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Resultados da pesquisa por "Arctic Monkeys"

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários "avulsos" vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim...

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si...), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava "are you happy São Paulo?". No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane's Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches...

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário - até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock 'n' Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira - com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de "quem é essa?". Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum'n'bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu... pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Arctic Monkeys lança vídeo ao vivo de R U Mine?

30 de março de 2012 0

O Arctic Monkeys lançou um vídeo da música R U Mine? gravado ao vivo na última quarta-feira durante show no México. O lance é simples e eficaz.

A faixa, que não faz parte do disco Suck It and See, foi lançada em fevereiro na rádio californiana KROQ. Veja aqui.

A banda toca no Lollapalooza Brasil nos dias 07 e 08 de abril em São Paulo.

>>>>> Mais Arctic Monkeys

Arctic Monkeys lançam nova música

27 de fevereiro de 2012 0

O Arctic Monkeys lançou a nova música R U Mine? na rádio californiana KROQ. O single sai dia 02 de março. Junto à faixa, a banda liberou o vídeo abaixo. Som e clipe são massa.

>>>>> Mais Arctic Monkeys

Tracks Volume #30

27 de janeiro de 2012 0

Cloud Nothings - No Future/No Past
Agonia é uma boa palavra pra descrever a sensação que gera o incrível clipe da música No Future/No Past, da banda Cloud Nothings. A passagem pela qual passa o personagem do filme é poeticamente elaborada pelo diretor John Ryan Manning. A faixa começa tranquila, num ótimo duelo triplo de guitarra, bateria e vocal, até que ganha proporções guitarrísticas épicas. A banda Cloud Nothings você conheceu nas Tracks 29 com a ótima No Sentiment.

Cloud Nothings - "No Future / No Past" Official Video from Urban Outfitters on Vimeo.

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HospitalityFriends Of Friends
Sen-sa-cio-nal essa faixa indie-pop do trio norte-americano Hospitality, composto por Amber Papini (vocal, guitarra, piano), Nathan Michel (bateria, flauta, harmônica) e Brian Betancourt (baixo, vocal). Destaque para a letra esperta, pra guitarra simples e cortante e para a bateria indie jazzy free style. O disco de estreia sai no dia 31 de janeiro.

Hospitality - "Friends Of Friends" from stereogum on Vimeo.

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Wet Nuns - Heavens Below
Trashy, heavy e rocky. Precisa de algo mais pra ser bom? NÃO! O exato meio termo entre os lances pesados do Foo Fighters e os sons mais leves do Mastodon, tudo com guitarras que podem te fazer lembrar de Queens of the Stone Age.

Heavens Below by Wet Nuns

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Sleigh Bells - Comeback Kid
O heavy-electrorock Comeback Kid, de guitarras cortantes sobre drum machine, você já escutou nas Tracks 29. Agora saiu o clipe, numa vibe oitentista.

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Arctic Monkeys - You and I [ft. Richard Hawley]
Lançado há alguns dias, o novo clipe do Arctic Monkeys segue a linha road dos anteriores.

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Wilco & PopeyeDawned On Me
OMG! Wilco, Popeye, Olívia, Brutus e toda galera juntos!

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We Have Band - Where Are Your People?
O vídeo de Where Are Your People?, dirigido Alex Turvey para We Have Band, foi inspirado no filme cult The Holy Mountain, lançado por Alejandro Jodorowsky em 1973. É kitsch e enigmático, por isso é também o clipe WTF! da semana. A faixa está no disco Ternion, que teve o streaming liberado.

We Have Band - Where Are Your People? (Official... por naiverecords

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Museum Mouth - Blood Mountain
Garage rock sujo e cru, soterrado por camadas de guitarra e bateria convulcionadas. A faixa está no novo disco do trio, Sexy But Not Happy.

