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Posts com a tag "banda"

David Lynch remixa faixa da nova banda de Nigel Godrich

28 de setembro de 2012 0

David Lynch remixou a faixa Strange Formula, da banda de kraut-pop Ultraísta, formada por Nigel Godrich (produtor do Radiohead), Laura Bettinson e Joey Waronker, que já trabalhou com Beck, R.E.M., Smashing Pumpkins, Eels e Paul McCartney.

A faixa tem synths sujos e beats nervosinhos como base. O nome do trio foi inspirado pelo movimento literário espanhol Ultraísmo, surgido em 1918, e o som original estará no disco de estreia do trio.

Ultraísta: Strange Formula on Nowness.com.

> Mais David Lynch

Guitarristas Johnny Marr e Nick McCarthy lançam single

22 de agosto de 2012 0

O guitarrista Johnny Marr, ex-Smiths, tocou no novo projeto de Nick McCarthy, do Franz Ferdinand, o Nice Nice Boys. Eles acabam de liberar o single Round Town. O som, feito em parceria com o rapper Marvellous Macc Mello, soa como se o Eminem tivesse virado um indie britânico.

E não, McCarthy não deixou o Franz Ferdinand. A banda está trabalhando em um novo disco. O sucessor de Tonight: Franz Ferdinand (2009) deverá sair até o final deste ano. Em maio, eles apresentaram quatro novas músicas em um show na Irlanda (veja aqui).

> O show do Franz Ferdinand em POA em 2010
> Mais Franz Ferdinand

Yuck lança a nova música Chew

16 de abril de 2012 0

A banda britânica Yuck, que tem um som muito mais voltado pro indie rock americano do que pro rock inglês, lançou a nova música Chew. O Yuck revive a sonoridade alternativa made in USA melhor do que ninguém atualmente. São distorções, microfonias e experimentações com uma carga pop improvável, que precisa de atenção para ser apreciada.

Chew tem altos resquícios de Galaxie 500. E o álbum de estreia, homônimo, um dos melhores do ano passado (e indicado pelo Volume no levantamento que a Itapema fez sobre os mais legais de 2011), tem ecos de Pixies, Guided by Voices, Yo la Tengo e Pavement.

> Mais Yuck

Damon Albarn diz que Blur e Gorillaz estão com os dias contados

10 de abril de 2012 0

O Blur voltou para shows há pouco tempo, mas ao que parece a banda já está com seus dias contados. Damon Albarn disse ao The Guardian, criar novas músicas com os outros integrantes do grupo tem se mostrado algo difícil. E o futuro do Gorillaz também está comprometido, já que a possibilidade de novas músicas é “improvável”.

Para mim é muito fácil trabalhar com Graham [Coxon]. Ele é um músico diariamente. Com os outros dois, é mais difícil para eles se reconectar. É ótimo quando tocamos ao vivo, ainda é muito mágico, mas realmente gravar coisas novas, trocar influências musicais… é bem difícil –, explicou.

Albarn disse que Under the Westway (ouça abaixo e leia aqui) pode ser a única desta nova etapa.

Nós gravamos ao vivo, em um take. Foi a primeira música do Blur gravada assim, porque antes eu nunca conseguia acabar as letras antes de gravarmos. Desta vez eu consegui, então tocamos juntos. O que é legal, porque não vejo mais gravações acontecendo depois disso.

Albarn descartou um novo disco de inéditas e um novo show no Hyde Park, como o que resultou no disco duplo ao vivo All The People, lançado em 2009. No entanto, não colocou um ponto final na história da banda, dizendo que nunca se sabe o que pode acontecer.

O futuro Gorillaz também é incerto. Ele e o ilustrador Jamie Hewlett brigaram em 2010, quando o Gorillaz fez uma turnê com uma banda de apoio.

O Gorillaz foi realmente maravilhoso e espontâneo. Começou com duas pessoas num sofá dizendo, ‘Vamos fazer uma banda!’ – explicou, afirmando também que música e vídeos passaram a não funcionar tão bem juntos após a tour.

Questionado se a banda lançará novas músicas, Albarn disse que é improvável e que Jamie sente que o lance acabou.

O último lançamento do Gorillaz foi a parceria com James Murphy e Andre 3000 para o projeto Three Artists, One Song. Ouça abaixo e leia aqui.

>>>>> Mais Blur
>>>>> Mais Gorillaz

Crowdfunding quer trazer Howler para shows em Porto Alegre e São Paulo

19 de janeiro de 2012 0

Atualizado às 19h

O Beco e a Playbook estão organizando um crowdfunding para trazer a banda norte-americana Howler para Porto Alegre e São Paulo. Howler é o grupo de garage rock mais hypado da hypeland nos últimos meses. Se confirmado, o show será no dia 25 de fevereiro, no Beco RS, em POA, e um dia antes no Beco SP.

