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Posts de janeiro 2009

Ingressos caros expulsam pobres dos estádios

30 de janeiro de 2009 48

Noveletto: comparação com show de Caetano/Fernando Gomes, BD

Os preços fixados pela Federação Gaúcha de Futebol para o Gre-Nal de Erechim são, realmente, assustadores. Eles flutuam entre R$ 60 e R$ 150. Um rombo impossível de ser suportado pelo bolso do trabalhador.

O presidente da FGF, Francisco Noveletto, argumenta que o preço mínimo de um show do Caetano Veloso não é inferior a R$ 100. É verdade, mas Caetano Veloso nunca foi um artista das massas, e o futebol é a paixão mais popular do Brasil.

Os valores dos ingressos para o clássico são indefensáveis e ponto final. Mesmo assim, o Colosso da Lagoa estará lotado, podem apostar. Grêmio e Inter levarão um grupo de grandes jogadores que tornarão o espetáculo irresistível.

E, se compararmos os preços do Gre-Nal com os que estão sendo praticados pelos clubes do Interior nos seus jogos com a Dupla, se concluirá, obrigatoriamente, que não são muito caros. Por onde passam Inter e Grêmio, o valor mínimo do bilhete tem ficado em torno de R$ 50. E, se este é o preço para ver apenas um dos representantes da Dupla, pelos dois juntos poderia ser o dobro, não é verdade?

Que os preços estão muito altos, está fora de discussão. E esta inflação que se verifica no Gauchão acontece, exatamente, quando os clubes estão recebendo da televisão valores nunca antes imaginados. Muitos deles garantem as suas folhas de pagamentos apenas com as cotas da TV.

Mesmo assim, estão cobrando valores exorbitantes nos jogos envolvendo a Dupla. É muito caro fazer futebol, deve-se compreender. O diabo é que os pobres estão sendo expulsos dos estádios pelos altos valores cobrados pelos ingressos.

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Herrera, acima do peso, chega para ser titular

30 de janeiro de 2009 36

Herrera chegando no Aeroporto Salgado Filho/Dulce Helfer

Acabou a espera. Herrera chegou. É jogador do Grêmio e fica atendida, assim, uma expectativa que se tornou consenso entre os gremistas. Sobre as qualidades deste argentino é dispensável falar. Herrera já foi visto jogando pelo Grêmio e, recentemente, pelo Corinthians

É voz corrente que o atacante tem a “cara do Grêmio”. Isto é, a garra que nunca faltou ao time nas suas mais importantes conquistas. Para Herrera convergem as principais esperanças do Grêmio quanto à sua importância na Libertadores da América, uma competição em que é preciso olhar nos olhos dos adversários e não se amedrontar. Deste mal, Herrera não padece.

Pena que o gringo chegou brigando com a balança. Quando jogou no Grêmio, pesava 77 quilos. No Corinthians, ganhou massa muscular e subiu para 81 quilos. Hoje, Herrera está pesando 88 quilos, um sobre-peso significativo que precisará eliminar rapidamente. Se conseguir, poderá ser mais uma atração no Gre-nal do dia 8 de fevereiro, em Erechim.

Postado por Wianey

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Por que Nilmar sofre mais nos jogos do Gauchão

30 de janeiro de 2009 29

Nilmar no jogo contra o São José, no Estádio Passo D`Areia/Fernando Gomes

Quem viu Nilmar disputando os três primeiros jogos do Inter pelo Gauchão percebeu, e talvez não tenha entendido, porque o ótimo atacante teve desempenho muito abaixo das suas possibilidades. O fato tem explicações.

Nilmar tem na velocidade a sua principal virtude. Talvez não haja no futebol brasileiro outro jogador tão rápido. Esta qualidade, entretanto, é anulada quando os adversários não concedem espaços e exercem marcação individual sobre Nilmar. Esta é a rotina do Gauchão.

Em competições nacionais e internacionais, as equipes são mais ousadas. Os laterais avançam e os próprios zagueiros não permanecem posicionados nas suas áreas. No Campeonato Gaúcho, o cenário se altera. Em Ijuí, por exemplo, Nilmar teve sempre um zagueiro grudado às suas costas. Como é de constituição física frágil e o drible curto não é sua especialidade, na maioria das vezes em que foi acionado, ou caiu ou acabou desarmado.

