Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 4 março 2010

Impressionantes números de Ronaldinho Gaúcho

04 de março de 2010 98

O torcenauta Carlos Haas fez um levantamento estatístico das atuações de Ronaldinho Gaúcho, este ano, e enviou para o blog o resultado apurado. Confira, são impressionantes:

“Não perca a conta: na temporada, Ronaldinho Gaúcho soma, em 31 jogos, 12 gols e 15 assistências. Impressionante?
Então acompanhe: nos últimos 12 jogos do Milan, o craque brasileiro participou de todas, exatamente todas as 12 ações que levaram a equipe ao gol. Ou seja, nas últimas cinco partidas oficiais – ou desde o dia 12 de fevereiro – do time rossonero, o camisa 80 criou, marcou ou passou para todos os gols que deixam a equipe na vice-liderança do Campeonato Italiano e nas oitavas de final da Champions League”.

E daí? Dunga decidiu que não vai convocar Ronaldinho Gaúcho e ponto final. Ele manda na Seleção, Carlos. Não importa se ele se recuperou. Sabe o que eu penso? Seleção nacional é lugar para os melhores. E Ronaldinho é melhor do que meia dúzia de jogadores que já carimbaram passaporte para a África do Sul.

Bookmark and Share

Mithyuê se apresenta para substituir Borges

04 de março de 2010 17

É possível que Willian seja daqueles jogadores que levam algum tempo para entrar em forma e pegar ritmo de jogo. Ou, simplesmente, ele joga o que está jogando e, assim, não serve para o Grêmio. Esta hipótese, embora real, não deve ser a verdadeira. Willian já jogou melhor nos seus tempos de Avaí e carece, certamente, de entrosamento com o time gremista. Seja qual for a explicação para o seu desempenho insatisfatório, impõe-se o fato de que o Grêmio precisa de mais qualidade no seu ataque.

Um jogador, que não é centroavante mas tem vocação para ser um atacante de movimentação, aguarda a sua vez: Mithyuê. Não seria surpreendente se ele já fosse aproveitado desde o início do próximo jogo. Surpreendente, aliás, seria a manutenção de Willian no time e Mithyuê no banco de reservas. Jonas pode ser o atacante mais agudo e o garoto o seu parceiro, vindo de trás. Não é tão complicado.

Bookmark and Share

Edu não joga e Walter não quer jogar

04 de março de 2010 72

A situação é, exatamente, esta: Edu é prestigiado por Fossati mas não consegue jogar. Walter, que deveria ter começado o ano sendo aproveitado ao lado de Alecsandro, não quer jogar. O Beira-Rio transformou-se em um espaço de contradições insuperáveis. Contra o Santa Cruz, mais uma vez, Edu foi deprimente. Depois do jogo, no vestiário, o treinador e os dirigentes colorados apressaram-se em destacar a excelência da atuação tática de Edu.

Atuação tática? Qual, cara-pálida? Quando se quer proteger um jogador que tem mau desempenho, fala-se que ele foi, taticamente, perfeito. Mas, não se explica que função teria cumprido para merecer tal aprovação. Atacante tático é aquele que só serve para perturbar a defesa adversária ou marcar um defensor, por exemplo. Time algum precisa de atacantes táticos. Bons são os que fazem gols e Edu não faz. Já deveria estar na reserva de Walter se o garoto não tivesse “virado a cabeça”, assumindo a postura de um suicida profissional.

Bookmark and Share

Grêmio quer ser campeão sem jogo final

04 de março de 2010 25

A estréia do Grêmio na Copa Fábio Koff foi reveladora. O time de Silas mostrou que vai em busca do título do returno. Quer evitar o jogo final, inevitável se houver outro campeão, nesta fase. O Avenida, verdade seja dita, é um time fraco, muito fraco. Mas, quais são os fortes, no Interior? Poucos.

Silas, tudo indica, ganhou um lateral-direito e um bom zagueiro central. Precisará encontrar um substituto para Borges, enquanto o centroavante titular estiver no departamento médico. Além disso, para ser feliz na Copa do Brasil, aonde os adversários será cada vez mais qualificados, com o passar das fases, precisará reavaliar algumas escolhas. O meio-campo do Grêmio continua inconsistente.

Bookmark and Share

O Inter prepara o seu fracasso

04 de março de 2010 158

Mais uma vez, o time de Jorge Fossati vai a campo, joga e ganha mas a torcida colorada deixa o estádio apreensiva. Nem poderia ser diferente, pois o time, simplesmente, não sai do lugar. Os problemas se repetem e  as entrevistas de vestiário não mudam o tom. O que o Inter vê, ninguém consegue enxergar.

O diagnóstico da doença colorada é simples como beber água: o time não tem meio-de-campo. Fossati será dispensado, é questão de tempo, por efeito da sua impressionante teimosia em escalar três zagueiros. Não deixará o Inter por pressões externas mas porque é muito difícil vislumbrar sucesso no horizonte do Inter. Assim, sem meio, oco no setor vital da equipe, alguém se atreve a prever o título da Libertadores, por exemplo? Talvez, o Gauchão. Talvez.

Bookmark and Share