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Posts de junho 2008

Vendas e mais vendas

26 de junho de 2008 46

Sidnei e Fernandão deram mais de 27 milhões de euros ao Inter/Ricardo Duarte, Banco de Dados - 22/05/2007

Está anunciado que Sidnei foi vendido à empresa Gestifute, que já foi chamada de fast food, por 7 milhões de euros.

Recentemente, o Inter negociou Fernandão por 3,5 milhões de euros. Somadas as duas vendas, o Inter está obtendo, nestes dois negócios, mais de R$ 27 milhões (um novo post foi redigido para corrigir esta informação). Mesmo que não venda mais nenhum jogador, esta soma já cobre duas vezes o anunciado déficit anual do Inter, segundo número informados pelo próprio clube.

Antecipo, entretanto, que errará quem pensar que esta sobra de receita extra significará que em 2009 o Inter não venderá jogador algum. Venderá, sim. Se o excedente apurado em vendas servisse, apenas, para cobrir o bendito “buraco” de todos os anos, a venda de Alexandre Pato, em 2007, cobriria três anos de déficits.

É óbvio que parte significativa das receitas provenientes de vendas estão sendo aplicadas em outras áreas do Internacional. Não discuto as prioridades estabelecidas pelos dirigentes. Mas, não parece ser, à distância, a melhor política para um clube que tem o futebol como grande finalidade e quer chegar aos 100 mil sócios.

Para tingir estes objetivos, sempre dependentes diretos de títulos, teria que haver investimentos mais ousados no futebol. Eu nem me atrevo a somar os valores arrecadados pelo Inter com vendas de jogadores, nos últimos cinco anos. Garanto que seria uma fortuna de tirar o sono.

Reconheço, também, que o Inter está modernizando o Beira-Rio, obras que consomem altas somas. Mas, será que não seria interessante gastar em reforços que fazem o time ganhar e multiplicam receitas?

É impossível reter jogadores atraídos por ofertas impensáveis para os padrões brasileiros. Vender, portanto, é inevitável, tanto quanto substituir quem sai por jogadores de equivalente grandeza.

Como faz, aliás, o São Paulo, que vende e contrata com a mesma naturalidade.

Postado por Wianey

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O lado esquerdo

26 de junho de 2008 49

Roger sinaliza para Roth a ação dos cinegrafistas/Mauro Vieira

As lentes de um cinegrafista flagraram Celso Roth perguntando aos seus jogadores:

— Qual é o lado lento…

E foi interrompido por Roger que percebera o movimento do cinegrafista. Não chegou a ser uma frase inteira, mas quem precisa de um parágrafo para escrever uma história, em semana de Gre-Nal?

Mesmo faltando a conclusão da frase, decidiu-se que Roth estava se referindo ao lado esquerdo defensivo do Inter, onde joga Marcão. Pergunta: alguém se declara surpreso com a observação do treinador do Grêmio?

Se Roth não tivesse falado, haveria um só gaúcho para dizer que a lentidão de Marcão é novidade?

Aliás, o lado esquerdo defensivo do Inter é muito lento com Marcão e Orozco. Continuará sendo com Sorondo? Celso Roth poderia falar mais baixo ou fechar o treinamento que em nada mudaria a situação da defesa colorada, que anda, mesmo, muito mal. O resto é “Carnaval” de semana Gre-Nal.

Marcão declarou que a observação até motiva mais. Ué, ele iria menos motivado para o clássico se nada tivesse sido dito? Claro que não. Então, vamos tirar do episódio o que ele oferece: os treinadores vão explorar, tanto quanto for possível, as fragilidades do adversário.

Tite não falou, mas ninguém duvida que ele vai insistir para que o seu time force o lado direito da defesa gremista, onde joga Paulo Sérgio. Na aldeia, todos conhecem os segredos de todos.

O TORCENAUTA ACREDITA QUE A FRASE DE ROTH MUDA ALGO NO GRE-NAL?

Postado por Wianey

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Sobre vendas

25 de junho de 2008 45

Já escrevi e reitero: Grêmio e Inter poderiam ter a gentileza de informar qual é o valor do déficit anual que precisa ser coberto com receitas extraordinárias (leia-se vendas de jogadores).