Passar a bola no pé de Nilmar não é boa estratégia. O ideal é que a bola seja lançada no espaço vazio, à frente do atacante. Na maioria das vezes, ele ganhará do seu marcador e chegará na frente. Mas como fazer se estes espaços não existem e, além da marcação individual, sempre existe outro jogador fazendo cobertura?

Nilmar é veloz e seu drible é longo. Logo, precisa de espaço para bem produzir. Se os adversários não concedem estas condições, de alguma forma, o próprio Nilmar precisa construir condições para conseguir jogar. O time do Inter deve ser orientado para melhor explorar as aptidões do seu companheiro. Lançar-lhe a bola do peito quando Nilmar tem no seu cangote um brutamontes babando é de uma inutilidade absoluta.

Por esta e outras razões que Nilmar precisa sair da área, vir para trás e para os lados para arrancar em velocidade sobre a área do adversário. Entendida esta circunstância, entende-se também porque Nilmar deve ser o segundo atacante e ter outro parceiro à sua frente.

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Um tsunami vai cair sobre o futebol brasileiro

30 de janeiro de 2009 19

Giorgio Benvenuti, EFE

Os efeitos da crise econômica mundial ainda não chegaram ao futebol brasileiro, mas é inevitável que aconteça. O tsunami financeiro que está quebrando gigantes do mercado internacional está anunciado e convém que os clubes se preparem para enfrentá-lo, se isto for possível. Na Europa, já existem movimentos indicando medidas para conter os gastos dos clubes, principalmente com contratações.

A Uefa iniciou conversações com a Associação Européia de Clubes visando regulamentar a quantidade de verbas que cada clube pode despender em transferências e salários de jogadores. De acordo com um alto responsável da Uefa, a proposta dos maiores clubes europeus sugere que apenas seja permitido aos clubes gastar 51% das suas receitas na aquisição de novos jogadores e nos seus salários.

Os clubes propõe que as receitas elegíveis para apurar os 51% são: bilheteira, patrocínios, merchandising e direitos televisivos. Não devem incluir, entretanto, nenhum investimento financeiro de proprietários ou accionistas dos clubes. Esta medida pretende combater e prevenir os investimentos milionários dos proprietários de clubes e foi lançada depois que o Manchester City tentou adquirir o jogador Kaká por 110 milhões de euros.

Grandes clubes como o Real Madrid, Manchester United, Barcelona, Chelsea, Arsenal, Milan, etc, poderiam despender na aquisição de novos jogadores montantes superiores aos 100 milhões de euros, o mesmo valor que o Manchester City gastou esta temporada.

Os enlouquecidos gastos de alguns poderão trazer problemas para outros, embora a medida seja considerada pedagógica e importante para a regulamentar as transferências de jogadores. Segundo a proposta, mais uma vez aumentará o fosso entre grandes e pequenos clubes, penalizando os que têm como principal receita a venda de jogadores e os clubes com poucas receitas. É o caso dos clubes brasileiros e de todos os países sub-desenvolvidos ou em desenvolvimento.

Uma ilusória e passageira sensação de bem-estar está marcando a largada dos campeonatos estaduais. Grandes jogadores que, habitualmente, teriam daixado o Brasil em dezembro, permaneceram nos clubes por falta de compradores. Parece bom, mas não é.

Os montantes financeiros provenientes de vendas de jogadores já se tornaram receitas ordinárias, previstas nos orçamentos dos clubes. Se elas desaparecerem ou diminuírem de tamanho, como já está acontecendo, voltará o desequilíbrio financeiro nas contas dos clubes. Não será dentro de alguns anos. Não mesmo. Clubes que não tiverem gordura para queimar já começaram a sofrer as conseqüências da crise. Outros, que possuem alguma poupança, caso do Internacional, resistirão por mais alguns meses. Depois, tentarão sobreviver ao tsunami anunciado.

