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Resultados da pesquisa por "Mallu Magalhães"

Promo: Mallu, Cachorro e Identidade

25 de março de 2009 1

Divulgação, Opus Promoções
Volume e hagah botaram no ar uma promoção relâmpago de ingressos para os shows de Mallu Magalhães, Cachorro Grande e Identidade, marcados para as 22h do dia 26 de março, amanhã, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre.

Para participar, entre neste link e responda a uma pergunta. O vencedor levará um par de ingressos.

A promo segue até às 11h do dia 26. Corre!

Postado por Danilo Fantinel

Som novo de Mallu está na internet

10 de junho de 2008 2

Divulgação, Myspace

Mallu Magalhães continua a dar o ar folk de sua graça. A paulistana de 15 anos, que da noite para o dia virou uma quase popstar, coloca na web mais uma de suas composições bacanas: Don`t You Look Back.

A canção foi gravada no último domingo, dia 8, durante o programa TramaVirtual, no quadro 12 Horas no Estúdio. A cantorinha e compositora topou o desafio de, em apenas 12 horas, gravar e mixar sua nova música. A canção segue a linha das outras composições de Mallu, ou seja, tem a levada folk, gaita, slide, e o vocal à la country americano, mas tudo muito sutil e do jeito Mallu Magalhães de ser. Dont’ You Look Back é pra levantar o astral  e chamar o sol naqueles dias que estão bem nublados…

******Veja Mallu Magalhães em 12 Horas no Estúdio: 

*******Leia sobre o show de Mallu em Porto Alegre

Postado por Raquel Carneiro

Toca Malluuuuuuuuu!

14 de abril de 2008 4

Debora Vives/Kzuka
Sábado passado, 12 de abril, foi o dia para a galera conferir se tudo aquilo que se ouve e que se fala de Mallu Magalhães é mesmo verdade. E é sim. É melhor, na verdade, porque só ao vivo é possível se divertir com uma certa *crueza* e a total *espontaneidade* adolescente da cantora e compositora de 15 anos.

Mallu subiu discreta e meio sem jeito ao palco do Porão do Beco, em Porto Alegre, usando um paletó xadrez marrom claro com calça marrom escuro quase não querendo chamar a atenção. A platéia, que já gritava por ela antes do início do show, a recebeu com assobios e aplausos.

A sensação era semelhante àquela quando sua prima mais nova arreda os móveis da sala para tocar violão para a família. No entanto, essa aura amadora se desfaz quando Mallu começa a cantar. Uma nova impressão toma conta do público: a de se estar diante de uma artista arrojada e segura, mesmo que delicada e tímida. Suspiros.

Mallu se apresentou sozinha, apenas com violão, gaita, Johnny Cash, Bob Dylan e Beatles no palco. Ela veio à Capital gaúcha sem banda por motivos de logística e deslocamento. Uma pena. Mas a essência de Mallu está mesmo em Mallu: o folkabilly (no-folk?) perfeitinho, as letras inspiradas, a voz cristalina, a interpretação contida e afinada e um delicioso sabor de felicidade e leveza. Ou seja, não perdemos nada.

A cantora se surpreendeu com gritos e aplausos para músicas como J1, Tchubaruba, Don’t you leave me, Get to Denmark, Letrinhas dos jornais e Vanguat (em português e em homenagem à banda para a qual abriu um espetáculo no clube Clash no início deste ano em São Paulo). Já ambientada ao show, contou algumas histórias sobre como surgem suas músicas, como a do gato que caiu de uma janela do prédio dela, que virou a engraçada Falling cat. Em meio ao público de cerca de 600 pessoas alguém grita “Toca Malluuuuuu!” – bem adequado!

Veja Tchubaruba, o grito do fã e a história do gato no vídeo abaixo.

A paulistinha costuma fazer shows sem set list determinado. Vai tudo de improviso mesmo, no “feeling”, como ela diz. Mas não foi assim em Porto Alegre. Conferindo o set a todo momento, Mallu dizia %22ah, também tem essa%22 antes de começar alguma canção. O set list, clicado para o Volume e recuperado por mim após o show, foi rabiscado e reescrito algumas vezes, mostrando inquietude quanto ao que Mallu vai mostrar no palco.

A lista de músicas seguiu com You always say, Mr. Blue Eyes (nova, finalizada no final de maio), Town Of Rock%27n%27Roll, I do believe e Il va partir (em francês), entre outras.