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Die Antwoord - Ten$ion trailer
Bizarro OMG! WTF! mutha fucka fucking shit o teaser do novo disco do Die Antwoord, Ten$ion. Very very sick! Goste você ou não, o grupo de rap-rave sul-africano tem personalidade. O álbum sai dia 07 de fevereiro. Você conheceu Die Antwoord nas Tracks 20.

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Justice - On'n'On
Extraordinário este vídeo de On'n'On, do Justice. Tipo Islands, do The xx, encontrando Seven Nation Army na estética neo-new-age inaugurada por MGMT em Time To Pretend e levada adiante pelo proprio Justice em Civilization. Nota 10. Do novo Justice, além de Civilization, você já tinha conferido o clipe de Audio, Video, Disco aqui

Veja um remix de On’n’On no bloquinho abaixo.

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Miike Snow - Paddling Out e Black Tin Box
Miike Snow se joga no dance pop dos anos 90, abusando de beats for the floor e de teclados house em Paddling Out. A faixa, lançada há dias, podia ter sido escrita em 1992. Se Devil’s Work, do novo disco, é um som pras pistas de show, Paddling Out foi feita pras pistas de dança. E nesta semana, a banda lançou Black Tin Box, uma faixa bem mais introvertida, entre o trip hop viajandão e o indie eletrônico cabeça. Muito boa.

Ouça Black Tin Box aqui

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The Drum - Run You
Som completamente fora dos padrões, quando o trip hop encontra o drum'n'bass o IDM.

Run You by THE-DRUM

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Ernest Gonzales - The Voice of Fate (I ♥ You)
A projeção mapeada no apartamento que serve de cenário para o clipe da música The Voice of Fate (I ♥ You), de Ernest Gonzales, é legal, mas não chega nem perto do absurdo vídeo criado para a faixa Dandelion, de Stay+. The Voice of Fate (I ♥ You) é um chill-in eletrônico ok, sem muita personalidade.

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The Internet - Fastlane
Versão teen de Bonnie and Clyde (ou Mickey and Mallory) neste clipe altamente controverso dirigido por Matt Alonzo. O vídeo tem citação a Pulp Fiction na cena do restaurante. A excelente faixa, um new R&B aditivado por hip hop beats, está no disco Purple Naked Ladies, que você pode escutar aqui.

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Bloquinho remix

JusticeOn’n'On (Rick Rubin Remix)
A original você escutou (e viu o clipe) acima. Agora, o remix cheio de groove de Rick Rubin.

JUSTICE "ON'N'ON" RUINED BY RICK RUBIN by edbangerrecords

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Mayer Hawthorne - A Long Time (Chromeo Remix)
Chromeo reformulou A Long Time, do Mayer Hawthorne, mas não arriscou em nada. Criou um electro disco pop oitentista genérico. Já que o cara toca aqui neste finde (leia entrevista com ele), #ficadica.

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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29

Tracks Volume #28

13 de janeiro de 2012 0

Royal Baths - Black Sheep
A psicodelia rock sessentista com acento dark contemporâneo da banda Royal Baths está diretamente ligada a Jefferson Airplane, Doors, Tom Waits, Velvet Underground, Jesus and Mary Chain e Interpol. Em Black Sheep, as reverberações guitarrísticas ácidas são garantidas. A poesia urbana e o vocal dopado também. O clipe é simples e cai como uma luva pro som.

Royal Baths - Black Sheep from Royal Baths on Vimeo.

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My Best Fiend - Cracking Eggs
A banda de Nova York My Best Fiend criou uma sinfonia noisy dissonante e robusta, recheada por guitarras distorcidas e bateria pulsante, nesta Cracking Eggs. A faixa faz a linha space rock psicodélico. Começa calma e termina de forma catártica, implorando um replay. Nota 10. Ideal pra quem curte Spiritualized, Explosions in the Sky e Mogwai. Por muito pouco não roubou da banda Royal Baths a posição de destaque das Tracks desta semana. Tem mais sons de My Best Fiend no site oficial e no selo Warp.

