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Caso Maxi: não houve injúria racial deliberada

26 de junho de 2009 92

Não é preciso tapar o sol com peneira, criando enredos fantasiosos/Paulo Fonseca, EFE
Mesmo sabendo que certos assuntos me renderão dissabores, não consigo sonegar o que penso a respeito. Sou um profissional da opinião e dói-me o fígado a omissão. Hoje, considerando apenas e tão somente os fatos, detalho a minha interpretação dos acontecimentos no Mineirão. Apenas peço aos mais exaltados que leiam duas vezes o que escreverei e contem até 10 antes de derramar sua ira. Seguinte:

MACACO — É, sim, expressão de cunho racista. Lembro dois exemplos entre muitos conhecidos. Lá pelos anos de 1970, ou começo da década de 80, Gilberto Medeiros, falecido ex-dirigente do Inter, inconformado com a atuação do árbitro Valdir Louruz (negro), despejou-lhe uma coleção de impropérios, muitos aludindo a sua cor. Entre eles, chamou Louruz de “macaco”. A repercussão foi péssima e houve a necessidade, se bem me lembro, de uma retratação pública. Há poucos dias, em local nobre do Olímpico, um torcedor negro ergueu-se para receber e pagar por algo que adquirira de um ambulante. Imediatamente, alguém que estava atrás e ficara com a visão encoberta, passou a destratar o outro torcedor chamando-o, entre outras coisas, de “macaco”. O caso foi parar em uma delegacia de polícia. Esta expressão, no RS, sabem as pedras, tem, sim, conotação injuriosa.

MACAQUITOS — Após os episódios do Mineirão, dirigentes do Grêmio alegaram, entre outros argumentos, que Maxi López não poderia usar a expressão “macaco” porque não conhecia o seu sentido. Se Maxi fosse um holandês, seria possível. Não alguém nascido na Argentina, onde a expressão é de uso comum contra brasileiros. Na entrevista coletiva, Maxi López repetiu o que os dirigentes tinham antecipado. Foi orientado, visivelmente.

A BRIGA — A televisão mostra Wagner discutindo com Lopez enquanto esfrega o braço com os dedos e diz: “a cor não, a cor não…”. Penso que o argentino, repetindo uma praxe do seu país, chamou Elicarlos de macaco ou macaquito, não faz diferença, embora fosse algo automático, sem intenção de expressar sentimento racista. Quantas vezes utilizam-se expressões que, retiradas do contexto, seriam racistas? No entanto, às vezes, não é o sentido pretendido.

POLÍCIA — A encrenca com a polícia poderia ter sido evitada, sim senhor. Quando Maxi López deixou o vestiário, começou a dar entrevistas, mas foi empurrado e cercado por seguranças, com pressa de levá-lo para o ônibus. Os repórteres não entenderam, na hora, o que acontecia. Por quê? Parece óbvio: o Grêmio queria esconder López pois corria a informação de que ele seria buscado para prestar depoimento. Não encontrando-o no vestiário, os policiais dirigiram-se ao ônibus e lá encontraram uma barreira humana impedindo-os que chegassem ao jogador. Há fartas imagens de televisão demonstrando. Os fatos que se seguiram foram efeito da resistência, inclusive os exageros da polícia. No fim, aconteceu o inevitável: Maxi López depôs e foram todos para o hotel. Aquelas cenas poderiam não ter acontecido.

CONCLUSÃO — Não houve armação nenhuma. Apenas um fato corriqueiro, infelizmente, nos campos de futebol. Mas, ninguém poderá tirar de Elicarlos o direito de sentir-se ofendido, assim como Jeovânio (Grêmio) sentiu-se em relação a Antônio Carlos (Juventude), Valdir Louruz em relação a Gilberto Medeiros e o torcedor gremista, recentemente, no Olímpico. Não houve delito racial deliberado. Só não é preciso tapar o sol com peneira, criando enredos fantasiosos.

Postado por Wianey Carlet

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Comentários (92)

  • Eder diz: 26 de junho de 2009

    Bahh WC exatamente o que eu penso.A mídia do eixo que está fazendo disso um caso muito mais sério do que realmente foi.

  • Kleiton Kuhn diz: 26 de junho de 2009

    Wianey ele não é nenhum retardado, claro que ele sabe o que quer dizer, não vem defender o rapaz. Vale lembar a celebre capa do jornal esportivo OLÉ de 1996, relativo a semifinal Brasil e Nigéria pelas olimpíadas de Atlanta de 1996- “Que vengan los macacos” – MACACOS expressão esta existente na no espanhol, assim como “macaquitos” e “Monos”, sobretudo na Argentina. Lamantável o Grêmio alegar que ele não conhece esta expressão,dizer que é comum em todo o país, os outros se chamarem, um absurdo!

  • Fernando Tubello diz: 26 de junho de 2009

    Não consegui entender teu comentário, quando não se quer dizer algo, simplesmente se fica calado, não existe outra intenção possivel que não seja a de humilhar quando se chama alguém de Macaco. Não existe mais ou menos.
    Não muda nada se foi falado num campo de futebol, deve ser criticado também, o futebol não esta excluido das leis e dos costumes do resto da socidade.

  • Carlos Henrique Barth diz: 26 de junho de 2009

    Nós, gaúchos que vivemos fora do estado, lidamos constantemente com a fama de racista que o gaúcho tem. Eu sempre procuro argumentar que o RS é um dos poucos estados que já teve um governador negro, etc. Porém, sinto-me envergonhado quando vejo as manifestações de vários conterrâneos complacentes com esse ato criminoso. Nunca esqueçam que racismo, além de falta de caráter, é crime!! Se aconteceu, não é por ser dentro de um campo, no calor do jogo que deve ser relevado.

