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Posts com a tag "Paul McCartney"

Paul McCartney lança vídeo de My Valentine como prévia do DVD Live Kisses

19 de setembro de 2012 0

Paul McCartney divulgou um trecho de seu novo DVD, Live Kisses, gravado no Capitol Studios, em Hollywood. O repertório tem como base o disco Kisses In The Bottom. Entre os convidados estão Diana Krall e Joe Walsh. O vídeo liberado é da música My Valentine. O DVD será lançado no dia 13 de novembro.

Veja o tracklist:

I’m Gonna Sit Right Down And Write Myself A Letter
Home (When Shadows Fall)
It’s Only A Paper Moon
The Glory Of Love
More I Cannot Wish You
We Three (My Echo, My Shadow And Me)
Ac-Cent-Tchu-Ate The Positive
My Valentine
Always
My Very Good Friend The Milkman
Bye Bye Blackbird
Get Yourself Another Fool
My One And Only Love

E Paul segue bombando. Ontem, foi divulgado que Live And Let Die foi eleita a melhor música-tema dos filmes de James Bond (leia aqui). Há poucos dias, saiu a lista dos vocalistas mais ricos do mundo, tendo Paul no topo do ranking com uma fortuna estimada em cerca de US$ 800 milhões (saiba mais). Já no início do mês, o músico foi condecorado pelo presidente da França, François Hollande, com a Legião de Honra (veja).

> Leia sobre o show de McCartney em POA em 2010 aqui e aqui.
> Mais Paul McCartney

Analisando Paul

20 de janeiro de 2011 0

Curte métricas, balanços e análises de redes sociais? Então olha só: a Direct Performance fez um raio-X nos shows de Paul McCartney em Porto Alegre e em São Paulo levando em conta os principais destaques sobre a turnê brasileira postados no Twitter. O resultado está aqui.

>>>>> Leia sobre o show em POA aqui

>>>>> E não perca o comentário de Renata Peppl sobre o espetáculo

McCartney diz que tem sangue latino

09 de novembro de 2010 7

Paul McCartney disse que tem uma forte ligação com povos latinos, pois se identifica com seu amor pela música, pelo ritmo e pela melodia. Por isso, acha que tem sangue latino. A declaração foi publicada ontem pelo NME.

– I love South American audiences. I always think I have Latin blood because I connect so strongly with their love of music and their love of rhythm and their love of melody, so I always feel like I have a very big bond with South American people and Latin people in general. So yeah, I’m bonding, man!

O semanário musical britânico também destacou o acampamento montado por fãs em frente ao Beira-Rio, dias antes do show em Porto Alegre para assegurar um lugar perto do palco. Paul toca nos dias 10 e 11 em Buenos Aires e nos dias 21 e 22 em São Paulo.

>>>>> Paul McCartney reproduz parte da história da música pop em POA

>>>>> Paul, o extraterrestre (por Renata Peppl)

>>>>> Texto, fotos, vídeos: McCartney em Londres em junho de 2010

>>>>> Texto, fotos, vídeos: McCartney em Atlanta em 2009

>>>>> Paul in POA: tudo sobre o show

Paul, o extraterrestre

08 de novembro de 2010 13

Por Renata Peppl

Então, eis que começo a acreditar naquela lenda urbana de que Paul McCartney está morto mesmo. Pois o ser que se viu neste domingo, em um Beira-Rio lotado com mais de 50 mil pessoas embasbacadas, não é deste mundo. É uma máquina. Ou um extraterrestre. Algo programado para fazer o impensável com uma facilidade desconcertante, capaz de deixar qualquer mortal boquiaberto.

O show de Paul em Porto Alegre (está aí uma frase que eu nunca achei que iria mencionar na minha vida!) provavelmente deve ter surpreendido até quem se julga fã número um do cara e dos outros rapazes de Liverpool. Ver Macca assim, ao vivo, é o atestado final para aquelas pessoas às quais poderia restar alguma dúvida: ele é o maior músico que a arte contemporânea já viu. Mestre até o último fio de cabelo.

A começar por detalhes que fogem à fantástica qualidade musical em si. Alguém viu o senhor de 68 anos, avô de quase uma mão cheia de netos, parar para descansar e tomar água? Alguém viu o artista parecer cansado ou desalinhado da impecável camisa branca que vestia com suspensórios mesmo após TRÊS HORAS de rock puro? E ainda, alguém consegue entender como um homem responsável por mudar a história da música ainda se apresenta para o público com aquela vontade e emoção de estar no palco como se fosse a primeira vez? Coisas que só o sobrenatural conseguiria explicar de fato.

