
O título deste post não quer desmerecer o Juventude, pelo contrário. A intenção é implodir o ofensivo conceito que vinha magoando os juventudistas. O time caxiense desembarcou no Olímpico e com dignidade e competência cometeu a proeza do ano: despachou o Grêmio do Gauchão, assim como fez o Veranópolis com o Inter, em 2007. E não cabe uma só restrição ao feito do Juventude.
Celso Roth escalou o Grêmio da etapa inicial inspirado no professor Pardal. Querendo criar vaga para Julio dos Santos, repetiu a mal sucedida experiência com Roger de atacante. Para escalar Felipe, deslocou Paulo Sergio para a esquerda e para respaldar a sua equivocada teoria, mandou Eduardo Costa para a segunda função do meio-campo, mantendo Nunes como volante. Esta verdadeira gororoba se completou com os zagueiros dando um show de ineficiência. Mendes, o artilheiro, teve liberdade para jogar como nem se atrevera a desejar em sonhos. No segundo tempo, Roth corrigiu a escalação. Inutilmente. Tomou mais um gol e marcou apenas dois.
Além de perder o jogo e a vaga, Tadeu, Jonas e Eduardo perderam, também, a compostura e foram expulsos. Os zagueiros fizeram fiasco a tarde inteira e se Roger é tido como jogador diferenciado, o que dizer de Lauro?
Postado por Wianey


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