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Posts do dia 7 agosto 2009

Há qualquer coisa de pobre no reino brasileiro

07 de agosto de 2009 69

Se uma única informação contida neste artigo não corresponder à verdade, mas corresponde, apedreje-se o autor. Fica a constatação, mais uma vez, do "aparelhamento" do Estado, prática comum até a queda do muro famoso. Em quem é possível acreditar? Polícia Federal? Ministériio Público? Governantes? Parlamentares? Judiciário? A contaminação é geral. E, não cabe reiterar o hipocrita libelo de defesa do "antes também se fazia assim". Este país ouviu centenas de vezes que "eles roubam, nós não roubaremos. Eles se corrompem, nós não nos corromperemos", etc. Os erros de antes não podem justificar os de agora. Quem rouba, manipula a boa fé dos brasileiros e engana, é bandido em qualquer tempo e sob qualquer legenda partidária. ESTE PAÍS FEDE! ~

"O procurador que encontrava um culpado por semana finge que não vê bandidos há seis anos e meio

Por Augusto Nunes

Até janeiro de 2003, o procurador Luiz Francisco Fernandes de Souza encontrava um pecador por semana. Desde o dia da posse do companheiro Lula, não enxergou mais nenhum. Aos 47 anos, há seis e meio ele anda sumido do noticiário político-policial que frequentou com assiduidade e entusiasmo enquanto Fernando Henrique Cardoso foi presidente. Continua solteiro, mora na casa dos pais, pilota o mesmo fusca-85, enfia-se em ternos amarfanhados que imploram por tinturarias e não usa gravata. A fachada é a mesma. O que mudou foi a produtividade.

Se o que aconteceu nos últimos meses tivesse ocorrido na Era FHC, Luiz Francisco estaria encarnando em tempo integral, feliz como pinto no lixo, a figura do mocinho disposto a encarar o mais temível dos vilões. O Luiz Francisco moderno quer distância de barulhos. Enquanto cardeais da igreja principal e sacerdotes do baixo clero multiplicavam em ritmo de Fórmula 1 o acervo nacional de crimes, delitos, contravenções e bandalheiras em geral, ele atravessou o primeiro semestre em sossego. Enquanto senadores pediam empregos, ele encaminhava pedidos de licença remunerada. Todos foram atendidos.

Nascido em Brasília, ex-seminarista da Ordem dos Jesuítas, ex-bancário, ex-sindicalista, Luiz Francisco cancelou a filiação ao PT em 1995, 20 dias antes de tornar-se procurador. "A militância é incompatível com o cargo", explicou. A prática trucidou a teoria: nunca militou com tamanha aplicação. Convencido de que sobrava bandido e faltava xerife, não respeitava fins de semana, feriados ou dias santos. "Trabalhar é minha grande diversão", repetia entre uma e outra denúncia.

Luiz Francisco garante que ganha pouco mais de R$ 7 mil por mês. Até que desistisse da candidatura a operário-padrão, mereceu os R$ 19 mil prometidos como salário inicial a um procurador do Distrito Federal. Nenhum outro conseguiria acusar tanta gente durante o dia e, à noite, escrever dúzias de parágrafos do livro que exigira 24 anos de pesquisas. Publicado em 2003 pela Editora Casa Amarela, "Socialismo, Uma Utopia Cristã", pretende provar, segundo o autor, que "até a metade do século XIX o socialismo exibia uma clara inspiração religiosa, especialmente cristã". Tem 1152 páginas.

Deveria ter sido menos prolixo. Intrigados com o mistério da multiplicação das horas do dia, outros procuradores e todos os inimigos examinaram com mais atenção a papelada que jorrava da sala de Luiz Francisco. Aquilo não fora obra de um homem só, informaram as mudanças de estilo, a fusão de trechos corretamente redigidos com atentados brutais ao idioma, o convívio promíscuo entre substantivos em maiúsculas e adjetivos em minúsculas. E então se descobriu que o inquisidor incansável frequentemente assinava ações, denúncias e representações que já lhe chegavam prontas, enviadas por interessados na condenação de alguém.

