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Resultados da pesquisa por "Los Hermanos"

Calendário de shows atualizado

06 de março de 2012 1

O calendário de shows indicados pelo Volume em 2012 foi atualizado com Japandroids (Canadá), Thurston Moore + Kurt Vile (EUA); Roger Waters (UK); Buddy Guy (EUA); Mark Farner (EUA); Zak Stevens (EUA); Concrete Blonde (EUA); Roger Hodgson (UK); Iced Earth (EUA); Exhumed (EUA) + Aborthed (Bélgica); Grito Rock; Blues Etílicos; Lítera; Pata de Elefante; Wander Wildner + Jimi Joe; LocomotoresLos Hermanos; Mato Seco; Tribo Brasil; Blues Etílicos e Cartel da Cevada.


Calendário de shows atualizado

29 de fevereiro de 2012 0

O calendário de shows indicados pelo Volume em 2012 foi atualizado com Thurston Moore + Kurt Vile (EUA); Roger Waters (UK); Buddy Guy (EUA); Mark Farner (EUA); Zak Stevens (EUA); Concrete Blonde (EUA); Roger Hodgson (UK); Iced Earth (EUA); Exhumed (EUA) + Aborthed (Bélgica); Lobão, Los Hermanos, Pública [tocando (What s the Story) Morning Glory? no Beco e músicas próprias em acústico no La Estación), Cowboys Espirituais, Gaspo Harmônica, Mato Seco, Tribo Brasil, Blues Etílicos e Cartel da Cevada.


Mallu Magalhães lança clipe de Velha e Louca

25 de janeiro de 2012 2

Mallu Magalhães amadureceu. Na balada Velha e Louca, marcada por baixo acústico, bateria leve e pelas cordas havaianas do ukelele de Marcelo Camelo, a cantora e compositora paulista dá de ombros às críticas dos detratores e se lança numa trip delícia sem medo.

No clipe vintage, filmado no alto de um prédio e lançado oficialmente nos cinemas, Mallu ganhou um look sessentista, bem de acordo com o som – esse, por sinal, remete às músicas do Little Joy, a banda paralela do parceiro de Camelo, Rodrigo Amarante (leia aqui, aqui e aqui). A sonoridade já estava presente no último (e excelente) show de Mallu em Porto Alegre, em maio de 2010.

Velha e Louca está no terceiro álbum de Mallu, Pitanga, lançado em 2011.

>>>>> Mais Mallu Magalhães
>>>>> Leia sobre o último show de Marcelo Camelo em POA
>>>>> Los Hermanos farão dois shows em Porto Alegre

Calendário de shows atualizado

16 de janeiro de 2012 0

Atualizado dia 01/02, 15h

O calendário de shows indicados pelo Volume em 2012 foi atualizado com Morrissey (UK); M/E/C/A/ Festival [The Rapture (EUA), CSS (Brasil), Mayer Hawthorne (EUA), Breakbot (França), Boy (Alemanha) e Penguim Prison (EUA)]; Roger Waters (UK); Buddy Guy (EUA); Howler (EUA); Sister Of Mercy (UK); Concrete Blonde (EUA); Iced Earth (EUA); Exhumed (EUA) + Aborthed (Bélgica); Tonho Crocco; Tributo a Tom, Chico e Vinícius; Wander Wildner + Jimi Joe; Pedro Verissimo; Rock Rocket; Diego Medina e Os Anais; Karina Buhr, Los Hermanos, Frank Jorge e Mato Seco.

Até a próxima, Camelo!

09 de dezembro de 2011 1

Sem aquela barba gigante e com suas tradicionais samambaias no palco, Marcelo Camelo voltou a Porto Alegre.  Sabe-se que o cara não é um hitmaker, mas se um desentendido pintasse no Opinião ontem a noite, poderia pensar justamente o contrário, uma vez que todas as músicas eram entoadas em coro pela galera que compareceu  no segundo show do ano do cara  aqui na capital.

