
Parece que, neste momento, grande parte da torcida gremista está envolvida em duas campanhas: sai Roth e volta Jardel.
São pensamentos que beiram a ilusão mágica de que, isto feito, começarão a desaparecer os problemas do futebol. É compreensível, pois nada pode ferir mais do que o consórcio entre a frustração da derrota e a falta de esperança.
Jardel representa um passado glorioso do Grêmio. Tem 34 anos e recém está saindo de um período em que a sua vida foi presidida pelo consumo de cocaína. Jardel reitera amor ao Grêmio e pede uma chance para voltar.
Por maior que seja o meu ceticismo quanto às possibilidades de Jardel vir a ser um acréscimo no time do Grêmio, acho que a sugestão de Cacalo, ex-presidente do clube, poderia ser adotada: o clube ofereceria ao jogador condições para que treinasse e se tratasse, sem firmar contrato.
Segundo informou a mais recente edição do programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, Jardel aceita essas condições.
Poderia estabelecer um período probatório de, digamos, seis meses. Se o atacante demonstrasse condições de ser utilizado profissionalmente, poderia ser contratado. Seria uma volta em duas fases: a primeira, por obra de um sentimento humanitário e, depois, por interesse profissional. Quem sabe?
Postado por Wianey




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