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Posts de maio 2010

Argentinos invejam imprensa e Seleção Brasileira

31 de maio de 2010 21

Obrigados por Maradona a ficar um quilômetro longe da sua seleção, os jornalistas argentinos estão manifestando inveja da relação existente entre o time de Dunga e a imprensa brasileira. Treinamentos abertos, acesso à comissão técnica e os jogadores, liberdade para trabalhar, este quadro é visto pelos jornalistas argentinos com admiração.

Este comportamento da Seleção Brasileira colide com práticas que imperam na maioria dos clubes brasileiros. Treinamentos fechados, distanciamento dos profissionais dos torcedores e imprensa, estão cada vez mais estreitos os canais de comunicação entre os clubes e as suas torcidas.

Os tempos mudaram. Fui repórter quando desfilavam pelos gramados brasileiros jogadores como Falcão, Figueroa, Renato Portaluppi, Zico, Sócrates e, um pouco antes, o maior de todos: Pelé. Eram craques verdadeiros, os melhores jogadores do mundo e, mesmo assim, jamais negavam aproximação com torcedores. Os treinamentos eram abertos e as entrevistas eram concedidas a quem solicitasse sem nenhum problema. E, no entanto, eram craques admiráveis.

Hoje, jogadores que não amarrariam os cadarços das chuteiras daqueles virtuoses, negam-se a dar entrevistas, escondem-se dos torcedores, agem como divindades inatingíveis. Até os dirigentes comportam-se como estrelas fulgurantes. Miram as pessoas do alto em que se colocam e reagem com fúria desmedida as críticas.

Os tempos estão mudados e não é para melhor. Felizmente, a Seleção de Dunga está reconstruindo uma relação civilizada, aberta e respeitosa com a imprensa e, por conseqüência, com a torcida.

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Douglas e a reserva inesperada

31 de maio de 2010 13


Douglas este entre as mais festejadas contratações do Grêmio para a atual temporada. Jogador de alta técnica, articulador elogiável, se alguém cogitasse a reserva para ele seria chamado de louco. Pois esta é a tendência de momento. Douglas caiu e Hugo cresceu. Está especulado que no próximo jogo, Douglas poderá estar sentado no banco de reservas. Se acontecer, terá sido por falta de dedicação. Jogador que só interfere quando a bola chega aos seus pés não tem admiração do futebol que atualmente se pratica. É uma pena. Douglas está entre os mais qualificados armadores do futebol brasileiro. É superior ao Hugo mas, mesmo assim, deverá ser o seu suplente. Talvez a reserva o induza a refletir sobre o que deveria fazer e não está fazendo.

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Assunto encerrado: Felipão não é o cara

31 de maio de 2010 80

Luiz Felipe Scolari falou e foi claro: não conversou com ninguém do Inter, tem compromisso com outro clube brasileiro, só vai decidir o futuro quando resolver o problema escolar do seu filho, é um profissional, trabalharia no Inter mas só após analisar a conveniência de se filiar ao maior rival do Grêmio, clube pelo qual torce e tem vínculos históricos.

Felipão foi mais longe: classificou quem divulgou o seu hipotético acerto com o Inter como sendo um “maluco beleza que deveria ser preso”. Não ficou nenhuma dúvida. Neste momento, pelo menos, Felipão não é o treinador procurado pelo Inter. Duvido, até, que venha a ser buscado por Fernando Carvalho. Quem, no Beira-Rio, vazou esta informação aplicou um baita primeiro de abril com quase dois meses de atraso.

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Grêmio dominou Flamengo no Maracanã

31 de maio de 2010 32

Empatar com o Flamengo no Maracanã nunca foi resultado de provocar recriminações. Sábado, entretanto, o Grêmio deixou o gramado do maior estádio do mundo carregando o desconforto de ter perdido dois pontos e não de ter ganho um ponto. Com um pouco de efetividade, o Grêmio teria derrotado o Flamengo. Na etapa final, dominou, pressionou e teve as melhores oportunidades para marcar.

Desta vez, Fábio Rochemback destacou-se como o melhor jogador da partida. Seu desempenho na segunda etapa foi quase perfeito. Neste período, ele atuou mais pela direita. Rochemback não é jogador desprezível que muitos gremistas pretendem. Mas, está longe de ser o marcador que o Grêmio precisa, no meio-de-campo. Por outro lado, Willian teve atuação deplorável. Pior em campo.

