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Resultados da pesquisa por "Arctic Monkeys "

Arctic Monkeys prepara novo álbum

14 de abril de 2009 1

divulgação

Fãs do Arctic Monkeys, atenção! A banda está gravando um novo álbum e informa novidades no seu canal do Youtube. O vídeo mais recente postado pela banda é um encontro com o rapper P. Daddy, o antigo Puff Daddy, em Miami. P. Daddy se declarou um grande fã dos Monkeys:

– Eu sou o o novo membro do Arctic Monkeys. Eu não cantarei, não tocarei nenhum instrumento, mas eu serei parte da equipe – falou.

Para ter uma pista do que será a nova música, atenção para a parte final do vídeo abaixo.

Postado por equipe Volume

Novas do Arctic Monkeys caem na rede

29 de janeiro de 2009 0

Reprodução
Outras versões ao vivo das novas músicas do Arctic Monkeys caíram no youtube. A performance rolou no Sydney Hordern Pavillion, na Austrália. Alguns links já foram removidos, mas outros seguem online. Veja abaixo.

No dia 12 de janeiro, eles estrearam as quatro novas faixas na Nova Zealândia: Crying Lightning, Pretty Visitors, Dangerous Animals e Go-Kart.

E diz que a banda gravou coisas com Josh Homme (Queens Of The Stone Age). Procurei, mas ainda não achei nada… que encontrar mandae!

Arctic Monkeys – Crying Lightning – live @ Sydney Hordern 2009

Arctic Monkeys – Pretty Visitors – live @ Sydney Hordern 2009

Arctic Monkeys – Dangerous Animals – live @ Sydney Hordern 2009

Arctic Monkeys – Go-Kart – live @ Sydney Hordern 2009

Postado por Danilo Fantinel

Promoção: Arctic Monkeys at the Apollo

28 de outubro de 2008 1

Reprodução

Amanhã tem Arctic Monkeys at the Apollo, o filme-concerto da banda britânica que fez o melhor show do Tim Festival 2007. Como já falamos, a exibição do filme vai rolar simultaneamente em 19 cidades do Brasil, além de cinemas na Alemanha, na Holanda e no Japão.

Para comemorar, Volume e MovieMobz sorteiam cinco (05) CDs da banda. Para participar basta entrar neste link e responder à seguinte pergunta: Por que os Arctic Monkeys cabem numa tela de cinema?

Os donos das cinco melhores respostas levam os CDs. A promo rola até o dia 30/10, quinta-feira. Os ganhadores deverão pegar o prêmio na redação do clicRBS, em Porto Alegre.

Capturado em 16 mm, o filme reúne 76 minutos de imagens e 21 músicas do show de encerramento da turnê do segundo disco do Arctic Monkeys, Favourite Worst Nightmare, no Manchester Apollo, na Inglaterra, realizado no dia 17 de dezembro de 2007. Arctic… não será lançado em circuito comercial. A direção é de Richard Ayoade, do clipe de Fluorescent Adolescent.

Na capital gaúcha, o filme será exibido em sessão única no Unibanco Arteplex, às 21h30.

Postado por Danilo Fantinel

Filme do Arctic Monkeys vai rolar em POA e Floripa

21 de outubro de 2008 0

Divulgação

Atualizado às 12h33min

Lembra que a gente falou aqui sobre os novos lançamentos do Arctic Monkeys? Vai rolar um álbum e também um DVD que registra a banda vivo, além de outros badulaques (leia aqui…).

Dae que, para divulgar o material, a banda anunciou a exibição do filme Arctic Monkeys at The Apollo em várias cidades do mundo. No Brasil, ele será exibido no dia 29 de outubro em cinemas de diversos municípios, incluindo Porto Alegre e Floripa.

Massa! Em Floripa será no Cinemark às 21h. Em Porto, no Unibanco Arteplex, às 21h30.

O longa foi rodado durante o último show da turnê mundial da banda, que divulgou o álbum Favourite Worst Nightmare. São 76 minutos de filmagens em 16mm no Apollo (claro), em Manchester, em 2007. Alex Turner, Jamie Cook, Matt Helders e Nick O`Malley tocam 21 músicas no filme. A direção é de Richard Ayoade, o mesmo do vídeo Fluorescent Adolescent.

Além das duas capitais do Sul, Arctic Monkeys at The Apollo terá sessões simultâneas também em São Paulo, Vitória, Brasília, Belém, Natal, Campinas, Jundiaí, Santos, São Vicente, Taubaté, Fortaleza, Curitiba, Goiânia, Belo Horizonte, Recife e Rio.

