Tite e o Inter não podem pensar em outro resultado que não seja o de vitória sobre o Vasco da Gama, em São Januário, no domingo.
A tabela de classificação é clara. Se perder o jogo, o Inter poderá ser ultrapassado por três concorrentes: Figueirense, Atlético Mineiro e Goiás. Neste caso, baixaria para a 13ª posição, aproximando-se perigosamente da zona de rebaixamento. Não existe outra saída. É vencer ou afundar.
O Vasco da Gama anda mal das pernas, quase caindo. Quando Roberto Dinamite assumiu a presidência do clube, o Vasco estava em 8º lugar. Hoje, caído para a 17ª posição, no grupo da morte e mergulhado em crise, o time agora treinado por Tita está ainda mais embretado do que o Inter.
Se não vencer, despenca precipício abaixo. E como desgraça pouca é bobagem, acaba de perder Morais, o melhor jogador, que preferiu deixar São Januário depois que foi ameaçado por marginais vascaínos, disfarçados de torcedores.
É neste ambiente que o Internacional buscará reabilitação e, quem sabe, a segunda vitória fora do Beira-Rio. Menos mal, para o Inter, que Eurico Miranda não é mais presidente do Vasco. Raposa matreira, ele sempre encontraria uma maneira de motivar o seu time ou, quem sabe, provocar alguma ajuda da arbitragem.
Roberto Dinamite é mais legal. Tem discurso politicamente correto, veste ternos bem alinhados e, civilizadamente, senta ao lado de Márcio Braga, presidente do histórico rival, Flamengo, com quem divide doses de bom uísque.
Enquanto isto, no campo, o Vasco da Gama só vai... para baixo.
Postado por Wianey


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