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Posts de outubro 2009

O Inter tem oito atacantes para 2010

30 de outubro de 2009 91


Foto: Genaro Joner

Nada é tão fácil como ser “santo dos milagres feitos”. Ah, ser profeta do acontecido é uma barbada. Quando Nilmar foi vendido, Alecsandro era reserva e, sempre que entrava no time, marcava gols. Ninguém duvidava que o Inter antecipara a substituição de Nilmar com correção. Infelizmente, para o Inter, Alecsandro não está confirmando ser o que parecia que seria. Faz parte da rotina do futebol. Errado é acusar o clube de não ter providenciado uma substituição de Nilmar condizente quando esta iniciativa tinha sido tomada e estava sendo aprovada.

Fernando Carvalho antecipa que o Inter não contratará atacante para 2010. Nem deve, acho. Basta verificar a lista de atacantes que estarão disponíveis, no Beira-Rio, na próxima temporada:

ALECSANDRO, TAISON, EDU, ALAN KARDEC, MARQUINHOS, WALTER, LEO e BOLAÑOS.

Admita-se que metade deles demonstre aptidões de reservas, é possível e provável. Mesmo assim, restariam quatro atacantes. Creio, fazendo uma projeção temerária, que devem ser colocados como dúvidas Alecsandro, Taison, Alan Kardec e Bolaños. Mas, é obrigatório que o Inter experimente, no primeiro semestre, Edu, Marquinhos, Walter e Léo, este tido, inclusive, como o atacante mais promissor existente no Beira-Rio. E nem estou falando de dois ou três atacantes que estão surgindo no time B e na equipe Júnior.

Se até junho TODOS fracassarem, então o Inter deverá providenciar a contratação de um ou dois atacantes. Mas, não antes de observar os que já estão no Beira-Rio.

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Qual ventríloquo, Autuori mandou o boneco

30 de outubro de 2009 25

Foto: Tatiana Lopes

Paulo Autuori que me perdoe, mas esta conversa de que na Europa é normal treinadores nomearem seus assistentes para dar entrevistas é imitar o desrespeito e a desconsideração.

Por mais digno e respeitável que seja o trabalho do auxiliar técnico, ele é, apenas, o auxiliar. Não toma decisões antes e nem durante os jogos. A sua palavra é, o que se chama em linguagem radiofônica, “encher lingüiça”.

Como se questiona um auxiliar por determinada substituição no jogo, por exemplo? Sem querer ser desrespeitoso, a atitude de Paulo Autuori, após o jogo contra o Avaí, mandando Renê Weber substituí-lo na entrevista coletiva, equivale ao ventríloquo nomear o boneco como seu porta-voz.

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Inter também vai pagar prêmio extra, apostem

30 de outubro de 2009 37

Juro que não tenho informação, mas como vozes oficiais do Inter já declararam serem favoráveis ao envio de “mala branca” para incentivar times que enfrentam concorrentes, aposto que já estão preparando pacotes de dinheiro, pois negócios assim tem que ser em espécie.

A única novidade está na cor da mala. Antigamente, falava-se em “mala preta”. Hoje, mudaram para “mala branca”, talvez para indicar que, não sendo suborno, pagar para ganhar é uma “santa atitude”.

Prêmio extra tem a idade do futebol. Assim como as reações, convenientemente, indignadas de pagantes e recebedores. Não pode ser diferente. O Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) prevê punição para `mala branca`. Os artigos 237 e 238 tratam do assunto. O 237 pune quem oferece. Já o 238 prevê sanção a quem recebe ou solicita. No caso, são punidas apenas pessoas físicas e não clubes.

O Cruzeiro deve, sim, ter enviado estímulo financeiro para os jogadores do Barueri, como foi informado por jogadores do clube paulista. Assim como o Cruzeiro, outros clubes deverão tomar a mesma iniciativa, se é que já não estão fazendo. Entre eles, o Inter. Alguém acredita, por exemplo, que os pretendentes ao título negligenciarão uns trocadinhos para alimentar a motivação dos adversários do Palmeiras? E quem vem atrás, querendo chegar ao G-4? Ou aqueles que lutam para sair da mortal zona de rebaixamento?