My Best Fiend - Cracking Eggs by mybestfiend

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The Kills - The Last Goodbye
Allison Mosshart e Jamie Hince passam todo o clipe da balada triste The Last Goodbye dentro de uma cabine de fotos instantâneas trabalhando caras, bocas e cabelos. É bem chato. A direção é da atriz Samantha Morton. O vídeo lembra aquele clipe de Hang You From the Heavens, da banda The Dead Weather (Jack White + Allison Mosshart + amigos), mas não tem o mesmo (bom) resultado.

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A Place To Bury StrangersSo Far Away
O clipe de A Place To Bury Strangers para a música So Far Away foi feito com Instagrams e outras ferramentas online. Imagens vintage tipo Polaroid bem editadas na batida do som. O EP Onwards To The Wall sai dia 07 de fevereiro.

A Place to Bury Strangers "So Far Away" from Secretly Jag on Vimeo.

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Caged AnimalsAll The Beautiful Things In The World
O delicioso psycho-indie da banda Caged Animals chega a níveis extremos de dream pop com guitarras etéreas na faixa All The Beautiful Things In The World, que ganhou um clipe vintage cheio de garotas nuas nadando no mar e correndo em campos floridos. Inocência voyer de uma época que não volta mais.

Caged Animals - "All The Beautiful Things In The World" from stereogum on Vimeo.
Escute outras faixas de Caged Animals neste link.

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Friends - I’m His Girl e A Thing Like This
A banda Friends, uma das preferidas do Volume da novíssima geração, apresentou uma versão mais "limpa" da ótima música I’m His Girl e a nova faixa A Thing Like This na BBC Radio 1. O disco de estreia dos nova-iorquinos sai no verão gringo. Confira a participação deles na rádio britânica no player abaixo. E lembre: você viu o excelente clipe I’m His Girl nas Tracks 18 e o vídeo de Friend Crush nas Tracks 4.

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Arctic Monkeys - Black Treacle
E segue o road movie videoclíptico norte-americano do Arctic Monkeys, tendo o baterista Matt Helders como ator principal e, dessa vez, com o vocalista Alex Turner participando das cenas. Os clipes anteriores nesse clima foram The Hellcat Spangled Shalalala (Tracks 4), Suck It And See (Tracks 14) e Evil Twin (aqui).

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Way Yes - Important
Indie pop melódico de alma roots, cheio de percussão linha world beat + guitarra nítida e compassada, com inspiração em Paul Simon, Talking Heads, Vampire Weekend e Animal Collective. O EP da banda Way Yes sai dia 27 de março.

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Avalanche City - Love Love Love
Aqui, o indie pop é bem mais acessível do que o da banda Way Yes na faixa acima. O combo do músico Dave Baxter fez uma balada folk fofa, de fácil digestão, com refrão grudento e apelo radiofônico. Sabe música pra propaganda de carro no verão? Tipo assim.

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Prince Rama - Summer Of Love
Nesta Summer Of Love, o duo Prince Rama faz um som psicodélico experimental hipnótico com traços indianos. Somente pra quem curte o lado B da música.

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Black Dice - Pigs
O clipe WTF! da semana vai para Black Dice. Não vou comentar.

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Litanic Mask - demos
O duo norte-americano de electro-goth introspectivo Litanic Mask ainda não lançou nem EP nem disco, mas liberou essas demos abaixo. É um som denso, cheio de synths gélidos e ambientações lúgubres, ideal pra um dia chuvoso como o de hoje aqui em Porto Alegre, mas EVITE escutar se você apresenta o mínimo traço de depressão :) Eu avisei...

LITANIC MASK -/-/-- DEMO--\-\- by litanic mask

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#ficadica @MarcosTesser

Nicolas Jaar - With Just One Glance ft. Scout LaRue
Quem curte James Blake vai amar Nicolas Jaar, dono de um minimal auto-intitulado “blue-wave”. Um dos seus primeiros singles conta com o vocal da Scout LaRue Willis, filha de Demi Moore e Bruce Willis.