Além dessas, Mallu presenteou a todos com covers de luxo para músicas de Johnny Cash (Folsom Prison Blues), Bob Dylan (It ain’t me, babe) e Beatles, além de Anyone else but you, do The Moldy Peaches, que está na trilha do filme Juno.

Após o show, falando com o amigo jornalista Marcelo Ferla, comemoramos o fato de Mallu ainda estar no comando de sua recente carreira, mas nos perguntamos até quando ela conseguirá fazer isso, mantendo espontaneidade, inocência e liberdade criativa longe dos ditames controladores de grandes gravadoras….

Em entrevista ao Volume, Mallu disse que, por enquanto, seguirá independente, apesar de estar sendo sondada por selos nacionais. Longa vida à indie Mallu!

Postado por Danilo Fantinel

Planeta Terra 2012 divulga line-up

21 de agosto de 2012 0

O festival Planeta Terra confirmou nesta manhã o line-up 2012: Suede, Kings of Leon, Garbage, Gossip, Azealia Banks, Best Coast, Maccabees, Kasabian, The Drums e Little Boots, além de Mallu Magalhães, Banda Uó e Madrid.

A sexta edição do festival será realizada no dia 20 de outubro, no Jockey Club, em São Paulo. Ingressos à venda no Live Pass. Todos shows serão transmitidos online, ao vivo, pelo portal Terra.

Neste ano, o Planeta Terra também rola em Lima (13 de outubro) e Bogotá (27 de outubro).

Thiago Pethit lança o vídeo de Pas de Deux

15 de agosto de 2012 0

O segundo disco de inéditas de Thiago Pethit, Estrela Decadente, com produção do Kassin, deverá sair ainda em agosto. Participam Cida Moreira e Mallu Magalhães.

O primeiro single, Pas de Deux, ganhou um clipe centrado na estilização do passado, com figurino e maquiagem lembrando espetáculos antigos. Boa sintonia estética com a música, que conserva o clima de cabaré berlinense anos 1920, mas dá um passo à frente em melodia, harmonia e liberdade criativa. Do meio pro final rola um leve clima disco orgânico, seguido de desconstrução e reconstrução da faixa.

O novo disco sucede o debut de respeito Berlim, Texas, de 2010.

Duo indie folk YouDoMeToo lança clipes vintage

27 de dezembro de 2011 3

O duo indie folk YouDoMeToo, de São Paulo, lançou clipes para duas de suas músicas há pouco tempo. As singelas canções são marcadas pela melancolia e pela voz doce da linda vocalista Luna May e pelo instrumental de Nat de Abreu.

Na romântica Heart Skips a Beat, os músicos criam um clima alegre, mas discreto. Já Away From Here é bem introspectiva. Em ambos os casos, apesar do bom resultado, é impossível não lembrar de algumas músicas de Mallu Magalhães. No entanto, entre as influências declaradas da dupla estão She & Him, Cocorosie, Carla Bruni e Regina Spektor.

Os clipes, bem produzidos e assinados pelo duo, têm identidade visual vintage e temática bem definida. Atenção para os instrumentos reciclados. Ficaram bem legais. No geral, foi um belo primeiro passo.

Luna e Nat se conheceram em redes sociais. Enquanto ele compunha suas próprias músicas, ela escrevia poesias. Ao mesmo tempo em que ele cantava trancado dentro de um armário, ela fazia concertos sozinha na escada do prédio em que morava. E, se ele montava seus próprios instrumentos, ela tocava bateria imaginária. Ao que parece, o encontro foi complementar e bem sucedido. Rendeu o disco Color Trees.

Mais sobre a banda:

> Myspace
> SoundCloud

Thiago Pethit toca em POA no dia 06

01 de junho de 2010 0

Divulgação, Carol Bittencourt
Thiago Pethit, o menino dos olhos da nova música brasileira, toca no Santander Cultural, em Porto Alegre, no próximo dia 06. Na verdade, Thiago extrapola o senso nacional. Compõe e canta em português, mas também em inglês e francês com facilidade, tendo à mão não apenas bossa transfigurada, mas também cabaré berlinense anos 20, chanson 60 e folk 2000. Brecht, Leonard Cohen, Serge Gainsbourg e Tom Waits na veia; delicadeza, simplicidade, dramaticidade e melancolia autoral no tato.