A turnê era do novo disco Toque Dela, mas o hermano presenteou seus fãs com faixas do primeiro álbum solo, Sou, além de algumas composições dos Los Hermanos, banda que lhe rendeu  um posto no mainstream na música e que volta a Porto Alegre no dia 12 de maio do ano que vem.

 Lindo, incrível, lavador de almas. Estas foram algumas das expressões que ouvi após quase duas horas de show, e duas voltas para o Bis. Já no final, alguns admiradores foram novamente presenteados com as plantas que enfeitavam o palco – que por sinal estava dominado pelos ótimos músicos da banda Hurtmold, que acompanha Camelo em carreira solo há anos.

Poesia, arranjos sensacionais, musicalidade impressionante são algumas das características que podem definir a música do compositor carioca. Sempre bom de ver, sempre com gosto de quero mais e a aquela expectativa de que nosso reencontro seja em breve.

Do Amor toca neste domingo no Beco

04 de fevereiro de 2011 0

O quarteto carioca Do Amor toca no Beco, em Porto Alegre, neste domingo, às 21h. Show perfeito para a indiezada que se jogou no Meca Festival no sábado passado continuar no clima rock-caribó que tomou conta da galera.

A banda é formada por Marcelo Callado e Ricardo Dias Gomes, da banda , que gravou o disco de mesmo nome lançado por Caetano Veloso em 2006 e que seguiu em turnê com o baiano. Já Gabriel Bubu foi baixista do Los Hermanos. Gustavo Benjão completa a banda.

O disco Do Amor foi gravado entre 2008 e 2009 no Rio, com produção de Chico Neves (Lenine, Paralamas, Skank, O Rappa), e mixagem de Tchad Blake (Paul McCartney e Peter Gabriel), no Reino Unido. A masterização rolou em São Paulo. Neste primeiro registro, gêneros como carimbó, dub, lambada, rock, samba-rock, pop, brega music e guitarra baiana criam um contraste envolvente e irônico.

Ingressos a R$ 12,00 com nome na lista do site beco203.com.br e R$ 18,00 na hora.

Globo transmitirá shows do SWU

04 de outubro de 2010 7

Não vai ao SWU? Shit. Ao menos você não vai ficar total de fora. A Globo exibirá cinco programas com apresentações de bandas do festival de Itu, que rola entre os dias 9 e 11 de outubro. Os shows vão ao ar após os filmes no sábado e no domingo e depois do Programa do Jô na segunda.

No sábado, serão exibidas partes das apresentações de Los Hermanos, The Mars Volta e Rage Against the Machine. No domingo, Jota Quest, Capital Inicial, Regina Spektor, Sublime e Joss Stone. Na segunda, Dave Matthews Band e Kings of Leon. Ao fim, na terça, quando o festival já terá acabado, Queens of the Stone Age, Pixies e Linkin Park.

No próximo domingo, será transmitido um compacto com o que o diretor Luiz Gleiser, do Som Brasil, considerar os melhores momentos do evento.

>>>>> Veja o line up completo aqui

Disco Virtual Volume # 1

13 de julho de 2010 37

Neste Dia Mundial do Rock, Volume lança o primeiro disco virtual de bandas do Rio Grande do Sul. No recorte feito, 25 grupos compõem um espectro variado, de diferentes gerações e estilos. São bandas antigas, novas e outras que estão no meio do caminho, sempre tendo o rock como ponto de partida.

Todos escolhidos são especiais por algum motivo, por isso foram convidados para participar dessa joint venture cultural. No entanto, vale destacar a nova música dos Walverdes, Spray, a faixa inédita de Mess (Don’t mess with my heart), as ilustres participações dos Replicantes e da Pata de Elefante, as revelações Volantes e Procura-se Quem Fez Isso, a nova banda mais cool destas plagas globais, Wannabe Jalva, e a nova gravação feita por Diablo Fuck Show especialmente para este primeiro disco virtual. Sim, primeiro. Outros virão, certamente.

