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Resultados da pesquisa por "Daft Punk"

Daft Punk fará trilha de Tron 2.0

08 de maio de 2009 1

Divulgação

O dueto eletônico Daft Punk foi chamado para fazer a trilha sonora de Tron 2.0, segundo a NME.

O remake do clássico de sci-fi de 1982 está sendo feito pela Disney. Tron foi um filme visionário de ficção científica que já previa as culturas de hackers e dos games. O ator Jeff Bridges atuará novamente como Kevin Flynn, mas dessa vez Joseph Kosinsi será o diretor e Steven Lisberger, o antigo diretor, será o produtor. O longa está previsto para 2011.

A trilha de Tron 2.0 será o primeiro trabalho completo do Daft Punk para um filme. Em 2007, a dupla fez sua primeira atividade Daft Punk`s Electroma.

Veja o trailer da produção de 1982 e do game sobre o filme.

>>>>>Daft Punk está gravando de novo

Postado por Francesca Romani

Daft Punk está gravando de novo

28 de maio de 2008 3

Divulgação
Os robôs do Daft Punk estão na linha de montagem para seu novo álbum. As gravações estão rolando em Paris, segundo o empresário Busy P, dono da bombadíssima Ed Banger Records e ex- produtor do duo francês. No entanto, o lançamento ainda não tem data confirmada.

O último disco de estúdio de Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Christo é Human After All, lançado em 2005. Foi mediano, mas logo os caras entraram em turnê e lançaram o incrível Alive, que virou febre! Os shows estavam lotados sempre, incluindo o do Brasil, no Tim Festival em 2006.

Por que será?

HARDER BETTER FASTER STRONGER (Alive 2007)

Technologic (Live @ Lollapalooza 2007)

Around The World Live @ Düsseldorf

>>>>> Site oficial
>>>>> MySpace

Postado por Danilo Fantinel

Daft Punk conversa com fãs nesta terça * OH YEAH!

20 de novembro de 2007 0

Reprodução
Os franceses Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Christo, cabeças do Daft Punk, farão um chat com fãs nesta tarde para lançar o álbum Alive 2007, registro da turnê que passou pelo Brasil e que acaba de chegar às lojas de todo o mundo.

O bate-papo começará às 14h30 (horário de Brasília) no site da gravadora da dupla, terá uma hora de duração e dará o direito de audição das faixas ao vivo.


>>>>>> Para participar é preciso se CADASTRAR AQUI!

No álbum, o bom e velho Daft Punk de sempre com beats, samplers, sintetizadores e guitarras variando entre o rock de arena e o metáááááálllll (fórmula que Justice aprendeu direitinho, pendendo mais pro metal até…).

As faixas são:

1. ROBOT ROCK / OH YEAH
2. TOUCH IT / TECHNOLOGIC
3. TELEVISION RULES THE NATION / CRESCENDOLLS
4. TOO LONG / STEAM MACHINE
5. AROUND THE WORLD / HARDER BETTER FASTER STRONGER
6. BURNIN’ / TOO LONG
7. FACE TO FACE / SHORT CIRCUIT
8. ONE MORE TIME / AERODYNAMIC
9. AERODYNAMIC BEATS / GABRIELLE, FORGET ABOUT THE WORLD
10. PRIME TIME OF YOUR LIFE / BRAINWASHER / ROLLIN’ AND SCRATCHIN’ / ALIVE
11. DA FUNK / DAFTENDIREKT
12. SUPERHEROES / HUMAN AFTER ALL / ROCK’N’ROLL

Daft Punk – HARDER BETTER FASTER STRONGER (Alive 2007)



>>>>>> Confira um teaser do álbum Alive 2007! 

>>>>>> Visite o site da banda

Postado por Danilo Fantinel

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Obama quer ajuda de Arcade Fire, Vampire Weekend e Jay-Z para reeleição nos EUA

18 de janeiro de 2012 0

O presidente norte-americano Barack Obama está buscando apoio de artistas da música e do cinema para sua campanha de reeleição. A eleição presidencial dos Estados Unidos será realizada no dia 6 de novembro de 2012.

De acordo com a Rolling StoneArcade Fire, Vampire Weekend, Jay-Z, Adam Levine (do Maroon 5), Janelle Monáe, will.i.am, George Clooney, Jack Johnson, The Roots e Alicia Keys estão entre os escolhidos. Obama gostaria do endosso dos artistas e de outras celebridades para a campanha democrata, o que poderia até mesmo incluir aparições em palanque.