O paulistano divulga seu primeiro álbum, o pessoalíssimo Berlim, Texas, lançado neste ano com produção de Yury Kalil (Cidadão Instigado). O disco foi gravado de forma quase artesanal, sem muitas intervenções técnicas, nos Estúdios Totem, em São Paulo. E isso faz toda a diferença. Thiago já disse em entrevistas que queria se ver livre das armadilhas fáceis e artificiais da parafernália tecnológica atual. É mais alquimia e menos laboratório. Ganham os amantes da boa música.

Thiago estudou canto e composição em Buenos Aires, trabalhou em três companhias de teatro, traça paralelos com Vanguart, Tiê e Mallu Magalhães e já abriu shows de Will Oldham e Nouvelle Vague. Vai perder? O show é dia 06/06, às 17h, no Átrio do Santander. Ingressos à R$ 10,00. Mais Thiago no site dele.

Postado por Danilo Fantinel

PROMO: GIG ROCK

04 de novembro de 2009 0

Reprodução
Galera, o Volume e a Beco 203 Produtora abriram hoje essa promo para sortear quatro pares de ingressos para a 7ª edição do GIG ROCK, que rola no dia 7 de novembro, a partir das 15h, na Casa do Gaúcho, lá no Parque Harmonia (rua Otávio F. Caruso da Rocha, 301), em Porto Alegre.

Para articipar responda “Por que Porto Alegre é vista como uma cidade rock?”. As respostas mais criativas levam as entradas. E o primeiro colocado ganha também duas pulseirinhas de acesso VIP!

A promo fica no ar até as 10h do dia 06/11 (sexta). O resultado sai por volta das 12h.

>>>>> Tá a fim de tentar? Então clicaqui!

>>>>> 7º GIG ROCK terá Mallu Magalhães, Marcelo Camelo, Pato Fu, Graforréia Xilarmônica, Walverdes, as bandas uruguaias Hablan por la espalda e Dante Inferno e mais

Postado por Danilo Fantinel

Vanguart²

09 de junho de 2009 17

 

Foto: Tadeu Vilani

Volume convidou dois amantes da banda Vanguart, de Cuiabá, para analisar o último show deles em Porto Alegre, ocorrido dentro da programação Kidults do PARC Fest, na sexta-feira passada (dia 05). Leia abaixo as impressões de Ana Bazerque, do site hagah, e do meu irmão Fernando sobre o espetáculo que rolou no Ox.  

 

Na cama sem Vanguart

Por Fernando Fantinel

 

23h50min – 05/06/2009 – Saio da minha cama quentinha com forte dor de garganta para enfrentar a noite gelada. Hoje é sexta-feira. Show do Vanguart no Ox, no Ocidente.


Com uma hora de atraso, depois da Pública, a banda entra no palco. A figura esquálida e cabeluda de Helio Flanders assombra o palco. Ele rasga a potente voz para o delírio de uma plateia que sabia e queria o que estava por vir. Ninguém se decepcionou. Palco e público viveram um grande momento. O vocalista cumpriu à risca sua performance irresistível. Amável, sincero, enfant terrible, conquistador. Ele olha fundo no olho de um menino, depois no de uma menina nas primeiras filas, de um jeito que faz a gente acreditar: sim, estamos falando a mesma língua e sentimos a mesma coisa.
Senti no meu próprio olho. You know me so well, I know you as well. Obrigado, Flanders. A projeção está feita pra sempre, o elo. Perfeito para um ídolo rocker. Vanguart é folk rock, é muito mais, é música. A banda de Cuiabá vai se transformando em gente grande na música brasileira. Helio Flanders está no topo do topo da pirâmide dos novos letristas com estilo muito próprio e isso, no Brasil de hoje, é um caso raro. Raríssimo.

No palco, o artista saboreia o seu momento máximo. Vanguart experimenta isso todas as noites. Dorival Caymmi merecia ter vivido alguns meses mais para ter conhecido o arranjo maremoto de O Mar. South America, Miss Universe, Hemisfério, em espanhol, inglês ou português, Flanders é craque em qualquer língua. Impossível destacar os highliths da noite, tudo foi muito bom. Inesquecível foi Enquanto Isso Na Lanchonete e Semáforo, clássico. A banda toca como funciona um relógio suíço.