Abaixo, um raio-x básico de cada banda. Mas o melhor mesmo é escutar. E não esqueça: play it loud!

Apanhador Só: do indie ao folk, do rock à MPB, da psicodelia universal à raiz folclórica, da furadeira à máquina registradora, do pato de borracha ao projetor Super-8. Pega tudo, joga no liquidificador e aperta o play. O resultado é o refinado som da banda surgida em 2006, mas que lançou seu elogiado disco de estreia apenas neste ano. O nome do quarteto remete a O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger, e à música Marinheiro Só, de Caetano Veloso. O download do disco segue bombando no site oficial.

Um Rei e o Zé, Apanhador Só

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A Red So Deep: não é uma banda engraçadinha, não tem nome engraçadinho nem letras engraçadinhas. Desde 2004, A Red So Deep revê o que de melhor foi realizado no rock alternativo dos anos 90, sem nostalgia, com ímpeto e a partir de uma ótica celebratória fator 2000.

Guilt + Persecution, A Red So Deep

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Brollies & Apples: a banda dos casais Rodrigo Brandão e Bianca Jhordão (Leela) e Carol Teixeira e Fredi Chernobyl Endres (Comunidade Nin-Jitsu, produtor do Bonde do Rolê) começou com a amizade das meninas e deu o primeiro passo efetivo no verão de 2009, em Londres. Na orgia organizada da banda, todos integrantes trocam de instrumentos e cantam a toda hora. No som, guitarras pesadas e tons eletrônicos, no que já foi descrito por eles como electro-grunge. Brollies & Apples nasceu cult.

Roller Coaster, Brollies & Apples

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Dating Robots: banda de rock eletrônico sujo dos incansáveis Edu Normann e Mari Kircher + Fabio Gabardo (produção e programação de bateria). O projeto, que começou em outubro de 2008 (na época chamava-se Chiclé Demência), é o mais legal de Edu e Mari desde a Space Rave. Influências de Primal Scream, The Kills, New Order e Sonic Youth. O clipe da música Movement Talk mostra a que Dating Robots veio.

My Friend, Dating Robots

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Damn Laser Vampires: Ron Selistre, Francis K e Michel Munhoz são impossíveis. Ninguém segura a surf-polka-punk satânica do trio. A partir de 2005, a banda passou a tocar o terror na nossa Gotham imaginária. Pouco depois. o disco Gotham Beggars Syndicate (2006) extrapolou fronteiras reais com facilidade, sendo relançado nos EUA, no Canadá e na Argentina. No cinema, o trio atacou nas trilhas de Ainda Orangotangos, de Gustavo Spolidoro, do novo filme underground Trantastic, da ScUMBAG Movies, e do documentário Day By Day, sobre o surfista top Adriano de Souza, o Mineirinho. Mais: atuam como artistas visuais, ilustradores, produtores e diretores de seus clipes. Santa versatilidade, Batman! Melhor que isso só o show da banda – um dos mais legais há alguns anos, basta perguntar para público e organizadores dos festivais dos quais participaram. O segundo disco, Three-Gun Mojo, sai em breve pela Devil’s Ruin Records.

I Wanna Be an Old Bitch, Damn Laser Vampires

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Diablo Fuck Show: A banda é de longe uma das mais legais que surgiram no Rio Grande do Sul desde… 2009! Vocal rouco e doidão de Bruno Mattos, letras divertidas, bem sacadas e irônicas, e um som psycho-country-core porrada, autêntico e robusto que nos leva a um Velho Oeste punk, bêbado e empoeirado, não muito distante daquele que habita nosso imaginário. Ouça enchendo a cara – e antes de morrer!