O som do Howler se aproxima ao do Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine, Strokes (fase inicial) e Vaccines, banda dona do meu disco favorito em 2011 (leia aqui e aqui). O vocal de Jordan Gatesmith parece um híbrido de Joey Ramone, Jim Reid e Julian Casablancas. O som é legal, mesmo não sendo o lance mais original do mundo. É rock, é pegado e tem um senso underground bem definido. Pra mim, basta.

A banda tomou conta de revistas, jornais, sites e blogs pelo mundo desde o ano passado, depois de lançar o EP This One’s Different em fevereiro nos Estados Unidos e em agosto na Inglaterra. Antes do lançamento do disco de estreia, America Give Up, que rolou no dia 17 de janeiro, o grupo liberou o streaming:

Mas como faz???

Para que o show seja confirmado em Porto Alegre, os organizadores precisam levantar R$ 8.000,00 até o dia 20 de janeiro para cobrir custos e bookar a banda. Para isso, foram disponibilizados 100 ingressos-reembolsáveis a R$ 80,00, o que garantirá a realização do show.

A venda de 270 ingressos a R$ 30,00 garante o reembolso do valor pago pelo ingresso-reembolsável aos 100 fãs que acreditaram na campanha e que poderão ver a banda na faixa. Saiba mais sobre o crowdfunding neste link.

Gisele Bündchen aparece em clipe da banda Salem

15 de novembro de 2011 0

Gisele Bündchen aparece involuntariamente neste clipe da música Better Off Alone, lançado ontem pelo trio de witch house Salem. Na edição do vídeo, a mesma imagem da supertop saindo de um evento sob intenso tiroteio fotográfico da mídia é intercalada com cenas da banda ao vivo.


O pós-rock eletrônico fantasmagórico dos músicos norte-americanos caiu muito bem neste cover-pesadelo da faixa lançada nos anos 90 pelo trio euro-trash Alice Deejay. Não lembra da música original? Que bom! Porém, se ficou curioso, veja o clipe neste link. Mas atenção: é pop-lixo nível máximo.

O novo EP do Salem, I’m Still In The Night, com Better Off Alone e mais três faixas, será lançado na semana que vem.

> Mais clipes de novas bandas nas Tracks do Volume

R.E.M. encerra atividades

21 de setembro de 2011 27

Atualizado às 15h26min

Uma nota publicada no site oficial do R.E.M. indica que a banda encerrou suas atividades após 31 anos de estrada e mais de 15 discos de estúdio. Neste link do site (que ficou fora do ar por alguns minutos nesta tarde), os integrantes publicaram que se afastam “com um grande senso de gratidão, finalidade e de surpresa com tudo que alcançamos”. Leia parte do comunicado:

“To our Fans and Friends: As R.E.M., and as lifelong friends and co-conspirators, we have decided to call it a day as a band. We walk away with a great sense of gratitude, of finality, and of astonishment at all we have accomplished. To anyone who ever felt touched by our music, our deepest thanks for listening.”


O grupo foi formado em 1980, em Athens, nos EUA, por Michael Stipe, Peter Buck, Mike Mills e Bill Berry (que deixou a banda em 1997). Tornou-se uma das mais importantes bandas de college rock e rock alternativo norte-americano durante os anos anos 80 e, após o sucesso do disco Out of Time, de 1991, conquistou fama mundial, entrando para o primeiro time de bandas de rock. O álbum recente foi Collapse into now, lançado em março deste ano.

Vi dois shows (um do disco Up, em 2001, no Rock in Rio, e outro de Accelerate, em 2008, em Porto Alegre). Apresentações impecáveis de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. Farão muita falta.

> Leia sobre o show em POA em 2008

> Mais R.E.M.

Porto Alegre volta ao passado no embalo dos sucessos do Roxette

13 de abril de 2011 33

Fotos: Ricardo Duarte

Quando os primeiros acordes de Dressed for Success foram disparados do palco do Pepsi on Stage, por volta das 21h40min desta terça, dia 12, o público experimentou uma sensação de viagem no tempo. Era como se Porto Alegre tivesse sido jogada para o começo dos anos 1990, quando as músicas de uma banda sueca estouraram nas rádios brasileiras, enquanto na pista uma multidão enlouquecida de adultos voltava à adolescência para curtir uma última reunião dançante de uma era marcada pelo som do Roxette.

>>>>> Veja a galeria de fotos

O “yeah yeah yeah” de Marie Fredriksson foi a deixa para a transformação. Ainda que acompanhada por um breve momento de estranheza. Marie já não se move como antes, já não solta agudos como antes. Mas a vocalista, que sobreviveu à retirada de um tumor do cérebro em 2002, supera qualquer obstáculo imposto pela doença e esbanja simpatia durante as quase duas horas de apresentação.