Há cerca de seis meses, mais ou menos, consultei a Dupla sobre o tamanho do rombo e fui informado de que seria, em cada clube, em torno de R$ 10 milhões anuais. Ora, se este for realmente o déficit, só a venda de Alexandre Pato — US$ 20 milhões — cobriria quase quatro anos de defasagens nas receitas do Inter.

No Grêmio, os cálculos não são diferentes. Sendo, repito, de R$ 10 milhões o déficit a ser corrigido, também no Olímpico se arrecadaria com vendas de jogadores mais do que o necessário. Deve haver uma boa explicação, certamente.

Seria muito interessante se as justificativas fossem passadas para a opinião pública com a clareza e a compreensão que não se encontram nos balanços publicados. Assim como está, impõe-se a impressão de que Grêmio e Inter arrecadam, todos os anos, muito mais do que precisam mas, mesmo assim, as dificuldades financeiras persistem, exigindo sempre novas vendas.

Postado por Wianey

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Aquela lei, de novo

25 de junho de 2008 4

Roger: ao Grêmio só custará seus salários, diz ele/Arivaldo Chaves

O leitor/internauta Tiago Cunha, escreve lembrando que a Lei Pelé teve 94% do seu texto original alterado. Não fiz este cálculo, mas sei – e tenho reiterado – que aquela legislação não existe mais, faz muito tempo.

Era tão absurda em muitos dos seus preceitos que, no Congresso Nacional, foram necessárias várias batalhas dos clubes, liderados por Fábio Koff, para correções e acréscimos sem os quais o futebol brasileiro estaria agonizando. Cabe lembrar, por exemplo, que a grande discussão estava nas transferências para o Exterior.

Não existia a previsão da multa rescisória, que hoje está salvando as finanças dos clubes e mantendo vivo o interesse destes na formação de jogadores. As transferências internas não tinham muita importância. Os clubes brasileiros, aliás, já nem queriam fazer negócios entre si porque, sem dinheiro, o que circulava eram papéis, simplesmente.

Mas ainda sobrevivem distorções. Quando um jogador se muda de um clube brasileiro para outro, sem que haja qualquer pagamento, uma parte ganha e a outra tem prejuízo.

Além disso, é ingenuidade acreditar no que declarou Roger, domingo, quando afirmou que, a partir de dezembro — quando será dono de seu passe —, o Grêmio apenas arcará com seus salários. A não ser que, diferentemente do que acontece normalmente, Roger nada cobre pelo aluguel de seu passe, e o seu empresário, contrariando a praxe, nada receba no negócio.

Como diz o Tiago, “… 6% é o que resta do texto original da Lei 9.615/98, chamada de `Lei Pele`. Uma lei que nasceu morta!”

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Os emergentes

25 de junho de 2008 21

Walter, por exemplo, poderia ser melhor aproveitado/Daniel Marenco

Quando são lembrados garotos como Danny Morais, Sidnei, Walter, Ederson, Taison e Ramon, entre outros, não se deve imaginá-los todos na equipe titular do Inter. Seria um absurdo de conseqüências nefastas para os meninos e o time.

Os dirigentes colorados afirmam que o aproveitamento dos seus emergentes segue acontecendo. Não é verdade. Após 18 meses de fracassos em competições de longa duração — o Gauchão deste ano é a exceção — não tem um só garoto pronto para ser utilizado.

O processo de lançamento deve ser paulatino, todo o mundo sabe. Mas, também deve ser constante. Convocar um garoto para um jogo, quando não existem mais alternativas, deixá-lo no banco de reservas e, em seguida, devolvê-lo para os juniores, não é a melhor maneira de aproveitá-lo. Apenas cria confusões na sua cabeça.

No time do Inter, três ou quatro posições estão requerendo renovação faz tempo. O clube sabia, igualmente, que perderia titulares para o Exterior e teria que haver substituições. Seria muito mais inteligente e econômico se, antes de sair às compras atabalhoadamente, como está acontecendo, se os pratas da casa fossem bem testados.

Tem muita gente no Beira-Rio ganhando altos salários e rendendo muito menos do que produziriam garotos ambiciosos e dedicados. Assim também se dissipa recursos financeiros tão difíceis de serem buscados.