Decidido a atirar em tudo que se movesse fora do PT, acabou baleando com denúncias fantasiosas vários inocentes. Nenhum foi tão obsessivamente alvejado quanto Eduardo Jorge Caldas Pereira, secretário-geral da Presidência da República no governo Fernando Henrique. Há menos de dois meses, o Conselho Nacional do Ministério Público reconheceu formalmente que Eduardo Jorge, enfim absolvido das denúncias improcedentes, foi perseguido por motivos políticos e condenou o perseguidor a 45 dias de suspensão.

Luiz Francisco alega que o caso está prescrito. Se tivesse obedecido à Justiça, bastaria provar que pelo menos uma das numerosas acusações a Eduardo Jorge fazia sentido. Como obedeceu aos mandamentos da seita petista, prefere usar o calendário para encerrar a história que o devolveu ao noticiário no papel de culpado - pela segunda vez desde o começo da superlativa temporada de férias. A primeira está completando três anos.

Em 2006, o procurador que se dispensou de procurar criminosos foi procurado pelo colombiano Francisco Colazzos, o "Padre Medina", procurado pela Justiça do país onde nasceu. O foragido apresentou ao homem da lei as credenciais de embaixador das FARC e pediu ajuda para escapar da cadeia. Celebrada a aliança entre o ex-sacerdote acusado de homicídio e o ex-seminarista que nunca viu um pecador caseiro, renasceu o ativista temerário. Luiz Francisco ensinou o parceiro a safar-se de investigações policiais. Os truques só conseguiram retardar a prisão.

O protegido esperava na gaiola o julgamento do pedido de extradição encaminhado pela Colômbia ao Supremo Tribunal Federal, quando o protetor foi à luta. Embora não tivesse nada a ver com o caso, entrou com uma ação judicial para que Colazzos fosse devolvido à Polícia Federal. A solicitação foi encampada sucessivamente pelo Ministério Público, pela Polícia Civil e pelo juiz da Vara de Execuções Criminais, Nelson Ferreira Junior, antes de esbarrar no ministro Gilmar Mendes.

Admoestado pelo presidente do STF, publicamente e com aspereza, Luiz Francisco só escapou de castigos mais severos porque o Planalto nunca falta a companheiros aflitos. Dois meses depois da tentativa de obstrução da Justiça, o governo promoveu Colazzos a guerrilheiro, concedeu-lhe asilo político e, de brinde, arrumou emprego para a mulher. Sem alternativa, o STF devolveu-o a liberdade.

O que mais andou fazendo Luiz Francisco para matar o tempo?, quis saber a coluna nesta sexta-feira. Uma funcionária da Procuradoria informou que não seria possível encontrá-lo. Em lugar incerto e não sabido, está gozando de mais um período de descanso remunerado."

Postado por Wianey

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Lula também quer calendário brasileiro/europeu

07 de agosto de 2009 31

Antônio Cruz, AB, Banco de Dados - 07/12/2005

Lula, além de Presidente da República, é um amante genuíno do futebol. Gosta de jogar peladas e torce, alucinadamente, pelo Corinthians. Ele também deseja ver o calendário brasileiro adaptado ao europeu. No post anterior, enumerei as razões do blogueiro para repudiar esta proposta. A seguir, uma defesa da unificação:

"Construindo um calendário racional para o futebol brasileiro

Três premissas, atuando em sinergia, podem conferir à temporada brasileira bons frutos à competição e à saúde dos clubes

Por Luis Filipe Chateaubriand

Não chega a ser novidade que o calendário do futebol brasileiro é dotado de imperfeições diversas, sendo um inibidor das possibilidades que os clubes de futebol possam ter para maximizar a satisfação de seus clientes, os torcedores, e obter resultados financeiros em decorrência disso.

É, portanto, imperativo que sejam feitas mudanças estruturais no calendário de nosso futebol. Este documento visa propor algo nesse sentido.

Para que o calendário do futebol brasileiro possa ser mais eficaz do que acontece atualmente, há que se ir além de apenas adotar a fórmula de turno e returno e pontos corridos para o Campeonato Brasileiro — medida acertada, porém insuficiente, para se ter um bom calendário.