A “mala branca” vai cruzar os céus brasileiros, não tenham dúvida. Também podem apostar que não haverá provas. Neste tipo de negócio, ninguém passa recibo. Certo? Errado? Melhor seria se não houvesse este “doping” financeiro. Quando o prêmio-extra se apresenta, fica estabelecida uma desigualdade entre quem tem dinheiro para pagar e quem não tem. Porém, não me peçam para passar atestado de ingenuidade. Até o fim do campeonato, muita grana vai rolar por baixo do pano.

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Inter poderá subir para a vice-liderança

30 de outubro de 2009 10

Cesar Greco, AE, Banco de Dados - 27/09/2009

Só louco arriscaria fazer prognósticos para a rodada que começa neste sábado. Segundo o que tem se visto no Brasileirão, poderá haver dança de cadeiras no topo da tabela, embora seja quase impossível acontecer alguma substituição no G-4.

O Palmeiras poderá, até, perder para o Corinthians que, mesmo assim, seguirá na liderança do campeonato.

O São Paulo não terá facilidades contra o Barueri, embora jogue no Morumbi. Ainda assim, deverá vencer e seguir na vice-liderança.

O Atlético Mineiro enfrentará o Goiás, no Serra Dourada. Se perder, poderá ser alcançado por Cruzeiro e Flamengo. É o único que, segundo a tendência, poderá sair do G-4.

O Inter também poderá perder posição se cometer a proeza de não vencer o Botafogo, no Beira-Rio. Convenhamos, uma improbabilidade quase absoluta. Só depende dele próprio para continuar entre os quatro primeiro colocados, com chances de subir para a terceira posição ou, até, colocar-se na vice-liderança.

Certo, mas certo mesmo é que nenhum dos integrantes do G-4 terá vida fácil. Ninguém está ganhando apenas por força da camiseta. O próprio Cruzeiro, no meio da semana, só conseguiu vencer o Santo André, no Mineirão, com um gol marcado aos 46 minutos da etapa final. E em impedimento.

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Mago prevê tropeço do líder neste domingo

30 de outubro de 2009 9

MAGO DA BOLA
Paulo Ledur

Apenas um Mago acertou os 14 jogos no concurso 386. O sortudo fez a aposta em Atibaia, São Paulo. O prêmio é de pouco mais de R$ 276 mil. E 21 apostadores acertaram 13 resultados e cada um faturou R$ 2.817. Para este final de semana, mais uma vez, somente jogos das Séries A e B. Ah! Não esqueçam que já está rolando a “mala branca”. Boa Sorte!

1 – PALMEIRAS X CORINTHIANS

O Verdão voltou a vencer e recuperou a liderança perdida um dia antes de golear o Goiás. O Corinthians surpreendeu na última rodada ao derrotar o Vitória na Bahia. Chega com moral para o clássico. O time treinado pelo Mano tem apenas um objetivo: estragar a festa do Porco. Clássico é clássico e vice-versa! Coluna do meio!  

2 – INTERNACIONAL X BOTAFOGO

Mais distante do sonhado título, o Colorado ainda busca uma das disputadíssimas vagas à Libertadores 2010. E é bom o Inter abrir o olho contra o Fogão, que luta para não cair. Lembrando que o pessoal lá de baixo anda fazendo campanha de campeão nas últimas rodadas. Coluna 1!

3 – FLAMENGO X SANTOS

O Urubu foi a primeira vítima da “mala branca” (dinheiro oferecido a times que estão fora de qualquer disputa no campeonato por clubes que ainda buscam algo na competição). O Santos é mais um que não tem nada a fazer no Brasileirão; não cai, não chega e vai terminar pelo meio da tabela. O Peixe é tão fraco, que nem mesmo um caminhão cheio de ouro faria o time bater o Flamengo. Coluna 1!!

4 – BRASILIENSE X FIGUEIRENSE

O Figueirense ainda luta para voltar à elite do futebol brasileiro. Está na 5ª posição, 5 ponto atrás do 4º colocado. Tem que vencer e torcer por tropeços do Atlético de Goiás. No último sábado, o time catarinense patinou feio ao perder em casa para a Ponte Preta. O Brasiliense ainda precisa de alguns pontos para se livrar de vez do rebaixamento. Coluna do meio!

5 – FORTALEZA X VASCO DA GAMA

O Fortaleza necessita de forma urgente de vitórias. Está na zona do rebaixamento, sendo 6 pontos de diferença para o primeiro a escapar, que é o Bahia. O Vascão está de sangue-doce; será campeão da segundona com antecedência. Mas o Mago vai apostar na zebra. Coluna 1!!