  • Cassiano Dalvit diz: 26 de junho de 2009

    Caro Vianey, segue em anexo um post de um “jornalista” da Gazeta Esportiva,isto sim é preconceito, discriminação, e não uma discussão de jog,pois se olhares o replay do lance,verás que o Maxi fala para o Wagner,”Quem começou”, então oque será que foi falado ao Maxi tambem,um peso e duas medidas??O texto exposto abaixo me revolta,como gremista e acima de tudo como gaucho, será que só a mim??isso não pode continuar..Um abraço.

  • Ronaldo diz: 26 de junho de 2009

    Pessoal, Wianei
    Racismo é uma palavra forte … e outro crime. O crime de perjurio é praticamente praticado diariamente por 99,9 po cento das pessoas…. é so alguem fazer uma manobra forte no transito e quase bater no seu carro que é desferido… corno..Cervo etc e tal… lhes pergunto pq não registram tbm ocorrencias??? ou vcs falam seu trangressor do código de transito brasileiro…. PAREM DE DESVIAR O FOCO DO GREMIO…PQ Não falam do LDU … só falam do CD do carvalho…..DA-LHE TRICOLOR

  • Cassiano Dalvit diz: 26 de junho de 2009

    http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/06/25/585664.html

    Gauchada esquece a bola e quer levar títulos na força

    São Paulo (SP)

    O futebol gaúcho sempre foi conhecido pelo espírito belicoso, coisa de fronteira. Quer dizer, ou vai na bola ou no pau. No entanto, Grêmio e Internacional estão exagerando. Gremistas fizeram carnaval em Belo Horizonte. Colorados prometem outro salseiro contra o Corinthians, na próxima quarta-feira. Está na hora de a CBF meter a colher

  • Paulo Renato diz: 26 de junho de 2009

    Wianey, essa é a sua opinião…
    Mas devemos saber que hoje no Brasil corre uma onda muito grande de se acusar as pessoas sem nenhum prova…
    Até o momento temos 2 palavras em jogo, nenhuma prova…
    Agora quanto ao racismo, chamar o Argentino de Barbie e outros impropérios que devem chamar ele durante o jogo não é racismo???
    E outra essas coisas são acontecem com Brasileiros com a sua sindrome de inferioridade…e por essas e outras que certos adjeticos pegam…

  • Jorge Freitas diz: 26 de junho de 2009

    Que vergonha.

  • Vinicius diz: 26 de junho de 2009

    Wianney, seguindo o princípio de que “macaco” é uma alusão à semelhança física (cor da pele)dos negros com os primatas, pode-se também dizer que chamar o Maxi de Barbie é uma alusão à semelhança física do Louro (branquinho) com uma mulher delicada, caracterizando preconceito quanto à opção sexual, não do maxi, mas de homosexuais em geral, sendo assim, dando ao entender que o mesmo seria homosexual. Palavras, apenas! Nada de mais, Maxi sabe que não é uma boneca, Eli sabe que não é macaco e ponto.

  • leandro diz: 26 de junho de 2009

    Então faz um esforço que te toma só algum tempinho.
    Vai nas comunidades do gremio no orkut e ve ali o racismo ao vivo, ululante e visível.
    Depois posta algo aqui sobre se eles são racistas ou não.
    ok?

  • Diogo diz: 26 de junho de 2009

    Kljhfldasjflka.A cor não, a cor não… De uma hora para outra aprendesse a ler os lábios?Como diz a Rosane de Oliveira: MULTIMÍDIA!

  • Claudio diz: 26 de junho de 2009

    Concordo em quase tudo Wianey. Só acho que o jogador que foi ofendido, mesmo assim, foi estimulado pela direção do Cruzeiro a dar queixa.

  • Vinicius diz: 26 de junho de 2009

    mais um detalhe, Maxi teria sido chamado de “Argentino de mer..” antes. E outra, na Argentina e em outros países de língua espanhola e eu conheço, “macaco” é usado para ofender, diminuir, mas no sentido de que a pessoa seja uma completa idiota, estúpida, alienada, insiguinificante e não há relação com sua cor. claro que Maxi deveria saber que não está na Argentina mas o que se seguiu depois e a correria de jornalistas e outros pra aparecer na TV e falarem “que são contra” é que me soa falso.

  • Claudio Horowsky diz: 26 de junho de 2009

    Derramar grande ira, por q , grande profissional da opinião e de opinião? Cuide de seu fígado, rápido. Este seu prólogo faria efeito caso o sr fosse mineiro ou trabalhasse na imprensa mineira. Por aqui, o tal de maxi mini- senão virar um santinho, pelo menos será um argentino q pode humilhar um brasileiro, caso o brasileiro não seja gremista. Mas, tudo bem. Este imbecil e nada é a mesma coisa e no futebol o derrotado sempre xinga o vitorioso. O fato é q o grêmio levou uma lavada e levará outra

  • Fillipi diz: 26 de junho de 2009

    Wianey… Há apenas o gesto e falas de Wagner nas imagens captadas pela televisão, NADA MAIS!! Não há como ter certeza que o Maxi falou algo atinente a cor do Elicarlos, seja Macaco, Macaquito, enfim. Não há!