Enganando a Morte, Diablo Fuck Show

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Funkalister: 2002 viu surgir a superbanda mais cool do Estado, quando Chico Paixão, Everton Velásquez, Vicente Guedes e Junior Ribeiro se reuniram para gravar músicas instrumentais próprias. A ordem era criação e improvisação sem muitos limites. Atingir o objetivo ficou mais fácil quando um naipe de metais foi integrado ao grupo. O som gira em torno de funk, jazz, samba e rock, emulando groove safra 70 e elegância black. Já foram lançados dois discos (Volume 1 e 2) e algumas faixas já se tornaram trilhas de programas de rádio e do filme Andes Crossing.

Tem Coragem?, Funkalister

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Gulivers: Cristiano, Thiago, Rodrigo e Fabricio curtem música e futebol. Não sei como eles jogam, mas tem uma galera que já sabe como eles tocam. E você? O cartão de visitas da banda é Ausente, que está no disco Em Boas Mãos, lançado neste ano, e que teve clipe dirigido pelo cinesta Lufe Bollini, do Coletivo Inconsciente, com Marcos Contreras no papel principal. Bom pra quem se liga em rock inglês e indie americano.

Ausente, Gulivers

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Identidade: uma banda versátil, de rock clássico inspirado nos Stones, mas com senso contemporâneo. Varia entre faixas agressivas, músicas dançantes e composições mais tranqüilas, cheias de groove. Os caras já tocaram tanto em eventos independentes quanto em festivais mainstream nos dez anos de carreira. Ativos na cena, já lançaram três discos, sendo Antiguidades x Modernidades o último deles, via Marquise 51, o selo/produtora comandado por Lucas Hanke (guitarra).

Não para de dançar, Identidade

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Lautmusik: orbita os ruidosos mundos do pós-punk 80 e do shoegaze 90, transitando entre a névoa do submundo musical e apostando em melodias soturnas, climas sufocantes e ambientações melancólicas pouco óbvias – mas sempre com muito punch e com uma carga pop nítida – o que surpreende em meio a um ambiente majoritariamente sombrio. Uma das melhores bandas do RS, Lautmusik se aproxima de Joy Division, My Bloody Valentine, Cure, Mogwai e Jesus & Mary Chain, mas consegue manter identidade própria.

Bury my Heart in Warsaw, Lautmusik

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Maria Elvira e os Suprassummos do Swing (MESS): o perfil da banda no MySpace indica muito bem o que se passa. “Maria Elvira e os Suprassummos do Swing não é uma banda de garotas, nem de garotos; não é rock gaúcho, nem paulista, nem inglês; não é mod, nem grunge, nem new wave; não toca de terninho, nem fantasiada. A MESS é uma banda, e está contente com isso”. Rock’n’roll na veia, recheado por guitarra, baixo e bateria marcantes e vocal grave. Simples assim.

Don’t mess with my heart, Maria Elvira e os Suprassummos do Swing

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Musical Amizade: mais que uma banda, o Musical Amizade é um acontecimento à base de guitarra, sintetizador, projeções audiovisuais e filosofia. Nos shows, um baterista virtual surge projetado em um telão, tocando em sincronia com o grupo. Nas letras, teorizações pop acerca da vida, do universo e tudo mais. No som, uma liberdade que os leva do rock cabeça ao funk safado. Um lance conceitual para ouvidos aguçados. O Musical começou em 2007 e hoje, com Patricia Spier vivendo em São Paulo, aguarda a agenda dos *integrantes integrados* para dar novos passos.

Applehead, Musical Amizade

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Os Replicantes: E a maior banda punk do Brasil precisa de apresentação? Basta dizer que a ótima De Sul a Norte está no novo disco, 2010, lançado pela Marquise 51. O resto é história.