O guitarrista e compositor Per Gessle toma a frente ao final da segunda música, Sleeping In My Car, para disparar um “obrigado” ao emocionado público. Aos 52 anos, posando de garotão, ele é o fiel escudeiro de Marie e cuida dela no palco para que tudo saia bem. A fórmula é fácil: ele agita, canta e toca bem, troca sorrisos com a parceira e com a platéia, distribui palhetas, e dá espaço para que os demais companheiros de banda façam parte do show. Ela canta com sua voz doce, seu sorriso sincero e sua dança esforçada. Aliás, Marie cativa tanto que em alguns momentos, quando se tem uma ligeira sensação de playback, todos relevam. Ela é maior que tudo.

Às 21h54min, com todos aquecidos após The Big L, surge o primeiro hit lento: Wish I Could Fly. Era o convite para casais e amigos, após delírio geral, deixarem o palco em segundo plano para uma rápida dança com rosto colado, cena repetida com Perfect Day (tocada após Only When I Dream e She’s Got Nothing On) e depois em outras baladas. Em seguida, sem bateria e teclado, saiu Things Will Never Be The Same. E, então, mais um clássico: It Must Have Been Love.

As duas músicas tocadas a seguir, Opportunity Nox e 7Twenty7, foram para agitar o público, que fez tremer o local. Foi quando os demais integrantes da banda ganharam espaço, mostrando que não estavam lá só para fazer figuração da dupla principal.

Mas era hora de voltar ao passado de novo e a escolhida foi Fading Like a Flower (Every Time You Leave), música que Marie terminou com uma rosa em mãos. Em seguida, Stars preparou o terreno para outros dois grandes sucessos: How Do You Do! e Dangerous. E após breve pausa para apresentar a banda – tempo em que o guitarrista solo levantou a plateia com a execução do hino do Rio Grande do Sul –, a primeira parte do show terminou com Joyride.

Mas foi muito rápido. Um minuto depois eles já estavam de volta, mas com funções trocadas: tecladista assumiu o violão, vocalista apareceu nos teclados. Tudo para desempenhar Watercolours In The Rain. Depois, com cada um na sua novamente, foi a vez de outro hino (agora, um sueco): Spending My Time, entoado em peso pela massa. E The Look fechou o primeiro bis.

As últimas três músicas foram Way Out, o sucesso Listen To Your Heart e a acústica Church of Your Heart, que teve Gessle na harmônica.

Às 23h26min, acabava a viagem no tempo aos embalos do Roxette.

– Foi o melhor show da minha vida – resumiu Marcos Franz, 32 anos, que saiu de Chapecó às 13h e encarou seis horas de estrada com o amigo Rafael da Luz para ver o show na capital gaúcha.

Obras de arte de Sid Vicious vão a leilão

08 de abril de 2011 0

Um livro com pinturas e desenhos assinados por Sid Vicious quando ele tinha entre 15 e 16 anos irá a leilão na próxima segunda-feira, em Londres. A obra editada pelo biógrafo Alan Parker exibe peças que não remetem ao imaginário punk.

As imagens são marcadas por um certo lirismo cru, como a que representa uma flor amarela, ou pelo surrealismo, como a de uma cabeça sobre pernas gigantes andando em um deserto. Outra exibe uma forma indefinida cercada por fungos, aranhas e cogumelos.

Além do livro, o Daily Mail publicou que também serão leiloados o último contrato assinado por Vicious, uma lista de canções que ele curtia (como Wild World, de Jimmy Cliff, Ride a White Swan, de T-Rex, e It’s Wonderful to be Loved by You, de Jimmy Ruffin), e uma corrente que ele costumava usar.

As obras pertencem ao acervo da mãe de Vicious, Ann Beverly, que morreu em 1996. O livro poderá atingir um lance de 4 mil libras (cerca de R$ 10,4 mil). O contrato pode ser leiloado por 3,5 mil libras (cerca de R$ 9 mil). As peças irão à venda na casas de leilões The Fame Bureau.

Sid Vicious ingressou nos Sex Pistols após a gravação do álbum Never Mind The Bollocks Here’s the Sex Pistols, em substituição ao baixista Glen Matlock. O ícone punk teria assassinado sua namorada, Nancy Spungen, com uma facada em 1978. Ele morreu de overdose de heroína um ano depois.

>>>>> Mais Sid Vicious

>>>>> Mais Sex Pistols

Dia, mês, ano

07 de abril de 2011 0


Para momentos de fúria, raiva, stress, depressão e síndrome do pânico, recomendo a banda canadense porrada DD/MM/YYYY. Art rock abstrato, cerebral, ruidoso, desconexo e tenso ideal para despenhadeiros pessoais, histerias coletivas e catarses diárias.

Os caras tocam na primeira edição do festival I’ll Be Your Mirror, ligado ao All Tomorrow’s Parties, em julho, em Londres, com Portishead, PJ Harvey, Grinderman, Beak>, Doom, Liars, Caribou, Swans, Beach House, Godspeed You! Black Emperor e mais.

>>>>> Mais DD/MM/YYYY