No mês passado, o Roger Waters criticou Obama em entrevista à revista. Se disse desapontado no que diz respeito à política externa norte-americana, e pediu que o presidente dos EUA tenha mais coragem e desenvolva “bigger cojones” – pra bom entendedor, isso basta.

Jay-Z, John Legend, R.E.M. e Jamie Foxx participaram da campanha democrata em 2008. Em 2009, o Arcade Fire e vários outras bandas fizeram um show em apoio a Obama.

> R.E.M. comemora vitória de Obama durante show em Porto Alegre
> Moby fala sobre Obama em entrevista ao Volume
> Vídeo: Daft Punk vs. Adam Freeland em homenagem a Obama
> Thom Yorke comemora vitória de Obama com remix
> Beastie Boys chamam artistas na luta por Obama

Ouça Seven Stars, a nova do Air

06 de dezembro de 2011 0

O Air liberou Seven Stars, faixa do novo disco Le Voyage Dans La Lune que tem vocal de Victoria Legrand, do Beach House. Com base em piano, a música tem bateria galopante, quase marcial, e uma leve referência a Daft Punk fase Discovery, além de vocais atmosféricos. Mesmo assim, é puro DNA Air.

Há poucos dias, publiquei no site da Itapema algumas informações sobre Le voyage dans la lune. No álbum, Nicolas Godin e Jean-Benoit Dunckel reúnem composições criadas especialmente para o curta-metragem francês Viagem à Lua, lançado em 1902 por Georges Méliès. O curta mudo tem 16 minutos de duração e foi baseado nos livros Da Terra à Lua, de Julio Verne, e Os primeiros homens na Lua, de H.G. Wells. A obra é considerada o primeiro filme de ficção científica da história do cinema.

Em comunicado à imprensa, Godin explicou que Le voyage dans la lune é mais orgânico do que a maioria dos projetos anteriores do Air, e que o duo francês queria que o disco soasse como se tivesse sido feito à mão, como os efeitos especiais de Méliès. Tudo foi tocado ao vivo.

Além de Victoria Legrand, o disco tem colaboração do trio Au Revoir Simone na faixa Who am I now?Le Voyage Dans La Lune será lançado em fevereiro de 2012.

Ouça Seven Stars abaixo ou no site do NME.

Tracks Volume #17

07 de outubro de 2011 0

Greek van Peixe – disco 8-BIT Wonder
A banda Greek van Peixe lança seu primeiro disco, 8-BIT Wonder, hoje no Vagão Classic, em Caxias do Sul. O quarteto transita entre clima electro rock e guitarras indie pop, é viciado em cultura geek e adora tecnologia, robôs, aliens e games. No som, lembra uma síntese de bandas cult como Add N to (X), Man or Astro-man? (que esteve em POA em 1999) e Trans Am. Destaque pra nova Kommander Data (lançada há poucas horas) e para a excelente Ontology’s Party. As duas + Labyrinth Zone você escuta abaixo e no SoundCloud.

Latest tracks by greekvanpeixe

O show rola às 23h. Ingressos a R$ 8,00 para a apresentação e R$ 10 para show + CD! A noite terá também intervenção teatral com Bob Valente, games e imagens com o VJ David Kurz. Mais infos aqui.

E se você curte 8-bit pula neste link para escutar Daft Punk em versão chiptune!

Rocartê - Menina Bela
A banda Rocartê, de POA, assim como tantas outras, segue à risca o rótulo independente: faz uma MPB rock alternativa, com letras existenciais e arranjos elaborados, carregados de autoria. Os caras também criam boa parte do material de divulgação, como camisetas, ilustrações, adesivos. Agora, o formato do it yourself enquadrou o belo e introspectivo clipe da música Menina Bela, que você confere abaixo. Há algum tempo, a banda liberou mini-docs na web. Veja o primeiro aqui. A próxima apresentação da banda em Porto Alegre será na Noite Senhor F do dia 23/10, no Opinião, com Apanhador Só e Garotas Suecas.

The HivesThousand Answers
Os suecos voltam com um rock acelerado, urgente, insano, garageiro, que vai ganhando ainda mais velocidade e sujeira à medida que chega ao final. Pancada da boas! Tipo o show deles em POA em 2008 (leia aqui).

The ImmaculatesHey Joe Kelly
Trio de NY faz rock à moda antiga, linha anos 60, inspirado em Doors e Hendrix, com baixo em alta voltagem. O EP de estreia acaba de ser lançado.