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Prato de comida

25 de junho de 2008 6

Para Léo, Gre-Nal tem sabor especial/Mauro Vieira

Léo volta ao time do Grêmio domingo e não esconde a sua expectativa. Segundo o jovem zagueiro, “cada jogo deve ser visto como um prato de comida, mas o prato do Gre-Nal é especial”. E acrescentou que jogará o clássico pelo Grêmio, por ele, seus amigos e a sua família.

Embora não devesse ter significados tão radicais, o resultado do clássico, admite Celso Roth, poderá “criar de novo uma desconfiança sobre o trabalho que é realizado com racionalidade no Grêmio”. Na sua manifestação, Roth usou a palavra certa: racionalidade. Esta é uma condição que não afina com a passionalidade do futebol.

Entretanto, somente com trabalho racional é que a paixão pode ser satisfeita com vitórias e títulos. Este conflito jamais será resolvido.

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Treinos secretos

25 de junho de 2008 39

Inter e Grêmio farão treinos fechados para o Gre-Nal/Mauro Vieira e Ricardo Duarte, Banco de Dados

Celso Roth anunciou que fará apenas um treinamento com portões, na sexta-feira. Informação de Tite: só haverá parte de um treinamento com portões fechados. Os dois treinadores querem ensaiar cobranças de faltas e alguns aprimoramentos especiais para o clássico.

Muito bem! Palmas para ambos. É Gre-Nal, jogo especial, e a decisão dos dois treinadores é correta, compreensível e razoável. Errado é fechar portões antes de enfrentar Cacimbinhas e Companhia. Negar acesso à informação é estimular a desinformação.

Há torcedores que não querem saber o que está acontecendo, basta-lhes ver o seu time no domingo. Entretanto, estes também não lêem jornais, assistem e escutam programas culturais e informativos no rádio e na televisão. Preferem viver na mais absoluta alienação. A maioria, contudo, gosta de estar conectada com o seu mundo, inteirada dos fatos, incluindo as questões do futebol. É para este universo de pessoas inteligentes e interessadas que a imprensa trabalha.

Quando um treinador fecha treinos sem motivos razoáveis, porque pensa assim estar afrontando a imprensa, na verdade, ele está desrespeitando o contingente majoritários de torcedores que consome a informação por saber que sem ela não passa de um objeto vazio e manipulável.

Por todas estas razões, Tite e Roth devem ser cumprimentados pela grandeza e sabedoria das suas decisões.

QUEM QUISER CONCORDAR OU DISCORDAR, FIQUE À VONTADE!

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Dúvidas

24 de junho de 2008 32

Roth e Tite devem fazer mistérios para as escalações/Valdir Friolin e Arivaldo Chaves

Tite e Roth farão mistério das suas escalações e estratégias para o Gre-Nal. Faz parte do jogo, é isso mesmo. Mas, desde já se sabe que as dúvidas do treinador do Grêmio em pouco mudarão o perfil do time. Léo volta a defesa, é lógico e racional. Trata-se do melhor zagueiro do time. Eduardo Costa deve ocupar a vaga de Willian Magrão. Roth não vai desprezar a experiência do volante. E, no ataque, reside a única dúvida de ordem técnica, que talvez nem seja indefinição de Roth: quem jogará ao lado de Perea? Marcel jogou domingo, foi mal, mas é sempre uma possibilidade de sucesso na bola alta e a defesa do Inter tem se mostrado falha nesta jogada. Por este motivo, é possível que seja mantida a dupla Perea-Marcel.

No Inter, todas as especulações são possíveis. Quem será o lateral-direito: Bustos ou Maicon? Sorondo volta para a zaga? O ataque terá Gil ou Adriano? E Taison, poderá ser escalado desde o início? Tite deve alterar o time, é certo. Mas, talvez não queira se arriscar a promover alterações que poderão “queimar” alternativas para o futuro próximo. Acho que jogam Maicon e Sorondo na defesa. Para formar o ataque, dependerá da disposição de Tite em correr riscos. Com Gil, ele terá um segundo atacante que também marca e compõe o meio-campo. Escalando Adriano, o ataque ficará mais robustecido, veloz e movediço. Tite tem tempo até domingo para resolver.

GREMISTAS: PEREA E MARCEL DEVEM COMPOR O ATAQUE, NO GRE-NAL?