Com efeito, três premissas são importantes para que se tenha um bom calendário no futebol brasileiro, a saber:

• Adaptação temporal ao calendário do futebol europeu;

• Definição de uma competição central a ser jogada aos fins de semanas, intercalada com as outras competições, realizadas aos meios de semanas, durante toda a temporada regular;

• Adoção de um modelo que permita que as seleções nacionais, e a seleção brasileira em particular, só atuem quando os clubes não estiverem em ação.

A primeira premissa importante, portanto, é a adequação do calendário do futebol brasileiro ao calendário europeu. A sincronia de datas entre os dois centros faz-se absolutamente necessária, pois, assim, os períodos de transferências entre jogadores ficam harmonizados e, com isso, evita-se a migração em massa dos principais jogadores do futebol brasileiro para a Europa em meio ao Nacional.

É sabido que, no modelo atual, a existência de uma "janela" de transferências entre junho e agosto de cada ano faz com que os principais jogadores em atividade no futebol brasileiro sejam transferidos para o mercado europeu, fazendo com que os clubes percam seu time base em meio à principal competição do calendário.

Isso deve ser evitado, o que pode ser conseguido se a temporada de competições seguir o modelo de pré-temporada em julho, período de competições oficiais entre agosto e maio, e férias dos jogadores de futebol em junho.

A segunda premissa importante diz-nos que há de existir uma competição principal que seja jogada ao longo de toda a temporada anual, mantendo os clubes em atividade durante esse período — os envolvidos poderão garantir, assim, jogos oficiais desde o início até o término.

Futebol brasileiro: um projeto de calendário

Pelo caráter de competição primordial que o Campeonato Brasileiro assume em nosso futebol, este deve ser o certame jogado aos fins de semanas ao longo de toda a temporada. Destarte, primeira, segunda, terceira e o equivalente à quarta divisões devem ser realizados somente aos sábados e domingos, entre agosto de um ano e maio do ano seguinte.

As outras competições podem ser distribuídas ao longo desse mesmo período, só que jogadas no meio das semanas.

Um corolário da adoção dessa premissa é que fazer com que a competição principal do futebol brasileiro, o Campeonato Brasileiro, seja jogada só aos fins de semanas significa um tratamento especial para esta, o que propicia melhor satisfação dos torcedores e consequente aumento de receitas na competição que ocupa todos os clubes principais ao longo da temporada.

A terceira premissa é que as seleções só devem atuar quando os clubes não estiverem em ação. Com isso, evita-se que, havendo a indesejável coincidência, ou os clubes joguem desfalcados de seus jogadores cedidos às seleções, ou as seleções joguem sem alguns jogadores que poderiam ser convocados, mas permanecem nos clubes — ambas as situações são nocivas, tanto aos clubes, como às seleções.

Parece ser sinal de respeito ao torcedor, ainda, a não coincidência de jogos de seleções com jogos de clubes, pois, quando a dita coincidência acontece, o torcedor precisa se dividir entre a atenção que dá a seu clube de coração e à seleção de seu país, o que não é ideal.

É óbvio que o período adequado para as seleções fazerem treinos e jogarem competições oficiais é quando os clubes não estão em ação. Ou seja, e tomando o calendário europeu como referência, os meses de junho e julho. Portanto, todo o trabalho de seleções deve ser realizado nos meses citados, com o período entre agosto e maio sendo de exclusividade dos clubes, que são as instituições que fazem o negócio acontecer.

Cabe ressaltar que a adoção de uma das premissas, de forma isolada, sem a adoção das outras duas, pouco contribui para se ter um calendário racional. Não adianta adequar o calendário brasileiro ao europeu se continuar havendo jogos de seleções no período que deveria ser dedicado aos clubes. Não adianta as seleções só jogarem quando os clubes não estiverem em atividade, se não houver uma competição central que ocupe os clubes principais ao longo de toda a temporada. Não adianta termos o calendário nacional coincidindo com os dos grandes centros se continuarmos a distribuir mal as competições ao longo da temporada, sem a adoção de uma especial que vá preencher a maior parte da temporada oficial.