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Bloquinho Remix

Dances With White Girls - It's About The House (Cubic Zirconia Remix)
Muito bom esse remix electro-funky-tech-house de Cubic Zirconia para a música It's About The House, de Dances With White Girls. Festa forte em apenas 4 minutos de som.

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Lana Del Rey - Born To Die (AlunaGeorge Remix)
O duo britânico AlunaGeorge fez um remix intrincado e disconexo para Born To Die, de Lana Del Rey. IDM light com um pé no slow dance e outro no pop autoral.

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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27

Arctic Monkeys lançam trailer de DVD ao vivo

21 de dezembro de 2011 0

O Arctic Monkeys lançou um trailer do que deve ser o próximo DVD ao vivo da banda. Gravado em junho no Don Valley Bowl, em Sheffield, Inglaterra, cidade natal da banda, o filme ainda não tem previsão de lançamento. São dez minutos de imagens com a banda tocando Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, 505 e Mardy Bum. Leia sobre o show no Guardian.

Os caras já têm experiência no lance. Em 2008, lançaram Arctic Monkeys at the Apollo, o ótimo concert movie exibido em cinemas de várias cidades do mundo, incluindo Porto Alegre.

E a banda segue na estrada, na turnê do disco Suck It And See, lançado em junho. Foi headliner do T In The Park and V Festival no verão gringo. De outubro pra cá, tocou em várias arenas britânicas. Em abril, eles voltam ao Brasil para tocar no Lollapalooza, em São Paulo. O primeiro show deles aqui foi em 2007, no TIM Festival. Eu vi e foi massa. O melhor do evento. Leia sobre isso neste texto (o post de estreia do Volume).

No dia 23 de janeiro, os britânicos lançarão o single Black Treacle, faixa de Suck It and See que virá com um b-side.

> Mais Arctic Monkeys

Tracks Volume #14

16 de setembro de 2011 0

WATERS - For The One
Van Pierszalowski, ex-Port O'Brien, solta a garganta e detona a guitarra na nova banda WATERS. Indie rock agressivo, mas ainda assim com melodia. White noise no talo! Bom pra quem curte Pavement. O disco Out In The Light sai dia 20 de setembro. Mais sobre a banda no site ou neste link

WATERS - "For The One" from stereogum on Vimeo.

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Arctic MonkeysSuck It And See
O baterista Matt Helders faz o bad boy no novo clipe da banda.

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James Blake - Not Long Now
Novo som do James Blake, que estará no EP Enough Thunder (sai dia 10 de outubro), ao lado da faixa Fall Creek Boys Choir (uma parceria com Bon Iver, veja a outra aqui), A Case Of You (cover de Joni Mitchell) e mais duas. Melancólico-eletrônico similar aos EPs anteriores e ao disco de estreia. Mais James Blake aqui.

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Cut CopyBlink And You’ll Miss A Revolution
Que o Cut Copy vem pra POA você já sabe. E o teaser do clipe da nova música, Blink and You’ll Miss The Revolution, você já viu aqui. Agora, abaixo, a íntegra. A faixa está em Zonoscope.

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Planningtorock - Living It Out
Essa faixa de Janine Rostron, que assina como Planningtorock, tem uma trilha electro-disco nervosa, com beats sequenciais constantes, mas é aliviada por um sampler incrível de violino/celo. O vídeo criado por Janine, gravado na efervescente Berlin, tem um senso criativo aguçado no que diz respeito à imagem, edição, cor, luz, figurino... Não é possível embedar, então veja neste link.

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Joe Goddard
O integrante do Hot Chip fez um set legal pra série Radiomix, do selo DFA. Tem Kyle Hall, Matias Aguayo, Blawan, Omar-S e mais.

Joe Goddard dfa radiomix #19 by DFA Records

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Nurses - Trying To Reach You
Letra bem sacada, música bem-humorada, leve, com vocais harmônicos, carga pop e bases sintéticas ecoando hip hop, mas numa levada mais indie eletrônica. Um som diferenciado, que lembra as singelas canções eletro-infantis (no melhor dos sentidos) de Looper. O disco da banda se chama Dracula.