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Vestiário funciona e Inter goleia

31 de maio de 2010 33

O Atlético Paranaense é muito fraco, mas quantas vezes antes o Inter enfrentou adversários ruins e não conseguiu vencer? Mais do que ganhar, o Inter aplicou uma goleada, com naturalidade. Com os quatro gols feitos, situou-se entre as equipes de ataques mais eficientes, outra novidade positiva. E para não dizer que estes foram os únicos fatos novos, ainda teve o efeito vestiário. Desta vez, o time voltou para o segundo tempo melhor, com mais sorte ou as duas coisas.

Com o gol sofrido ontem, o Inter também tem a sua defesa colocada entre as mais frágeis do campeonato. O time precisa ser reconstruído de trás para frente.

Não foi pelo jogo contra o Atlético, mas por suas últimas atuações, que Sorondo mostra estar recuperado. Está seguro, mais rápido e não esconde que está mais feliz.

Kleber deveria ser colocado em observação. Se não conseguir reabilitar seu futebol nos próximos jogos antes da Copa, só restará ao treinador do Inter, seja quem for, mandá-lo para a reserva ou um pouco mais além. O lateral parece um aposentado.

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Sangue de carneiro trata craque holandês

28 de maio de 2010 8


Notícia publicada no jornal espanhol Marca:

“Questionado por suas repetidas lesões musculares devido a dores crônicas nas costas, o meia Arjen Robben, do Bayern de Munique e da seleção holandesa, resolveu adotar uma forma alternativa de tratamento, à base de injeções de sangue de carneiro. Segundo o médico do clube alemão, os glóbulos vermelhos dos ovinos são capazes de trazer a sensação de relaxamento muscular”.

Dá para imaginar Robben, com uma seringa na mão, perseguindo um indefeso carneirinho para sugar-lhe o sangue. Nova versão do chupa-cabra?

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Fossati cai. Mário Sérgio seria o homem

28 de maio de 2010 134


Nada existe de oficial, ainda. Mas soube de uma história que tem todas as cores de verdade.

Ontem, após o jogo, ainda no Rio de Janeiro, uma reunião entre os dirigentes do Internacional definiu que Jorge Fossati deveria ser substituído. Tomada esta resolução, passou-se a discutir os nomes que poderiam substituir o uruguaio.

No final do encontro, dois treinadores despontaram como os preferidos: Nelsinho Baptista e Cuca. Fernando Carvalho teria, então, convocado Bolívar, um dos líderes de vestiário, para conversar sobre o assunto. Primeiro comunicou o jogador da decisão tomada. Em seguida, quis saber como os jogadores receberiam os nomes de Cuca ou Nelsinho Baptista. Bolívar teria sido rápido na resposta:

— Não, o cara é o Mário Sérgio. Este teria aceitação de todos.

De lá para cá, até agora, 16h30min, nada mais transpirou. Falei, meia hora atrás, com Mário Sérgio. Ele garantiu que nenhum contato fora feito.

Aqui, em Porto Alegre, fala-se que a direção colorada anunciará, dentro de pouco tempo, a saída de Fossati. Talvez informe, simultaneamente, o nome do substituto. Domingo o Inter enfrenta o Atlético Paranaense, no Beira-Rio.

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Réver, um leilão para voltar

28 de maio de 2010 12


A estratégia está sendo amplamente bem sucedida. Se Réver deseja voltar para o Brasil, nada o aproximaria mais deste objetivo do que vazar a informação de que o Internacional estaria interessado em repatriá-lo. Obviamente, o Grêmio entraria na disputa e aí seriam dois clubes brigando pela sua volta. Nada existe de errado na tática empregada, apenas cabe fazer a devida constatação.

Réver, como qualquer jogador brasileiro, desejava jogar na Europa, ganhar um ótimo salário em euros e, finalmente, completar sua realização profissional e financeira. Passados poucos meses, Rever quer voltar. O Wolfsburg gastou cinco milhões de euros para ter o zagueiro. Deveria liberá-lo, assumindo o enorme prejuízo econômico?