Adotar as três premissas em conjunto gera uma sinergia que pode produzir bons resultados.

Cabe lembrar que, para que essas premissas possam resultar em um calendário racional e bem planejado, outra variável é importante: o número de jogos por agremiação. Não se deve existir o clube que joga muitas vezes ao longo da temporada, nem o clube que quase não está em ação. Há que se buscar um patamar de equilíbrio. Mas tal assunto merece ser abordado com maior profundidade, em outro artigo.

*Luis Filipe Chateaubriand é autor do livro `Futebol brasileiro: um projeto de calendário`

A proposta parece boa mas, além das desvantagens já alinhadas neste blog em post anterior, ela é, também, inexeqüível. O autor condiciona o sucesso da sua proposta a adaptação do calendário FIFA. As seleções brasileiras, principal e amadoras, só poderiam disputar jogos em junho e julho. Nem é preciso justificar que a FIFA não mudaria o cenário mundial só porque faria bem ao futebol brasileiro.

Além disso, a Conmebol também tem o seu calendário, prioritário em relação ao brasileiro. Então, fica demonstrado que é muito temerário fazer propostas sem conhecimento pleno do assunto.

Postado por Wianey

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Calendário unificado, solução que nada soluciona

07 de agosto de 2009 90

Steffen Schmidt, Banco de Dados - 31/10/2007

O assunto voltou com força depois que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, provocou clubes e demais entidades que compõe o sistema brasileiro de desporto, além da imprensa, para que discutam a conveniência de unificar o calendário brasileiro ao europeu. A justificativa é a de sempre: como existe uma "janela de transferências" em agosto, os clubes brasileiros acabam sendo desmontados no meio do Campeonato Brasileiro.

Não creio que se possa chamar de solução uma mudança que pouco ou nada mudará. Alinho algumas desvantagens que já deveriam ser suficientes para eliminar esta pretensão:

1 — O calendário europeu prevê férias na metade do ano, no auge do verão. No Brasil, faz frio, é inverno. Queremos férias nesta época?

2 — Em dezembro, quando Brasil derrete sob o sol de verão, os europeus tiritam de frio. Em alguns países, como a Alemanha, a neve impõe novo período de férias, duas a três semanas. Vamos mudar a legislação brasileira e oferecer ao futebol 45 dias de férias, ou 50 dias, por ano?

3 — O povo brasileiro programa férias entre dezembro e fevereiro. Quem pode, vai se refrescar na praia. Outros, viajam para fora do país, Interior, etc. É durante as férias escolares que o torcedor brasileiro se desliga do futebol. Qual será o público nos estádios se as competições avançarem em dezembro, janeiro e fevereiro?

4 — Temos uma cultura contábil que prevê contratos iniciando em janeiro e terminando em dezembro, quando as contas anuais são contabilizadas. Patrocinadores da televisão, por exemplo. Tudo terá que ser modificado.

5 — Impõe-se lembrar que, em dezembro, abre-se nova janela para transferências. O Brasileirão estará na sua metade. Nova leva de jogadores seguirão para o Exterior. Qual a vantagem de mudar o calendário para que os desmontes dos times continuem acontecendo no meio da principal competição brasileira?

6 — Mas, existe uma solução para esta última inconveniência: mudar a fórmula do Brasileirão. Revogar o acerto dos pontos corridos, jogos de ida e volta, aprovados pela torcida brasileiro e por vários outros motivos, todos relacionados com a organização, planejamento, etc. Voltar ao tempo do formulismo. Assim, o Brasileirão começaria em agosto e terminaria em dezembro. Sobraria tempo, então, para aumentar os "atraentes" campeonatos estaduais.

Haverá outras desvantagens mas, duvido, que se encontre ganhos que justifiquem esta macaquice de imitar os europeus. Não me surpreenderia se algum maluco propusesse a inversão das estações, que o verão fosse antecipado para o meio do ano e o inverno e o período de frio protelado para dezembro. Bem, se as nossas árvores de Natal são decoradas com algodão para simular neve, então sigamos comendo bananas e nos balançando em cipós.