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MGMT - All We Ever Wanted Was Everything (Bauhaus)
Foi liberado o cover de All We Ever Wanted Was Everything, do Bauhaus, gravado pelo MGMT para a série de álbuns Late Night Tales, que será lançado dia 03 de outubro. O duo já trabalha no sucessor do fraquinho Congratulations (2010).

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The Dead Leaves - Harm
The National encontra Interpol neste som da banda The Dead Leaves.
Próximo!

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Medialunas - show em NH e em POA
O duo composto por Andrio Maquenzi (ex-Superguidis) e Liege Milk (Loomer e Hangovers) se apresenta hoje no bar da Pedro Adams Filho, esquina com João Pessoa, em Novo Hamburgo, poucos dias após o show de estreia em São Paulo. Ingressos a 8 até a meia-noite, 15 depois. Eles também tocam na Noite Senhor F, dia 25 de setembro, no Opinião, em POA, com El Mato A Um Policia Motorizado (banda indie argentina) e Cruz (formada por paulistas radicados em Los Angeles). Saca o som do Medialunas:

Slo-Mo Dancer by medialunas

Medialunas - Chunby by medialunas

Mais faixas no SoundCloud.

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Dj MehdiSignatune
O DJ francês morreu nesta semana depois que o teto de sua casa cedeu durante uma festa. Mehdi colaborou com Daft Punk, Asian Dub Foundation e Chromeo e era do casting do Ed Banger Records ao lado de Justice, SebastiAn e Cassius. Abaixo, sua faixa mais conhecida, editada por Thomas Bangalter, do Daft Punk:

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Bloquinho Remix

Gui Boratto - Unfinished Sympathy (Massive Attack Remix)
O produtor eletrônico brazuca mais importante do mundo hoje liberou essa mix tape de mais de uma hora pra DJ Mag. Tem remix manero de Unfinished Sympathy, do Massive Attack. O novo disco dele, III, saiu dia 11 de setembro. Veja no site dele. E se quiser ouvir só o remix pule direto pros 36 minutos do áudio.

DJ Weekly Podcast: 54 Gui Boratto by djmag

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The Good Natured - Wolves (Crystal Fighters Remix)
Percussão e beats na visão da banda Crystal Fighters, composta por britânicos e espanhóis, para a música Wolves, do Good Natured.

Aproveita e confere esse clipe genial do Crystal Fighters:

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Little Dragon - Seconds (Syd The Kid Remix)
Syd The Kid injeta elegância e sedução neste remix para a banda sueca Little Dragon. Fica no repeat por horas.

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Mint Julep - Aviary (Mogwai Remix)
A revisão que Mogwai fez sobre a música Aviary, da banda ambient Mint Julep, é cósmica. Bases de sintetizadores e linhas de guitarras sobrepostas, criando uma espécie de shoegaze eletrônico anestésico crescente. Imersão.

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#ficadica @MarcosTesser

Melissa Nkonda - Nouveaux Horizons
A mãe dela é da Argélia e o pai de Camarões, mas Melissa Nkonda cresceu na França. A guria, que nasceu em 1990, ficou conhecida ao participar de um reality show Nouvelle Star (espécie de American Idol francês), mas a fama só chegou depois que ela saiu do programa ao lançar o delicioso R&B Nouveaux Horizons. Mas te liga: Melissa chupou o início da música Handlenars, da banda Flobots...

O último single da menina é J’Ai Fait Tout Ça Pour Vous, que conta com participação da poderosa cantora inglessa VV Brown.

