Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Arbitragem não terá apoio tecnológico

30 de junho de 2010 29

A FIFA admite que discutirá a adoção de apoios tecnológicos para minimizar certos erros de arbitragem. Ora, este assunto só poderá ser tratado pela International Board, sem a interferência da FIFA. Não creio que a idéia prospere.

Qualquer tecnologia teria que ser aplicada em TODOS os jogos de futebol, no mundo. Não pode haver regra apenas para determinadas competições. Não sou contrário a proposta, não mesmo, mas à sua aplicação. Imaginem um jogo pela Gauchão no interior do Interior do RS. Como se aplicaria o apoio tecnológico?

Bookmark and Share

Comentários (29)

  • Iuri Fiedoruk diz: 30 de junho de 2010

    Não vejo nenhuma contradição. O uso da tecnologia poderá ser aplicando apenas no caso dela estar disponível. Não existe essa história de que todos os jogos de futebol deveriam ser iguais.

    A maioria dos jogos amadores não conta com bandeirinha, nos colégios e jogos de fim de semana, não existe juíz. Não é todo jogo que tem quarto árbitro. A qualidade da arbitragem varia muito dependendo da importância do jogo.

    Se tudo isso já ocorre hoje, porque não dar aos jogos mais importantes, tratamento mais diferenciado?

  • Felipe diz: 30 de junho de 2010

    Wianey, acho válido o apoio tecnológico sim. Ele pode ser opcional, não precisa ser utilizado em todas as competições, mas naquelas de mais alto nível. O mesmo já ocorre com os comunicadores que os árbitros utilizam durante a Copa do Mundo, por que não pode valer para outros instrumentos? Lembrando que a FIFA tem metade dos votos na International Board. Os outros membros são as federações inglesa, escocesa, irlandesa (do norte) e do País de Gales. São necessários 6 votos para a aprovação de qualquer mudança, sendo que a FIFA tem 4 votos e cada uma das 4 federações tem 1 voto. Como a federação inglesa foi prejudicada nessa copa, a FIFA já tem 5 votos a favor garantidos para utilizar o apoio tecnológico. Se mais uma federação apoiar, a mudança é aprovada pelo International Board.

  • Beto diz: 30 de junho de 2010

    Discordo copletamente! Achar ou declaras que todos os jogos sao iguais eh uma mentira. Ou alguem acha que a arbitragem no Brasil eh a mesma da Premier League. Ou que a propria arbitragem da 1ra divisiao eh igual a da 2da.

    A Fifa ira sim implementar o chip na bola para a proxima copa. Copa eh o estagio mais alto no futebol e deveria ter tratamento especial.

  • Daniel Correa diz: 30 de junho de 2010

    Quem falou em mudança da regra?
    Ela continua a mesma. O que muda é a maneira de fazer valer a regra.

  • eu diz: 30 de junho de 2010

    cala boca, se aposenta

  • Kelvin diz: 30 de junho de 2010

    Simple, coloca na clausula do regulamento que o apoio técnológico será utilizado apenas quando disponível através de emissora regulzariadas pela Federação organizadora de futebol.
    hj em dia até jogo de Santo Angelo X São luiz tem câmera.
    Tem que acabar com essa palhaçada, o Grêmio perdeu um campeonato por causa de um juiz, e tantos outros times tambm, se o henry não tivesse colocado a mão na bola a França não teria se classificado.
    Entre outros muitos erros que esses arbitros mal preparados e muitas vezes mal intencionados cometem.

  • Leandro Gonçalves diz: 30 de junho de 2010

    Caro Wianey,

    permita-me discordar cordialmente de você. A tecnologia é um adendo. Assim como certos campeonatos foram feitos testes como dois árbitros em campo, tempo técnico, etc. Nada disso afetou a lisura do torneio e nem impediu que outros torneios fossem disputados de forma diferente em outras partes.

    A essência do futebol continua sendo a mesma, com ou sem tecnologia. A tecnologia, desde que usada sem exageros, pode auxiliar e muito a diminuir os erros crassos. Ficar alheio a isso, na minha opinião, é ficar preso a tradição causando estagnação.