6 – GUARANI X PORTUGUESA

O Guarani está quase lá. Também vai garantir vaga na Série A com duas rodadas antes de acabar a competição. A Lusa está a 5 pontos do G-4 (é 6ª com 51 pontos), mas começa a se despedir da turma de cima neste final de semana. Coluna 1!! 

7 – ABC X PARANÁ

O Paraná está exatamente no meio da tabela, é o 10.º com 45 pontos; não tem mais nada a fazer. O ABC está sendo puxado pelos pés para cair, é o 19.º com 31 pontos, 7 a menos que o Bahia. A gente sabe que o desespero faz muitas vezes milagres no futebol. Coluna 1!

8 – SANTO ANDRÉ X GRÊMIO

É mais um desesperado contra uma equipe que almeja uma vaga na Libertadores.
A turma lá de baixo tem conquistado resultados surpreendentes. O Grêmio fora do Olímpico e dos Aflitos a gente conhece. O empate não serve para ninguém, então… coluna 1!!

9 – AVAÍ X ATLÉTICO / PR

Os dois cumprem tabela. Jogando em casa, o Avaí deve levar a melhor. Coluna 1!!

10 – CORITIBA X VITÓRIA

O Coritiba ainda precisa de alguma coisa para escapar do rebaixamento, mas nada preocupante. O Vitória cumpre tabela. Coluna 1!!

11 – NÁUTICO X SPORT

O clássico do desespero. Os dois estão muito próximos da Série B. O empate seria uma tragédia para Recife. O empate do Sport, em casa, contra o Coritiba, na quinta-feira, foi um balde de água fria. Pode ser a última estocada do Leão. Coluna 2!

12 – SÃO PAULO X BARUERI

O Barueri foi o primeiro a receber a “mala branca”, que teria sido encomendada pelo Cruzeiro, e pode faturar mais até o final do ano. O São Paulo venceu o Inter com as calças na mão e segue na luta pelo tetra. O Barueri fora de sua arena não tem intimidado ninguém. Coluna 1!!

13 – GOIÁS X ATLÉTICO / MG

O Goiás afundou de vez no Brasileirão. O Esmeraldino não vence há 6 rodadas; o triunfo foi contra o Grêmio. O Galo perdeu na última rodada para o lanterna, mas não jogou a toalha. Coluna 2!!

14 – CRUZEIRO X FLUMINENSE

O Cruzeiro tem a oportunidade de entrar pela 1.ª vez no G-4. Para isso acontecer, a vitória contra o Flu é imprescindível e ainda torce por tropeços de Inter ou Atlético Mineiro. O Fluminense há muito tempo respira por aparelhos e os tubos serão desligados no Mineirão. Coluna 1!!

LOTOGOL

A Lotogol corresponde aos 5 primeiros jogos da Loteca. Para ganhar é preciso acertar em cheio os placares. Mais informações podem ser obtidas no site da Caixa: www.caixa.gov.br/loterias

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Sem ataque, Inter, não dá para ser campeão

29 de outubro de 2009 87

Fernando Gomes, Banco de Dados - 21/03/2009

A torcida colorada deplora que o Inter tenha vendido Nilmar no meio do ano. Não quer saber se o clube deveria correr o risco de, não vendendo, ver o atacante indo embora sem deixar um centavo nos cofres do clube, apenas uma dívida de R$ 5 milhões, produzidas pela compra do “passe” de Nilmar. Se assim tivesse agido, a direção teria dado exemplo de péssima administração. Mas, o torcedor não quer saber.

E a sua inconformidade se justifica na precária produtividade dos atacantes. Taison não está jogando mal, mas também não consegue, sequer, chutar com o gol adversário. Alecsandro sai da área, tenta jogar bonito e a sua inoperância, no returno, irrita os colorados.

Se a dupla de atacantes não estivesse frustrando a torcida, ninguém estaria lembrando a saída de Nilmar que, aliás, nunca foi um grande artilheiro. Para completar os azares colorados, Edu chegou com grande cartaz, lesionou-se e sumiu. Está surgindo Marquinhos, mas seria uma precipitação irresponsável nomeá-lo solução imediata para as limitações do ataque.