Réver alega dificuldade de adaptação. Ora, quem quer trabalhar em outro país, deve saber que será indispensável enquadrar-se nos costumes do clube e do país. Na Alemanha, como os alemães, esta é a regra. Não é possível um jogador embolsar uma boa soma em dinheiro, custar caro para o seu clube e em pouco tempo fazer beicinho querendo voltar. É preciso ser profissional sempre, na hora de receber e, também, de retribuir.

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A grande dúvida de Silas

28 de maio de 2010 26


O treinador do Grêmio tem uma dúvida, está noticiado: Hugo ou Douglas, quem deve cumprir a tarefa de ligar o ataque com o restante do time?

Sem dúvida, Douglas é mais qualificado para a função. Entretanto, sua indisciplina e desafeição pelas mínimas exigências de marcação estão fomentando essa indecisão de Silas.

Nada que esteja em desacordo com a biografia de Douglas. Entendo, porém, que, se Silas preservar os dois volantes e mais o Maylson, Douglas ainda seria a melhor opção. Hugo é mais dedicado, mas faltam-lhe as aptidões essenciais para ser o meia-armador. Além disso, funciona bem como segundo atacante, sendo o bom chutador que é.

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Fossati: teimoso, limitado e soberbo

28 de maio de 2010 93


Pouco ou nada resta para se dizer sobre Jorge Fossati. Sua insistência em escalar o time com três zagueiros, as substituições que faz e os rompantes que tem quando é questionado indicam que se trata de um treinador teimoso, limitado e soberbo. Limitado, porque não percebe que as suas convicções estão erradas. Teimoso porque é incapaz de reconsiderações. E soberbo porque não aceita ser questionado.

Caberia acrescentar, ainda, que Fossati desmerece, muito, a capacidade de as pessoas analisarem futebol, sejam jornalistas ou torcedores. Não fosse assim, não se atreveria a elogiar desempenhos do Inter que o mundo testemunhou como sendo insatisfatórios.

Fossati cansa pela insistência em favor do erro. Erra tanto e quase sempre, que já se tornou constrangedora a reiteração das críticas. Ninguém gosta de ficar repetindo as mesmas coisas. Mas o que fazer se as mancadas de Fossati se repetem? É impossível esperar bons resultados de treinadores que não sabem que um time começa pelo meio-campo.

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Fossati, Eller e o árbitro erram: Inter perde

28 de maio de 2010 5

O Inter fez dois a zero no primeiro tempo e a vitória parecia encaminhada. Começou a etapa final e, aos quatro minutos, o Vasco marcou seu primeiro gol. Aos 17 minutos, Fabiano Eller foi expulso.

Fossati, imediatamente, cometeu o seu grande erro: substituiu Walter por Juan.

Estava recomposto o trio de zagueiros, mas o ataque fora fragilizado. O treinador colorado optara por retirar o seu melhor atacante. Em seguida, sacou Alecsandro, outra triste atuação, e mandou Tayson para o jogo. Não satisfeito, Fossati tirou Andrezinho, melhor em campo.

Do outro lado, Celso Roth fortalecia a sua força ofensiva com sucessivas substituições. Acabou premiado pelo desejo de vencer. E o Inter foi para a zona de rebaixamento, também pela atuação medrosa de Fossati.

Aos erros do Inter somou-se o pênalti que Nei não cometeu. Ah, ninguém viu Kleber. O que o mantém titular?

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Para o Inter, chamar de macaco não é racismo

27 de maio de 2010 21


De tempo em tempos, volta a discussão. Macaco é um termo que simboliza racismo?

Leiam este e-mail. No final, opino:

“Wianey,

Espero que possa ler este meu e-mail, pois já há algum tempo venho querendo falar sobre o assunto e acho que não existe um momento mais oportuno do que este para fazê-lo.

Estou falando da questão do racismo, que ganhou ênfase com a história do jogador Walter e foi comentada no programa Sala de Redação. Não é novidade para ninguém que os argentinos (ou parte deles, pois toda generalização é burra) chamam os brasileiros de macacos, e essa falta de respeito das torcidas de nossos hermanos não é de agora, todos nós sabemos que isso acontece a muito tempo, mas o ponto que quero focar neste e-mail é algo que também não é novidade, mas para alguns parece ser, me refiro ao racismo que acontece em nosso próprio Estado. Não gosto de criticar a mídia, nem mesmo dizer que ela pende para o lado azul ou vermelho, pois creio na seriedade de cada repórter que trabalha na RBS, porém não vejo a imprensa gaúcha nem sequer tocar no assunto racismo quando esta manifestação vem das arquibancadas do olímpico.