COLORADOS: GIL OU ADRIANO, QUEM DEVERÁ SER O PARCEIRO DE NILMAR?

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Vendas

24 de junho de 2008 13

Léo deve sair do grupo do Grêmio nas próximas semanas/Mauro Vieira, Banco de Dados - 11/3/2008

Nas próximas semanas, o Grêmio venderá Léo e, possivelmente, outro jogador formado no Olímpico. No Inter, Sidnei e Alex também devem seguir em frente. Com estas vendas, a Dupla colocará nos seus cofres recursos suficientes para manter as suas folhas de pagamentos, obras em andamento, pagamento de dívidas, etc.

É desagradável, ruim para o futebol brasileiro, mas é uma situação incontornável. Se os clubes não vendem os seus craques durante a vigência dos seus contratos, eles sairão de graça no final dos compromissos. Não tem saída. Mas, já foi muito pior.

Quando valia a Lei Pelé — antes de ser corrigida — sequer havia a previsão de cláusula indenizatória por rescisão unilateral do contrato. O jogador, a qualquer momento, podia quebrar o compromisso, pagar ao clube 50% do valor restante do contrato e seguir em frente. Isto podia acontecer um minuto depois de ter assinado o contrato.

Hoje, após as mudanças, os clubes podem, pelo menos, estabelecer uma multa por quebra de compromisso. As melancias ajeitaram-se na carroça da maneira que foi possível.

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Lei Pelé

24 de junho de 2008 7

Em dezembro, Roger será dono do seu

Bastou Roger informar que em dezembro será dono do seu “passe” para que ressurgissem defensores da Lei Pelé. O caso de Roger, na verdade, é tão peculiar que muita gente nem sabe a qual clube pertencem os seus direitos federativos. Mesmo assim, não é difícil perceber que, no seu caso, duas situações estão bem caracterizadas:

• Quem adquiriu o seu “passe” terá um grande prejuízo, em dezembro. Eventualmente o beneficiado será um clube gaúcho mas o próprio Grêmio já amargou perdas financeiras grandiosas. Já esqueceram a saída de Anderson Polga, logo após disputar uma Copa do Mundo?

• Não é verdade que o Grêmio terá Roger de graça a partir de dezembro. Só acontecerá se, surpreendentemente, o próprio jogador e o seu empresário abrirem mão do aluguel do seu passe. Sim, porque é o que está acontecendo. Jogador com passe na mão, aluga-o por bom valor. Os ganhos são divididos, normalmente, entre o profissional e o empresário. Antigamente, o jogador recebia 15% do valor da sua venda e o seu clube de origem recebia o resultado da venda. Agora, parte destes ganhos vão para o atravessador e nada para o clube. Palmas para a lei.

Mas, já foi bem pior. A Lei Pelé, no início, sequer previa cláusula indenizatória para transferências para o Exterior. Os clubes, liderados por Fábio Koff, lutaram durante anos para que a lei fosse mudada e ficasse como está.

Na verdade, a Lei Pelé não existe mais, faz tempo. Foi amplamente modificada. Sofreu correções profundas que, não tivessem sido feitas, o futebol brasileiro estaria moribundo.

Quem elogia a Lei Pelé, na verdade, não sabe que ela já morreu e existe outra legislação em seu lugar. E esta, nada tem a ver com a legislação anterior.

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Jovens

24 de junho de 2008 48

Rafael Carioca, jovem que ganhou destaque no Grêmio/Ronaldo Bernardi, Banco de Dados - 25/4/2008

Jovens Rafael Carioca e Walter têm mesma idéia e despontaram na última edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior. O primeiro é titular destacado do Grêmio e o segundo apenas treina às vezes entre os profissionais do Inter. O fato poderia ser normal se Walter não tivesse reproduzido entre os adultos colorados as virtudes que apresentara entre os garotos. Mas, isto não é verdade. Não se sabe, sequer, se ele será capaz de ser tão bom como pareceu ser. Até hoje, diferente do seu colega gremista, faltaram-lhe oportunidades para confirmar ou desmentir as opiniões e projeções feitas a seu respeito.

