à beira-mar, com uma vista maravilhosa e uma vibe impressionante. Quando voltamos para o show, a casa já estava lotada, e havia aquela energia no ar que te contagia. E novamente, conseguimos fazer um show impecável (apesar de eu ter estourado uma corda da guitarra!). A resposta da galera foi inesquecível, veja no vídeo!!

Tenho que falar isso do público português: eles são sensacionais. O fato de escutarem e respeitarem uma banda que não é conhecida para eles, que toca músicas próprias, e que à medida que vão conhecendo entram na proposta do show, é de tirar o chapéu. Toda essa energia vamos carregar conosco para sempre! 

Agora, é preparar as malas e partir para a França, onde temos dois shows em Paris. Confesso que estou com aquele frio na barriga gostoso, pois sempre foi um dos meus grandes sonhos tocar na Cidade Luz. Nesses meus 20 anos de carreira musical, foi algo que nunca consegui antes com nenhuma outra banda. Daí vocês podem medir minha felicidade.

A única coisa que eu espero – e vou rezando o vôo Lisboa/Paris INTEIRO para isso – é que não haja posters de nenhuma banda sertaneja pela Champs Elysée!!

Postado por Gustavo Guffo Fogaça, direto de Portugal

Radiohead experimenta a idolatria em São Paulo

24 de março de 2009 13

Thom York no início do show do Radiohead/Marcos Hermes, Divulgação

Um rito de fé se deu em São Paulo na noite de 22 de março, data do segundo show do mítico Radiohead em solo brasileiro (o primeiro foi no Rio, dia 20), em um festival que também reuniu os igualmente messiânicos Kraftwerk e Los Hermanos em um mesmo altar. As bandas atraíram 30 mil devotos, conforme suas crenças e costumes.

Desde a chegada, em que hordas subiram o monte da Chácara do Jockey para chegar ao palco do Just a Fest – em uma espécie de romaria bíblica -, até os espetáculos em si, tudo parecia ter aura litúrgica.

>>>>> Veja fotos!

Os ingleses do Radiohead, muito esperados no Brasil nos últimos 15 anos, realizaram uma apresentação quase religiosa, segundo seu próprio evangelho. Entoaram hinos, salmos e orações contemporâneas desesperadas de um tom quase agnóstico. 

Essa contradição de visões de mundo, no entanto, esteve bem de acordo com a história de músicos que renegaram a louvação pop provocada há anos entre seus seguidores para dar início a uma nova fase criativa, na qual o rock inglês tradicional do início da banda foi corroído por novos parâmetros sonoros e ímpetos criativos. Thom York já revelou que não se sente confortável tocando guitarra desde Kid A, e que prefere o piano para compor. Mais que isso, o Radiohead se lançou aos limites da Intelligent Dance Music (IDM) de artistas como Aphex Twin e Autechre para vislumbrar novos tempos para seu próprio som – alcançando, ironicamente, um caráter profético irremediavelmente maior entre seus fãs. 

No palco, os músicos emanam carisma sonoro baseada no apuro vocal de Thom e na técnica cármica do grupo. Se o semblante é fechado e o contato com o público é contido, foi pela música que a catarse coletiva se deu. Eles visitaram boa parte da carreira em um set nada óbvio, no qual clássicos instantâneos eram permeados por composições mais obscuras, sempre ampliando condições para que a banda pudesse se superar.

Tanto nas músicas mais agitadas e roqueiras quanto nas canções mais intrincadas e desestruturadas, os britânicos demonstram domínio absoluto sobre seus fiéis. Em performances viscerais e mediúnicas, o Radiohead foi capaz de exorcismos constantes, provocando ondas de êxtase entre os mais fanáticos. Demonstrações efusivas de adoração e um certo descontrole emocional de fãs ardorosos eram comuns. Algumas vezes, a música acabava, mas o bonito coro dos seguidores continuava.