Cee-Lo GreenInhaler (Miles Kane Cover) x Crazy/Natural Blues
Cee Lo Green fez um cover da ótima Inhaler, do Miles Kane (ouça a original aqui) e cantou um mix de Crazy (clássica do disco St. Elsewhere, do Gnarls Barkley, e Natural Blues (o superclássico lançado pelo Moby em Play) para o Radio 1 Live Lounge Session da BBC. Veja abaixo e confira mais duas no site da BBC.

Portishead Chase The Tear e Mysterons
Existem coisas melhores que o primeiro disco do Portishead? Óbvio que sim! Mas não muitas. A banda tocou Chase The Tear (do último) e Mysterons (do primeiro) no Jimmy Fallon.

Ume Captive
Shoegaze delicado, com a voz sensual e guitarra acelerada.

Vetiver - Can’t You Tell (Bing’s Slim For Summer Dub)
Dub, dub, dub

Dominique Young UniqueGangster Whips
Rapper fazendo um hip-hop bem voltado pro electro, altamente dançável.

Karlsson & WinnbergThe Dance (feat. Spank Rock)
O duo sueco por trás de Miike Snow (um dos grandes shows de 2010 em POA) criou esse break electro punk incrível com Spank Rock. Som mais atual, impossível.


> Tracks #1
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> Tracks #16

Tracks Volume #14

16 de setembro de 2011 0

WATERSFor The One
Van Pierszalowski, ex-Port O’Brien, solta a garganta e detona a guitarra na nova banda WATERS. Indie rock agressivo, mas ainda assim com melodia. White noise no talo! Bom pra quem curte Pavement. O disco Out In The Light sai dia 20 de setembro. Mais sobre a banda no site ou neste link

WATERS – “For The One” from stereogum on Vimeo.

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Arctic MonkeysSuck It And See
O baterista Matt Helders faz o bad boy no novo clipe da banda.

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James BlakeNot Long Now
Novo som do James Blake, que estará no EP Enough Thunder (sai dia 10 de outubro), ao lado da faixa Fall Creek Boys Choir (uma parceria com Bon Iver, veja a outra aqui), A Case Of You (cover de Joni Mitchell) e mais duas. Melancólico-eletrônico similar aos EPs anteriores e ao disco de estreia. Mais James Blake aqui.

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Cut CopyBlink And You’ll Miss A Revolution
Que o Cut Copy vem pra POA você já sabe. E o teaser do clipe da nova música, Blink and You’ll Miss The Revolution, você já viu aqui. Agora, abaixo, a íntegra. A faixa está em Zonoscope.

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PlanningtorockLiving It Out
Essa faixa de Janine Rostron, que assina como Planningtorock, tem uma trilha electro-disco nervosa, com beats sequenciais constantes, mas é aliviada por um sampler incrível de violino/celo. O vídeo criado por Janine, gravado na efervescente Berlin, tem um senso criativo aguçado no que diz respeito à imagem, edição, cor, luz, figurino… Não é possível embedar, então veja neste link.

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Joe Goddard
O integrante do Hot Chip fez um set legal pra série Radiomix, do selo DFA. Tem Kyle Hall, Matias Aguayo, Blawan, Omar-S e mais.

Joe Goddard dfa radiomix #19 by DFA Records

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NursesTrying To Reach You
Letra bem sacada, música bem-humorada, leve, com vocais harmônicos, carga pop e bases sintéticas ecoando hip hop, mas numa levada mais indie eletrônica. Um som diferenciado, que lembra as singelas canções eletro-infantis (no melhor dos sentidos) de Looper. O disco da banda se chama Dracula.

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MGMTAll We Ever Wanted Was Everything (Bauhaus)
Foi liberado o cover de All We Ever Wanted Was Everything, do Bauhaus, gravado pelo MGMT para a série de álbuns Late Night Tales, que será lançado dia 03 de outubro. O duo já trabalha no sucessor do fraquinho Congratulations (2010).

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The Dead LeavesHarm
The National encontra Interpol neste som da banda The Dead Leaves.
Próximo!

