Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Resultados da pesquisa por "Rolling Stones"

Livro de fã avalia trajetória dos Rolling Stones

11 de abril de 2009 2

Reprodução, New York Times

Assistir a um ensaio dos Rolling Stones no qual a música não é o mais curioso, e sim uma “disputa de flatulência” entre Keith Richards e Ron Wood, ou testemunhar a banda destruindo troféus do Hall da Fama do Rock e jogando os pedaços uns nos outros. Esses flagras da intimidade dos músicos foram presenciadas por um persistente fã americano da banda, Bill German, hoje com 47 anos. Viciado nos Stones desde criança, German lançou este ano um livro dedicado a seus ídolos.

Under Their Thumb – How a Nice Boy From Brooklyn Got Mixed Up With the Rolling Stones (and Lived to Tell About It) – “Sob o controle deles – Como um garoto legal do Brooklyn se entrosou com os Stones e viveu para contar sobre isso” – conta o empenho de German em perseguir o grupo em festas, shows e hotéis de luxo e publicar um folheto informativo sobre a banda por décadas sem ganhar um pila por isso. 

Segundo a resenha do New York Times, a obra é uma história sobre “reter a fé e manter uma chama ardendo com discos ruins e discussões da banda e até descobrir que seus heróis não são deuses dourados, mas pessoas reais”.

Sobre seus ídolos, o fã retrata histórias e detalhes que compõem a personalidade dos músicos mais ou menos como o grande público os imagina. Mick Jagger é ditatorial, Keith Richards é “louco e pé-no-chão”, Charlie Watts é mais reservado e Ron Wood seria inseguro e age como “o novo integrante” da banda.

Mais: o blog Stones Planet Brasil cita outras revelações interessantes do livro, como a de que o apelido de Mick Jagger era “Brenda”. Os outros músicos usavam isso quando queriam falar mal de Mick (Keith teve a ideia quando viu um livro de uma autora chamada Brenda Jagger).

O título da obra se refere a uma canção de 1966, “Under my thumb”, e ainda não tem previsão de lançamento traduzido no Brasil.

Postado por Camila Saccomori

Rolling Stones relançarão 14 álbuns

02 de abril de 2009 5

Divulgação
Os Rolling Stones programaram o relançamento remasterizado de 14 de seus álbuns. Uma caixa contendo todos os CDs também deverá ser lançada.

Os primeiros chegam às lojas dia 04 de maio: Sticky Fingers (1971), Goats Head Soup (1973), It`s Only Rock `N` Roll (1974) e Black And Blue (1976).

No dia 08 de junho, saem Some Girls (1978), Emotional Rescue (1980), Tattoo You (1981) e Undercover (1983).

Os últimos, cujo lançamento será em 13 de julho, serão os discos mais recentes: Dirty Work (1986), Steel Wheels (1989), Voodoo Lounge (1994), Bridges To Babylon (1997) e A Bigger Bang (2005).

Além disso, a banda estuda lançar Exile On Main Street (1972) em uma versão especial ainda neste ano, mas, segundo a Billboard, nenhuma data foi estipulada para isso.

Postado por Danilo Fantinel

Músicas do Rolling Stones viram nomes de rua

15 de dezembro de 2008 0

Crédito:Divulgação

A cidade de Dartfort Kent prestou uma bela homenagem aos seus filhos mais ilustres. A cidade natal dos integrantes do Rolling Stones acaba de batizar 13 de suas ruas com nomes de sucessos da banda.

De acordo com o site da revista New Musical Express, os vereadores da localidade batizaram as ruas como “Satisfaction Street“, “Angie Mews” e “Ruby Tuesday Drive“, por exemplo.

Little Red Walk“, “Babylon Close“, “Stones Avenue“, “Dandelion Row“, “Lady Jane Walk“, “Cloud Close“, “Rainbow Close“, são outros exemplos dos novos nomes das ruas do lugar.

Quem não gostou nem um pouquinho da novidade foi a polícia local. Com toda a razão, as autoridades de Dearford acreditam que as placas devem ser constantemente roubadas por fãs da banda.