Ano que vem, o Inter terá, além de Marquinhos, a volta de Valter, uma promessa que foi barrada por séria lesão. Porém, os colorados que não querem saber as razões da venda de Nilmar, também não estão pensando em 2010. O ataque que eles queriam ver funcionando seria para este ano, mesmo.

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Gremistas que vaiam jogador, atrapalham o time

29 de outubro de 2009 32

Diego Vara

Nunca conseguir entender aqueles torcedores que, desconfortados pela atuação de algum jogador, caem de vaias enquanto a bola rola. Este comportamento das arquibancadas não é apenas inútil, mas altamente prejudicial ao alvo das vaias e ao próprio time. Nestes momentos, só desponta um beneficiado: o adversário.

Fábio Rochemback não está produzindo o que dele se esperava, é fato. Mas, seja por convicção de Autuori ou por falta de alternativas, ele é titular. Contra o Avaí, Rochemback errou dois ou três passes e começaram as vaias. Outros jogadores erravam mas é dura a vida de quem está carimbado e condenado. Como acontece com freqüência, o jogador que não está conseguindo acertar, fica tenso. Quando as vaias aparecem, a tensão se transforma em irritação e daí até cometer uma bobagem é um passo. Foi o que aconteceu com Rochemback, expulso por jogada violenta.

Em vez de vaiar, a torcida poderia gritar o nome de quem gostaria de ver jogando. Seria menos prejudicial. Apupar quem está em campo, definitivamente, é jogar contra. Pensarão que assim agindo o jogador passará a fazer as coisas corretamente?

O diabo é que as vaias vêm de uma minoria impaciente. Se a maioria abafasse as vaias cantando e incentivando o time, o resultado seria mais positivo. Mas, como em tudo e em todos os lugares, impõe-se o berro das minorias. O silêncio das maiorias, então, passa a dividir as culpas.

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Mário Sérgio é motivador e estrategista

29 de outubro de 2009 47

Diego Vara, Banco de Dados - 07/10/2009

Em pouco tempo treinando o Inter, Mário Sérgio mostra virtudes que a torcida desconhecia e, talvez por esta razão, tenha rejeitado a sua contratação, no início. Neste curto período, o treinador já apresentou resultados que se percebem dentro de campo:

— Os jogadores acreditam em Mário Sérgio e esta aceitação se expressa na disciplina tática do time.

— O time está mobilizado, o que revela liderança de Mário Sérgio e capacidade de motivação.

— Em dois jogos, Gre-Nal e contra o São Paulo, destacaram-se as suas qualidades de estrategista e pensador tático. No clássico, surpreendeu com um esquema que neutralizou o Grêmio, mantendo-o longe da área colorada durante a maior parte do jogo. No Morumbi, surpreendeu novamente deslocando Fabiano Eller para a lateral-esquerda e fazendo de Kleber um ativo meio-campista. Assim, dominou o São Paulo.

— Nesta partida, em São Paulo, revelou-se um treinador ousado, sem medo de buscar a vitória. As modificações que fez na etapa final, encurralando o São Paulo, mostraram inteligência e valentia.

Mas, se tantas são as qualidades de Mário Sérgio, por que não se firma como treinador? A resposta pode ser resumida em uma palavra: temperamento. Mário Sérgio não tem “cintura”. Falta-lhe flexibilidade de negociador. Não transige diante de interferências e atitudes com as quais não concorda. E briga. E larga o cargo.

Talvez, em um clube organizado em padrões que ainda não encontrou por onde andou treinando, Mário Sérgio pudesse alterar a sua rotina profissional. A questão é: quem arrisca? O homem é um barril de pólvora com meio centímetro de pavio.

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Autuori é injustiçado por não ser mágico

29 de outubro de 2009 101

Diego Vara

Uma faixa colocada entre torcedores gremistas expunha uma única palavra: ATITUDE. Cobrava-se do time gremista o que se cobra do treinador: comportamento aguerrido, combativo, pegada.

Trata-se de um equívoco monumental que, parece, não será corrigido. Imagina-se que o Grêmio tenha perdido a sua melhor credencial porque Autuori não é um treinador que esbraveje e saltite a beira do gramado e, quando dá entrevistas, fala pausada e reflexivamente. Vendo a equipe enfrentar o Avaí, firmei convicção de que o estilo atual do Grêmio não passa pelo treinador.