Eu, que tinha assistido à apresentação da Up and Coming Tour em junho deste ano em Londres, achei que não poderia me emocionar tanto em uma segunda vez, mas obviamente eu subestimei a capacidade do Paul e da fantástica banda que o acompanha. Desde os primeiros acordes de Venus and Mars e Rock Show, passando por uma lista de sucessos que fizeram muito marmanjo chorar como criança – Let it be, Here Today, Blackbird e Something estavam entre as boas pedidas para derramar lágrimas – e finalizando com momentos apoteóticos como em Live and Let Die, Hey Jude e Band on the Run, dizer que o show foi impecável é pouco. É o show da vida dos gaúchos.

O setlist foi um pouquinho diferente do show que assisti em Londres e, se é possível que eu possa dar pitaco em um show tão irretocável quanto este, teria dito pro Paul de cantinho: “Toca Two of Us, como você fez na capital inglesa, e não And I Love Her”. Para mim foi o único momento que achei que a energia caiu um pouquinho. Mas que diferença faz após três horas de pura emoção?

Talvez a grande – e adorável- diferença entre os dois shows que assisti foi ver o esforço do ex-Beatle em arranhar um português e até um gauchês, arrancando risos do próprio Macca e da galera embevecida. Há de se dar crédito também aos músicos que acompanham a Up and Coming Tour por manter a energia lá no alto. Em perfeita sinergia com o ídolo maior, o simpaticíssimo baterista Abe Laborial Jr., os guitarristas Brian Ray e Rusty Anderson e o tecladista Paul “Wix” Wickens estão em comunhão com a simpatia e o carisma de Paul, e a harmonia só deixa tudo mais incrível.

Aliás, tive a oportunidade de entrevistar Brian quando ele desembarcou em Porto Alegre e ele me confirmou a suspeita que já carregava comigo, e da qual ele compartilha: “Paul não é deste planeta mesmo. Acredite”. Se até o cara que está na estrada com ele há quase dez anos diz isso, quem sou eu pra duvidar?

Se faltou alguma coisa para mim neste show, foi uma assinatura do Paul no braço, como ganharam aquelas duas gurias sortudas – uma gaúcha e outra catarinense – ao final do espetáculo. Morri de ciúmes. Teria feito a tatuagem com certeza. Mas cá entre nós, fica a pergunta: quem, depois de assistir a um show de uma vida como este, não faria?

>>>>> Paul McCartney reproduz parte da história da música pop em POA

>>>>> Texto, fotos, vídeos: McCartney em Londres em junho de 2010

>>>>> Texto, fotos, vídeos: McCartney em Atlanta em 2009

>>>>> Paul in POA: tudo sobre o show

Paul McCartney reproduz parte da história da música pop em POA

08 de novembro de 2010 40

Paul McCartney reproduziu parte da história da música pop na noite deste domingo no seu primeiro show em Porto Alegre, no estádio Beira-Rio, durante a abertura da etapa sul-americana da Up and Coming Tour. Ao longo de três horas de espetáculo, apresentando hit atrás de hit, entre rocks lendários e baladas inesquecíveis, o cantor e compositor britânico deixou claro porque é um dos grandes gênios das artes da atualidade.

É incrível o alto número de clássicos assinados por Paul sozinho ou em parcerias ilustres. É ainda mais incrível o fato deste senhor de 68 anos de idade e cinco décadas de estrada ter energia para tocar por horas, sem intervalo, sempre atencioso e gentil com seus fãs. Mais: recentemente, o músico comentou que vem gostando cada vez mais de tocar ao vivo e por tanto tempo. E nota-se isso durante sua apresentação. A satisfação está em seu rosto, na sua voz e no seu gestual.

Nobre e cordial, McCartney apresentou aos cerca de 50 mil fãs que estiveram no Beira-Rio algumas das obras fundamentais da música pop. Composições lendárias, praticamente eternas, já há muito inseridas no contexto histórico cultural em que vivemos são como instituições sólidas que servem de abrigo para milhões e milhões de pessoas mundo afora. São peças que integram uma vasta região do cenário musical contemporâneo e que dizem muito a fãs de todas as épocas.

Em pouco tempo, o show tornou-se uma experiência sensorial de massa, em que cada música remetia não só à memória individual, mas também a um consciente coletivo que evolui desde os anos 60. Assim, sensações, emoções e sentimentos partem de uma dimensão pessoal à comoção pública, e a energia que rola no palco chega à plateia sem interferências.

Em diversos momentos, a sintonia entre músicos e fãs se fez ainda mais nítida, como ocorreu durante a abertura da noite com Venus and Mars/Rockshow, Jet, All My Loving, Letting Go e Drive My Car – uma das mais esperadas. Um dos marcos do projeto Fireman, Highway surgiu bluseira e cheia de groove, como se estivesse na trilha de um road movie ensolarado.