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Medialunas – show em NH e em POA
O duo composto por Andrio Maquenzi (ex-Superguidis) e Liege Milk (Loomer e Hangovers) se apresenta hoje no bar da Pedro Adams Filho, esquina com João Pessoa, em Novo Hamburgo, poucos dias após o show de estreia em São Paulo. Ingressos a 8 até a meia-noite, 15 depois. Eles também tocam na Noite Senhor F, dia 25 de setembro, no Opinião, em POA, com El Mato A Um Policia Motorizado (banda indie argentina) e Cruz (formada por paulistas radicados em Los Angeles). Saca o som do Medialunas:

Slo-Mo Dancer by medialunas

Medialunas – Chunby by medialunas

Mais faixas no SoundCloud.

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Dj MehdiSignatune
O DJ francês morreu nesta semana depois que o teto de sua casa cedeu durante uma festa. Mehdi colaborou com Daft Punk, Asian Dub Foundation e Chromeo e era do casting do Ed Banger Records ao lado de Justice, SebastiAn e Cassius. Abaixo, sua faixa mais conhecida, editada por Thomas Bangalter, do Daft Punk:

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Bloquinho Remix

Gui BorattoUnfinished Sympathy (Massive Attack Remix)
O produtor eletrônico brazuca mais importante do mundo hoje liberou essa mix tape de mais de uma hora pra DJ Mag. Tem remix manero de Unfinished Sympathy, do Massive Attack. O novo disco dele, III, saiu dia 11 de setembro. Veja no site dele. E se quiser ouvir só o remix pule direto pros 36 minutos do áudio.

DJ Weekly Podcast: 54 Gui Boratto by djmag

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The Good NaturedWolves (Crystal Fighters Remix)
Percussão e beats na visão da banda Crystal Fighters, composta por britânicos e espanhóis, para a música Wolves, do Good Natured.

Aproveita e confere esse clipe genial do Crystal Fighters:

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Little DragonSeconds (Syd The Kid Remix)
Syd The Kid injeta elegância e sedução neste remix para a banda sueca Little Dragon. Fica no repeat por horas.

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Mint JulepAviary (Mogwai Remix)
A revisão que Mogwai fez sobre a música Aviary, da banda ambient Mint Julep, é cósmica. Bases de sintetizadores e linhas de guitarras sobrepostas, criando uma espécie de shoegaze eletrônico anestésico crescente. Imersão.

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#ficadica @MarcosTesser

Melissa NkondaNouveaux Horizons
A mãe dela é da Argélia e o pai de Camarões, mas Melissa Nkonda cresceu na França. A guria, que nasceu em 1990, ficou conhecida ao participar de um reality show Nouvelle Star (espécie de American Idol francês), mas a fama só chegou depois que ela saiu do programa ao lançar o delicioso R&B Nouveaux Horizons. Mas te liga: Melissa chupou o início da música Handlenars, da banda Flobots

O último single da menina é J’Ai Fait Tout Ça Pour Vous, que conta com participação da poderosa cantora inglessa VV Brown.

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Tracks Volume #12

02 de setembro de 2011 0

Wise BloodThese Wings
O EP These Wings, do Wise Blood, projeto do norte-americano Christopher Laufman, acaba de sair. E também está online na íntegra. As composições são muito curiosas. Linhas de teclados e/ou cordas são dispostas sobre bases eletrônicas que variam entre trilhas discretas e batidas desconstruídas. Tem algo de r&b, hip hop cult e downtempo. Já o canto de Christopher, algumas vezes um falsete arranhado, compõe um quadro desesperado cool. As faixas deste These Wings resumem muito bem o espírito do nosso tempo.

Wise Blood – These Wings by Dovecote Records

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Still CornersCuckoo
O compositor cinéfilo Greg Hughes e a vocalista Tessa Murray, do Still Corners, vertem o ideário do cinema cult europeu para a música, criando atmosferas lúgubres com ecos de coldwave, no wave e french new wave. A voz de Tessa é hipnótica. Perfeito. O disco Creatures of an Hour sai em outubro

Still Corners – Cuckoo (OFFICIAL VIDEO) from Sub Pop Records on Vimeo.


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Com TruiseDatebar
Uma espécie de Six Modular Pieces mais experimental, cruza entre Daft Punk fase Discovery (ou seja, muito electronic garage NY + com disco, glam, metal, r&b), DJ Shadow e Aphex Twin.

> Baixe Datebar aqui

E Com Truise você já escutou nas Tracks #3.

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Keep Shelly in AthensOur Own Dream
Se existe “shoegaze eletrônico etéreo, com traços de dream pop e space rock místico bem dopado”, deve ser isso que o duo grego Keep Shelly in Athens faz na música Our Own Dream. Ao final, a aceleração de andamento fecha o lance em alta e reforça a personalidade da produção. Na hora, isso me lembrou o início de Electronic Renaissance.