Tcheco não é e nunca foi um jogador de combatividade. Sua natureza é outra. Trata-se de um meio-campista inteligente, pensador que, às vezes, se desestabiliza tentando ser o que não é: um pegador.

Fábio Rochemback parece forma de forma física e técnica. Falta-lhe a explosão que o reconciliaria com a torcida.

Souza, boa técnica, tem arrancadas fortes, mas sem continuidade. Não tem na combatividade uma característica destacada.

Adilson, completando o quarteto do meio-campo, é o único com o estilo guerreiro requerido pela torcida.

Como é que uma equipe pode ser competitiva, ter pegada permanente, se no setor aonde são tomadas as principais decisões os jogadores não apresentam a virtude da pegada?

Paulo Autuori, como aconteceria com qualquer outro treinador, poderia terminar os jogos sem voz que em nada mudaria a atitude do time. Um time tem a característica anímica, o temperamento dos seus jogadores. Responsabilizar Paulo Autuori pelo fato de o Grêmio não apresentar o traço combativo de outros tempos é culpá-lo por não ser mágico.

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Inter perde jogando bem e Grêmio não perdoa

28 de outubro de 2009 118

Diego Vara

O Inter foi mal jogando bem. Desperdiçou gols, dominou o São Paulo na etapa inicial e acabou errando em um escanteio, nos últimos segundos deste período, e ali esteve a sua derrota. O goleiro Bosco fez milagres que, talvez, Rogerio Ceni não fizesse. Mário Sérgio acertou o time. Repetiu o 4-4-2 com Fabiano Eller na lateral e Kléber no meio. O time funcionou mas, velha máxima, quem não faz, leva. A noite colorada só não foi pior porque o Barueri fez o crime no Flamengo.

O Grêmio reiterou que na sua casa é imbatível. Tenso no primeiro tempo, ficou com 10 homens em campo com a expulsão de Rochemback mas, na etapa final, soube aproveitar a ambição do Avaí e acabou consolidando uma vitória de 3 a 0, que poderia ter sido maior. Mário Fernandes foi o destaque. Negativo, apenas, os cartões e as reclamações. Segue respirando.

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O Grêmio é uma paixão eterna

28 de outubro de 2009 5

Já está nas livrarias e nas lojas da Grêmio Mania o livro “Grêmio Eterna Paixão”, de autoria do empresário Daniel Tevah.

No livro, Tevah relata a emoção de ser gremista e sua experiência como vice-presidente do Grêmio durante sete anos. Em um dos capítulos, o autor relembra os tempos das partidas preliminares, quando os jogadores das categorias de base tinham oportunidade de jogar em frente à sua torcida.

“Isso lhes dava uma experiência fabulosa de começarem, aos poucos, e se sentirem à vontade para atuar diante de grandes platéias”, escreve Tevah.

Segundo ele, hoje, quando um júnior é chamado para atuar no time principal, existe a tendência de “tremer”, pois não ele sabe como será aceito pela torcida. O livro tem prefácio do ex-presidente Fábio Koff.

Já li o livro do Daniel. Texto claro, enxuto e, principalmente, apaixonado. Nele, o autor expõe propostas fantásticas para o desenvolvimento do Grêmio. “Grêmio Eterna Paixão” deveria ser lido por todos os gremistas, sócios, conselheiros e, principalmente, os políticos do clube.

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O Inter rejeita financiamento do BNDES

28 de outubro de 2009 128

Daniel Marenco, Banco de Dados - 27/09/2007

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, liberou financiamento pelo BNDES para remodelação dos estádios particulares que sediarão jogos da Copa/2014. Cada clube proprietário poderá dispor de, até, R$ 400 mil. O Inter já agradeceu e não vai utilizar este crédito. Prefere que o governo honre o compromisso que assumiu com a FIFA de isentar de impostos os custos de reestruturação dos estádios. Este, não é um pedido mas a exigência de que o que foi assinado seja cumprido. Lula sabe que os clubes, todos, estão endividados.