A torcida gremista entoa cantos de racismo chamando os colorados de macacos todos os jogos sem ninguém levantar a tese de racismo, e é até mesmo de se estranhar toda esta atenção ao caso do jogador Walter que foi ofendido pelos argentinos, mas que é xingado de macaco aqui em todos os Gre-Nais sem ninguém notar.

Fico triste por todos os jogadores negros que estão em campo e também por todos torcedores negros que estão na arquibancada, sejam eles gremistas ou colorados, pois tenho certeza de que esse tipo de ofensa dói não importa o clube. Além do mais estão tentando distorcer a história e fazer com que os gritos de macaco passem a ser algo normal, e que os colorados passem a ouvi-los sem se sentirem ofendidos, já ouvi gremistas e também repórteres dizerem que a expressão macaco surgiu porque os torcedores do Inter imitam o Grêmio (nos cantos, torcida e etc.) e a realidade histórica não é esta, a expressão surgiu quando o Internacional começou a aceitar negros em seu time, além de ter há anos atrás uma torcida muito grande que englobava pessoas pobres, negras e do povo.

Gostaria que, se possível, tu pudesses levar ao Sala de Redação ou à internet esta discussão, pois não acredito que estas manifestações possam passar em branco por parte dos jornalistas e só os colorados percebam.

Um grande abraço do ouvinte assíduo do programa, que mesmo longe do Rio Grande está ligado em vocês pela internet.

Pedro Henrique Berrutti Tassinari”.

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Caro Pedro Henrique, a expressões “macaco, macacada” sempre expressaram discriminação racial. Nos últimos tempos, apareceram outras significações com as quais não concordo. Entretanto, o próprio Internacional admite faixas no Beira-Rio, onde se lê: recanto da macacada, etc.

Um torcedor colorado, fantasiado de macaco, desfila pelo Beira-Rio em todos os jogos e, agora, o próprio Inter criou o mascote “Macaco Escurinho” para representar seu projeto social. Será que ainda dá para acusar de racistas os gremistas que chamam os colorados de “macacos”?

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Colorados questionam práticas autoritárias

27 de maio de 2010 40

Reproduzo como recebi:

“Prezados jornalistas,

De uns tempos pra cá, a atual direção do Sport Club Internacional vem adotando algumas práticas pouco louváveis, dentre elas a tentativa, mesmo que sutil, de censurar os órgãos de imprensa e também os próprios torcedores colorados (treinos fechados, proibição de entrevistas de jogadores, artigos no site oficial através do assessor de futebol Roberto Siegmann, etc.

O sócio colorado Rodrigo Navarro Lins de Aguiar, do blog interdetodos.blogspot.com, publicou um texto questionando algumas atitudes tanto de dirigentes como de torcedores carvalhistas. Vale a pena ler e refletir:

quarta-feira, 26 de maio de 2010                      

NÃO SOMOS SECADORES

A atual gestão do clube solidificou uma prática muito comum nos regimes totalitários, que se espalha perigosamente entre a torcida. Trata-se da tentativa de desqualificar qualquer manifestação contrária ao discurso oficial. Sempre que alguém diz algo que difere da palavra da direção, não tarda a ser chamado de ‘secador’, ‘corneteiro’ e coisas do tipo. Apontar erros (que são muitos) tornou-se absolutamente proibido. De quem ousa dizer que os rumos que estão sendo seguidos são perigosos, logo se diz que está torcendo para o Inter perder.

Ora, a prática democrática, ao longo da história, nunca prescindiu do debate entre visões antagônicas. Tomo como exemplo a participação do Inter na Libertadores. Quase caímos na primeira fase. Tomamos três gols do Banfield e estivemos a cinco minutos de ser desclassificados diante do Estudiantes. Mesmo assim, se alguém disser que o desempenho não é bom, coitado!

É óbvio que torcemos para o Inter ser campeão de tudo novamente, mas não podemos fechar os olhos para tudo o que está acontecendo. Não vou ficar aqui apontando os erros, pois é só procurar nas postagens anteriores para saber do que estamos falando.