    No mínimo, devemos observar a utilização em um torneio como teste, porque não? A tecnologia é usada em outros esportes e é claro que ela não está disponível sempre, mas nem precisa. Se é possível utilizar, utilize. Se não é possível, continua como está.

    Acho que só haveria prejuízo se em um mesmo torneio às vezes fosse utilizado e às vezes não. Mas se em todos os jogos de um torneio específico for utilizado ou não for utilizado, todos os jogos serão iguais para todos os times. Não há desigualdade.

    Não espero convencer você, mas espero ter incluído novos pontos para suas ponderações.

    Abraço,

    Leandro Gonçalves

  • Eduardo Galvão diz: 30 de junho de 2010

    Sua afirmação “Qualquer tecnologia teria que ser aplicada em TODOS os jogos de futebol” não é verdadeira. O Tênis dá o exemplo, com a utilização dos meios eletrônicos ONDE OS MESMOS ESTÃO DISPONÍVEIS. Em torneios de ponta eles estão presentes, em outros não e não há nenhum problema.
    Deixe de ser cabeçudo e use o bom senso…não seriam “regras diferentes” mas procedimentos distintos para situações distintas, OK?
    Difícil…

  • Leo diz: 30 de junho de 2010

    Que argumento fraco este heim!!!
    Justiça acima de tudo! Se não der para ser em todos jogos, que se faça nos possíveis!
    http://opiniaodoleo.blogspot.com/2010/06/tecnologia-no-futebol.html

  • renato diz: 30 de junho de 2010

    Wianey,
    Concordo que é complicado aplicar a todos , porém , é inexorável a chegada da tecnologia . Expõe os juízes , bem e mal intencionados) ao ridículo . Um modelo híbrido pode ser adotado : onde não houver tecnologia disponível , dois juízes atrás dos gols . Ponto final . Isso dá pro Gauchão e pra Copa . Em Champions League , Libertadores e Copas , os dois recursos somados . O eletrônico para bolas no gol e os juízes para lances polêmicos na grande área . Muitos milhões são investidos em jogadores , viagens e etc , para ficar a cargo de um único ser humano , falível , o destino da alegria de tantos . Dá pra fazer se ser mais justo . Futebol roubado não tem graça.

  • Flávio J. diz: 30 de junho de 2010

    Regulamentos, leis e regras são feitas para servir o ser humano, ao interesse da maioria. E não o contrário.
    Então não é que porque a tecnologia teria que obrigatoriamente ser aplicada em todos os jogos de futebol em um primeiro momento (até o barateamento da tecnologia com o passar do tempo e a sua popularização) que as principais competições, aquelas que são televisionadas para uma grande parcela da população não podem usufruir de tal.
    Seu argumento de que o futebol é impreciso, que o jogador e as jogadas são imperfeitas é furado para justificar o mérito do resultado delas, que é outro assunto.
    Impedimentos e discussões sobre se a bola entrou ou não não deveriam existir mais, pois são assuntos exclusivamente técnicos/métricos, e não dão margem para dúvidas.
    Agora se houve uma falta ou não, é algo um pouco diferente, vai muito da interpretação.
    Então para os primeiros casos, a solução pode surgir imediatamente. Não se deve brincar com a emoção das pessoas em algo tão relevante quanto o futebol é para a vida delas.
    Se um time perde e o resultado foi justo, os perdedores logo esquecem e tocam a vida. Se um time perde por alguma injustiça grave, a dor e a amargura não passam tão cedo, e sabe-se lá as consequências.
    Acho que a solução do desafio do tênis me parece bem razoável de ser implantada para as principais competições. 2 por jogo seriam suficientes para amenizar injustiças.

  • Elton diz: 30 de junho de 2010

    Wianey,

    Tu tá muito retrógrado, abre a mente para as coisas novas antes que tu fique para trás !!
    Quem avisa amigo é.