Alguns entre vários momentos inesquecíveis do show que teve 3 bis: a lindíssima House of Cards, a hipnótica Karma Police, Paranoid Android épica (com coro do público ao final), o concretismo kraftwerkiano de Idioteque e a catarse final, em Creep, com banda e público tomados por uma emoção indescritível em explosões de cores e som de detonar o coração (veja vídeos abaixo).


Já o Kraftwerk voltou ao Brasil para mais uma celebração robótica da era da informação. A ópera midiática eletrônica foi praticamente a mesma apresentada em 2004, no Tim Festival (eles também tocaram no Brasil no Free Jaz Festival de 1998). A repetição do espetáculo não chegou a ser um problema (era bem esperada, na verdade, ainda mais depois que Florian Schneider deixou a banda), mas foi uma pena os alemães não terem apresentado algo novo. 

Apesar de ser sempre impactante acompanhar as doutrinas do Kraftwerk ao vivo, faltou Electric Café, Elektro Kardiogramm e Vitamin – e isso, pra mim, é heresia.


E Los Hermanos arrastou milhares de fãs para perto do palco no primeiro show desde o hiato anunciado em 2007. A irmandade da banda é ampla, com milhares de seguidores – todos com os dogmas elaborados pelos cariocas na ponta da língua, como de costume. O show foi longo, recheado por alguns dos rocks de alma nacional mais místicos da atualidade. 

Ao fim da noite, a certeza inexorável de que a música é uma instituição sagrada, uma espécie de divindade sônica que se faz mais poderosa quando semideuses como os citados fazem aparições com hora e data marcada.

Passado o transe coletivo, a romaria fez o caminho de volta na Chácara do Jockey, monte abaixo, para, então, espalhar a palavra.

Vídeos:

Creep – Radiohead – São Paulo

Radiohead – Creep Live in São Paulo 2009 – Just a Fest Chácara do Jóckey – Incomplete

Radiohead – Creep (Live in São Paulo 2009)

Radiohead – Fake Plastic Trees – Live in São Paulo 2009 – Just a Fest Chácara do Jockey

Radiohead – Karma Police – São Paulo (22/03/09)

Radiohead – Paranoid Android – Just A Fest – Chácara Jockey São Paulo Brasil 22/03/09

Radiohead – Idioteque – São Paulo (22/03/09)

Radiohead – Pyramid Song (Live In Sao Paulo, 22/03/2009)

Kraftwerk – The Man-Machine @ São Paulo 2009

Kraftwerk – The Robots (2009/3/22, São Paulo, Brazil)

Kraftwerk – Music Non Stop @ Just a Fest / SP (22.03.2009)

Kraftwerk – Radioactivity @ just a fest /SP (22.03.2009)

Los HermanosTodo carnaval tem seu fim Just a Fest SÃO PAULO

Los Hermanos – Sentimental Just A Fest (São Paulo 22-03-09)

Los Hermanos – Cher Antoine – Just A Fest – São Paulo – 22/03/2009

Los Hermanos – A Flor – Just A Fest – São Paulo – 22/03/2009

>>>>> Saiba como foi o show do Radiohead em Berlim

Postado por Danilo Fantinel, direto de São Paulo

Coachella 2008 * highlights

28 de abril de 2008 0

Sem muito blábláblá nesta manhã, seguem alguns vídeos dos principais shows do poderoso Coachella Festival, que rolou de sexta a domingo em Indio, na Califa, lá nos Estados Unidos.

>>>>> Veja fotos!