Holofotes para o guitarrista bom-moço David Dafre e seus passinhos de bandinha alemã. Um Kraftwerk clonado. Tão concentrado estava nos acordes perfeitos que parecia estar longe. Era incerto se ele estava lá no palco ou lá em outro lugar. No bis a confirmação: ele estava totalmente com a banda todo o tempo. Grande cara. A noite se fortaleceu com a participação de um Arhtur de Faria ok, recebido com entusiasmo pelo público. Sua gaita em Robert foi eficaz e o bar tremeu ainda mais. O clima se alternou entre terremoto, maremoto e demais abalos sísmicos durante as quase duas horas de show.

Faltou The Last Time I Saw You, mas sem Mallu Magalhães não daria mesmo. O show estava acabando e vieram os inevitáveis “toca Raul” de um lado e o adequado e surpreendente “toca Mallu ” de outro, sintetizando o que é o Vanguart. Hey yo vangs!


Voltei pra minha cama com a garganta ainda mais estourada e o coração mais quente.

Novo hino indie é consagrado

Por Ana Luiza Bazerque

* Fotos: Camila Mazzini 

Na noite de sexta-feira, findaram-se todas dúvidas: um novo hino indie foi consagrado. A canção Semáforo, da banda Vanguart, foi entoada como um mantra pela plateia que escolheu o Ox entre todas as opções do Coca-Cola PARC. Era como se, finalmente, alguém admitisse, sem o menor pudor, que todos os seus amigos querem mesmo morrer. E tudo bem. Todo seguem vivendo normalmente, nada de olhos pintados nem roupas pretas.

 

O Vanguart apresentou em seu show o retrato de uma geração que aprendeu a expressar suas frustrações de forma crua, sem ser piegas e até com uma certa ironia. E quando se trata de trabalho, o desempenho no palco supera as expectativas. Pouco espaço e contraluz não comprometeram o espetáculo e o vocalista, Hélio Flanders, mostrou uma performance ainda melhor do que no show do ano passado, primeira vez que a banda esteve em Porto Alegre.

 

Além dele, Reginaldo Lincoln e David Dafre surpreendem quando dão um passo à frente para dividir os vocais. A banda tem química e tudo funciona com muita naturalidade.

Como aconteceu na estreia da banda por aqui, o show teve a participação de Arthur de Faria, tocando acordeão e dando um toque balcânico à Cachaça. A apresentação teve direito ainda à palinha de Guilherme Neto, da Império da Lã, nos vocais de Hey yo silver, e até meninas em cima do palco. O público permaneceu com os olhos vidrados no quinteto, exceto por alguns poucos que nem imaginavam os que estava se passando naquele lugar – algo natural para um evento que reunia artistas de várias vertentes.

 

Depois do lançamento do temido segundo disco, o Vanguart se estebelece na história do rock brasileiro como uma ótima banda no presente e com um futuro de muito rock pra eles e para nós.

 

>>>>> The View toca para poucos em Porto Alegre
>>>>> Matt and Kim detonam o rock’n’roll em POA

Postado por Danilo Fantinel

Calendário de shows atualizado

18 de março de 2009 7

Liam Gallagher, do Oasis/Reprodução
O calendário de shows indicados pelo Volume em Porto Alegre foi atualizado com várias datas novas.

Amanhã o dia será concorrido, com The Wailers, Groundation, Pata de Elefante, Graforréia Xilarmônica e Wander Wildner dividindo o público. O dia 26 de março também será cheio, com Nação Zumbi, Graforréia Xilarmônica e o show triplo de Mallu Magalhães, Cachorro Grande e Identidade. Além disso, Buddy Guy toca no dia 29 do mesmo mês.

Já em abril, Burt Bacharach se apresenta no dia 13, Billy Cobham no dia 14, B-52’s no dia 20 e Jan Akkerman no dia 29. No dia 18 do mesmo mês, o Festival Rock Jr. reunirá no mesmo palco Alemão Ronaldo, Graforréia, Replicantes, Identidade, Pública, Cartolas, Damn Laser Vampires, Do you like?, Hibria, Keepers, Locomotores, Superguidis, Tópaz e Efervescentes.

Em maio rola Orquestra Imperial (dia 07), O Rappa (09), Oasis (12) e The Wailers, que volta para mais um show na capital gaúcha no dia 21.

Veja outros espetáculos e mais infos sobre cada um deles abaixo.

Postado por Danilo Fantinel