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Fortuna está acabando com craques brasileiros

29 de janeiro de 2009 51

Ronaldo, Robinho, Ronaldinho e Adriano: se tivessem postura profissional, ainda teriam alguns anos para oferecer talento ao futebol/Banco de Dados

Se alguém quiser escrever um sucesso editorial garantido, basta reunir Ronaldo Nazário, Adriano Imperador, Ronaldinho Gaúcho e Robinho e relatar as suas escabrosas aventuras noturnas. Todos os ingredientes que garantem ampla repercussão, seja em livro ou filme, estariam presentes em doses industriais: sexo, ação, orgias e o que mais a imaginação possa produzir.

Cada um dos quatro jogadores já recebeu a classificação de craque — um exagero tratando-se de Robinho e Adriano, que são, no máximo, bons jogadores. Mas todos eles fizeram fortuna, rapidamente, o que pode explicar a vida desatinada que levam.

Adriano já se tornou dependente alcoólico. É um caso médico. Ronaldo Nazário resolveu acrescentar aos seus maus hábitos outro que é mortífero para um atleta: começou a fumar. Ronaldinho Gaúcho perdeu-se em meio a estafante agenda social. Não consegue mais jogar como jogava antes. Ainda não chegou aos 30 anos e já parece um veterano. E Robinho está se notabilizando por baladas que tanto podem acontecer em uma boate ou em algum camarote do Maracanã.

Todos eles, se tivessem boa postura profissional, ainda teriam alguns anos para oferecer ao futebol o talento especial com que foram premiados pela natureza, sem custo algum. Entretanto, estão sucumbindo às tentações que estão disponíveis para quem tiver elevado saldo bancário e muita fama.

O dinheiro está acabando com os quatro.

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Código disciplinar bandido ameaça Inter

29 de janeiro de 2009 36

Marcos D`Paula, AE, Banco de Dados

Quando foi elaborado o Código Brasileiro de Justiça Desportiva, nenhum representante dos clubes foi convidado pelo Ministério do Esporte para participar dos trabalhos.

Na comissão de notáveis, só o jogo de bilboquê não estava representado, porque carecia de uma federação. E assim, sob inspiração de Luiz Zveiter, o “Pavão Tagarela” que agitou o futebol brasileiro quando presidiu o STJD, foi parido um mostrengo que deverá ser modificado — mas enquanto as mudanças não chegam, continua fazendo estragos no futebol.

Houve uma ocasião em que o São Gabriel, denunciado porque alguns torcedores jogaram objetos no gramado, esteve sob ameaça de pagar, além de uma interdição do seu estádio, mais R$ 500 mil de multa. Ora, se esta punição tivesse se consumado, o São Gabriel quebraria e levaria uma década, pelo menos, para se recuperar.

Na próxima quarta, D`Alessandro e Alex — do Inter —, Jonas e Samuel — do São José —, serão julgados pelo TJD gaúcho. Se os quatro jogadores receberem as penas máximas previstas nos artigos em que foram enquadrados, o total do castigo chegará a 1.620 dias sem jogar. Ou seja, mais de quatro anos.

Fiquemos com os casos de Alex e D`Alessandro. Se Alex for condenado à pena máxima, ficará parado 540 dias, cerca de um ano e meio. O castigo de D`Alessandro seria um pouco menor: 270 dias, ou nove meses sem jogar.

Evidentemente, as penas não serão estas. Os advogados tentarão desclassificar as denúncias para outros artigos. E, nunca houve, no Brasil, a aplicação das máximas penas prevista no CBJD. Felizmente, os julgadores têm muito mais bom senso do que tiveram os pais do código bandido.

Tomara que nunca aconteça, mas se um dia acontecer, a Justiça do Trabalho se encarregará de desmoralizar o mostrengo.

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Por que o futebol do Inter ainda não apareceu

29 de janeiro de 2009 86

Problema nos flancos: Bolívar na lateral-direita e Marcão na lateral-esquerda/Valdir Friolin

O Inter entra em campo para jogar, mas o espetáculo que se imagina que possa apresentar não acontece. Contra o Santa Cruz, no Beira-Rio, foi assim, mesmo com os principais jogadores em campo. Na partida seguinte, diante do São José, a mesma coisa. Em Ijuí, havia a desculpa dos desfalques, mas nem esta justificativa satisfaz. Afinal, Taison substituiu Alex com vantagem, Danny Morais não provocou saudade de Índio e Andrezinho fez tanto, ou mais, do que vinha fazendo D`Alessandro. Restou Guiñazu como ausência relevante, insuficiente para explicar o futebol praticado pelo Inter.