Kraftwerk – live at Coachella 2008

Portishead – Coachella 2008 – Mysterons

PRINCE – CREEP (Radiohead) – LIVE @ COACHELLA 08

The Verve – Bittersweet Symphony

The Breeders – Cannon Ball at Coachella 2008

Vampire Weekend at Coachella 2008 – A-Punk

The Raconteurs – Attention (Live at Coachella 2008)

Kate Nash at Coachella 2008: Foundations

Bonde do Role – Coachella 2008

>>>>> Mais vídeos do Coachella no YouTube 
>>>>> Coachella confirma Aphex Twin e Goldfrapp
>>>>> Coachella também divulga line up
>>>>> Visite o site oficial do festival

Postado por Danilo

Para comer e ouvir

17 de abril de 2008 0

Reprodução
A cultura ocidental tem uma influência tão forte no Japão que chegou à mesa dos mais alucinados por cultura pop. O site da revista Wired publicou que a empresa japonesa Obacchi Jacked Lunch Box está vendendo pratos de comida que reproduzem capas de discos ocidentais. Do tipo, você compra o prato/álbum que mais gosta e pode escutar o som da banda ao mesmo tempo seja em casa ou no seu mp3 player!

Tem as bandas da imagem acima e também Public Enemy, Mogwai, Massive Attack, Incubus, Nin Inch Nails, Ben Harper, Cypress Hill, Tricky, U2, Underworld, Jane’s Adiction, AC/DC, My Bloody Valentine, Franz Ferdinand, Aphex Twin, Jimi Hendrix, Jon Spencer Bules Explosion, Atari Teenage Riot, entre outras…

Para ver mais capinhas comestíveis é só ir no site do restaurante (em japonês) e clicar no calendário da direita.

Veja o preparo do prato baseado em Use Your Illusion, do Guns

>>>>> O site do restaurante

Postado por Danilo

Bestival confirma line-up

09 de abril de 2008 1

Underworld/Divulgação
My Bloody Valentine, Underworld e Amy Winehouse são os headliners do Bestival, evento de música que rola na ilha de Wight, na Grã-Bretanha, entre 5 e 7 de setembro. O festival reúne artistas de quase todos os gêneros da música.

MBValentine será a principal banda do Bestival Main Stage na sexta, Amy fecha a noite de sábado e Underworld (ainda vivem?) encerra o evento na noite de domingo.

O line-up é gigante e muito legal. A lista completa está no site oficial, no link abaixo. Veja algumas das bandas e DJs anunciados:

Bandas e artistas: Hot Chip, The Sugarhill Gang (Uk Festival Exclusive), Paul Heaton, Will Young, Chromeo, Santogold, The Coral (Acoustic Set), Stereo Mcs, Get Cape Wear Cape Fly, Late Of The Pier, Does It Offend You Yeah?, Roni Size Reprazent, Dub Pistols, Hadouken!, Black Kids, The Breeders, CSS, George Clinton And Funkadelic/Parliament, Gary Numan, The Human League (exclusive two performance concert), Pendulum (live), Jamie Lidell, 808 State (live), Foals, The Wedding Present, Metronomy, The Cuban Brothers, Sebastien Tellier, Crystal Castles, These New Puritans, Tawiah, Little Dragon, Zombie Zombie, Dan le Sac Vs Scroobius Pip.

DJs: Aphex Twin (English Festival Exclusive), Laurent Garnier, Carl Craig, Zane Lowe, Alexa Chung, Coldcut, Yoda, Layo & Bushwacka, Rob da Bank, DJ Hype, Touché, Digital Mystikz and Sgt Pokes, Loefah, Kode 9 and Space Ape, Finger Lickin 10 Years – Soul Of Man, Jalapeno Sound System, Ricky Redhead, The Black Ghosts, Dj Hojo Hits And Many.

>>>>> Site oficial

Postado por Danilo Fantinel

Capas estilo freak show

25 de março de 2008 6

Montagem, Reprodução
O portal Gigwise sempre faz uns levantamentos legais sobre música. Há pouco tempo eles lançaram uma galeria de fotos selecionando as 50 capas de disco mais polêmicas de todos os tempos.

As bandas de metal (e suas variantes como death e trash metal), além de industrial, punk e hardocore levaram a melhor, claro. Podreira e choque são critérios essenciais na hora dessas bandas escolherem suas capas.

O álbum Dawn Of The Black Hearts, da banda Mayhem, ficou em primeiro lugar. Também pudera, os caras usaram uma imagem do vocalista do grupo, chamado Dead, logo após seu suicídio. O corpo está ao lado de uma faca e uma arma de fogo. P*** que p*****, sabe?! Doença pouca é bobagem.