  • marcio diz: 30 de junho de 2010

    Quem puder, leia a reportagem do “New York Times” sobre os vícios dos reporteres e jornalistas brasileiros. O nome da reportagem é “Brazil’s Journalists Grumble at Strict World Cup Rules” (algo como Jornalistas Brasileiros resmungam com as estritas regras da fifa ) e o link é esse.

    http://www.nytimes.com/2010/07/01/sports/soccer/01brazilmedia.html?pagewanted=1&ref=sports

    Bom ver uma opinião de fora….

  • Volnei Corbellini diz: 30 de junho de 2010

    A FIFA deve definir quais os recursos tecnológicos que serão utilizados e todos os seus países membros terão até 8 anos para se adequarem. A CBF estabelecerá um prazo de até 04 anos para as Federações se adequarem. As Federações que não se adequarem estarão fora do circuito da FIFA. As federações estaduais que não se adequarem estarão fora do calendário do CBF. Cada federação estadual deverá cobrar uma taxa dos times participantes para se adequarem – imagino que se fosse hoje, o Campeonato Gaúcho seria apenas entre Grêmio, Inter, Juventude e Caxias.

  • Felipe diz: 30 de junho de 2010

    Wianey,
    Não vejo porque a tecnologia tem que ser aplicada em todos os jogos de futebol do mundo. E a regra não seria apenas para determinadas competições. Em vez de uma regra obrigando a utilizar a tecnologia, seja ela qual for, que tal a Fifa simplesmente permitir que recursos disponíveis possam ser utilizados.
    Um exemplo, só para ser chato:
    Existe uma tecnologia chamada de óculos e outra chamada de lentes de contato. Essas tecnologias auxiliam os árbitros na medida que possibilitam uma melhora artificial na visão da jogada pelos árbitros. Elas não estão disponíveis em todos os jogos de futebol do mundo (há diversos lugares que tem futebol, mas não tem oculista por perto) e mesmo onde estão disponíveis, nem todos os árbitros as aplicam. Então, como fica esse caso? A Fifa deveria proibir o uso de óculos e lentes de contato pelos árbitros, já que essa tecnologia não pode ser implementada em todos os jogos do mundo?

  • claudio diz: 30 de junho de 2010

    Só se utilizaria de recurso tecnológico onde fosse posível. Exatamente como é feito no tênis.
    Não se pode fazer uma competição do nível de uma copa do mundo, onde se exigem estádios ultra-modernos, serviços espetaculares, altíssima tecnologia de geração e transmissão de imagens, investimentos altíssimos em transportes, hospedagem, etc., e deixar acontecer erros grosseiros de árbitros e auxiliares. Para se fazer uma copa do mundo gasta-se em torno de US$ 50 bilhões (total) e 3 anos de eliminatórias e, por um erro de arbitragem que poderia ser consertado / corrigido equipes podem ser absurdamente prejudicadas. O joguinho do interior gaúcho ou do Uzbequistão pode continuar sem recursos tecnológicos. Adiciona-se dois auxiliares a mais e tudo bem. Onde se pode fazer uso da tecnologia, faça-se. Jogador pode errar. Arbitragem não pode. Não num evento deste porte.

  • JAIRO SANTOS diz: 30 de junho de 2010

    Simples Carlet: Se o Gauchão não tem estrutura para tecnologia que se extingua o Gauchão!!

  • Ricardo B. Boff diz: 30 de junho de 2010

    Na minha opinião, você está errado, Wianey.

    As regras continuarão as mesmas, seja na Copa do Mundo, no Gauchão ou no Campeonato Municipal de Teutônia. Isso é o que iguala o futebol: regras simples de entender, iguais em toda lugar. Não se deve confundir regras com uso de tecnologia para melhor aplicação das mesmas.

    Se uma competição maior, com maiores investimentos e recursos, como a Copa do Mundo ou a Libertadores, puder ter meios eletrônicos para melhorar a aplicação da regra, que tenha. Melhor para esta competição, que terá mais justiça nos resultados. Na essência, o futebol jogado continuará o mesmo em qualquer lugar.

    Na essência, portanto, o futebol não muda com arbitragem eletrônica, apenas ganha em justiça. Creio que seu argumento parte de uma premissa equivocada.