Quando um cliente está atolado de dívidas, o gerente do banco não libera novos empréstimos pois colocaria em risco o próprio emprego. É uma irresponsabilidade oferecer tamanho crédito sabendo que o tomador do empréstimo não terá condições de pagar. Vou repetir o que já escrevi: se o governo quer gastar bilhões em estádios públicos e apenas emprestar dinheiro para os particulares, o Inter deveria abrir mão de sediar jogos da Copa. O evento não é do clube mas do Brasil. Simples, recusa a “honraria” e Porto Alegre fica fora do circuito da Copa/2014. E todas as obras que estão sendo anunciadas: ampliação da pista do aeroporto, relocação da Vila Dique, duplicação de avenidas, aumento para 70% do tratamento do esgoto cloacal e, possivelmente, ampliação do Trensurb, que vá tudo para as calendas.

O Beira-Rio foi escolhido porque o clube fez, nos últimos anos, investimentos que o tornaram um dos melhores estádios do país. Não foi favor e nem atendimento de um pedido. Foi escolhido, simplesmente, pela CBF e FIFA. Se o esforço feito até agora deve resultar no castigo de um endividamento indecoroso, danem-se a Copa, Porto Alegre e os gaúchos. O que menos interessa, realmente, são os jogos que acontecerão em Porto Alegre. Só importa, mesmo, são as obras que a cidade ganharia. E se a cidade ganha, porque só o Inter deve pagar a conta? É uma questão de coerência, simplesmente.

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Curva mata ídolo do brasil, livro vem aí

28 de outubro de 2009 4

Nauro Júnior, Banco de Dados - 16/01/2009

Está com datas de lançamento marcadas o livro que conta a história do acidente com a delegação do Brasil de Pelotas. “A NOITE QUE NÃO ACABOU” será lançado nas feiras do livro de Pelotas e de Porto Alegre.

O jornalista Eduardo Cecconi e o fotógrafo Nauro Júnior contam a história do acidente ocorrido com a delegação do Grêmio Esportivo Brasil, clube de futebol de Pelotas conhecido como Xavante, no dia 15 de janeiro de 2009.

Oito capítulos estão divididos em 300 páginas, que vão desde os bastidores da trágica viagem, até o final do Campeonato Gaúcho deste ano. Há ainda 16 páginas de fotos. No acidente, morreram os jogadores Claudio Milar e Régis, e o preparador de goleiros Giovani Guimarães.

O escritor Aldyr Garcia Schlee assina o prefácio. O lançamento, da Editora Livraria Mundial, de Pelotas, conta ainda com o projeto gráfico da Nativu Design, e a participação do jornalista Eduardo Lorea na revisão e na edição do texto.

Lançamento na Feira do Livro de Pelotas
Dia 31 de outubro (sábado),às 18h, na Praça Coronel Pedro Osório

Lançamento na Feira do Livro de Porto Alegre
Dia 04 de novembro (quarta-feira), às 17h30min, na Praça da Alfândega

TRECHO DO CAPÍTULO 3 – “CURVA”

A curva tem uma mureta metálica de proteção em sua margem externa. De dia, o guard-rail mais parece o parapeito da janela onde se debruça uma coxilha logo à frente.

À direita da ondulação do relevo, há uma área cultivada com acácias para reflorestamento destinado à indústria de celulose. Recobre o morro a característica vegetação rasteira do pampa, com herbáceas variadas. Pouco à esquerda, mais abaixo, sobrevive uma pequena plantação de milho.

Da coxilha vultosa ao cúbito da curva faz-se um vale. Em qualquer dos pontos mais altos – na margem da estrada, ou no topo do morro – percebe-se a profundidade que tem em sua base fileiras quase simétricas formadas por um arbusto nativo chamado popularmente de vassoura.

O sol valoriza todas as cores do Paraíso. E torna até agradável o acesso da rodovia estadual em curva à direita inclinada até a federal. São nuances de todos os verdes misturados ao dourado da palha do milho e às singelas gotas de vermelho e amarelo das flores do campo adornando os arbustos.

Mas à noite a paleta de pintura confunde todas as tintas, que pela ausência de cores oferecem o preto como resultado. A coxilha desabitada une-se ao céu, que se compacta ao vale, e abraça a mata nativa, a plantação e as árvores exóticas. O inspirado quadro transforma-se em um paredão uniforme tão negro quanto a própria escuridão.

“A noite que não acabou” conta uma história inchada de tristezas que, mesmo assim, não deve ser ignorada. Até para que outras histórias semelhantes não se repitam.