Danny Morais e Sidnei são zagueiros formados no Beira-Rio. Ambos, quando os titulares estavam inviabilizados, receberam chances passageiras e deram ótimas respostas. Mas, logo que os veteranos voltaram, foram devolvidos ao esquecimento. Léo, no Olímpico, também zagueiro, teve melhor sorte. Foi promovido e prestigiado. Rapidamente tornou-se o melhor defensor gremista e já está de malas prontas para se transferir para o Exterior.

Ramon, lateral-esquerdo, recebeu algumas oportunidades, não teve seqüência de jogos e o Inter segue padecendo pela falta de um bom lateral-esquerdo. Há três quilômetros do Beira-Rio, Helder teve melhor sorte. Foi promovido e teve tempo para superar as ansiedades iniciais e se adaptar ao jogo dos profissionais. Preencheu a lateral-esquerda e hoje, no Grêmio, ninguém fala em contratar um jogador para a posição.

Taison, Ederson (hoje chamado de Eder, simplesmente), Guto e outros meninos do Inter continuam na fila, aguardando a sua vez. Enquanto isso, jogadores de idade avançada, com salários em torno de R$ 100 mil e futebol de R$ 5 mil, seguem prestigiados.

É possível até que nenhum desses emergentes colorados confirme capacidade técnica para ser profissional do Inter. Mas, só será possível saber se jogarem. Mas, desde já, é possível garantir que Taison é superior ao primeiro reserva da posição. Walter, até prova contrária, é o melhor parceiro que Nilmar poderia ter no ataque. Sem contar com Guto, que já mostrou o que sabe em alguns jogos.

O Grêmio comporta-se de acordo com a sua realidade financeira. Aposta nas suas pratas da casa e só busca jogadores quando não existem opções caseiras. O Inter anda, faz tempo, com ares de europeu rico. Parou de olhar para dentro da sua própria casa.

OSA TORCENAUTAS GREMISTAS E COLORADOS ESTÃO SATISFEITOS COM AS POLÍTICAS DOS SEUS CLUBES DE VALORIZAÇÃO DOS JOVENS TALENTOS?

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Paz

24 de junho de 2008 22

Que tenhamos um Gre-Nal de paz neste domingo no Estádio Olímpico/Jean Pimentel, Banco de Dados - 7/4/2006

Paulo Odone, presidente do Grêmio, agiu como um vacinador. Nas primeiras horas da semana que antecede o Gre-Nal, antes que pudessem eclodir provocações, ele assumiu a tribuna e do alto da sua autoridade pregou que este seja um clássico de paz. No outro lado, Vitorio Piffero não desafinou. Assinou em baixo.

É ótimo, saudável que os dois principais dirigentes da Dupla se antecipem aos fatos de sempre e façam campanha em favor da civilidade. Mas se houver resistências ao oportuno apelo, saibam que o mar não está para peixe assim como a hora não é favorável para a baderna. A Brigada Militar, com o coronel Mendes no comando, não está fazendo concessões para a ilegalidade.

Faz tempo, o Rio Grande do Sul se transformou em paraíso da transgressão. Tudo indica que estamos retornando ao império da lei. A segurança do Gre-Nal está sendo preparada com rigor científico. Nada terá a temer quem for ao Olímpico com espírito desarmado e apenas determinado a torcer pelo seu time. Depois não digam que são inocentes, estavam passando e foram atingidos pela sempre denunciada “truculência” policial. Na hora do tumulto, brigadiano não pode e nem tem condições para mesuras e agrados. Nestes casos, melhor é se afastar da zona de conflito e seguir caminho. Que tenhamos um Gre-Nal de paz. E que seja por bem.

OS TORCENAUTAS ACREDITAM QUE É POSSÍVEL TORCER COM EMOÇÃO E CORDIALIDADE, SEM BRIGAS E AGRESSÕES?

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Muda pouco

23 de junho de 2008 33

Se perder Gre-Nal não fosse uma suprema tragédia para o torcedor mais extremado, o maior clássico gaúcho perderia em emoção — e esta perda seria compensada por uma saudável racionalidade.

Cada vez que se avizinha este jogo, é inevitável lembrar o conceito de Ibsen Pinheiro, segundo o qual “Gre-Nal arruma a casa”. Ou desarruma, também no contrário está a verdade.