    Grande abraço!

    Ricardo B. Boff
    Floripa

  • Rodrigo diz: 30 de junho de 2010

    Ridículo esse argumento de que teria que ser em todos os lugares, é exatamente a desculpa usada pra continuarem os roubos e pra poderem fazer o dinheiro vencer. No tênis, basquete existe agora ajuda eletrônica, mas onde se pode ter, e assim tem que ser no futebol. Claro que quanto mais melhor, mas tem que fazer como nos outros esportes, só isso. Não é possível mais que os grandes eventos fiquem maculados por essa besteira de que no interior do futebol gaúcho, por exemplo, não vai ter apoio tecnológico. Chega de pensamento retrógrado. Senão, porque ter água encanada em porto alegre, se no interior do nordeste não tem? Se não pode ter em algum lugar não pode ter no outro? Pensamento pequeno e totalmente ultrapassado.

  • GAÚCHO GREMISTA diz: 30 de junho de 2010

    Pelo seu raciocínio, jamais a tecnologia será utilizada, visto que sempre haverá situações de precariedade.

    Não é bem assim.

    A tecnologia deve ser usada onde houver possibilidade para tal, por exemplo, a COPA DO MUNDO, em países desenvolvidos, em determinados jogos, face a sua importância.

    A evolução se dá passo a passo, paulatinamente, não de um momento para o outro, como se fosse um ciclone.

    Mesmo porquê, coisas que hoje são caríssimas, inacessíveis, decorrido certo tempo, tornam-se tão baratas quanto bananas.

    Entretanto, é preciso coragem para implementar mudanças, sob pena de convivermos com erros de arbitragem, muitos dos quais inaceitáveis, como a não validação do gol da Inglaterra.

  • Artur diz: 1 de julho de 2010

    No tenis não existe arbitragem tecnologica em todos os torneios, apenas naqueles que tem condições para tanto. Por que no futebol não pode ser assim?

    Sera melhor a competição futebolistica mais importante do planeta seguir tendo erros absurdos e muitas vezes decisivos em todas as suas edições? Sera que ao menos a Copa do Mundo não poderia contar com metodos eletronicos, mesmo que fosse apenas o replay no telão?

  • pedro lapinscki jr. diz: 1 de julho de 2010

    a fifa tem poder sim, se ela quiser ela pode persuadir perfeitamente a international board…

    são 8 votos, 4 da FIFA e 1 de cada associacão.

    Tem a Inglesa, Escocesa, Galesa (não tem liga profissional) e da Northern Ireland (não tem liga profissional).

    adivinha quais os 2 votos a favor de ter ajuda eletrônica. será que foi das 2 associacões que tem liga nacional?

    agora adivinha quais foram as 2 associacões que seguiram a fifa? será que foram as 2 que nem liga tem, só recebem os 250 mil anuais da FIFA e 1 abraço

    então quem sabe o wianey(e o resto da imprensa) pode se informar sobre o assunto antes d sair fazendo teses

    a fifa tem plenos poderes pra mudar o rumo da votação, basta vontade política…

  • Vinicius diz: 1 de julho de 2010

    Olha… Se o “apoio tecnológico” se traduzisse, como alguém sugeriu (não consigo lembrar quem) e eu gostei, no direito de cada equipe contestar um número limitado de lances, de forma similar aos “desafios” existentes no tênis, a aplicação dependeria apenas de uma câmera para gravar e uma tela para o replay.

    Uma pessoa comum com um celular seria capaz disso… Acredito que mesmo a mais pobre federação esportiva do mundo conseguiria também.

    É claro que uma câmera simples e uma tela de celular não conseguiriam resolver lances mais difíceis, mas seria aberta a possibilidade de revisão – com decisão final do árbitro da partida – e o nível tecnológico poderia se adequar à realidade de cada lugar: nesta copa do mundo, por exemplo, poderiam ser utilizados o telão do estádio e as famosas 32 câmeras; em ambientes mais remotos, uma câmera e uma tvzinha 14 polegadas poderiam tentar.