Postado por Luciano Varelmann

Rolling Stones lançarão álbum ao vivo

05 de março de 2008 0

Divulgação, site oficial
Esses véinhos ingleses não param nunca! Rolling Stones está lançando um álbum ao vivo, gravado no Beacon Theatre de Nova York, em 2006, com 22 duas faixas.

O novo CD coincide com a estréia do documentário de Martin Scorsese sobre a banda, Shine A Light. O filme teve premiere no Festival de Berlim dia 08 de fevereiro.

O show teve participação especial de Jack White, do White Stripes, de Christina Aguilera e da lenda do blues Buddy Guy.

Veja as músicas selecionadas

 

CD1

CD2

Jumping Jack Flash

Sympathy For The Devil

Shattered

Live With Me (com Aguilera)

She Was Hot

Start Me Up

All Down The Line

Brown Sugar

Loving Cup (com Jack White)

(I Can’t Get No) Satisfaction

As Tears Go By

Paint It Black

Some Girls

Little T&A

Just My Imagination

I%27m Free

Faraway Eyes

Shine A Light

Champagne And Reefer (Buddy Guy)

 

Tumbling Dice

 

You Got The Silver

 

Connection

 

 

>>>>> Shine A Light estréia em Berlim

>>>>> Veja imagens do filme

>>>>> Keith Richards gonga Jagger e Led Zeppelin

>>>>> DVD tem sete horas de Stones

Postado por Danilo Fantinel

Rolling Stones deixa EMI?

17 de janeiro de 2008 0


The Rolling Stones foi o primeiro nome de peso a deixar a gravadora EMI, desde que a decisão da empresa de reestrutura-se foi anunciada.
De acordo com o jornal The Times, Mick Jagger e sua turma anunciaram hoje que vão editar pela Universal, um álbum gravado ao vivo em 2006. Assim, quebram uma relação com a EMI de 16 anos.

O álbum sairá em março e servirá de trilha sonora para Shine a Light, o novo filme de Martin Scorcese e que já tem sua estréia marcada para fevereiro, no Festival de Cinema de Berlim.

O négocio com a Universal prevê a gravação apenas de um disco, mas as línguas por aí já espalham que seria o fim do relacionamento Stones/EMI.


Um porta-voz da banda comentou que a banda está super afim de trabalhar com a Universal Music e estão excitados com esta nova experiência!


Impressionando o pique desses caras! Não é à toa que são os Stones!

Postado por Raquel Carneiro

Ex-Stones e batera do Pink Floyd detonam games

08 de setembro de 2009 10

Bill Wyman, ex-baixista dos Rolling Stones/Divulgação
Rock Band e Guitar Hero são a tábua de salvação para muitas bandas e músicos, que conseguem relançar material antigo e apresentar músicas novas tendo os games como suporte. Os joguinhos conseguiram levar para o mundo virtual até mesmo figuras que, muito provavelmente, seriam contra a ideia, como Kurt Cobain. Agora, o ex-baixista dos Rolling Stones, Bill Wyman, e o batera do Pink Floyd, Nick Mason, se levantaram contra os jogos.

O GigWise publicou este texto, no qual Wyman e Mason dizem que o Rock Band e o Guitar Hero afastam a gurizada dos instrumentos musicais de verdade.

Wyman, de 72 anos (nos Stones entre 1962 e 1992), afirmou que os games não encorajam as crianças a aprenderem música e que “este é o problema”.

(O game) faz cada vez menos pessoas aprenderem instrumentos. É uma pena. Eu realmente não sou louco por este tipo de coisa. 

Nick Mason, 65 anos, fez coro:

– Me irrito vendo meus filhos jogar. Se eles tocassem guitarra pelo mesmo tempo que aprendem a apertar botões eles seriam muito bons.

Já Alex Rigopulas, da Harmonix Systems, dona do Rock Band, acha que ocorre justamente o contrário. Para ele, os games inspiram as pessoas a se tornarem bons músicos. Rigopulas cravou:

– A maioria das pessoas aprendem algum instrumento em algum momento da vida, e quase todas desistem em alguns meses ou anos. Acho que é porque os primeiros anos do aprendizado são os menos gratificantes. Mas, quando jogam Rock Band, rapidamente percebem as recompensas que estão do outro lado do muro. Nossos fãs dizem constantemente que começaram a estudar um instrumento musical inspirados pelo Rock Band.