Ao piano, Paul executou algumas das baladas mais aguardadas da noite, como The Long and Winding Road, Nineteen-Hundred and Eighty Five, Let ‘Em In, My Love (dedicada a sua “gatinha Linda” e a “todos namorados” da plateia). O clima romântico seguiu com And I Love Her (muito aplaudida, o que fez Paul largar um “mas bá, tchê!” fazendo o Beira-Rio quase vir abaixo) e Blackbird.

Here Today, executada apenas ao violão em homenagem a John Lennon, emocionou ainda mais o público. O mesmo rolou com Something, um lindo tributo a George Harrison. Antes dela, a polca roqueira e alegre de Mrs Vandebilt e a faixa Dance Tonight, do disco Memory Almost Full, elevaram os ânimos da mesma forma que Band on the Run, um dos maiores sucessos dos Wings.

Sempre corrigindo ao máximo suas falas em português, anunciou a primeira execução de Ob-La-Di, Ob-La-Da em solo brasileiro – para delírio geral. Back In The USSR, intensa e revivalista, com final anárquico, manteve o clima em alta. E, enquanto Paperback Writer foi tocada com a mesma guitarra usada na gravação original, a dobradinha A Day in the Life/Give Peace a Chance marcou um passeio pelo disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e uma segunda homenagem a Lennon.

Depois, McCartney voltou ao piano para cantar Let it be acompanhado por 50 mil vozes, seguida da clássica Live and Let Die, com direito a explosões e fogos de artifício dourados e vermelhos, marcando o momento alto da noite. Paul até brincou com a plateia, fingindo que o barulho provocado pela pirotecnia era alto demais. O show seguiu com Hey Jude cantada em coro pelos fãs e encerrando a primeira etapa da noite.

No primeiro bis, Paul e os músicos Brian Ray e Rusty Anderson (guitarra), Abe Laboriel Jr (bateria) e Paul “Wix” Wickens (teclado) voltaram ao palco com duas bandeiras gigantes: uma do Brasil e outra do Reino Unido. O músico acompanhou o público cantando o tradicional “ah, eu sou gaúcho” para, na sequência, mandar Day Tripper (dona de um dos riffs mais emblemáticos da história da música), Lady Madonna e Get Back. Por vários momentos, Paul levantava o baixo como quem erguia um troféu. Gesto digno de um campeão.


O segundo bis rolou com a impressionante sequencia Yesterday (sozinho ao violão), Helter Skelter (insana, lisérgica e metálica como poucas músicas conseguem ser), Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e The End.

Ao fim do show, percebe-se que se a esfera da música pop global foi moldada por um grupo repleto de grandes compositores, Sir Paul McCartney certamente está entre eles. Do alto de sua generosidade, gentileza e unanimidade, o inglês remontou momentos valiosos da música mundial com o vigor e com a energia típica de gênios humildes.

Parte do setlist do show:

>>>>> Texto, fotos, vídeos: McCartney em Londres em junho de 2010

>>>>> Texto, fotos, vídeos: McCartney em Atlanta em 2009

>>>>> Paul in POA: tudo sobre o show

Tire suas dúvidas sobre o show de Paul

04 de novembro de 2010 0

Ainda tem dúvidas sobre o show de Paul McCartney em Porto Alegre? Pula aqui!

Na expectativa para rever o melhor Beatle

27 de outubro de 2010 14

Por Renata Peppl

Vou confessar: eu nunca me considerei uma menina de muita sorte nessa vida. Nunca ganhei nada, nunca fui sorteada nem pra ganhar copo de caipirinha em rifa de ONG, quanto mais para algo que realmente fizesse diferença na minha vida. Mas esse ano eu vou ter que concordar que tem alguém dando uma forcinha no meu mapa astral. Afinal, para uma fã ensandecida, ter a honra de ver não apenas um, mas dois shows do Paul McCartney em menos de quatro meses, é algo que eu achava que só aconteceria quando eu estivesse dormindo. Mas cá estou eu, bem acordada, e com ingresso da pista premium na mão para ver o Macca dia 7 de novembro em Porto Alegre.

“Ah, tá! Porto Alegre!”, foi a frase que eu disse, em tom de desdém, quando começou o bafafá em torno da vinda do Paul para o Brasil e – pasmem ainda mais! – para a capital gaúcha. Eu, que em junho tinha dividido aqui no Volume a minha emoção por ter a chance de ver, em Londres, o show do Paul (situação que eu jurei que seria a primeira e única vez na vida que iria acontecer!), franzi a testa para quem me jurava de pé junto que ele ia tocar pertinho aqui de casa, no Beira-Rio! Afinal, há muito rolava o boato de que o Paul viria para estas bandas, e eu nunca acreditei que algo deste porte (um beatle. O beatle. O parça do Lennon, oh my god!) pudesse acontecer aqui do lado do meu quarto. Mas e não é que pode?