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Torcida gremista pode comprar Maxi López

28 de outubro de 2009 142


Foto: Fernando Gomes

Não estou fazendo campanha para que o Grêmio contrate Maxi López, mas como o assunto tem ampla repercussão entre os gremistas volto ao tema. Máxi custa 1,5 milhão de euros e já tem contratado assinado com o Grêmio para o caso de a negociação acontecer. O Claudio, torcenauta tricolor, tem uma interessante proposta para manter o atacante argentino no Olímpico:

“Caro Wianey,

Já tentei expor inúmeras vezes a idéia que vou descrever abaixo. Mandei e-mail pro quadro social, departamento financeiro e diretoria. Mas não obtive retorno. A idéia é a seguinte, simples:

O Grêmio criaria “cotas de investimento para a aquisição de parte dos direitos econômicos do Maxi”. Digamos que 50% dos direitos econômicos do jogador valem 1 milhão de euros e, em reais, representaria R$ 2,5 milhões. Seriam criadas, por exemplo, 1000 cotas de R$ 2,5 mil cada.

Cada adquirente, ao comprar uma ou mais cotas, assinaria um termo junto ao Grêmio, que lhe garantiria a participação proporcional ao número de cotas investido, numa futura venda do Maxi.

Qualquer pessoa que entende um pouco de futebol, sabe que o jogador vale muito mais que 2 milhões de Euros.

Eu compraria, tranquilamente, uma ou duas cotas. Isso que eu sou recém formado, ganho pouco mensalmente. Mas nesse caso, se os valores forem estes que estão sendo divulgados pela mídia, é um ótimo investimento. Claro que existe o risco do jogador sofrer uma lesão grave, ou se desvalorizar profundamente, mas a tendência é de que se valorize, até em função de sua idade.

Assim, além de ajudar seu time do coração, os torcedores estariam fazendo um investimento lucrativo (com os riscos inerentes).

Claro, para se tornar efetivo, teria que haver um mecanismo de segurança e transparência dos valores futuramente envolvidos na venda, para dar e credibilidade ao negócio.

Por fim te pergunto, Wianey: Se os empresários e investidores de futebol fazem isso corriqueiramente, por que um grupo grande de torcedores não podem juntar seus esforços e fazer o mesmo?

Espero que possas analisar essa minha idéia e se for possível passar adiante aos comandantes tricolores.

Um abraço,

Cláudio S.”

No sistema capitalista, qualquer negócio tem riscos. Maxi López é um negócio de riscos muito baixos, é o que penso. Se a proposta do Claudio fosse executada, adianto que eu seria um adquirente de cotas. No mínimo, dobraria o meu capital investido, em poucos meses. No mínimo.

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Internacional vai virar filme de ficção

28 de outubro de 2009 33

Divulgação

COLORADO será o primeiro filme de ficção brasileiro tendo como personagem um clube de futebol. A história, que terá exteriores em uma cidade do interior do estado e na capital Porto Alegre, contará a trajetória de um menino pobre em busca de sua redenção pelo futebol.

Espelhado na história cheia de percalços de tantos guris brasileiros, o projeto de longa-metragem, aprovado recentemente pela Agência Nacional de Cinema (ANCINE), nasceu de uma iniciativa das produtoras Panda Filmes e Tree Top. Estas firmaram termo de parceria com a direção do Sport Club Internacional de Porto Alegre, semana passada.

O filme, a ser realizado no inicio de 2010, está de olho não somente na fiel torcida colorada, mas mirando um espectro muito mais significativo do público cinéfilo que gosta de uma boa história de enfrentamento de obstáculos e superação, sem esquecer o amplo mercado de aficionados pelo futebol.

 

Sinopse:
Gabriel tem um sonho. Que não é só dele, mas de muitos outros meninos. Um dia seu pai lhe conta a história do “gol iluminado” de Figueroa e diz que ele pode ser jogador de futebol. E ele nunca mais esquecerá essas palavras. Gabriel terá um longo caminho pela frente. Ele vai ter que enfrentar todos os seus medos, a perda do pai e encarar os obstáculos, mesmo que sua vida mude completamente. Não importa. Gabriel tem um sonho: jogar no Sport Club Internacional.

 

Ficha Técnica:
Direção – Paulo Nascimento e Beto Rodrigues
Produção – Beto Rodrigues e André Sittoni
Roteiro – Leo Garcia e Zeca Brito
Idéia Original – André Sittoni
Produtoras – Panda Filmes e Tree Top.

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