Recebi um email com este título. Havia este vídeo muito interessante. Dê uma olhadinha.
Cumpriu o seu objetivo, porque me deixou pensando muito sobre o comportamento de nossos jovens, adultos, mas principalmente, avós de hoje.
O que é integridade? Será que é uma coisa relativa: pode significar algo para mim e outra coisa completamente diferente para você?
Não temos pensado muito nisto e o resultado é que agimos sem consciência crítica.
O que é ser íntegro? Inteiro, completo, de reputação ilibada; reto; inatacável, justo, honesto, segundo o Aurélio.
Li o depoimento do educador Régis Gonzaga na Zero Hora, em que comenta o episódio da professora que puniu adolescente pichador e fiquei satisfeita de vê-lo dizendo o que já viemos insistindo neste blog.
Transcrevo a parte que gostaria de comentar:
“Chega de passar a mão por cima de tudo. Chega de morar em uma cidade imunda, suja, em que todos os prédios estão pichados, e ninguém faz absolutamente nada. Está na hora de dar um basta, mas não o basta da professora tão somente, um basta de toda a sociedade.
Espero que essa pichação signifique a retomada de um novo debate. Que tipo de sociedade nós queremos para os nossos filhos? Que tipo de sociedade nós estamos deixando para os nossos netos?
O nosso papel como educadores é dizer: “Olha, chegou! Vai haver repercussão, algumas pessoas são contra.” Houve quem dissesse que a atitude da professora não educa. Essas pessoas deveriam conviver com jovens, como nós fazemos diariamente, e ver como alguns adolescentes que agem corretamente se queixam. Alguém tem de dar limites, alguém tem de dizer chega.”
Integridade é não ficar de braços cruzados! Integridade é posicionar-se diante das situações e não ficar em cima do muro.
Pode-se ter integridade e manter-se alienado da sua realidade?
O tema em debate é mais uma vez “educação”. Quando o adulto não assume o seu papel de educador, de colocar limites, de ter um posicionamento ético consistente e íntegro, a nova geração está a perigo e com ela a sociedade humana.
Quero que minha neta seja uma pessoa íntegra, que assuma seu papel na sociedade que estamos deixando de herança para ela. Nesses vinte e sete anos de educadora tentei fazer a minha parte. Continuarei fazendo até que não possa mais.
Postado por Liana Plentz, Porto Alegre

Dançar, por exemplo, tem sido uma atividade que vem ganhando a simpatia de muitas vovós.
Os tangos de Gardel que me aguardem!

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Melando os dedos com algodão doce





