
Sem sabor, sem cor, sem emoção. Assim foi o Inter contra o Sport.
Dominou o adversário, teve posse de bola, insistiu, mas em momento algum passou a sensação de que venceria. E não venceu. O time, como sempre nos últimos tempos, foi um amontoado de jogadores dedicados, precipitados, engajados no esforço comum mas sem organização alguma.
Elder Granja foi liberado, entrou e... nada fez. Gil, por alegado desconforto físico, ficou fora do jogo. Entrou Adriano, o goleador da equipe. Entrou e saiu sem dar um único chute contra o gol do Sport.
Cedeu lugar para Iarley, voltando após dois meses de inatividade. Interessado, mexeu-se muito. Da esquerda para a direita, de lá para cá mas conclusão, nada. O esquema tático do Inter continuou sendo um indisfarçável 4-5-1, insosso e atrapalhado.
Alex jogou no lado direito, foi transferido para o esquerdo e, como pouco fazia, foi finalmente deslocado para o vestiário, dando lugar para Christian. Aconteceu alguma coisa? Nada.
Magrão foi outro que pouco fez. Saiu para entrar Pinga. O panorama não se modificou. Esgotadas as substituições, a torcida explodiu de insatisfação. Pinga foi o alvo principal. Mas poderiam ser vários os indicados para receber o sermão das arquibancadas.
O Inter não tem time, esta verdade não muda.
Postado por Wianey



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