O futebol vive de resultados, sim. As necessidades do time são imediatas, claro. Acontece que, se ficarmos pensando só nos resultados momentâneos de campo, corremos sério risco de trilhar o caminho do time da Azenha/Medianeira, que num ano era milionário e semifinalista da Libertadores e no outro penava na segundona, que é, a propósito, a sua divisão adequada.

Ao dizer isso, não estamos indo contra os interesses do Inter. Pelo contrário, estamos sustentando a ideia de um crescimento sólido, alicerçado em bases firmes, como sempre ocorreu no Clube do Povo.

Pergunto aos que nos criticam: o que o Inter ganhou depois de 2006? E antes disso, desde 2002? Claro que é bom ganhar Recopa, Sul-Americana, Suruga, Gauchão, torneio de cuspe à distância, enfim, o Inter deve ganhar toda a competição que disputar, mas é preciso que saiba por que ganhou e que mantenha as bases dessas conquistas. Não é o que estamos vendo atualmente. Estamos chegando aos trancos e barrancos, sempre com a corda no pescoço e sem a menor certeza de que vamos conseguir. É bom ganhar desse jeito? Sim, é bom ganhar sempre, mas é preciso que seja assim? A capacidade de investimento do Inter não é enorme? A possibilidade de trazer grandes jogadores não é real? Então por que precisamos penar e sofrer desse jeito?

Entendam, Colorados, dizer isso não é secação, é apenas o desejo de que o Inter mantenha-se sempre no nível de excelência que atingiu e que nós, Colorados, possamos acompanhar as vitórias, como sempre acompanhamos.

Hoje, as parcelas menos favorecidas da torcida não têm acesso ao Beira-Rio. Também não podem acompanhar pela TV. Sabemos que o futebol moderno exige certas adaptações, mas é preciso que a ruptura seja tão drástica? É preciso cobrar preços exorbitantes pelos ingressos e majorá-los em 100% nas competições mais importantes? É preciso abrir cada vez mais espaços elitizados no estádio, sem propor soluções populares para o desaparecimento da coreia, por exemplo?

É contra isso que nos revoltamos. Por favor, pensem nisso e vejam se é justo que sejamos chamados de “secadores” e “corneteiros”, quando tudo o que queremos é somente o que todos os Colorados querem: que o Inter continue sendo o clube mais vencedor do Brasil e um dos maiores do mundo.

Postado por Rodrigo Navarro Lins de Aguiar em http://interdetodos.blogspot.com/2010/05/atual-gestao-clube-solidificou-uma.html

Autorizamos a publicação

Douglas Ricalde
http://interdetodos.blogspot.com”

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Grêmio vence em noite de Jonas

27 de maio de 2010 23

Foto: Diego Vara

Jonas resolveu tudo no primeiro tempo. Neste período viu-se bom futebol, principalmente por parte do Grêmio. O Avaí até que se esforçou, mas o melhor ataque do Brasileirão não justificou esta posição, embora tivesse sofrido um pênalti, cometido por Ozea e não percebido pela arbitragem. Foi na etapa inicial que apareceram os principais destaques. Jonas, o melhor de todos, com dois gols marcados. Abaixo dele, Maylson, Rochemback e Adilson.

Na etapa final, os dois times deixaram o futebol no vestiário. Mais cometeram faltas do que jogaram. O jogo só melhorou nos minutos finais, quando Rochemback marcou o terceiro gol em esplêndida jogada de Fernando. Mais uma vez, William entrou em campo e não jogou. Roberson, talvez o mais promissor dos atacantes emergentes, esteve em campo menos tempo do que deveria. O Grêmio precisava vencer para deixar a desagradável zona de rebaixamento. Conseguiu. Com time misto.

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E lá se vai nossa seleção sem brilho

26 de maio de 2010 13

O Brasil pode até voltar da África do Sul com o título de campeão. Quando se trata de Dunga, não se pode duvidar. O time brasileiro assimilou o pensamento do treinador: a estrela é a seleção. Não discordo, embora a coletivização do time poderia ser ainda mais eficiente se contasse com jogadores diferenciados. Entretanto, o que temos é uma seleção sem brilhos individuais. Tomara que a força coletiva da equipe supere esta desvantagem e volte com o caneco. Muitas vezes, confunde-se a excelência de um time com força de conjunto com a inexistência de craques. Uma coisa não exclui a outra. Uma equipe com espírito coletivo e, ainda, grandes jogadores, está sempre mais próxima do sucesso.

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