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Posts com a tag "Amy Winehouse"

Geoff Barrow, do Portishead, diz que Amy Winehouse tinha voz falsa

21 de setembro de 2012 4

Geoff Barrow, do Portishead, disse que Amy Winehouse tinha voz falsa e que, pouco antes de morrer, tornou-se uma personagem de si mesma. Além disso, em entrevista ao site ElectronicBeats.net, apelidou a cantora morta em julho de 2011 de “Whiney Shitehouse”, ou algo como “Chorona M…house”.

Eu acho que Whiney Shitehouse – Amy Winehouse, logo no final, tornou-se uma personagem cômica de si mesma e de como ela cantava. Eu a vi com uma guitarra eletrônica em um pequeno pub em Bristol e as pessoas diziam ‘isso é incrível’, mas não era. Então, ela teve um grande problema com as drogas e os tabloides se envolveram e ela iria começar a ser uma nova Minnie Riperton [cantora de soul]. Era tudo de mentira, mas como havia um grande problema com drogas não se podia dizer que era falso, mas sua voz mesmo parecia falsa. Ela teve uma vida real com uma voz falsa – criticou.

Na mesma entrevista, Barrow elogiou Björk, PJ Harvey e sua parceria de Portishead, Beth Gibbons, que “mudam suas vozes, mas ainda assim são elas”.

Há poucos dias, as cinzas de Amy foram lançadas no norte de Londres.

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Nas libera música inédita feita em parceria com Amy Winehouse

04 de julho de 2012 0

O rapper Nas liberou a música Cherry Wine, feita em parceria com Amy Winehouse. A base hip-hop do som encontra o vocal potente de Amy, o que faz lembrar o clima jazzy-cool-new-R&B do álbum de estreia da britânica, Frank, e obras clássicas do crossover jazz, como Doo-Bop, lançado por Miles Davis em 1992.

A faixa foi produzida por Salaam Remi, responsável por Frank, e estará no novo disco do Nas, Life Is Good, marcado para 17 de julho. O arquivo abaixo tem uma qualidade do som ruim e interferências trash que prejudicam a audição…

As primeiras colaborações entre Nas e Amy rolaram em 2008 com apoio de Remi. Uma das faixas daquela época, Like Smoke, entrou no disco póstumo Lioness: Hidden Treasures, lançado há um ano. Ouça músicas de Lioness aqui , aqui e aqui.

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Documentário sobre Amy Winehouse estreia em julho em Londres

20 de abril de 2012 0

O documentário Arena: Amy Winehouse, dirigido por Maurice Linnane, será o filme que abrirá o East End Film Festival, em Londres. O evento será realizado entre 03 e 08 de julho.

Conforme o CMU, o filme reúne cenas raras de shows de Amy e imagens de arquivo. Além disso, trata sobre os ídolos da cantora, como Mahalia Jackson, Sarah Vaughan e Ray Charles.

Arena: Amy Winehouse será exibido na St Anne’s Church, em Limehouse, em uma noite de música ao vivo com convidados especiais (ainda não anunciados). Saiba mais sobre o East End Film Festival no site oficial.

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Ouça Amy Winehouse cantando The Girl From Ipanema

29 de novembro de 2011 2

A BBC tocou hoje todas as faixas do disco Lioness: Hidden Treasures, o álbum póstumo de Amy Winehouse, incluindo The Girl From Ipanema, versão de Garota de Ipanema, o clássico da bossa nova composto por Vinícius de Moraes e Antônio Carlos Jobim.

Ouça:

Se o player não tocar para você, clique neste link ou escute abaixo:

A canção estará no álbum ao lado de Like Smoke e Our Day Will Come, que você escutou neste post e Halftime, que vazou ontem. Veja a tracklist completa aqui. O lançamento de Lioness: Hidden Treasures está marcado para 05 de dezembro.

>>>>> Mais Amy Winehouse no blog Volume

Ouça Halftime, mais uma inédita de Amy Winehouse

28 de novembro de 2011 0

Caiu na rede Halftime, mais uma música inédita de Amy Winehouse. A faixa é jazzy, semelhante ao clima r’n'b cool do álbum de estreia da britânica, Frank (2003), do qual ficou de fora. Halftime foi gravada em agosto de 2002 com produção de Salaam Remi, o cara por trás do primeiro disco.