O filme será lançado nos cinemas apenas em sessões especiais, pois não entrará em circuito comercial. A versão em DVD deve chegar às lojas em novembro. O longa teve pré-estréia nacional no Rio no dia 14 de outubro. A pré-estréia ocorreu simultaneamente em Londres, Madri, Barcelona, Bruxelas e Luxemburgo.

E, no mesmo dia 29 de outubro, a produção chega a salas da Alemanha, Holanda e Japão.

Arctic Monkeys At The Apollo Movie Teaser Trailer


*Official* 2nd Arctic Monkeys at The Apollo Trailer – Longer

 

Arctic Monkeys – A Certain Romance – Manchester Apollo

 

>>>>> Festivais de cinema revelam filmes de música

 

>>>>> Baixe música ao vivo do Arctic Monkeys
>>>>> Veja um preview do DVD no site oficial
>>>>> Resenha: Arctic Monkeys no Tim Festival 2007
>>>>> Arctic Monkeys: vídeo do show no Tim Festival 2007
>>>>> Arctic Monkeys lança faixas sob anonimato
>>>>> Ex-baixista do Arctic Monkeys tem nova banda
>>>>> Especial de Last Shadow Puppets está online

Postado por Danilo Fantinel

Ex-baixista do Arctic Monkeys tem nova banda

05 de junho de 2008 0

Andy é o cara esquerda/Divulgação

Andy Nicholson, ex-baixista do Arctic Monkeys, está tocando um novo projeto musical – o Mongrel. A MTV informou que Pete Doherty, M.I.A. e o poeta Saul Williams já foram escalados para parcerias.

A nova banda mistura rock, reggae, rap. Já gostei! No entanto, o nome do projeto deverá mudar. É que já existe uma banda de metal chamada Mongrel.

*

E também foi anunciado que The Last Shadow Puppets, o projeto paralelo de Alex Turner (vocalista do Arctic Monkeys) e de Miles Kane (vocal do The Rascals) lançará o novo single do álbum The Age Of Understatement em julho.

A música escolhida foi Standing Next To Me e poderá chegar ao mercado junto com mais três faixas inéditas.

Postado por Danilo Fantinel

Arctic Monkeys lança faixas sob anonimato

30 de novembro de 2007 0

Divulgação
Bem coisa de banda metida mesmo. Mas eles podem! Os caras do Arctic Monkeys lançaram uma edição limitada em vinil sob o pseudônimo The Death Ramps. O disco saiu pela gravadora Domino e tem as faixas Death Ramps e Nettles.

O vinil terá apenas 250 cópias e já está à venda no site da Domino. E como o marketing é tudo na vida, segue o recado da gravadora:

%22Unfortunately, we%27re not allowed to tell you the true identity of The Death Ramps but needless to say they%27re a band with A Certain Romance (wink, wink).%22

A NME divulgou que as músicas são B-sides do single Teddy Picker, que será lançado no próximo dia 03 e terá também a faixa Bad Woman, com Richard Hawley no vocal.

Postado por Danilo Fantinel

Arctic Monkeys - shows no Tim Festival

01 de novembro de 2007 0

Confira os melhores vídeos dos shows do Arctic Monkeys no Tim Festival

Arctic Monkeys – Tim Festival 2007 – São Paulo
Fluorescent Adolescent live – Arctic Monkeys at Tim Festival

Postado por Danilo

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Hoje tem show online do Arctic Monkeys

30 de julho de 2009 0

Capa de Humbug/Divulgação
Rola hoje, a partir das 17h (hora de Brasília), o show do Arctic Monkeys com transmissão online pelo site webtransmission.arcticmonkeys.com, lembra?

A banda tocará as novas faixas do álbum Humbug.

Postado por Danilo Fantinel

Veja o novo clipe do Arctic Monkeys

27 de julho de 2009 1

Arctic Monkeys/Divulgação

Atualizado às 15h32min

O clipe de Crying Lightning, primeiro single do terceiro álbum do Arctic Monkeys, Humbug, foi lançado no Babelgum neste final de semana. Veja abaixo.

A música é uma das que foram produzidas por Josh Homme, do Queens of the Stone Age. A produção do disco é dele e de James Ford, do Simian Mobile Disco.

web live transmission

Nesta quinta-feira (30), a partir das 17h (hora de Brasília), a banda tocará as novas faixas ao vivo com transmissão online neste site. Quem não quer esquecer do show pode assinar o mailing deles para ser lembrado pouco antes da transmissão.

Removeram o de cima. Veja aqui:

>>>>> Banda libera capa do novo álbum

Postado por Danilo Fantinel