O que estaria faltando, então, para que o time do papel apareça também no campo?

Existem, pelo menos, duas ou três possibilidades de justificativas:

• É precário o rendimento do time pelos flancos. Na lateral-direita, Bolívar não compromete mas não consegue oferecer ao time o apoio ofensivo indispensável em jogos do Gauchão. Dizem que Arilton ainda não está em forma e, por isso, Bolívar segue jogando. Na lateral-esquerda, a permanência de Marcão é quase inexplicável. Marcelo Cordeiro está em forma mas não entra no time. Por que, então, foi contratado?

• Nilmar é um caso estranho. Não tem lhe faltado dedicação, mas entre 10 enfrentamentos com defensores adversários, só leva vantagem em um ou dois. Na esmagadora maioria das vezes, perde a bola ou cai.

Não creio que seja necessária a presença de um volante defensivo na maioria dos jogos do Gauchão. Mas, se com Maicon em campo o Inter foi pressionado pelo São Luiz, que só não marcou gols por ineficiência dos seus atacantes, como seria sem um protetor dos zagueiros?

O Inter alinha jogadores de primeira linha mas, desde o ano passado, não consegue se impor com autoridade sobre os seus adversários. Não sei se falta altura e peso ao time colorado, ou temperamento competitivo. Mas o fato é este, exatamente: o time não consegue encaixotar os adversários, por mais modestos que sejam.

O filme exibido em 2008 continua em cartaz em 2009.

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Acredite quem quiser: Herrera deve chegar hoje

29 de janeiro de 2009 39

Carlinhos Rodrigues, Banco de Dados - 3/1/2007

Tanto se prolonga a negociação que pretende trazer Herrera para o Olímpico que já tem torcenauta reclamando da foto do jogador. Querem variação dos retratos pois já cansaram de ver o atacante argentino no mesmo ângulo. Quando ele chegar, gremistas, haverá farta publicação de fotos. Por enquanto, fotos de arquivo é o recurso.

Herrera deve chegar hoje. É a promessa noticiada. Depois de tantas informações desencontradas, só será possível acreditar depois que o argentino for fotografado no Olímpico, assinando o contrato.

A demorada negociação produz como efeito direto a exacerbação de expectativas quanto às possibilidades de Herrera ser a solução definitiva para o ataque do Grêmio. Quando se fala demais sobre alguém que não aparece, começa a se construir um mito. Esta situação deságua, frequentemente, em frustrações.

Herrera teve passagem modesta pelo Grêmio. Ficou na lembrança da torcida o seu estilo combativo de jogar e uma vocação inequívoca para a perda de gols. Mesmo assim, Mano Menezes não hesitou em recomendar a sua contratação como parte da estratégia corinthiana para voltar a Série A. Deu certo. Herrera marcou muitos gols, o que tanto pode significar evolução técnica do jogador como resultado da qualificação inferior das equipes que disputam a Série B. Este blogueiro não vê muitas diferenças entre Herrera e Jonas. Mas posso estar errado.

Herrera deve chegar hoje. Está prometido. Tomara que não retirem o argentino da porta do avião, como já aconteceu.

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Inter sofre, mas arranca vitória em Ijuí

29 de janeiro de 2009 31

Andresinho comemora gol marcado aos 25 minutos do primeiro tempo/Daniel Marenco

Sem contar com Alex, D`Alessandro, Guiñazu e Índio, era previsível que o Internacional enfrentasse ainda mais dificuldades do que seria normal para vencer o São Luiz. Na etapa inicial, melhor foi o anfitrião que desperdiçou várias oportunidades para marcar. No segundo tempo, melhorou o Inter.

Andrezinho saiu de campo premiado com uma cobrança de falta primorosa e teve a melhor atuação do jogo. Taison foi um atacante que ameaçou sempre. Acertou uma bola na trave e obrigou o goleiro adversários a fazer defesas importantes. Nilmar teve atuação modesta, mais escorregou do que jogou. Acabou sendo substituído. Mal mesmo foi Marcão. Pudera, enquanto esteve em campo, enfrentou sempre dois atacantes.