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Entrevista: Marianne Faithfull planeja livro e disco sobre Shakespeare

14 de setembro de 2011 0

Fotos: Fernando Gomes

Marianne Faithfull está entre nós! A atriz e cantora britânica, que apresenta músicas do disco Horses and High Heels no Porto Alegre Em Cena, no Teatro do Bourbon Country, dias 16 e 17 de setembro, às 21h, disse hoje durante entrevista na capital gaúcha que deverá lançar na primavera gringa um livro de sonetos de William Shakespeare escolhidos por ela. A publicação virá em uma caixa com um disco e fotografias relacionados ao projeto Marianne Faithfull Reads Shakespeare's Love Sonnets.

Doce, bem-humorada e experiente, a artista conversou com um grupo de jornalistas nesta manhã. Falou sobre os shows que fará na cidade, sobre alguns de seus últimos parceiros musicais (Lou Reed e Wayne Kramer, do MC5), comentou suas autobiografias (fez por dinheiro, e não vê problema nisso), cinema (idem), drogas e anos 60. Sobre os Rolling Stones, avisou:

- Tenho uma nova política: não falo sobre os Stones!

Confira trechos da entrevista:

Disco Horses and High Heels e o show em POA
“Lou Reed toca em duas faixas. É um grande amigo, de longa data. Top, top, top guitarrista. É um grande compositor também. O convidei há algum tempo para o disco, e ele aceitou”.

“Wayne Kramer (do MC5) é um paraíso. Também participa do disco. Fez os primeiros meses da turnê do disco comigo. Mas isso se tornou muito caro, pois ele mora em Los Angeles. Foi fabuloso. Gostaria de tê-lo em todos shows. Mas não podemos. Infelizmente. É um cara incrível, e um incrível músico também”.

“Foi difícil fazer o disco, pois cantei músicas que nunca havia cantado antes. Nunca cantei soul em minha vida. Foi um trabalho duro, mas gostei muito. O disco foi gravado em New Orleans. Eu queria fazer um disco lá, com músicos de lá. E também queria ir a um lugar onde havia ótima comida. E este é o caso!”

“O show será com um guitarrista (Doug Pettibone) e 14 canções do disco. Não haverá faixas com piano”.

Livros Faithfull e Memories, Dreams and Reflections
“São bem diferentes (um do outro). Fiquei chocada quando reli o primeiro (Faithfull). Como era dark. E também como fui dura comigo mesma (no livro). Sempre fui. Mas tentei fazer o melhor. Gosto de escrever”.

Cinebiografia
“Aceitaria (um filme sobre vida e carreira) se rolasse um bom dinheiro. Assim como os livros, trata-se de dinheiro. Preciso cuidar da minha velhice”.

Drogas
“Às vezes me arrependo de ter usado drogas. Gostaria de não ter me drogado. Foi uma perda de tempo. Não fez bem pra minha voz. Mas por outro lado... (risos) . Não digo isso apenas para ser correta. Tive bons momentos usando drogas. É a forma como você usa... Fui muito extrema. Não sei o que pensar. Às vezes acho que é ruim, mas nem sempre”.

Anos 60 e Rolling Stones
“Tenho uma nova política: não falo mais sobre os Stones. Mas posso falar sobre o passado. Tive sorte de estar naquela geração dos anos 60, excitada com a vida, da qual faziam parte Stones, Beatles, The Who, além dos artistas visuais dos anos 60. Conheci vários. Mas não gosto da palavra ‘arte’, pois muita gente comum hoje diz que faz ‘arte’, mas que na verdade é um lixo. Arte se tornou um termo geral para quase tudo. Lembro de Richard Hamilton, o pai da pop art que foi meu amigo e que morreu ontem (leia sobre isso aqui)”.

William Shakespeare
“Devo lançar na primavera uma coleção de 23 sonetos de William Shakespeare escolhidos por mim com música de Vincent Segal (violoncelista) . Adoro fazer meus shows sobre Shakespeare (trata-se do espetáculo Marianne Faithfull reads Shakespeare's Love Sonnets). É um show de uma hora focado em temas como fama, amor, morte, tempo, imagem, beleza verdadeira. As merdas de sempre. Será vendido em uma caixa como um livro, disco e algumas fotos (na coletiva, ela declamou um soneto – mas não inteiramente, pois não lembrou por completo)”.