  • Camilo Bajotto diz: 26 de junho de 2009

    Não entendo o que você quer dizer com “delito racial deliberado”. Pode alguém chamar alguém de “macaco” sem querer? Ah, o Maxi queria chamar ele do “bobo” mas não encontrou essa palavra e disse sem querer a palavra “macaco”. Foi um acidente de sua memória: solicitou uma palavra e veio outra. Ah, por favor Wianey, você vinha muito bem nas suas considerações até criar essa pérola chamada “delito racial deliberado”. Não passe a mão na cabeça desses racistas, por favor!

  • Grazy diz: 26 de junho de 2009

    Ok Wianey. Meu senso de justiça, acima do meu gremismo ortdoxo, te dá completa razão. Meu problemaé outro: Por que, no dia de hoje, não falar na derrota colorada? na máquina compressora? nos morangos podres?. Não me estranha a constestação dos fatos, mas o silência vrmelho no dia de hoje.

  • jean diz: 26 de junho de 2009

    se eu chamar uma pessoa albina de “bicho de goiaba” estarei sendo racista?? todos nós temos caracteristicas q nos fazem alvo de humilhaçoes. racismo é segregar, separar pela raça. duas situações: se eu impedir um negro de abrir uma conta em um banco, serei racista pois todos sao iguais perante a lei, porem se eu o chamar de macaco, estarei ofendendo essa pessoa, da mesma forma que chamar o albino de bicho de goiaba, ou um gordo de baleia.

  • Eduardo diz: 26 de junho de 2009

    Wianey,
    discordo quando diz que o termo usado pelo Maxi Loez não foi com intenção racista. Acho que foi sim.
    Quanto ao resto, concordo. E faço uma pergunta: se consideras o temro macaco “expressão de cunho racista”, porque não condenas o uso desta expressão pela torcida gremista contra a torcida colroada, que historicamente, tinha mais torcedores negros?
    Vejo esse conformimso geral pela mídia gaucha em relação a este comprotamento da torcida gremista.

  • Mauro diz: 26 de junho de 2009

    Para de insistir nesta estória Wianey, ninguém mais quer saber, para de tentar tirar o foco do que interessa, queremos saber do jogo e dos preparativos que Autuori está fazendo para vencer o Cruzeiro. Chega de requentar este assunto que ninguém quer saber. Vamos falar de Futebol, esta tática de desviar o foco do que interessa não irá funcionar é perda de tempo.

  • Fernando diz: 26 de junho de 2009

    A imagem acima mostra claramente que Maxi Lopes aplica uma “dedada” no adversário! Com certeza precisa ser punido!

  • Fernando diz: 26 de junho de 2009

    Sugestão de leitura sobre o assunto racismo:
    Blog do Juca Kfouri, no UOL… leiam antes de ficar digitando besteiras…

  • Vinicius Lopes de Almeida diz: 26 de junho de 2009

    Afinal Wianey, você acha que ele chamou Elicarlos de “macaco”? Sim ou não.

    Juridicamente, creio que não há provas para condenar Maxi, não existe uma imagem de TV que prove o que ele falou, nem uma testemunha neutra para depor. Todos sabemos que Wagner não pode ser testemunha neste processo por ser amigo e colega de Elicarlos.

    A verdade é que se não há provas não há como julgar!

  • Luis Fernando diz: 26 de junho de 2009

    Olha Wianey, esta é uma discussão que alimenta controvérsias, inclusive no meio jurídico. Respeito a tua opinião, mas entendo que se fossemos simplificar a questão – que não é nada simples – poderíamos fazer uma pergunta: o ato de injúria qualificada pelo racismo, caracteriza-se pela intenção do agente ou pelo sentimento de ofensa da vítima? Pelo teu comentário, tu fica com a 1ª opção. Eu, contudo, penso diferente, está mais pra a 2ª hipostese, embora não seja uma questão matemática. Abraço!

  • Luís Carlos Zenatti diz: 26 de junho de 2009

    Eu ainda acredito mais que houve uma armação sim, com intuito de prejudicar Maxi e talvez até tirá-lo da próxima partida. Abertura para isso há, basta olhar a folha corrida, opa desculpa, o histórico dos diretores cruzeirenses. E analise as imagens novamente, você verá que o jogador de número 22 também estava próximo e não se irritou, apesar de ser negro, ele não devia saber sobre o ato premeditado, em um momento em que Maxi estava começando a desequilibrar a partida.

  • marcio gilvani diz: 26 de junho de 2009

    Isso não é racismo! Racismo é quando um branco não aperta a mão de um negro e diz: Não aperto mão de negrosd! Ou quando em algum lugar público um negro é impedido de entrar pelo fato de ser negro. O fato é que os dirigentes do cruzeiro pensaram em aniquilar o gremio tbm fora de campo (como se fosse preciso). Outro fato é que o jogador Wagner deu várias entrevistas dizendo que ” se ele for homen, tem que assumir o que fez” ou seja: Os mineiros estão dizendo que os gaúchos não saõ homens!

  • William Becher diz: 26 de junho de 2009

    Wianey, sugiro essa leitura para teu esclarecimento sobre a expressão “MACAQUITOS”:

    http://aires-buenos.blogspot.com/2009/06/macaquitos-uma-lenda-brasileira.html

  • Elvis Pithan Sturzbecher diz: 26 de junho de 2009

    Isso é bom pra esse pessoal do Grêmio, leva uma cacetada pra para de chama os outros de macaco. Se eu fosse negro eu ia ter vergonha de torcer pra um time desses que acha bonito viver chamando os Colorados de macaco e ainda achar bonito, por ser um time com mtos torcedores de cor negra!
    Agora nas arquibancadas eles pensem duas vezes antes de fazer essa ofensa. Sou branco, descendo de alemães e sou Corinthiano!