De Sul a Norte, Os Replicantes

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Pata de Elefante: a banda gaúcha mais conceituada da atualidade também não é mistério pra ninguém há anos. Instrumentistas de primeira linha, o trio Gabriel Guedes, Daniel Mossmann e Gustavo Telles destilam rock 60-70, groove, melodia e surf music ao sabor de Stones, Beatles, George Clinton e Hendrix. Até parece big band! Bom, eles são big mesmo!

Marta, Pata de Elefante

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Procura-se Quem Fez Isso: a nova psicodelia gaúcha tem uma nova cor (a preta), mas não um novo rosto. O quarteto Procura-se Quem Fez Isso mantém o anonimato a todo custo, disfarçando-se com meia-calca, cartola e lanterna de minerador. Mas o segredo restringe-se à identidade dos músicos, já que a música é uma open source de referências e bom gosto. Lounge music dos 60, rock dos 70, brasilidade, ambient, Burt Bacharach, letras muito bem sacadas [a singela Bagdá (She's My Baby) é um primor da concisão], experimentalismos e mutantismos abrem um novo caminho no som feito no Sul.

Bagdá (She’s My Baby), Procura-se Quem Fez Isso

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Superguidis: É praticamente impossível você que curte música não conhecer a banda de Guaíba que há uns quatro anos consegue cada vez mais espaço entre público e mídia. Com um indie lúcido, autoral, livre de referências castradoras e dona de um senso radiofônico efetivo, a banda cria composições arrebatadoras, que atraem fãs entusiasmados aos shows. É um lance meio messiânico, de culto mesmo, que toma forma em apresentações tanto em bares pequenos quanto em festivais no Brasil e no exterior. E por falar em fãs, Robert Pollard e Doug Gillard, da supercult Guided By Voices, já disseram que adoram…

Não fosse o bom humor, Superguidis

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Transmission: No som do quarteto há espaço para guitarras. Muitas guitarras. Altas guitarras. Guitarras marcantes, cortantes, sujas, distorcidas e metálicas. Assim, o foco da banda é instrumental, com vocais (masculino e feminino, em inglês) marcando presença de forma discreta, despreocupada, basicamente complementar. O som do grupo não é o mais fácil do mundo. Quem tem medo de Transmission?

Missing, Transmission

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Urso: O projeto instrumental ainda está em fase de crescimento, mas pela estatura do filhote é bem provável que se torne um gigante. O som da banda é forjado em jam sessions austeras, registradas em vídeos, textos e áudios publicados no blog do grupo liderado por Valmor Pedretti Jr. (Worldengine). Pós-rock contundente de alma metal. O primeiro show será dia 20 de agosto, no Dr. Jekyll, ao lado da MESS.

All Black, Urso

>>>>> Blog

Walverdes: Há mais ou menos 17 anos o trio de Porto Alegre cria pancadas sonoras com o que há de mais básico no rock: baixo, guitarra e bateria. Mas a crueza simples do som é inversamente proporcional ao esporro criativo de Mini, Marcos e Patrick. Foi com essa vitalidade underground, e a partir de demos, fitas K7, singles, EPs, discos e MUITOS shows, que os Walverdes se consolidaram frente à crítica e ao público como uma das bandas independentes mais importantes do país em todos os tempos. Neste primeiro disco virtual, eles lançam a nova Spray, faixa explosiva que estará no próximo disco. Walverdes se move lenta e bravamente ao som de rocks rápidos, autênticos e em volume máximo. Aumenta o som antes de dar o play!

Spray, Walverdes

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Wannabe Jalva: quando escutei o som da banda pela primeira vez não acreditei. Parecia pegadinha, tipo um perfil fake com faixas incríveis e obscuras de algum grupo desconhecido de alguma megacapital cosmopolita. Som coeso, inteligente e conectado com seu tempo. Experimentações sonoras que resultam em gemas pop do mais alto quilate, que poderiam ter sido feitas por qualquer banda indie britânica atual.