Música
“Amo jazz (disse que é fã de bateristas brasileiros, sem citar nomes, mas citou Billie Holiday como sua grande referência), música clássica, blues, fado (que achou que era algo comum no Brasil). Gosto de Rufus Wainwright, PJ Harvey e Jarvis Cocker. Não entendo os Arctic Monkeys, mas adoro The Decemberists. Nos anos 60 havia muito lixo, como atualmente, mas também havia muito mais músicos qualificados”.

***

Ao final da entrevista, Marianne disse que estava nervosa com a coletiva. Arrisquei uma última pergunta:

- A senhora ainda se sente nervosa antes de entrar no palco?
- Muito! Mas é lindo sair do palco com a sensação de dever cumprido.

>>>>> Confira a programação do Porto Alegre Em Cena no site oficial

Tracks Volume #11

26 de agosto de 2011 1

Lana Del ReyVideo Games
Da série "mulheres no vocal": Lana Del Rey é como a cantora e compositora Lizzy Grant prefere ser chamada. Direto de NY, Lana emite esta Video Games, uma balada pop nostálgica, sexy e triste, orquestrada em piano e cordas. Tipo amor aos pedaços. Totally heartbreaking. A música é tão bela quanto algumas preciosidades de Fiona Apple ou Tori Amos. A letra é genial, a voz é um veludo e ela, lindíssima. O clipe é também perfeito. Uma versão dele, por sinal, foi removida da internet por uso indevido de imagens. Lana já definiu a si própria como "gangsta Nancy Sinatra" e suas músicas como "Hollywood sadcore". Impossível descrever melhor.

Aqui, na ótima Kinda Outta Luck, Lana apresenta uma pequena tragédia de mulher fatal:

Lana me pegou. Estou completamente apaixonado. O single sai dia 10 de outubro. Ficha 1 aqui!

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James Blake & Bon Iver - Fall Creek Boys Choir
Nada menos do que genial a experimentação indie-folk-eletrônica-desconstrutiva do músico James Blake e da banda Bon Iver, de Justin Vernon. Etéro, sombrio, melancólico, visionário, sentimental, livre de amarras. Mas é um som restrito a quem transita nos becos mais escuros do Lado B da música pop até de olhos vendados. Fall Creek Boys Choir estará disponível para download no iTunes na segunda-feira (29).

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Arctic Monkeys - Don Valley Bowl Trailer
Prediletos do Volume, os caras do Arctic Monkeys liberaram este trailer com imagens de shows feitos em Sheffield. As gravações devem virar um DVD ao vivo. Suck It And See, quarto álbum de estúdio, saiu em junho. A nova turnê mundial deve começar em outubro. A banda anunciou que não deve voltar aos estúdios até 2013. O clipe de The Hellcat Spangled Shalalala você viu nas Tracks #4. Veja o trailer abaixo:

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Covergirl - Paris Burns
Orientados pelo pós-punk inglês, esses britânicos têm um senso eletrônico disco-punk formidável, que lembra o espírito do Klaxons. Talvez você nem lembre deles amanhã, mas hoje vale a pena escutar.

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The War On Drugs - Come To The City
Tem uma ambientação épica, com teclados, guitarras e bateria em rotação contínua. A voz de Adam Granduciel aproxima a música Come To The City ao clássico rock americano e a criadores como Bob Dylan e Bruce Springsteen, mas com um senso folk etéreo mais aguçado. O disco da banda The War On Drugs, Slave Ambient, já saiu.

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Clap Your Hands Say YeahHysterical
O novo disco do Clap Your Hands Say Yeah, Hysterical, sai agora em setembro. Enquanto isso, fique com o teaser.

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No Ceremony - Hurtlove
A faixa Hurtlove, do No Ceremony, você lembra, foi destaque das Tracks #9. Na época tinha apenas o mp3. O clipe saiu há poucos dias.