Eu não jogo games e não toco instrumentos. Então pergunto:


>>>>> Guitar Hero 5 anuncia primeiras músicas
>>>>> Sons mais difíceis são os mais baixados dos games
>>>>> Guitar Hero prepara versão para DJs

Postado por Danilo Fantinel

Documentário proibido sobre Stones vaza na rede

21 de agosto de 2009 14

Mick Jagger e Keith Richards/Reprodução, Robert Frank
O polêmico documentário Cocksucker Blues, gravado durante a turnê de 1972 dos Rolling Stones pelos Estados Unidos, vazou na internet nesta quarta, mas já foi removido da rede.

A exibição em larga escala do filme de Robert Frank havia sido proibida pela banda por mostrar os músicos consumindo drogas (e não apenas isso) no backstage dos shows. Há anos, os Stones conseguiram na Justiça uma liminar que determinava a projeção do doc em público apenas com a presença do diretor.

No entanto, o Flavorwire divulgou fotos e o link dos vídeos, que foram publicados pelo site Wat. O problema é que as imagens já foram deletadas. Perdi!

O guitarrista Keith Richards já havia dito que se alguém visse o filme nos Estados Unidos eles nunca mais poderiam entrar no país…

>>>>> Livro de fotos revela Rolling Stones em 1965

Postado por Danilo Fantinel

Língua dos Stones vira peça de museu

02 de setembro de 2008 1

A música quando vista como indústria pressupõe uma série de áreas da cultura e do mercado atuando em conjunto para funcionar direitinho. Entre tantos segmentos intrínsecos a ela, as artes visuais (assim como a moda) é um dos pilares mais importantes para elevar uma banda ao status de ícone pop mundial. Assim, a identidade visual da banda é essencial e pode se tornar tão grande quanto seus músicos.

Prova disso ocorreu hoje, quando foi noticiado que a arte original do logo dos Rolling Stones (aquela famosa língua, que nos anos 70 era muito mais safada do que hoje) foi adquirida pelo Victoria and Albert Museum de Londres.

A peça foi vendida em um leilão nos Estados Unidos por US$ 92.500,00 (ou 47 mil libras —-> algo como R$ 138.942,05) na semana passada. A obra foi feita em 1970 pelo estudante de arte John Pasche depois que os Stones desaprovaram todas as imagens criadas pelo então selo da banda, Decca.

Pasche, que na época recebeu apenas 50 libras pelo logo (e em 1972 ganhou outras 200 pelo desenho), veio a trabalhar, depois, com The Who, The Stranglers e Paul McCartney.

O primeiro uso do logo foi no álbum Sticky Fingers, de 1971, e desde então acompanha o material de divulgação da banda.

O Victoria and Albert é um dos mais importantes museus do mundo. Reúne obras arqueológicas, mobiliário e peças de vestuário (sedas, algodão, roupas, tapetes) dos mais variados períodos e regiões.

Vale muito uma visita, especialmente no que diz respeito às coleções de arte da Idade Média européia e antiguidade Oriental – bastante focada em iranianos, bizantinos, assírios, palestinos e extremo Oriente (China e Japão).

>>>>> Veja a Virtual Rolling Stones Tongue Gallery 
>>>>> Victoria and Albert Museum

Postado por Danilo Fantinel

Stones assinam contrato exclusivo com a Universal

25 de julho de 2008 0

Rapazes do Rolling Stones tem planos para discos a longo prazo/Divulgação

Os “vovôs” do Rolling Stones pelo visto não pretendem aposentar as guitarras tão cedo. Eles assinaram um contrato de gravação exclusivo, mundial e de longo prazo com a Universal Music.

Em comunicado, a maior gravadora do mundo, disse que o novo acordo cobre os próximos discos dos Stones e o seu catálogo. Em março, a Universal foi responsável pelo lançamento da trilha sonora do documentário “Shine a light”, dirigido por Martin Scorsese. A partir de agora, ela lançará todas as gravações da banda pelo selo Polydor, além de deter os direitos físicos e digitais das obras.