É bom que eu diga que foi preciso estar com o ingresso em punho – com direito a espera de NOVE horas na fila, virando a madrugada – para eu dizer em voz alta “Ok, o Paul vem mesmo. E eu sou uma moça de muita sorte”. E assimilar a situação. E depois que eu aceitei o fato é que me dei conta: tem gente que ainda não deixou a ficha cair. Ou quer se fazer de forte e não se emocionar numa situação dessas! Paul McCartney em Porto Alegre!

Há muito que eu defendo que o Paul era o melhor Beatle.  E digo isso sem desmerecer a genialidade de nenhum dos quatro, pois todos eram, gênios à sua maneira. John era o artista nato, o criador dos clássicos psicodélicos, a alma torturada e criativa. George era a força intimista e a guitarra impiedosa, e Ringo – me batam, se quiserem! – mas é um dos melhores bateristas que esse mundo já viu, além de pateta (no bom sentido!) do grupo. E tem o Paul.

O Paul foi o cara que começou de fato os Beatles (foi por ele que George entrou para a banda), também foi o cara que disse para o mundo que os Beatles terminaram, e o último a abandonar o navio de fato. O Paul é o mestre metódico por trás de cada acorde, o chato que insistia para que todos se esforçassem, para que permanecessem juntos (vale ver as filmagens das gravações de Let it be). O Paul é o mais careta dos Beatles (nunca foi o que mais “transcendeu”, se é que me fiz clara) e ainda assim, o mais capaz de confiar apenas no perfeito equilíbrio – entre talento nato e método – para compor dezenas das mais lindas e mais regravadas músicas (Yesterday é a canção com mais covers da história!) que existiram. A lista é infinita… Elenor Rigby (que ele compôs e tocou para a gravação quase sozinho), Penny Lane, Fool on the Hill, The long and Winding Road, dá para passar horas contando…

Ele nunca foi rockstar, no sentido poser da palavra, e mesmo sem afetação nenhuma não é possível fechar uma mão de músicos vivos (e grande parte dos mortos, vale dizer!) capazes de superar a sua maestria. E apesar disso, sempre senti que para muita gente ele era o segundo Beatle, logo abaixo do John. Para mim, talvez ele seja o primeiro porque soube levar, ao longo da carreira, o melhor de cada um dos quatro rapazes de Liverpool em sua essência de artista. Artista com A maiúsculo, diga-se de passagem. O que a gente vai ver em Porto Alegre é um Show com letra maiúscula também, sem grandes efeitos de pirotecnia, baseado apenas em algumas das melhores músicas de todos os tempos.

E aí, caiu a ficha? Nos vemos lá!

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Calendário de shows atualizado

19 de outubro de 2010 1

O calendário de shows indicados pelo Volume foi atualizado. Além de Paul McCartney, Yelle, The Slackers, Midnite, Soldiers of Jah Army, destaque para a primeira apresentação do Cidadão Instigado, dia 22 de novembro, no Opinião em Porto Alegre.

A banda cearense divulga o novo disco, Uhuuu!, que alia senso melódico pop e rock psicodélico ao experimentalismo dos álbuns O ciclo da de.cadência (2002) e O método túfo de experiências (2005). Uhuuu! tem parceria com Edgard Scandurra e Arnaldo Antunes – que não estarão no show em POA.

Mais shows: NoventeraLocomotores, Creedence Clearwater Revisited, Norah Jones, Transmission, Severo em Marcha, Apanhador Só, Cartolas, Valentinos, Império da Lã, Black Eyed Peas, Superluxo, Jello BiafraAngra, Pata de Elefante e a festa Aurora Boreal em Bento Gonçalves.

Ingressos para Paul McCartney estão esgotados no Beira-Rio

07 de outubro de 2010 1

A pré-venda de ingressos para o show de Paul McCartney está esgotada no estádio Beira-Rio. Quem está na fila já recebeu senha. Quem não recebeu não deve se dirigir ao local. Leia mais no site do Segundo Caderno.

A totalidade da pré-venda de ingressos para o show deverá ser anunciada em breve.

>>>>> Tire dúvidas sobre o show

>>>>> Ingressos variam entre R$ 140,00 e R$ 520,00

>>>>> Leia sobre o show de McCartney em Londres em junho de 2010

>>>>> Também vimos a apresentação dele em Atlanta em 2009

Dúvidas sobre o show de McCartney em POA?

07 de outubro de 2010 8