Postado por Wianey

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Mago prevê novo empate do Grêmio, em Barueri

07 de agosto de 2009 7

Reprodução

MAGO DA BOLA
Por Paulo Ledur

Nada menos que 41 apostadores acertaram os 14 jogos no último concurso e dividiram um prêmio de quase R$ 900 mil! Ficou claro que o empate do Flamengo com o Náutico, em pleno Maracanã, não foi o suficiente para derrubar as apostas. Pelo jeito, ninguém confia no Mengão. O prêmio para este final de semana está estimado pela Caixa Econômica Federal em R$ 500 mil. Boa sorte a todos!!

1 — FLAMENGO X CORINTHIANS

Os dois tentam espantar o mau momento. O Urubu vem de dois resultados negativos e o Timão há muito tempo não sabe o que é vencer no Brasileirão. Desde que começou o desmanche do time campeão da Copa do Brasil, o Corinthians não para de tropeçar. Coluna 1!!

2 — BOTAFOGO X ATLÉTICO PARANAENSE

Depois de surpreender o Cruzeiro no Mineirão, o Furacão tenta fazer frente ao Botafogo. O Fogão estava em recuperação no campeonato; ficou 7 rodadas sem perder. Agora, tenta nova recuperação jogando no Rio de Janeiro. O Atlético vai com moral para a partida e deve buscar, pelo menos, um ponto. Coluna do meio!!

3 — CORITIBA X CRUZEIRO

Esse jogo pode colocar o Cruzeiro na zona do rebaixamento e deixar o técnico Adilson Batista sem emprego. A situação do Coxa e do técnico Renê Simões não será diferente em caso de derrota ou empate. Mais uma vez a Raposa vai desfalcada por causa de expulsões. Coluna 1!!

4 — CEARÁ X ATLÉTICO / GO

O Atlético faz grande campanha! É líder com 32 pontos, 3 a mais que o Vasco da Gama, 2.º colocado. O Ceará faz bom campeonato; se vencer entra no G-4 e encosta no próprio Atlético. Jogando em casa, com o apoio da torcida, o Ceará vai atropelar o Atlético! Coluna 1!!

5 — SANTA CRUZ/PE X CSA/AL

Este jogo vale pela Série D. O Santa Cruz precisa vencer e torcer por um tropeço do Sergipe. O CSA tem que vencer e chegar a um bom saldo de gols para não depender de ninguém. Jogando em Recife, o Santa vai fazer o serviço de casa. Coluna 1!!

6 — MOTO CLUBE/MA X SÃO RAIMUNDO/PA

Este jogo também vale pela Série D. O Moto Clube tem que vencer e torcer por resultado paralelo. O São Raimundo já está classificado, mas quer ao menos um ponto para garantir o 1.º lugar no grupo e decidir em casa na próxima fase. Coluna do meio!!

7 — UBERABA/MG X ITUANO/SP

Mais uma partida da Série D. Aqui não tem mistério! O Uberaba está classificado e o Ituano eliminado. O time mineiro precisa vencer para carimbar o 1.º lugar. Coluna 1!!

8 — VILA NOVA/GO X BAHIA

O Vila Nova tem apenas 2 pontos a mais que o Bahia e está a um ponto da zona do rebaixamento. O time baiano só voltará a sonhar com a Série A se vencer este jogo. Coluna 2!!

9 — ABC/RN X DUQUE DE CAXIAS/RJ

Este é o grande e famoso jogo dos desesperados. Ambos na zona do rebaixamento e famintos por pontos. Na última rodada, os dois venceram e suspiraram. Agora, tentam respirar, mesmo, que, com a ajuda de aparelho. Os dois são ruins da mesma forma e com a mesma categoria. O ABC leva vantagem por ter mais tradição. Coluna 1!!

10 — NÁUTICO X SANTO ANDRÉ

O Timbu ganhou moral depois de vencer o campeão da Copa do Brasil e já projeta uma sequência de resultados positivos. Uma vitória pode tirar o Náutico da zona da morte e colocar o Santo André na forca; dependendo de outros resultados. Jogando no esburacado Aflitos, por mais estranho que possa parecer, o Náutico é o favorito. Coluna 1!!