Quem saiu perdendo nesta história foi a antiga gravadora dos “vovôs” roqueiros, a EMI. Desde que foi comprada pela empresa Terra Firma, em 2007, a gravadora perdeu várias estrelas, incluindo Radiohead e Paul McCartney. Segundo informações do G1, a produtora de shows Live Nation também tentava assinar um contrato com o grupo.

Se depender da energia do jovem vocalista que completa 65 anos neste sábado, Mick Jagger, os Stones ainda vão longe:

Postado por Stefanie Silveira

Scorsese detalha os Stones em Shine a Light

04 de abril de 2008 5


Os Rolling Stones são figurinhas carimbadas na obra do diretor Martin Scorsese. Cassino e Os Infiltrados são dois exemplos de filmes que usam e abusam das músicas de Mick Jagger e Keith Richards. Por isso não deve ter sido tão complicado para Scorsese retratar a banda no filme Shine a Light – uma das principais estréias desta sexta nos cinemas do país.

Se em The Last Waltz Scorsese registra um grupo, The Band, de saco cheio da estrada, e em No Direction Home ele tenta desesperadamente desvendar apenas uma das muitas facetas de Bob Dylan, em Shine a Light o diretor tem apenas o trabalho de mostrar uma banda excessivamente satisfeita consigo mesma. Keith Richards conta mais de uma vez ao longo das mais de duas horas de filme que eles apenas estão fazendo aquilo que realmente gostam. E este é motivo pelo qual duram tanto. Esse e a grana, é claro.

Shine a Light começa com Scorsese resolvendo pequenos problemas com os Stones, especialmente Mick Jagger. Desde detalhes de cenário, passando por localização das câmeras no local da apresentação, o Bacon Theatre, em Nova York, até chegar ao diretor implorando para saber qual música abrirá o espetáculo. A confirmação só chega momentos após o ex-presidente do EUA Bill Clinton anunciar o grupo e segundos antes deles emendarem Jumpin Jack Flash.

Depois disso, vimos os Stones em ação, entrecortados por entrevistas feitas ao longo dos 45 anos de carreira dos músicos britânicos. Mais do que a gravação do show, Scorsese consegue captar os diversos detalhes da banda dentro e fora do palco.

Encoxada em Christina Aguilera

Charlie Watts bufa e demonstra o cansaço após manter o ritmo de All Down The Line. Lisa Fisher sacode o decote para as câmeras e para Mick Jagger ao longo de She Was Hot. Jagger dá um encoxadinha básica em Christina Aguilera no dueto de Live With Me. Jack White, dos White Stripes e dos Raconteurs, passa boa parte de Loving Cup olhando para Jagger e esperando suas deixas, assim como o vocalista dos Stones fez com Bob Dylan no Brasil nos shows da turnê Bridges To Babylon, em 1998. E Buddy Guy recebe a guitarra de presente de Keith Richards depois de tocar Champagne and Reefer.

Além disso, não tem como não rir ao ver Mick Jagger cantar “Some girls give me children, And i only made love to her once” (Algumas garotas me dão filhos, e só fiz amor com ela uma vez). em Some Girls. Ou deixar de achar estranho Keith Richards no palco, sem guitarra, cantando You Got The Silver num estilo crooner bebum recém saído da sarjeta.

O resto é aquilo que você já conhece: Brown Sugar, Tumbling Dice, Sympathy For The Devil, Satisfaction, mas com um olhar Scorseseano que faz toda a diferença. E o bom de gostar de uma banda como os Stones é saber que eles podem desencavar canções do fundo do baú que você nunca desconfiou que iria assistir ao vivo, como As Tears Go By ou Far Away Eyes.

O filme é divertido, as duas horas passam rápido e a única coisa a lamentar é não poder levar um cervejinha para dentro da sala de cinema e acompanhar o show da maneira como ele deve ser feito. Assistir aos Stones comendo pipoca e tomando refri não dá.

>>> Confira a galeria de fotos de Shine a Light

Postado por Márcio Gomes