  • Vasco Trindade diz: 26 de junho de 2009

    A prática do racismo é abominável. Entretanto, mais abominável é a sociedade que aceita a limitação da liberdade de expressão impedindo que os homens sejam livres em seu pensamento. Quem deveria defender a sociedade do racismo seria cada um de nós por meio de seus discurso e exemplo. Como uma sociedade criada de cima para baixo, precisamos do autoritarismo. A ausência de autonomia cria essa suscetibilidade à ofensa, pois para quem não pensa por si próprio a ideia recebida é tão importante.

  • eduardo diz: 26 de junho de 2009

    Concordo com o Wianey. Entendi seu comentário no que afirma q não houve racismo “deliberado”. Acho q não se pode dar tanta importÂncia ao fato.

  • elio miguel diz: 26 de junho de 2009

    Wianey, você como jornaliusta (acho que é)tem a obrigação de escrever corretamente.
    Você escreveu “não encontrando-o”, por favor, faça a correção. A partícula negativa atrai o pronome. Sobre o racismo, os argentinos também são ofendidos em campo pelos brasileiros, a xenofobia é crime, e ninguém faz nada. Ofender a mãe dos outros pode, chamar de macaco não? Quem se ofende por ser chamado de macaco e mais racista que aquele que chamou. Fui!

  • Juan Barbieri diz: 28 de junho de 2009

    Wianey,na expressao “macaco”,para argentinos e uruguaios,nao se encontra implicita qualquer manifestacao teor racista ou coisa que o valha.Por sinal,é comumente usada nao apenas nos campos de futebol,e designa a pessoa espalhafatosa ou com excesso de preciosismo.Claro que o racismo é um problema gravissimo,repugnante, e que extrapola fronteiras, mas ao que parece, ainda que o jogador Maxi Lopes tenha pronunciado essa palavra, longe estaria ele de querer praticar alguma ofensa com teor racista.

  • Alexandre diz: 28 de junho de 2009

    Permita-me discordar Sr Juan, chamar de macaco é racismo, e racismo é crime. Simples e sem derivações, a cada crime cabe a pena, e a cada caso a possibilidade de defesa, mas todos sabemos que los hermanos de toda cercania do Prata são racistas e chamam-nos, Brasileiros, de macaquitos, com clara conotação racista. Resta querer ver ou ignorar, mas nunca desqualificar.

  • fabricio diz: 26 de junho de 2009

    Acho que tá na hora de dar uma baixada na poeira, o clima tá pesado,e o Vagner continua botando lenha na fogueira, dizendo que tem que ser homem pra reconhecer o erro,que o Maxi vai ficar marcado, etc.. E se acontece alguma agressão em Porto Alegre, como fica? Todos sabemos que tem louco pra tudo, desde a torcida(vide o caso carvalho),a ex-dirigentes ( pelaipe em curitiba). Quando tira do sério, ninguem segura.Tá na hora de deixar pra justiça e deixar de discutir na imprensa, senao vai dar M…

  • Fernando diz: 26 de junho de 2009

    Bando de moralistas hipócritas!!!

  • Kauê diz: 26 de junho de 2009

    é triste ler o teu posicionamento Wianey, triste mesmo. São pessoas como tu que dão motivos para o Chico Lang escrever aquele tipo de coisa. Eu, como gaúcho me sinto enojado de ter que conviver com o tipo de pessoa que pensa desse jeito. E pelo amor de Deus, não coloca Inter e Grêmio no mesmo saco. Um clube é como uma empresa e tem sua cultura, alguns lá dentro podem pensar diferente, mas a cultura prevalece. Sempe fomos abertos e nunca nos meus poucos anos vi coisa parecida com o racismo gremis

  • HELOÍSA PIRES diz: 26 de junho de 2009

    EMBORA EU NÃO TENHA ENTENDIDO ONDE O CRONISTA QUER CHEGAR,O CERTO É QUE EU SÓ VEJO PESSOAS CONSIDERADAS “BRANCAS” DANDO PALPITES DE QUE NÃO HOUVE INJÚRIA RACIAL NO CASO EM COMENTO!…FORA O OFENDIDO,ALGUÉM VIU OUTRO NEGRO COMENTAR SOBRE O ASSUNTO?!…O “BRANCO” NÃO TEM A IDÉIA DO QUE É CHAMAR UM NEGRO DE MACACO OU MACAQUITO!LEMBREM-SE QUE MACACO É UM BICHO. SORRATEIRAMENTE,O “BRANCO” ESTÁ MANDANDO UM RECADO AO NEGRO DE QUE ELE É UM BICHO,TAL A SEMELHANÇA QUE ELE VÊ ENTRE O NEGRO E O PRIMATA!…

  • Jonas Rafael diz: 26 de junho de 2009

    Eu também acho que houve algo assim. Ele usou a expressão como eles se referem a nós(braisleiros na argentina) Alguns especialistas em leitura labial disseram que ele falava pro Wagner: “e quem começou”? Acho que o Elicarlos usou algum temro pejorativo xingando o Maxi por ser argentino. Ele revidou na mesma moeda. A alegação de que o termo macaco não existe na língua espanhola é parcialemtne verdadeira. “Hermano” não existe em português, ams todos nós sabemos o que significa (continua)

  • Jonas Rafael diz: 26 de junho de 2009

    Porque Maxi não alegou então que se tratava de um mal-entendido? Porque deve ter receio de não ser bem interpretado, ou ser usado como bode expiatório. Deve ter sido inclusive orientado a isso. Negar é mais seguro. Quem pode culpá-lo? Há dois anos Tcheco atingiu Alex Mineiro sem querer (fato inclusive reforçado pelo próprio Alex) mas foi tachado de violento e inclusive condenado a suspensão pelo TJD. Esse me parece ser o cenário mais provável.