Come and Go, Wannabe Jalva

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Yesomar: esse trio é um tapão na orelha. Rock em alta voltagem testosterônica, pancadas sonoras viscerais furiosas, riffs feios, sujos e malvados, altos berros no vocal e nada de nhenhenhém musical. É rock, é simples, é cru e é direto. No espírito da Yesomar eu diria que se gostou, gostou, se não gostou que se %&#&¨*!!! Ah, e diz que a turnê argentina (ao lado de Los Lotus, Satan Dealers, Silverados e Motosierra) foi devastadora. Normal!

Ao Contrário, Yesomar

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Valentinos: rock britânico, melodias, letras e arranjos cuidadosos são os alicerces que sustentam a banda. Os trabalhos começaram em 2008 e, neste 2010, os caras lançaram Avante, o álbum de estreia com 11 faixas masterizadas na Carolina do Norte (EUA) por Dave Locke. Impossível escutar sem lembrar de Oasis, principalmente devido à voz de Jonts.

Mais Que Nunca, Valentinos

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Velocetts: a banda de Farroupilha também cultua o rock inglês (mas não apenas) tanto das antigas (anos 60) quanto do passado recente (anos 90) e da atualidade (2000). Rock fofo, fácil, pop, fresco e com poder radiofônico garantido por meio de guitarras leves, bateria redodinha e vocal ‘amigo’ de Maria Carolina Brites. Em 2008, os Velocetts gravaram um EP com três músicas e, em 2009, saiu o single A Cura, com produção de Ray-Z.

A Cura, Velocetts

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Viana Moog: indie sujo, distorcido, alterado e no wave. Rock 60, 70, 90. Poesia pulp, bossa under, jazz rock canalha e literatura beat corroída. Vocal rasgado, rouco, grave, químico. Boemia, insanidade, barulho e urgência. Isso é apenas parte do que forma o quinteto de São Leopoldo. O resto você precisa descobrir por conta própria.

Fleck, Viana Moog

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Volantes: Quando o Otávio Mastroberti me passou o disco da nova banda dele eu não me surpreendi. Ele é músico há anos, então era normal que estivesse metido em algo novamente. Como curto boa parte do que ele faz, imaginei que deveria ser bom. Mas quando escutei Volantes pela primeira vez caí pra trás! A banda tem a liberdade criativa dos autores independentes, o frescor de novas ideias, uma sonoridade atual e uma carga pop de boas referências que fazem a banda aliar os ideários do pós-punk, da eletrônica, e do novo rock a letras em português (voz de Arthur Teixeira), com alma brasileira, de poesia urbana, cotidiana e existencial (Caetano, Roberto Carlos, Chico Buarque e Los Hermanos são referências).

Vitória, Volantes

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>>>>> Agradecimento ao Márcio Ventura, da Rei Magro Produções, que deu a maior força no projeto!

Rodrigo Amarante no novo disco de Devendra Banhart

06 de agosto de 2009 1

Banco de dados

Agora, além da turnê com Little Joy, Rodrigo Amarante aproveitou a passagem pelos Estados Unidos para mais uma vez contribuir com o disco novo do cantor Devendra Banhart.
Segundo com o site Pitchfork, o sexto disco de Devendra, “What Will We Be”, possui 14 faixas inéditas, que foram  produzidas por Paul Butler, do grupo A Band Of Bees, e com o ex-Los Hermanos assumindo a guitarra principal da banda de apoio.

Esta é a segunda vez em que Amarante e Banhart trabalham juntos. Em 2007, o carioca já havia participado do álbum “Smokey Rolls Down Thunder Canyon”, do americano. Durante a gravação desse álbum, o Amarante formou o Little Joy com Fabrizio Moretti e Binki Shapiro.

A previsão é de que “What Will We Be” chegue às lojas no mês de outubro. Antes disso, Rodrigo Amarante volta ao Brasil para show do Little Joy em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, além de uma apresentação especial no Prêmio Multishow.