Não precisaria ser assim. Tomemos os casos de Grêmio e Inter, neste momento. Se o Grêmio for o vencedor, no que o resultado será capaz de arrumar a casa tricolor ou desarrumar, mais do que já está, a casa colorada? E se o vencedor for o Inter, seria razoável colocar sob questionamento o bom trabalho que o Grêmio vem apresentando no Brasileirão? Ou provocar a conclusão de que no Inter tudo está resolvido?

Se a dupla Gre-Nal for capaz de fechar olhos e ouvidos para o que se dirá depois de domingo, o resultado do jogo mudará pouco, quase nada, na vida dos dois clubes.

ESTE POST ESTÁ ABERTO PARA CONCORDÂNCIAS OU DISCORDÂNCIAS DOS TORCENAUTAS.

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Favoritismo

23 de junho de 2008 62

Roth não assume que Grêmio é favorito/Mauro Vieira

Celso Roth classifica como conversa antiga apontar favorito em Gre-Nal. E não deixa de ter razão, ainda que relativa.

Favorito em clássico é o time que, destacadamente, se encontra em melhor momento do que o adversário, situação clara do Grêmio. Mas o próprio favorito não aceita a indicação por uma inconfessada razão: o Inter poderia se mobilizar ainda mais por sentir-se diminuído em função do prognóstico.

É por esta única e exclusiva razão que os favoritos em Gre-Nais não gostam desta posição. Alguém poderá acrescentar que a reiteração do favoritismo também é capaz de favorecer o surgimento de “saltos altos”. Na verdade, são elementos subjetivos que independem do apontamento de um favorito.

Portanto, trata-se de um preciosismo que desponta da tensão e do medo de perder. É sempre mais dolorosa a derrota quando acontece para o maior rival. Mas, quem tem por dever analisar e avaliar equipes, deve levar em conta tais subjetividades ou se prender, exclusivamente, aos aspectos técnicos?

É possível que o Internacional diminua ou até neutralize as razões que fazem o Grêmio ser favorito para o Gre-Nal. Com bravura, dedicação, disciplina e determinação, pode acontecer. Mas nem o torcedor mais distraído se atreveria a negar o que a classificação diz: o Grêmio está muito melhor do que o Inter e, por isto, é favorito para ganhar o Gre-Nal. O resto é medo de torcedor.

E OS TORCENAUTAS, ADMITEM OU NEGAM O FAVORITISMO DO GRÊMIO?

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Grêmio quase pronto

23 de junho de 2008 26

Leo e Eduardo Costa: provavelmente estarão juntos no Gre-Nal/Fernando Gomes, Banco de Dados - 16/09/2007

Para encarar o Gre-Nal, domingo, Celso Roth só terá que preparar o time segundo as exigências do clássico. São possíveis algumas alterações na nominata dos titulares, comparativamente ao time que enfrentou e venceu o Atlético Paranaense.

Eduardo Costa, provavelmente, substituirá Willian Magrão. Esta tendência foi expressada pelo treinador, na entrevista coletiva de pós jogo. Leo sempre foi titular e a sua volta deve acontecer, naturalmente. No ataque, poderá haver uma terceira e derradeira mudança.

Marcel e Perea tiveram desempenho insatisfatório, neste domingo, e não será surpreendente se Roth alterar o seu ataque. Qualquer destas modificações, porém, não mudará o desenho do time e nem terá afetado o entrosamento do conjunto.

Só existe uma possibilidade de grande mudança: Celso Roth manter o trio de meio-campistas que jogou ontem e acrescentar Eduardo Costa. Esta hipótese afetaria a estrutura tática da equipe pois seria necessário tirar um zagueiro ou um atacante. É difícil acreditar nesta que seria, quase, uma “invenção”.

Na opinião deste blogueiro, o Grêmio enfrenta o Inter com Eduardo Costa e Leo no time. E, talvez, com o ataque modificado. Embora, a defesa colorada ande tão frágil nas bolas altas que a presença de Marcel poderia significar uma magnífica alternativa de ataque. Desde que recebesse cruzamentos, o que não aconteceu contra o Atlético Paranaense.

SEGUNDO QUE PENSAM OS TORCENAUTAS GREMISTAS, O GRÊMIO DEVERÁ TER QUE ESCALAÇÃO, NO GRE-NAL?

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