  • André Flores diz: 26 de junho de 2009

    acho estranho que nunca refiras os cantos da geral referindo-se aos torcedores do colorado como “macacos imundos”, ou da tentativa de homicídio do torcedor do gfpa q ousou levar para o estádio uma bandeira do negro everaldo.

  • Rogério Brodbeck diz: 26 de junho de 2009

    Meu algoz Wianey, nenhum reparo ao teu iluminado texto. Permito-me apenas acrescer que há alguns anos era comum ouvir-se jogadores da dupla chamarem seus colegas de times pequenos de “salário mínimo”. Isso era o quê?

  • Ederson Rodrigues diz: 26 de junho de 2009

    Bem explicado Wianey, e bem compreendido por mim, eu acho que foi por aí mesmo, quer saber eu prefiro nem comentar mais sobre este assunto, ta parecendo a “Gripe A”.

  • edgard diz: 26 de junho de 2009

    Grande Wianey!!! sem mais palavras, disse todas.

  • Mauro Gioria diz: 26 de junho de 2009

    Wianey, fiquei espantado hoje com o palavriar do programa Globo Esporte (26/06/2009)onde se refiram ao Maxi Lopes da seguinte maneira pejorativa: “ESSE LOIRÃO CABELUDO QUE TÁ FALANDO AI”. Me causou muita estranhessa esse tipo de vocabulário utilizado pela Globo. Chegastes a ver tal programa? Ficastes com a mesma impressaõ que eu? Um abraço, MAURO

  • Kauê diz: 26 de junho de 2009

    Meu post anterior não visa defender a torcida do inter, nem acusar a do grêmio. O que eu pretendo é que vocês abalisem os fatos separadamente e não busquem agradar um ou outro. Seja franco e veja como cada clube resolve os seus problemas. Não tente manipular as coisas para ficarem confortáveis a tua visão de mundo. Incluir um ato isolado de nossa história, que aconteceu 20 anos atrás foi um golpe baixo até pra ti. Não coloque o inter nessa história. Somos 2 clubes completamente diferentes.

  • Igor Pereira diz: 26 de junho de 2009

    pelo menos uma vez tenho que concordar com o Wianey. Acredito que algumas ofensas, que eu e a justiça julgam inadmissíveis em outros âmbitos sociais, no campo de jogo “valem”. Sou branco e já fui chamado de “alemão de M.” em uma partida. Se fosse em uma fila de banco ou abordagem policial, por exemplo, processaria. Ou não. No futebol, vale a catimba. Até pq cor não decide jogo. Como decide, infelizmente, várias coisas na vida. No jogo é só da boca para fora.

  • Sergio diz: 26 de junho de 2009

    Bom, se de acordo com a tua opinião chamar alguém de macaco, cuja conotação é obviamente racista, não significa um delito racial deliberado, então fica a pergunta, o que caracterizaria tal delito? Isso sim é ser hipócrita.

  • Daniel diz: 26 de junho de 2009

    O que acontece em campo deve ficar lá, como o que acontece entre quatro paredes.
    O atraso de Maxi se deve ao fato de esperar informes do que a TV captou e depois orientar o que tinha que dizer.
    Essa historia de racismo fica mais acirrada quando mais se fala dela. Os únicos que se acham discriminados são as pessoas de cor negra. Não faz muito tempo tinham nas bancas umas revistas penduradas com o nome “Super Raça” dirigida ao publico negro. Isso não é discriminação?

  • Luiz A diz: 26 de junho de 2009

    Wianey, eu tenho certeza que o Maxi, quis chamar o jogador de Cruzeiro de colorado, visto que existe macaco “vermelho”, sò que esqueceram de escrever isso na Constituiçào.
    Eu pergunto, se tivesse chamado o jogador de cavalo seria racismo? Bem acho que nào, porque poderia ser o Tordilho Negro do Teixeirinha, o cavalo Branco do Napoleào ou o Cavalo de Tròia, aliàs este poderia ser aplicado a muitos jogadores, porque era “perna de pau”

  • Feijão com Arroz diz: 26 de junho de 2009

    Racismo é discriminar, inferiorizar. Como citou um internauta: impedir um acesso por ser negro (ou ao contrário tbm, pois racismo é pra todas as cores!), desfavorecer em agum emprego, comparações desproporcionais com raças diferentes. Mas xingar?? Isso não é racismo. Sentir-se mal por um xingamento é falta de cultura e auto-estima. Pq não xinga de volta?? Responda! E digo mais uma vez: racismo é um ato de uma raça contra qualquer outra. Não apenas contra negros!A maioria não quer entender isso.

  • Pedro Girardi Modesti diz: 26 de junho de 2009

    Realmente eu creio que não teve cunho racial a manifestação de Maxi (ou pelo menos eu espero) Tomara que isso se resolva logo, e o povo justiceiro pare de blasfemar aos céus o que não tem certeza.

    muito boa analise Wianey

  • Rodrigo Leão diz: 26 de junho de 2009

    Acho que o que acontece dentro de campo deve ficar lá… Quantas outras ofensas são ditas e ninguém reclama?!?!?!