A canção estará no álbum póstumo Lioness: Hidden Treasures, ao lado de Like Smoke e Our Day Will Come, que você escutou no início do mês neste post.

O disco tem produção de Remi e Mark Ronson e virá com 12 canções, incluindo um cover de The Girl From Ipanema e Between the Cheats, música inédita sobre o ex-marido de Amy, Blake Fielder-Civil. Lioness: Hidden Treasures será lançado no dia 5 de dezembro. Veja a tracklist:

Our Day Will Come (versão reggae) – Cover
Between the Cheats – inédita
Tears Dry – Versão original de Tears Dry on Their Own
Wake up Alone
– Demo de março de 2006
Will You Still Love Me Tomorrow – Cover da canção do Shirelles
Valerie – Versão lenta do cover de The Zutons
Like Smoke – inédita
The Girl from Ipanema – Cover da bossa brasileira
Halftime – inédita
Best Friends – Gravação de fevereiro de 2003
Body and Soul, com Tony Bennett – Cover da canção de jazz que saiu em Duets II
A Song for You – Cover da canção de Leon Russell gravada na primavera de 2009

>>>>> Mais Amy Winehouse no blog Volume

Ouça duas músicas inéditas de Amy Winehouse

03 de novembro de 2011 0


Duas músicas inéditas de Amy Winehouse, Like Smoke e Our Day Will Come, foram divulgadas pelo site da rádio Hot 97. As faixas integram Amy Winehouse Lioness: Hidden Treasures, o disco póstumo que chega às lojas gringas no dia 5 de dezembro.

Like Smoke tem produção de Salaam Remi, que trabalhou no primeiro disco da cantora, Frank, e participação do rapper Nas nos vocais. É jazzy contemporânea, com traços de hip hop, como várias faixas do primeiro álbum da britânica. Já Our Day Will Come é um cover de Ruby & The Romantics em leve clima reggae, se aproximando da sonoridade criada em parceria com Mark Ronson em algumas faixas de Back to Black.

Ouça Like Smoke

Escute trecho de Our Day Will Come


Amy Winehouse Lioness: Hidden Treasures foi editado por Remi e Ronson. Serão 12 canções, incluindo inéditas e covers, como The Girl From Ipanema, registrada durante as sessões de Frank. Saiba mais no link abaixo.

>>>>> Álbum póstumo de Amy terá Garota de Ipanema
>>>>> Mais Amy Winehouse

Veja Amy Winehouse e Tony Bennett cantando Body and Soul

14 de setembro de 2011 5

Hoje, dia em que Amy Winehouse completaria 28 anos, foi divulgado o vídeo em que ela canta Body and Soul com Tony Bennett em estúdio. A música foi gravada em 23 de março no Abbey Road, em Londres. Amy morreu no último dia 23 de julho.

Em entrevista recente à Rolling Stone norte-americana, Tony disse que Amy foi “a melhor” de todos jovens artistas que ele conheceu nos últimos 15 anos e que “ela cantava jazz verdadeiro”. Já em um comunicado após a morte da cantora, Tony comentou que “ela foi absolutamente brilhante” e que “essa gravação realmente resgata a essência de seu talento artístico”. Ele definiu Amy como “um talento raro”.

A canção faz parte de Duets II, o álbum em que Tony tem como convidados Aretha Franklin, Norah Jones, John Mayer, Willie Nelson, Natalie Cole, Lady Gaga, Queen Latifah, Michael Buble e outros. O disco será lançado no dia 20 de setembro nos Estados Unidos.

>>>>> Mais Amy Winehouse

Amy havia dito que era problema

23 de julho de 2011 28

A notícia sobre a morte de Amy Winehouse, anunciada no início desta tarde, pega a todos de surpresa, mas infelizmente não era totalmente inesperada. Com um poder vocal brilhante, uma carreira tresloucada e um longo histórico de abuso de álcool e drogas, Amy avisou “I told you, I was trouble”, em You know I’m no good, do elegante, visceral e descolado disco Back to Black (2006).