11 — SANTOS X AVAÍ

Aqui termina a sequência de 7 resultados positivos no Avaí (6 vitórias e 1 empate). O Santos vence, encosta no próprio time catarinense e mira o G-4. Coluna 1!!

12 — BARUERI X GRÊMIO

O Grêmio ainda não venceu fora do Olímpico, apesar de ter vibrado com o empate conquistado na casa do líder Palmeiras. O Barueri estava tropeçando até golear o Vitória no meio da semana. Quando joga na Arena Barueri, costuma jogar em cima do adversário até abrir o marcador. O tricolor gaúcho vai ter que se contentar com mais um empate. Coluna do meio!!

13 — VITÓRIA X FLUMINENSE

O Fluminense lavou a alma na última quinta-feira, ao vencer o Sport por 5 a 1. O Rubro-Negro baiano não vence a três rodadas e o técnico Carpegiani começa a balançar com os resultados negativos e com os insistentes pedidos à direção para reforçar o elenco. Coluna 2!!

14 — SÃO PAULO X GOIÁS

O grande jogo da rodada. O Goiás está empolgado com os grandes resultados que tem conquistado e com a contratação do ídolo Fernandão. O São Paulo atravessa o melhor momento da temporada. Sob o comandando de Ricardo Gomes, já são quatro vitórias consecutivas e seis de invencibilidade. Coluna do meio!!

LOTOGOL

A Lotogol corresponde aos 5 primeiros jogos da Loteca. Para ganhar é preciso acertar em cheio os placares. Mais informações podem ser obtidas no site da Caixa: www.caixa.gov.br/loterias

Postado por Wianey

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Grêmio diferente para o líder na sua casa

07 de agosto de 2009 40

Durante a primeira meia hora de jogo, o Grêmio foi, exatamente, igual ao Grêmio de tantas derrotas, longe do Olímpico. Parecendo amedrontado, foi encurralado pelo Palmeiras que, antes de marcar o seu gol, desperdiçou outras três oportunidades para construir um escore mais favorável. Neste período, Tcheco e Souza estiveram desaparecidos do jogo. Cleiton Xavier jogava com liberdade, atacando pelo flanco direito e, às vezes, pelo meio, sem que merecesse qualquer atenção por parte do Grêmio. O gol de empate, aos 31 minutos da etapa inicial, modificou o ânimo do time. Souza e Tcheco acordaram, passaram a participar do jogo, ativamente, e o confronto foi para o intervalo equilibrado.

O vestiário fez muito bem ao Grêmio e mal ao Palmeiras. O time de Paulo Autuori voltou mais avançado, empurrando o adversário contra o seu campo defensivo. Simultaneamente, por razões inexplicáveis, Muricy Ramalho transferiu Cleiton Xavier do lado direito para o centro do campo e, assim, acabou com o seu principal articulador. Se na etapa inicial nenhum gremista saia do meio para marcar Xavier no flanco direito, no segundo tempo o próprio jogador se encarregou de facilitar a marcação, aproximando-se dos volantes gremistas. Sumido o principal armador palmeirense, o Grêmio cresceu. Mais tarde, nova mexida desastrada de Muricy: substituiu Ortigoza, que voltava até o meio-campo para marcar e iniciar as jogadas ofensivas do time paulista, por um atacante enrolado chamado Willian. E quando trocou Obina pelo lateral Jefferson, a maionese palmeirense desandou. Diego Souza foi exilado na ponta-direita e sumiu do jogo. E o Grêmio só não respirou aliviado até o minuto final porque Rever, lesionado, acabou deixando o time de Autuori com 10 jogadores em campo, nos últimos minutos do jogo.

Além de ter feito um ponto na casa do líder, o Grêmio saiu de campo com a fortalecida ideia de que pode, sim, jogar melhor fora de casa. Ontem, o Grêmio foi diferente. Mudou para melhor e não perdeu.

Postado por Wianey

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