  • Eduardo Rodriguez diz: 26 de junho de 2009

    Caro Wianey: Tal vez os problemas de Maximiliano Lopez, jogador do Grêmio, se localizem na sua cabeca: rabo de cavalo e ainda mais. O que nao sabia e que você daria uma de juiz de direito, analizando o fato e a sua tipificacao (o tipo de delito cometido). Tampouco sabia que Lopez gozava de tantos defensores ferrenhos. Já pode seguir fazendo besteiras porque a defesa está asegurada. Agora, jogar futebol é o que esse cidadao ainda nao mostrou que sabe.

  • Fábio diz: 26 de junho de 2009

    Pior que o fato, ainda muito nebuloso, é alguns argumentos sobre que vieram a tona sobre. O pior deles é que tal comportamento é pratica normal do futebol. Ora, o racismo não pode ser “normal” em lugar algum, e se o é em alguma atividade é pq ela vai muito mal… O futebo não esta e nem pode estar acima de alguns valores historicamente construidos, e o principalmente que somos iguais independente de pigmentação da pele entre outras peculiaridades… Agora, se realmente aconteceu, é outro papo…

  • André diz: 26 de junho de 2009

    Chamar de macaco é errado, concordo.
    E chamar de Barbie?!?!
    É tanto preconceito quanto?!?! Ou não?

  • Jmaffe diz: 26 de junho de 2009

    Aconselho ler o blog do Juca sobre o assunto… talvez Wianey, vc aprenda a diferenciar melhor injúria de crime racial.

  • Marcelo Paulino diz: 26 de junho de 2009

    Meu Deus! Como não foi deliberado? É por causa de opiniões como essa, que este tipo de coisa continua acontecendo. Racismo, da maneira como foi praticada pelo Lopes, é CRIME, ele deve responder sim por isso, até para que sirva de exemplo… A partir de situações como esta, é que a violência contra negros aumenta no RS. deve-se apurar os fatos como aconteceram e seguir-se conforme a lei!!!

  • reginaldo ribeiro diz: 26 de junho de 2009

    Wianey,

    Pelo amor de Deus, chega de proviencalismo e protecionismo barato. O Brasil nao pensa como voce e seu Estado.

  • Duarte diz: 26 de junho de 2009

    Eu não me sentiria nada bem em chamar um desconhecido (ou conhecido), mesmo que amigavelmente, de macaco, caso fosse tão negro quanto Elicarlos.

  • Saul diz: 26 de junho de 2009

    O fato é que Maxi queria insultar o jogador do Cruzeiro.
    Certamente, em campo, jogadores chamam o outro de p***, filho da p***, etc… o que poderia levantar reclamações do Nuances ou da associação das prostitutas.
    O dia que insultos entre jogadores forem todos punidos, poderemos também pedir que insultos de cunho racista sejam punidos.

  • Vladimir Rodrigues diz: 26 de junho de 2009

    Quantos casos vocês conhecem de jogadores brancos que foram chamados de “macaco” por argentinos?
    Me lembro das semifinais das olímpiadas de 96, em que a Argentina passou para a final na véspera e no dia em que Brasil e Nigeria decidiam a outra vaga, a manchete do jornal olé foi “que vengan los macaquitos”. Resultado: Nigeria eliminou o Brasil e foi campeã olímpica.
    Por que eu me lembro disso? Talvez porque eu seja negro.

  • RONALDO diz: 26 de junho de 2009

    ADEUS INTER, ADEUS INTER… DEU PRA TI BAIXO ASTRAL RONALDO EM PORTO ALEGRE É O TAL

  • elton diz: 26 de junho de 2009

    “Branquelos azedos” seria um bom termo para nos referirmos aos argentinos?? ou só “hermanos” já é suficientemente pejorativo?? Alíás, “macaquitos” não é um termo fartamente usado pelos argentinos para se referir aos brasileiros em geral, sejam eles negros um “braquelo azedo” loiro e sobrenome alemão como eu???

  • RODRIGO diz: 26 de junho de 2009

    Claro que maxi lopes está esrrado neste caso!

    Será que ele não viu que o Edicarlos não tem rabo??

  • Douglas Polo diz: 26 de junho de 2009

    Ha! Boa tentativa mas especular sobre a real intenção do Maxi é um exercício inútil. Sua opinião é pura especulação. Se ele chamou de macaco, deve aguentar as consequências. Abraços!

  • Gremista BSB diz: 26 de junho de 2009

    Caiu a máscara dos cholorados….inundaram os Blogs de todo o país se vangloriando, o clube ético, só santinhos……e olha q o Medeiros foi para o microfone despejar a sua sanha racista…enquanto no caso do Mineirão é palavra contra palavra….quem não garante que os cruzeirenses não praticaram xenofobia?? ah…vai ver lá só tem santinho tb como no beira-lago , q só pedem “por favor”, “com licença” e “obrigado” no campo de jogo…quanta hipocrisia patrocinada pelos dirigentes do Cruzeiro….

  • JorgeEduardo diz: 26 de junho de 2009

    Se tivesse acontecido o que Elicarlos diz que aconteceu e o Maxi Lopes nega, acho desproposital o tal Elicarlos afirmar que foi a maior ofensa da vida dele e blá, blá, blá. E chamar alguém de gringo, polaco, alemão batata, pejorativamente, não é crime também? ou a coisa só vale em uma única direção de cor?