A estreia estrondosa foi com o álbum Frank (2003), no qual apresentou ao mundo o poder dual de sua voz: um veludo raro, perfeito para o jazz, e ao mesmo tempo rascante, capaz de dar um verniz roqueiro e contemporâneo ao blues e ao soul. Mais que isso, o disco ajudou a definir o perfil explosivo, bombástico e a fúria apaixonada da cantora.

O segundo disco, o já citado Back to Black, surgiu maduro, aquecido por ska, reggae, blues e amargura. Nele, a cantora britânica exala sua afeição quase patológica pelo então marido, Blake Fielder-Civil, com quem manteve um relacionamento autodestrutivo e corroído por bebida e entorpecentes. Amy passa a misturar música e tragédia pessoal como quem prepara um drink venenoso.

Apesar disso – e provavelmente alimentada por isso – a cantora assume uma estatura de diva, valorizada pelos dotes vocais, mas ao mesmo tempo sofre a perseguição da indústria de celebridades, que registra em real time escândalos, brigas em bares, agressões a fãs e vexames públicos. Figurinha fácil dos tabloides e blogs de fofoca, torna-se a atração maior de um circo midiático deprimente.


Com o tempo, a carreira cai no limbo. Sem lançar um disco de estúdio desde 2006, cambaleava entre clínicas de reabilitação e shows irregulares. Na turnê brasileira, no início deste ano, fez uma boa apresentação em Florianópolis, com algumas derrapagens típicas de artistas que vivem à flor da pele, mas cantou bem, ainda mais levando-se em conta sua ruína pessoal.

No entanto, a qualidade dos shows foi decaindo na etapa final do giro brasileiro, entre Rio e São Paulo – cidade em que teria feito o pior espetáculo no país. Deste momento em diante o quadro se degradou. Parte da recente turnê europeia foi adiada e, dias depois, todos os shows foram cancelados. Ao mesmo tempo, as notícias de abuso de álcool e drogas voltaram com força.

Por mais dolorido que possa parecer, a morte precoce de Amy foi, na verdade, precoce para nós, o público. Ao que parece, o fim já havia chegado para Amy há algum tempo. Viveu rápido e morreu jovem, aos 27 anos, como Kurt Cobain, Jim Morrison, Janis Joplin e Jimi Hendrix. Típico de gênios da música com problemas relacionados a drogas.

>>>>> O show de Amy em Floripa

>>>>> Mais Amy

Amy cantou, mas Janelle deu show

10 de janeiro de 2011 3

O primeiro show da turnê de volta de Amy Winehouse, em Florianópolis, no sábado passado, foi esclarecedor: a soul woman mais rocker do mundo está cantando novamente. Após noites vexatórias na Europa e no Caribe, Amy provou que recuperou a voz – e que segue terrível, diga-se. Começou bem, esfriou, se perdeu, parou de cantar e depois encerrou a noite em alta, como no início.

Em uma apresentação de pouco mais de uma hora, a britânica mostrou seu timbre potente, rico e grave, calcado em emoção à flor da pele, como ocorre com verdadeiros artistas. Porém, escolheu um repertório irregular, no qual baladas muito intimistas abalaram sucessos inquestionáveis e colocaram em risco (mas não destruíram) o desempenho geral do espetáculo. Well, you know she’s no good

Ao que parece, o set foi sendo definido aos poucos, em cima do palco, em conversas com músicos e backing vocals. O grupo foi moldando a noite ao sabor dos acontecimentos, sem roteiro determinado. Deixando de lado parte das músicas mais intensas do espectro ska de sua carreira, que seriam perfeitas para o encerramento de um festival como o Summer Soul, Amy pontuou a noite com canções românticas muito lentas (como Some unholy war e Love is a loosing game), que caberiam melhor em um show para poucos em algum cabaré enfumaçado regado a vodka. Um evento para cerca de 10 mil pessoas exige menos introspecção e mais vigor.

Seja como for, poucas coisas na música hoje são mais importantes do que ver Amy cantando ao vivo. Principalmente quando há uma trinca de abertura como Just friends, Back to black e Tears dry on their own. Em certo momento, Amy passou o comando para o backing Zalon cantar Everybody here wants you (de Jeff Buckley) e What’s a man going to do. Ficou acompanhando tudo sentada no tablado da bateria. Medo… Zalon cantaria mais alguma com sua incrível voz? Por sorte não. Amy retornou ao microfone. Rolou um cover de Boulevard of broken dreams, de Tony Bennett. Do disco Frank, ouvimos I heard love is blind. Finalizou com Rehab, I’m no good, Me and Mr. Jones, You’re wondering now e Valerie. Faltas graves? Pelo menos duas: Fuck Me Pumps e Little Rich Girl.