Virgin Killer, álbum da banda alemã Scorpions, obteve o segundo lugar ao mostrar uma menina virgem nua.

The Origin, do Type O Negative, ficou em 3º. Depois vieram Anarchy, do Chumbawamba, Matando Gueros, do Brujeria, Mom’s Apple Pie, da banda de mesmo nome, Party Music (da banda The Coupe, com o World Trade Center em chamas pouco antes dos ataques de 11 de Setembro), Blind Faith, da banda homônima, Sehnsucht, do Rammstein, e God Hates Us All, do Slayer, que lascou a décima posição.

A lista ainda conta com Holy Wood (do Marilyn Manson, em 16º), Jesus Is Dead (do Exploited , em 17º), Family Man (da Black Flag, 21º), Back To The Shit (de Millie Jackson, com foto da moça sentada no “trono”, em 28°), Unfinished Music No.1: Two Virgins (de John Lennon & Yoko Ono, em 30º), Nothing’s Shocking (de Jane’s Addiction, em 31º), Amorica (The Black Crowes, 33º), Is This It (Strokes, 34º), Appetite for Destruction (Guns’N’Roses, 38º), Windowlicker (Aphex Twin, 43º), Diamond Dogs (David Bowie, 44º), Pussy (Lords of Acid, 46º, muito parecida com a capa de Amorica), Sticky Fingers (Rolling Stones, 48º) e Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not (do Arctic Monkeys, que aparece na lista em 49º lugar apenas por mostrar o amigo da banda Chris McClure fumando na capa). A última posição ficou com Hefty Fine, da banda Bloodhound Gang, que mostrou um tiozão obeso encaixotado.

>>>>> Veja toda a galeria aqui

Postado por Danilo Fantinel

Autechre lança novo álbum

31 de janeiro de 2008 0


Responsáveis por uma vertente mais “degustativa” da IDM, o Autechre está com novo álbum na rede, pronto pra download pago na Bleep. Quaristice tem 20 faixas. Dá pra escutar pedaços de cada uma delas ali no site.

Tem coisas calminhas e tem faixas de estrutura mais complexa, algo na linha Aphex Twin, mas sem chegar perto do inferno musical que o britânico costuma criar – no Free Jazz 2001, Richard D. James (o Aphex…) fez um show quebradeira numa sessão cut and paste digna de apocalipse; muito estranho e certamente inesquecível.

O duo eletrônico Autechre já lançou vários álbuns e singles por diversos selos, sendo Warp o mais importante deles.

>>>>> Ouça aqui

Postado por Danilo Fantinel

Odelay terá edição de luxo

20 de dezembro de 2007 1

Divulgação
O cantor e compositor Beck anunciou hoje o relançamento do álbum Odelay, de 1996. Odelay Deluxe Edition deve sair no dia 29 de janeiro nos Estados Unidos com duas faixas originais do CD que nunca foram lançadas, bem como 16 b-sides e outras faixas raras.

E que legal, a edição de luxo terá também remixes assinados por UNKLE (adoro), Aphex Twin (mutcho loco) e Burro (não conheço, mas diz que é uma versão hispânica de Jackass com uma banda mariachi, segundo o site da NME…).

Depois da incrível, experimental e antenada estréia com Mellow Gold, Beck lançou Odelay, que viria a ser ainda mais respeitado que seu antecessor. O álbum novamente transcende estilos, fazendo com que as faixas transitem facilmente entre rock, folk, country, hip hop, blues, easy listening, pop e por ae vai. Consagração total do músico. Destaques para Devil%27s Haircut, Hotwax, Where It%27s At e Lord only knows.

Além disso, Jack White disse hoje (também à NME) que ele e Meg estão trabalhando com Beck em algumas canções. O que uniu os artistas são suas visões diferentes e únicas sobre a folk music norte-americana.

Postado por Danilo Fantinel