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Tiësto - Maximal Crazy
Diz que Tiësto está fechando sua turnê pelos festivais do verão europeu com esta Maximal Crazy. O single deve ser lançado em breve por seu próprio selo, Musical Freedom. Mais: na próxima semana ele lança In The Booth, uma série de episódios produzidos para a web. Serão quinze capítulos. Em cada um deles, o DJ vai mostrar a sua vida na estrada, em clubes e em festivais. O material estará no site www.tiesto.com.


Tiësto - Maximal Crazy (Original Mix) by Hypetrak

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Skrillex - Right Here
Caiu na rede a versão oficial de Right Here, o novo som do novo gênio do dubstep, Skrillex. Mas assim como vazou, foi removido. Achei essa versão SoundClaud e, abaixo, o vídeo de um show realizado em julho.

Skrillex - Right Here (Original Mix) by pakistar

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BBQ - show em Porto Alegre
Mark Sultan, aka BBQ, volta a Porto Alegre para um show neste domingo, dia 28, às 18h, no Santander Cultural. Ingressos a R$ 10,00. O bluseiro roquenrrol se apresenta sozinho com bateria e guitarra. O cara já lançou mais de 20 discos. Parte do repertório ele apresentou na capital gaúcha em 2004, no Ocidente, em um show com Jazzie & os Vendidos, a banda formada por Clarah Averbuck e ex-integrantes dos Sellouts (grupo paulistano de garage punk). O show foi muito massa, mas tinha pouca gente.

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#ficadica @MarcosTesser

Gotye - Somebody That I Used To Know
É do australiano Gotye a ótima Somebody That I Used To Know, com sample do brasileiro Luiz Bonfá tocando Seville e com participação da neozelandesa Kimbra. Com letra excelente e um clipe simples e bonito, o single já atingiu o topo das paradas australianas. A música está no terceiro álbum do cara, Making Mirrors, que saiu no último dia 19. O álbum ainda tem outra inspiração brasileira: na faixa I Feel Better, ele sampleia Aquarela do Brasil, de Ary Barroso.


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Tracks Volume #4

08 de julho de 2011 0

As tracks desta semana destacam os últimos clipes de Friends, Arctic Monkeys, The Vaccines e Strokes. Te liga:


FriendsFriend Crush

O girlie glitter pop de Friends é translúcido, quente e muito, MUITO bom! Perfeito pra esse inverno inferno.

Friends - "Friend Crush" from stereogum on Vimeo.


Arctic Monkeys - The Hellcat Spangled Shalalala

O clipe do novo single do disco Suck It and See é tipo fetiche rock'n'road. Quem não curte bom sujeito não é *r*


The Vaccines - Norgaard

A banda liberou o sexto clipe do álbum cool What Did You Expect from the Vaccines? Justin Young canta sua admiração pela modelo Amanda Nørgaard, que participa do clipe.


The Strokes - Taken For A Fool

Clipe fraco pra música sem graça.


Wooden Shjips - Lazy Bones

Psycho, fast and dirty. Take that, muthafucka!


The HorrorsStill Life

Pra mim, o streaming de Skying, o novo do Horrors, que você viu aqui, não basta. Até porque a música Still Life é tão boa (areja o rock soturno dos caras com teclados etéreos) e o clipe é tão massa que vale a pena destacar de novo.


Brave The Elements - Balance In Your Mind

O duo que foi um dos destaques do Disco Virtual Volume #2 acaba de lançar o clipe da faixa Balance In Your Mind. O garage harmônico do Yuri é completado pelos vocais da cantora Gisa.

Balance In Your Mind from Brave The Elements on Vimeo.


Excision & Downlink - Existence VIP

Quebradeira básica.


Gross Magic - Sweetest Touch

Psicodelia indie digna de My Bloddy Valentine.


E hoje tem Television em POA, no Beco, dentro do GIG ROCK. Segue vídeo gravado ontem à noite no Beco de SP:


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