  • Leandro diz: 26 de junho de 2009

    A resposta de Maxi López virá quarta-feira, dentro de campo, quando ele estufar DUAS VEZES as redes do Cruzeiro.
    Vamos amassar o Cruzeiro, esmagá-los com a força da torcida mais fanática do Brasil.
    Pensam que estamos mortos, mas não desistimos jamais!
    NÃO TÁ MORTO QUEM PELEIA!
    Vamos mostrar pro Brasil e pra América com quem estão lidando!
    FORÇA GRÊMIO! RUMO AO TRI DA AMÉRICA!

  • luiz carlos diz: 26 de junho de 2009

    Ok. Como já dizia o maluco do Falcão: Homem é homem, menino é menino. macaco é macaco e viado é viado. Cada coisa no seu lugar. Mas espera aí, por que tanta repercussão. è só existir algo contra alguém de pele negra que já chovem críticas. Vandalismo (apedrejamento do ônibus da torcida do GRêmio) ferindo pessoas, istó não tem repercussão. Isto é normal. Ouvir as pessoas de outros estados chamarem nós gaúchos de viado, é normal? Nós gaúchos não nos preocupamos por qeu isto não nos afeta. Vão à M.

  • Patrício diz: 28 de junho de 2009

    Vc um jornalista vivido no futebol analisa e julga – Não Houve Armação.
    Se o famoso Elicarlos se sentiu tão ofendido com a SUPOSTA injúria racial proferida por Maxi, pq não fez esta cena toda no intervalo? Ele foi orientado sim para fazer esta armação.
    Brasil para a maioria é assim, infelizmente para os formadores de opinião tb, todos são culpados até que se prove o contrário.

  • Wagner de souza diz: 26 de junho de 2009

    Boa tarde.
    Achar que uma ofensa racista é algo fantasioso demonstra que o Sr. está conivente com a situação.
    Macaco, Macaquito, tanto faz, só demonstra que esse jogador Argentino usou o termo para agredir verbalmente sim.
    Só quem sente na pele ouvir uma bobagem dessa sabe o que estou falando. Ser bairrista nessas horas não ajuda em nada.
    Mas aqui é um país do oba oba mesmo, tudo vai ficar em panos quentes.

  • Marco Oselame diz: 30 de junho de 2009

    Sou gordo, branquelo e do Interior do RS. Quando morei em POA um tempo era chamado de Gringo ou Bolão, devido a minha decendência e ao meu peso. Imagina se eu fosse processar todo mundo que me chama disso. E depois, todas essas acusações. Como não apareceu ninguém da mídia ainda pra colocar um dos surdos/mudos do fantástico pra desvendar o que falaram? Será que o EliCarlos não chamou o Maxi de Argentino? Será que Elicarlos não mandou Maxi voltar para sua terra? Isso não é Xenofobia?

  • Felipe diz: 26 de junho de 2009

    Muita frescura por pouca coisa! Caso Serio seria se o rapaz Elicarlos fosse impedido de fazer alguma coisa ou de ir a algum lugar pela cor de sua pele! Agora em uma discussão entre jogadores dentro do campo não é nada demais. Ai vem um bando de moralistas e hipócritas fazendo um sensacionalismo com um fato que nada mais é do que uma discussão de jogadorese o pior nem se sabe o que o Maxi falou.

  • Benedito diz: 26 de junho de 2009

    Wianey, é preciso prestar atenção na ordem dos fatos de BH e na declaração do acusador Elicarlos.O fato ocorreu no 1º tempo e o jogador só se manifestou após o final da partida. Êle falou que o Maxi chamou-o de MACACO. Todos nós sabemos que o Maxi fala espanhol e, portanto, se ele tivesse falado teria pronunciado MACAQUITO. As coisas não se encaixam. Eu houvi o Perela muito exaltado após o final do jogo. Por que ele não se pronunciou no intervalo? É preciso investigar esse caso.

  • José diz: 26 de junho de 2009

    Maxi não é racista, de maneira alguma. Ele é amigo do Ronaldinho, que lhe recomendou o Grêmio. Tem, também, companheiros de clube que são negros, e tenho certeza que ele não tem problemas de relacionamento com eles. O tal Elicarlos e a diretoria do Cruzeiro estão fazendo escândalo em cima de algo insignificante, afinal no futebol há xingamentos o tempo inteiro, as mães dos juízes sabem muito bem. E também, quem diz que o jogador do Cruzeiro não chamou o Maxi de coisa até pior?

  • Luiz Armando Vaz diz: 26 de junho de 2009

    Pô companheiro respeito educação e seriedade a gente tem que ter em qualquer lugar do mundo. Até aqui no Brasil. A ideia deste xenófobo era atacar agredir ferir desestabilizar o jogador brasileiro. A gente sabe que muitos argentinos se divertem com isto. Este cidadão que não serve de exemplo de um povo, esta trabalhando no Brasil, comendo no Brasil, ganhando dinheiro brasileiro, age como se não soubese que nosso povo é assim, negros, pardos, amarelos, brancos.

  • borracho diz: 26 de junho de 2009

    Engraçado eh hipocrisia de parte da imprensa, criticando o maxi sendo q eles cometem o mesmo crime (injuria) chamando-o de “la barbie” durante as transmiçoes de tv! e o proprio elicarlos cometeu varias injurias chamando o maxi de argentino isso, argentino aquilo (como ele relatou na coletiva), sendo preconceituoso com a origem do maxi mas quando revidou ficou ofendidinho? ah vsf, claramente ele esperou o fim do jogo pra denunciar pq foi orientado para isso..