Amy não falou muito durante o show. Ela é assim. Não estava lá para animar plateia. Veio até o Brasil para cantar. E cantou só o que preferiu. Confirmou que faz o que quer quando quer. E o resto que se f***. Provou que é diva. E divas não falam. Cantam.

Janelle deu show

Janelle Monáe é uma menina maluquinha. Híbrido de James Brown, Grace Jones e Michael Jackson criança, a superativa e doce Janelle roubou a cena com uma força quase comparável à que Arcade Fire teve para destruir Strokes no show em Porto Alegre em 2005.

Elétrica, cantou com clareza as letras verborrágicas de suas canções. E cantou com os olhos, expressiva. Desempenhou coreografias pré-determinadas, mas também improvisou. Fez uma entrada teatral, dançou moonwalk (de Jackson), homenageou Brown cenograficamente e pintou um quadro durante a apresentação. E o mais incrível é que essa overdose cênica, que segue o padrão conceitual do disco The ArchAndroid, não ofuscou o poder da voz de Janelle, evidente em canções como Dance or die, Locke inside, Cold war e Tightrope.

Janelle veio ao país hypada, mas sob a sombra de Amy. Mesmo assim, mostrou que não temia o gigantismo da britânica, passando por cima da tarefa de show de abertura como um trator. Assim como Winehouse, não falou muito com o público. Bom, você sabe. As divas não falam, cantam.

Mayer Hawthorne quem?

Esse sim falou com o público. Muito. A toda hora. Foi correspondido em alguns momentos, mas a verdade é que pouca gente realmente sabia quem ele era.

E quem é Mayer? É um branquelo nerd e elegante de voz fraca que faz neo-soul com influências do pop, da Motown e do hip hop. Tipo um Rivers Cuomo soul. Gostosas, b-boys, skatistas e DJs se espalham pelos seus clipes. Covers de M.I.A. e Snoop Dogg são comuns em seus shows.

Em Floripa, ele revisitou Beautiful, do rapper norte-americano. De autoria própria, rolaram Easy lovin, Make her mine e as mais conhecidas Maybe so, maybe no e Just ain’t gonna work out, entre outras.

O show foi praticamente perfeito, apesar do pouco alcance da voz de Mayer ao vivo. Acompanhado por músicos de primeira, o cantor fez uma ótima apresentação para aquecer a plateia para o que viria depois.

No geral, o Summer Soul Festival teve boa escolha de artistas, grandes performances e a promessa de que Amy tenha inaugurado uma nova fase musical – o que não significa uma nova personalidade.

Site de Amy Winehouse confirma shows no Brasil

19 de novembro de 2010 3

Depois dos rumores e do OK da produtora nacional, agora foi o site oficial de Amy Winehouse que confirmou quatro shows no Brasil em janeiro. Florianópolis dia 08, Rio dia 11, Recife dia 13 e São Paulo dia 15.

A venda de ingressos para o show em Floripa começa na próxima segunda-feira, dia 22. Ainda não foram confirmados os valores dos ingressos. A venda será feita pelo site Live Pass e pelo call center 4003-1527, com custo de ligação local.

A apresentação de Amy em Floripa faz parte do Summer Soul Festival 2011 e será realizada no Stage Music Park, em Jurerê (SC 402 – Rod. Maurício Sirotsky Sobrino s/n
Km 1,5). A cantora Janelle Monáe e o cantor, compositor, DJ e multi-instrumentista Mayer Hawthorne também participam do evento.

Os shows são os primeiros desde 2008. No início de outubro, ela fez um pocket para 150 pessoas no Hawley Arms Pub, em Londres, quando tocou músicas inéditas. Em novembro, vazou na rede uma nova versão para It’s My Party, gravada originalmente em 1963 por Leslie Gore. A regravação faz parte de um tributo ao lendário produtor Quincy Jones.

Janelle Monae e Mayer Hawthorne farão a abertura para Amy.

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