Faltou cobertura, se acentuando o prejuízo pela ausência de Guiñazu. Importantes foram os três pontos buscados entre as agruras do Interior. A produção colorada foi modesta. Deu para o gasto, apenas. O reforçado time do Inter ainda vai aparecer.

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D`Alessandro e Alex podem ficar fora do Gre-Nal

28 de janeiro de 2009 39

Valdir Friolin

A procuradoria do TJD encaminha hoje as denúncias relativas aos acontecimentos de domingo, no Passo D`Areia. Três profissionais do Inter serão denunciados: o treinador Tite e os jogadores D`Alessandro e Alex.

O São José terá dois atletas julgados: Jonas e Samuel. Além dos profissionais, também o Inter será julgado porque alguns torcedores (?) jogaram objetos no gramado.

O Inter é primário no artigo em que foi denunciado. A pena prevista é de perda do mando de campo de um a 10 jogos. D`Alessandro foi indiciado por tentativa de agressão. Pena: 60 dias. Alex será julgado por agressão. Pena mínima: 120 dias de suspensão.

O caso de Alex é de interpretação. O que a súmula relata é o que mostram as imagens da televisão. Já no que diz respeito à expulsão de D`Alessandro, o relato da súmula não combina com o que se viu e está registrado em imagens de TV. Segundo a súmula, ele tentou agredir o adversário que tentou agredi-lo. Não foi o que aconteceu.

D`Alessandro, neste lance, não tenta agredir ninguém. Seu único gesto brusco foi o de tentar se desenvencilhar do abraço do adversário com um safanão. Quando cai, é agredido pelo jogador do São José. Absolver D`Alessandro será menos difícil do que inocentar Alex.

Se Alex e D`Alessandro forem condenados pelos artigos nos quais foram denunciados, estão fora do Gre-Nal e, talvez, das primeiras rodadas da Copa do Brasil. Já com relação ao Tite, é possível que o TJD condene o treinador do Inter. O prejuízo do clube é sempre menor.

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Kléber e Alecsandro querem jogar o Gre-Nal

28 de janeiro de 2009 7

Fernando Gomes

Os mais notáveis reforços contratados pelo Inter em 2009 desembarcaram em Porto Alegre já avisando que desejam disputar o Gre-Nal no dia 8 de fevereiro, em Erechim.

Jogador de futebol adora disputar clássicos. Sabe que a vitrine se alarga e é o momento da consagração. Pode ser também da desgraça, mas isto ninguém pensa. Kléber e Alecsandro não são diferentes, mas são distintas as possibilidades de ambos.

Alecsandro não joga desde dezembro e não se sabe se a sua pré-temporada foi satisfatória. Diferente de Kléber, que terminou o ano jogando e participou dos trabalhos de início de temporada. Se estiver em forma como se supõe, Kléber já está escalado para o Gre-Nal. Trata-se de um jogador extraordinário, do tipo que chega, se farda, entra em campo e joga. Não importando se for clássico ou um jogo comum.

CORREÇÃO — Este blogueiro pisou no tomate ontem quando escreveu que o Inter enfrentou o Barcelona na decisão do Mundialinterclubes, tendo Nilmar e Iarley no ataque. Errado. O centroavante do Inter foi Alexandre Pato. Perdão, caros torcenautas.

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Paulo Odone sofre mais uma derrota política

28 de janeiro de 2009 37

Mauro Vieira, Banco de Dados - 7/12/2008

Tirar o Grêmio da segunda divisão, recolocar o clube no circuito das competições internacionais, deflagrar o processo de construção do novo estádio e dar um rumo às finanças gremistas não foram fatos suficientes para imunizar Paulo Odone de sucessivas derrotas no âmbito do seu clube.

Seja no Conselho Deliberativo ou entre os associados, Odone tem amargado revezes contundentes. Quando parecia não haver mais nada para perder, eis que nova derrota é aplicada ao ex-presidente: ele não presidirá a Grêmio Empreendimentos, empresa formada para gerenciar o Projeto Arena. A escolha recaiu sobre Adalberto Preiss, gremista de inúmeros serviços prestados ao clube e homem de seriedade e competência comprovadas.

A definição por Preiss contempla os melhores critérios de escolha. Mesmo assim, a preterição de Odone encerra um ciclo de derrotas políticas que o ex-presidente terá que avaliar com calma e desprendimento para apurar as causas.