  • claudio diz: 26 de junho de 2009

    (continuação)
    Até parece que os jogadores se tratam como lordes dentro de campo. Aqui em São Paulo prenderam (ilegalmente) um argentino pelo mesmo motivo – racismo – e se deram conta que foi uma besteira. Era apenas injúria. Porque só prendem argentinos? Jogador brasileiro não xinga os jogadores negros? Xingar de gaúcho /carioca ou paulista fdp não é também preconceito? Estão transformando a má educação dos jogadores dentro de campo em algo muito maior, falando até em torcida ou povo racista.

  • Mauri diz: 26 de junho de 2009

    A maior agressão foi a da torcida do Cruzeiro,que durante todo o jogo, nos onfendia,xingava a torcida tricolor a toda a hora, e ainda nos jogava..vc sabe o que né Wianey…esta na hora da direção dar o troco neste dirente politica,que pensa que pode ganhar tudo na base de manipulação da opinião publica…

  • Grazielly Tomatis Ribas diz: 26 de junho de 2009

    Só mais uma coisa: tomara que todo vez que jogadores se chamarem em campo de “viado” não entre a questão da homofobia.

  • Gilmar Vieira Lopes diz: 1 de julho de 2009

    Boa dia Wianey , gostaria muito que tu atraves das tuas palavras orientasse todos os gremistas é colorados a contar os 6 seis que os goleiros podem segurar a bola, seria uma boa medida para evitar o anti futebol que com certeza os paulistas é mineiros iram fazer aqui no rs.

    Abraços Gilmar Lopes

  • Pedro diz: 26 de junho de 2009

    Claro que tu tinhas que defender o Maxi…como poderia ser diferente?

    Baita imprensa parcial e comprometida.

  • Guilherme Louzada diz: 26 de junho de 2009

    Elicarlos pode sentir-se ofendido por ser chamado de macaquito. Maxi relatou que é distratado em campos brasileiros em função da sua nacionalidade. Racismo não pode, xenofobia pode. Pera aí, mas xenofobia não é uma espécie de racismo? Ah, deixa assim…

  • Cesar Medeiros diz: 26 de junho de 2009

    Ruym e F.Ferreira deram adeus ao Olímpico.Está sacramentado que Autuori não gosta do futebol de Makelele que é o próximo a sair.Junto nessa leva Orteman está de saída.Alex M. recebeu todas oportunidades possíveis e sai do Olímpico no 2ºsemestre.Enfim,Autuori mostra sua cara e começa a corrigir os erros da direção.

  • adriano diz: 26 de junho de 2009

    ELES JA ESTÃO COM MEDO… VAMOS METER UMA PRESSÃO E ANIQUILAR O CRUZEIRO.EU ACREDITO!serve de exemplo o jogo dos EUA X ESPANHA.

  • Benedito diz: 26 de junho de 2009

    Racismo é questão de falta de cultura. No entanto, minha opinião é de que a raça negra não precisa desse tipo de proteção legal para ter sua honra presenveda, pois quem vê alguem discriminado outro, a vergonha e o descrédito irão pairar sobre aquele que discriminou e não sobre o discriminado. Caso contrário, todos nós somos burros e idiotas. Portanto, acho que os cruzeirenses se aproveitaram do fato para levar vantagem no próximo jogo. O Maxi fala espanhol, então não falou MACACO como diz o Eli

  • Fábio diz: 26 de junho de 2009

    Concordo em número, gênero e grau com a tua abordagem ao assunto. Por alguns anos joguei futebol (campo e salão), disputando torneios importantes e sei bem o que se passa dentro das quatro linhas. Estão fazendo “tempestade em copo dágua”.
    Abraços e Parabéns !
    Fábio.

  • Artur diz: 26 de junho de 2009

    Wianey, o que eu sei é que o Cruzeiro e os cruzeirenses vão conhecer o inferno quinta-feira… e todos sabem que o inferno aqui no RS é o Olímpico!

  • Josue diz: 26 de junho de 2009

    Pra começa é muito sensacionalismo da imprensa que faz disso tudo um caos em quanto o senado ta aquela bagunça.E me responde por que ele nao reclamo no intervalo de tempo que teve? so foi esperar ate o final do jogo,sim sim e concerteza influenciado pela diretoria do time minero.Mas como dizem tudo tem volta meus amigos.Força Maxi e vaaaamo gremio.

  • IGOR diz: 26 de junho de 2009

    em primeiro lugar 3 x 1 resultado facil de reverter pelo q c viu dos time. essa historia ta enchendo o sako, e chamar ele de viado, fdp, barbi, gay pode, de macakito ofende,”c eh q chamou”. pois pro gremio foi bom incendiou uma chama q eh a TORCIDA E A IRA CONRTRA ESSE TIME E DIREÇAO cruzeirense. 4 a 0 aki

  • Claudio diz: 26 de junho de 2009

    Wianey o que me preocupa mais para o 2º jogo não é o que ocorreu com Maxi Lopes, Eli Carlos, Policia. O que mais me preocupa é que onibus de torcedores do Grêmio foi apedrejado antes do jogo em BH, havendo até feridos. E como se sabe que quem viaja são torcedores de organizadas, acho que ja deveriam estar sendo tomadas medidas para evitar conflitos em POA.

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