Postado por Renata C. Moreira

Diário da Comunidade Nin-Jitsu na Europa # 2

06 de julho de 2009 5

 

03 de julho, sexta-feira

Dia de acordar tarde para ter energia à noite. Almoço no shopping (bacalhau com nata e feijao com arroz) próximo ao hotel Tuela (eu, Carol, Nando, Mano e Tabata) e muita bobeira pela tarde.

A noite começou bem: papo com o amigo Kassin seguido de show da Orquestra Imperial. O show dos caras é muito divertido, despretencioso e tem uma qualidade musical absurda. Fico pensando: “como eles sao MÚSICOS, como eles tem REPERTÓRIO”.

Amarante do Little Joy (ex- Los Hermanos) rodava pelo palco num clima de chalaça, cantando de vez em quando. E foi nesse clima de farra que a Orquestra Imperial conquistou os portugueses, que fizeram até trenzinho pela Casa da Música.

1h da manhã é hora de ir para o Plano B (club mais legal do Porto; foto ao lado). Carol encontra as amigas brasileiras que aqui estão morando, Duda e Thaís e, junto com a Comunidade, formamos um bonde para minha apresentaçao como DJ Chernobyl, pela segunda vez neste ano em Porto. Muito funk, electro, fidget, maximal, Baltimore, mash-ups, misturebas loucas e dançantes. A galera dançou muito e a casa lotou. Lá pelas tantas, chamei Mano Changes para inserir vocais, rimas e agitar a massa. Acho que toquei umas setenta músicas em uma hora e quarenta. Ritmo megafrenético para os portugueses descerem até o chão. Lá pelas seis da manha voltamos para o hotel e …dormimos.

04 de julho, sábado

Dia de tocar em um dos festivais mais legais da Europa, o festival Mestiço, na renomada Casa da Música, uma das construções mais incríveis que já vi em toda minha vida.

Logo depois do almoço, passamos o som com o técnico do evento, pois atrasou o voo do Rafa Hauck, nosso ex-técnico de monitor no Brasil que hoje mora em Londres e que está nos acompanhando nesta tour na Europa. Primeiro mundo é impressionante mesmo… só pessoas qualificadas e equipamentos de última geração… a energia do palco já estava arrepiante enquanto checávamos o som com Funk da Paz (rebola o resbolah). Lá pelas 21h30min, quando o sol se põe aqui, fomos jantar no restaurante do sétimo andar da Casa da Música e comemos um peixe sensacional, com pimenta piri-piri e vinho branco.

O festival começa com o show da MC de ragga/dancehall brasileira Lei di Dai, que aquece a massa junto com uma cantora norueguesa que ela conheceu pelo Myspace. Grande presença da parceria paulistana zona leste com escandinávia. O público e a Comunidade Nin-Jitsu amaram.


Fotos: Divulgação

Às 23h30min, a Comunidade Nin-Jitsu entra no palco e começa a chalaça européia. 2,5 mil pessoas que lotavam a platéia e que esgotaram os ingressos já no meio da semana passada cantaram e dançaram de forma impressionante o show inteiro. Receptividade incrível. Obviamente fizeram coro em Ah! Eu to sem Erva!, que aqui já veio no começo do show pra ganhar a galera de cara, como um time que faz dois gols nos primeiros dez minutos de uma partida fora de casa. Fora de casa? Não! Em casa! Pois nos sentimos muito a vontade e mandamos ver do começo ao fim com uma reação perfeita do público. De chorar.

Que mais que eu vou dizer? Só temos a agradecer a esse povo que nos recebeu tão bem e desejamos que os próximos shows sejam perfeitos, como este foi. Estamos muito felizes.

Natiruts encerra a noite com uma chuva de hits e com uma jam session com Mano Changes, Lei di Dai e eu. Excelente!

>>>>> Diário da Comunidade Nin-Jitsu na Europa # 1

Postado por Fredi Chernobyl Endres, direto de Portugal