Para um homem que tanto fez pelo Grêmio, é quase inexplicável que seja alvo de tanta rejeição. Talvez fosse conveniente que Odone começasse a avaliar a partir do seu estilo pessoal de governar. É impossível especular sobre outros motivos para justificar tantas derrotas políticas.

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Inter poderá ser prejudicado pela sua torcida

28 de janeiro de 2009 24

Torcida colorada no domingo, no Estádio Passo D`Areia/Fernando Gomes

Não adianta reclamar, alegando que alguns torcedores do Inter apenas atiraram copos de água para dentro do gramado no Passo D`Areia, domingo passado. Pelo mesmo motivo, já houve vários casos de interdições de estádios no Brasil. Nem o fato de que o jogo foi na casa do adversário absolve o Inter.

Existe jurisprudência formada. Provado que a torcida visitante atirou objetos para dentro do campo ou cometeu outros atos reprováveis, quem paga a conta é o clube dos baderneiros. Pessoalmente, não me agrada este tipo de punição. Ou se castiga o infrator ou não se castiga ninguém. Porém, esta é uma posição do blogueiro. A lei contempla consideração contrária.

Quando aprenderão a se comportar com civilidade nos estádios?

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Extra! Musa do Gauchão tem que ser mulher!

27 de janeiro de 2009 23

Bruna Molz, a vencedora de 2008/Divulgação

A Federação Gaúcha de futebol teve a excelente iniciativa, no ano passado, de eleger a Musa do Gauchão. Ganhou Bruna Molz, representante do Santa Cruz, linda por todos os ângulos.

Neste ano, o concurso Musa do Gauchão será realizado pela RBS, com a promoção da entidade. Verificando o regulamento da disputa de beleza, deparei com uma exigência, aparentemente, extravagante. A primeira condição para participar do Musa do Gauchão é SER DO SEXO FEMININO. Isto mesmo. A representante mais bonita dos clubes que participam do campeonato TEM QUE SER MULHER.

Bizarro? Extravagante? Desnecessário? Pois é, se este concurso acontecesse há, digamos, 50 anos, esta exigência não precisaria ser colocada. Os tempos mudaram, os costumes avançaram e, desde que Roberta Close foi tida como a “mulher” mais bonita do Brasil, tudo pode acontecer.

Para quem não lembra ou não sabe, Close era homem, simplesmente. Mais tarde eliminou o que lhe incomodava e transformou-se em uma mulher de tantos encantos que Erasmo Carlos chegou a homenageá-la com uma música.

Mas não se preocupem as candidatas ao Musa do Gauchão 2009. Não está escrito que terão que provar a sua feminilidade. Basta garantir que são mulheres. Que tempos, meus amigos!

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Imprensa gaúcha fala demais em arbitragem

27 de janeiro de 2009 56

Fernando Gomes

Que dirigentes e jogadores sejam eternos chorões e reclamem sempre das arbitragens, é possível compreender. Mas, que a imprensa amplifique estas manhas, é inaceitável.

Domingo, no Passo D`Areia, o árbitro Anderson Daronco teve problemas, segundo interpreta este blogueiro. A expulsão de Alex foi exagerada, embora outras leituras do lance indiquem que tenha sido correta, e o cartão vermelho para D`Alessandro foi efeito de uma informação distorcida do auxiliar de Daronco.

Ora, se o erro foi do auxiliar no caso da expulsão do argentino, e se a expulsão de Alex foi apenas uma questão de interpretações pessoais, onde estariam os grandes erros que comprometeriam Daronco?

Nós, jornalistas esportivos, lamentamos que as crises com as arbitragens sejam, quase sempre, maximizadas. Entretanto, na segunda rodada do Gauchão já estamos alimentando as discussões oferecendo largos espaços para o assunto. O que estará acontecendo nos momentos decisivos da competição, se tão cedo começou a lenga-lenga nos jogos, microfones e redações?

Não estou querendo que a imprensa ignore episódios relevantes que envolvam arbitragens. O que é notícia, deve receber apropriado tratamento. Só me agradaria mais se nós, imprensa, não valorizássemos tanto o que não tem tanta importância.

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