  • josé ernani freitas diz: 1 de julho de 2010

    Wianey,
    Também acho que os teimosos mandatários do futebol internacional, seja a Fifa ou a
    International Board, jamais adotarão meios tecnológicos, para minimizar os erros crassos
    de arbitragem, uma vez que isso, pode não interessar.
    Imaginemos, o caso do inesquecível jogo de Inter e Corinthians, quando o Márcio Resende
    expulsou Tinga, quando devia ter dado penâlti para o Inter e expulsado o goleiro do rival,
    Corinthians, interessaria à CBF a ajuda tecnológica?
    Quanto à aplicação de ajuda tecnológico no interior do RS, de SC, ou de outro estado, não
    vejo, desculpe-me, a dificuldade que você vê. Umas duas ou três camêras de vídeo, já
    poderiam proporcionar grande ajuda.
    Esses equipamentos, hoje são tão comuns, que equipam muitas casas e quase todos os prédios residenciais e comerciais de nossas cidades, com custo reduzido.

  • vinicius diz: 1 de julho de 2010

    “Qualquer tecnologia teria que ser aplicada em TODOS os jogos de futebol, no mundo. Não pode haver regra apenas para determinadas competições. ”

    Caro Wianey,

    as regras do futebol não são padronizadas, não haveria problema neste sentido. Por exemplo, quer regra que deveria ser mais igual pra todos campeonatos do que a punição por amarelo?
    No brasileirão, 3 amarelos suspendem.
    No mundial, 2 amarelos suspendem.
    No argentino, 5 amarelos suspendem.
    Já na Libertadores, tu toma 18 seguidos e não é suspenso.
    Existia um tempo em que a o gol de ouro só existia em alguns campeonatos.
    Libertadores não tem prorrogação, a copa do mundo tem. Copa do Brasil não tem, a copa do mundo tem.
    Ou seja, o formato da competição, as regras (amarelos, vermelhos), mudam de acordo com a federação. E a tecnologia? Se não existe padrão pra punição com amarelo, pra tecnologia tambpem nao deveria existir.

    Então aí vai a pergunta: Qual o problema de a tecnologia só ser utilizada em grandes campeonatos? Os clubes batalhariam para chegar em maiores compeonatos, que reuniriam maiores condições tecnológicas.

  • Pedro Luis da Silva diz: 1 de julho de 2010

    Muitos dos problemas se resolveria de forma simples, bandeira atras do gol e fim do impedimento quando o atacante com a bola ultrapassasse a risca da grande area. Este é um dos impedimentos mais injustos do futebol, ou sera que Teves poderia estar em outro lugar senão naquele em que ele estava, apos disputar a bola com o goleiro? Simples não?

  • Pedro Luis da Silva diz: 1 de julho de 2010

    Apos ler os comentarios percebi que a grande maioria não percebeu que a magia do futebol e seu crescimento se deve a que o cara da varzea quando entra em campo tem as mesmas chances e condições do craque da copa do mundo. São iguais, juizes,tamanho do campo, bola, goleira. Ao implantar a tecnologia a magia se acaba e eles não serão mais iguais nos meios de disputa do jogo. Fim da democracia mais perfeita do munto, pois ao entrar em campo todos tem as mesmas condiçoes.

  • Roy Mustang diz: 1 de julho de 2010

    Que desculpinha RIDÍCULA!! Então campeonatos que valem BILHÕES DE EUROS devem ser nivelados ao GAUCHÃO!?! Tava demorando…..

  • Ilson Zenker diz: 1 de julho de 2010

    Por vezes, providências simples solucionam ou pelo menos amenizam os problemas. Em relação ao quique da bola dentro do gol e sair, solucionaria-se com uma pequena inclinação no gramado da linha do gol, no limite da marca da cal em direção à rede no fundo do gol. Obrigatoriamente a bola quicaria em direção ao fundo e nunca para fora. Substituir a grama no interior do gol por saibro também deixaria uma marca da bola como no tenis de saibro.

Envie seu Comentário