Keep Shelly in Athens – Our Own Dream by Keep Shelly in Athens

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Slow MagicCorvette Cassette
Preciso do verão.
Com urgência.

Slow Magic // Corvette Cassette from Feel Good Lost on Vimeo.

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Kid Creole & The CoconutsWe’re Rockin’ Out Tonight
Impossível não curtir esse groove. O músico cult Kid Creole (16 discos desde 1980) volta com um álbum de inéditas dia 27 de setembro. We’re Rockin’ Out Tonight foi escrita por Andy Butler, de Hercules & Love Affair, e carrega na cozinha. Do funk ao reggae passando pela disco e pelo blues em três minutos. Como conseguem?

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AraabmuzikStreetz Tonight Live Video
Incrível este vídeo de Araabmuzik para a série Surveillance, do Pitchfork. Não apenas o som é ótimo – um r’n’b eletrônico progressivo com um pé no hip hop e outro no trance – como o vídeo tem uma edição foda. Começa legal depois de um minuto…

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Jamie xxBBC Essential Mix
Jamie xx, cabeça da banda The xx (e faz tempo que não falo deles! leia aqui, aqui e aqui) e também um dos nomes mais quentes do mundinho indie britânico, fez um set de duas horas para o programa BBC Essential Mix. Tem cut and paste pra todo lado, pra todos gostos: faixas dele e de Gil Scott-Heron (parceiros do disco We’re New Here), Amy Winehouse, James Blake, Orbital, e a remistura de Bloom, que Jamie assinou para a série TKOL RMX 1234567, o disco de remixes das músicas do álbum The King of Limbs, que o Radiohead vem lançando gradativamente (veja, leia e escute aqui, aqui e aqui). Obrigatório escutar a partir dos 100 minutos (ou pelo menos o final, aos 111 min).

Jamie xx Essential Mix by Young Turks

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Veronica FallsCome On Over
Em Come On Over, a banda californiana entrega pop guitarreiro, noisy, veloz e meigo. Vale o play. O disco sai dia 20 de setembro.

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The NocturnesLove
Outra banda da Califórnia, que faz lembrar os momentos calmos (de quase sonho) do Yo La Tengo, mas numa pegada mais pós-rock fantasmagórico. Guitarras melancólicas, vocais lindos, névoa espessa.

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Bloquinho remix especial:

Thunderskank Vs. RussoTeardrop (Yo Video Remix)
Um visão completamente nova e autoral sobre Teardrop, o superclássico do Massive Attack. Drum’n’breaks pra quem curte.

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The RaptureHow Deep Is Your Love (Emperor Machine Remix Edit)
Curtiu Rapture ao vivo na White Out Session? Foi massa. Então toma:

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Mathieu SantosNorthern Mentality (Friendly Ghost Remix)
Esse som do Mathieu Santos (baixista do Ra Ra Riot), foi remixado pelo Friendly Ghost. Ficou uma pancada synth inteligente das melhores.

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BK-OneTema Do Canibal (BK-One Video Edit)
Em 2009, o músico e DJ norte-americano BK-One lançou o disco Rádio Do Canibal, inspirado pela música brasileira, junto com o beatmaker Benzilla. Agora, a faixa Tema Do Canibal ganha remix. Tem scratches, sopros, percu-samba (heheh), groove e vibe. Faz parte de um EP com outras versões do som original.

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Junkie XLMolly’s E (Azari & III Instrumental Remix)
Trilha sonora pra pegar a estrada.

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Boss In DramaI Don’t Want Money Tonight
Figurinha fácil do Volume (leia aqui, aqui, aqui e aqui), Boss In Drama volta a Porto Alegre para tocar na RED hoje, 02 de setembro. RED é o projeto underground do Madam Exceed Yourself, o clube idealizado pelos sócios Double S, Nicole Baldwin e Giba Ayub. Double S tá curtindo o resultado do RED/Madam. E Boss In Drama, você sabe, transita entre house, new wave e maximal. No clipe de I Don’t Want Money Tonight, primeiro single do primeiro disco, Pure Gold, Boss se joga em vocais e harmonia. Glitter e o glam metal style nunca tiveram tanto espaço.

O Madam fica na rua Washington Luiz, 48, centro de POA. Ingressos a R$ 15,00 (com nome na lista via listared@madamclub.com.br) e R$ 25,00 (na hora). E te liga na agenda RED: 16/09, Festonna by Portal Madonnaoline.com.br ; 23/09: Andy Redana (UK, remixer oficial do U2; 30/09: Camilo Rocha (SP) na Biônica.

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#ficadica @MarcosTesser

Alice GoldRunaway Love
Com apenas um single lançado, Alice Gold já ganhou o título de “Next Big Thing” da Q Maganize. Ao lançar seu segundo single, Runaway Love, a inglesa conquistou as rádios. Seu primeiro álbum, que saiu dia 04 de julho de 2011, foi produzido por Dan Carey, que já trabalhou com Franz Ferdinand, Hot Chip e Lily Alen. Sua música é um pop gostosinho, com melodia alegre e arranjos fluidos mas com uma pegada rock.

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Tracks Volume #8

05 de agosto de 2011 0

CarouselsCarousel
O duo Carousels é de Cambridge. Nick Benton e Lucy Wilson curtem sujeira pop, melódica, inserida em harmonias metálicas, guitarras ácidas e zunidos ásperos. Algo fofo e ameaçador. Você tem medo do escuro? Tem medo do som? Tem medo de My Bloody Valentine? Eles não. Ainda não se sabe muito sobre a banda. Ao que parece, o primeiro show será em outubro. Veja o vídeo da música Carousel e escute mais duas abaixo (recomendo Here To Me pra quem curte Stone Roses.

CAROUSELS DEMOS by Carousels


Best CoastOur Deal
Grease encontra Bad, de Michael Jackson, neste excelente clipe da banda Best Coast dirigido por Drew Barrymore. O vídeo também tem traços de Romeu e Julieta e Stress, do Justice. A boa música Our Deal está no disco de estreia do Best Coast, Crazy For You, álbum hypado que nem acho tudo isso que falam por ae. A vocalista Bethany Cosentino já trabalha no segundo álbum. Aliás, ela liberou ontem a nova faixa How They Want Me To Be, que deve entrar no novo disco. Escute neste link e veja o clipe de Our Deal abaixo:









Best Coast

MogwaiGet To France
Depois do disco Hardcore Will Never Die, But You Will, do início do ano, os post-rock heros lançam em setembro o EP Earth Division. Em Get To France, os músicos escoceses criam um som dramático, lírico, abrindo mão das guitarras para criar paisagens sonoras oníricas e misteriosas ao piano. As ouras faixas são Hound Of Winter, Drunk And Crazy e Does This Always Happen?


Danger BeachApache
A música Apache, da banda Danger Beach, é um instrumental guitarrístico dos bons. Tipo um Velho Oeste cool lo-fi. Baixe o disco Milky Way aqui. A técnica do vídeo não tem novidade, mas o clipe (direção Ned Wenlock) é espetacular. Personagens simpáticos (by Rodney Selby) e historinha legal. Lembra aqueles brinquedos luminosos cilíndricos antigos? Não, Ah, esquece…

Apache from oneedo on Vimeo.


Four TetLocked
A banda de IDM liberou a faixa Locked. Como de costume, a música varia entre o etéreo eletrônico, o melancólico orgânico e o jazzy reflexivo. A música estará no próximo disco, Fabriclive 59, marcado para 19 de setembro no Reino Unido.

Locked (TEXT011) by Four Tet


Daft PunkDrive
A música Drive, demo inédita do Daft Punk de 1994, será lançada na compilação Soma Records: 20 Years, da gravadora de mesmo nome. O duo eletrônico mais importante do mundo havia enviado a faixa para a gravadora juntamente com a essencial Rollin’ and Scratchin’. Drive nunca foi lançada e a famosa Da Funk pegou seu lugar. A música teria sido encontrada nos arquivos há pouco tempo. A caixa Soma Records: 20 Years será lançada dia 19 de setembro. Na falta de Drive escute  Rollin’ and Scratchin’.


Skrillex – Ruffneck (FULL Flex)
Um techno jungle dopado, com batidas não muito rápidas, mas cheias de um groove viciante. A faixa tem um pé forte no ragga. O som é do EP More Monsters And Sprites. Faça o download neste link.

Essa versão aqui é mais forte, metálica e rápida.

Azari & IIIManic
Dança ae!

Azari & III – Manic – Turbo 108 by Turbo Recordings

Azari & III – Manic (The Finger Prince Faded Sensation Dub)- Turbo108 by Turbo Recordings

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