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Posts de janeiro 2011

Goleiros dão show no Gre-Nal

31 de janeiro de 2011 6

Marcelo Grohe e Muriel foram as grandes figuras do Gre-Nal. Ambos fizeram defesas empolgantes. Embora Muriel tenha vacilado no gol de empate – falta cobrada ao lado da barreira – alinhou meia dúzia de defesas que poderiam ter resultado em gols. Grohe, igualmente, foi responsável por intervenções importantes que, igualmente, impediram o Inter de crescer no escore. E ambos são reservas nos seus times. Ou melhor, excelentes opções para Celso Roth e Renato Portaluppi.

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Trocas decidem o Gre-Nal em favor do Grêmio

31 de janeiro de 2011 5

Duas substituições feitas por Renato/Roger, no intervalo do Gre-Nal, viraram o resultado do jogo. Wilson, que falhara no gol de Guto, ficou no vestiário, abatido por uma gripe. Mário Fernandes foi deslocado para a zaga, Mailson transferiu-se para a lateral-direita e Willian Magrão entrou e tomou conta do meio-campo. O panorama alterou-se completamente. Magrão se impôs no meio enquanto Mailson passou a atacar pela direita, como o Grêmio não tinha conseguido em todo o primeiro tempo. O Inter se desarrumou e atravessou a etapa final dominado pelo adversário. Resultado justo, obtido pelo time que tinha muito mais experiência e melhores recursos técnicos no banco.

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Problema do Grêmio não é o ataque

27 de janeiro de 2011 2

A saída de Jonas abalou, certamente, a potencialidade ofensiva do Grêmio. Mesmo assim, o ataque marcou dois gols em Montevidéu, uma recomendável marca. Antes de investir no ataque, o time precisa se fortalecer defensivamente. A provável chegada de Rodolfo vai qualificar a defesa, mas não resolver todas as dificuldades de contenção. Renato precisa organizar o setor de meio-campo. Não é possível que Vilson e Rochemback avancem e deixem a defesa desprotegida, constantemente. Muito melhor seria fixar Vilson na frente da zaga e liberar Rochemback para apoiar. Adilson fez falta, em Montevidéu, mas também ele não cumpre, integralmente, as funções de um primeiro volante. O Grêmio marcou muito mal o Liverpool. Fosse o adversário um pouco mais qualificado e a classificação para a fase de grupos da Libertadores poderia estar sob grave ameaça.

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Polícia uruguaia separa gremistas e colorados

27 de janeiro de 2011 4

É fácil separar torcidas adversárias em um estádio de futebol. Mas, fazê-lo em uma rua comercial, com grande fluxo de consumidores? As autoridades policiais uruguaias decidiram que na avenida Sarandy, Rivera, os gremistas poderão comprar nas lojas que ficam à direita da rua ficando o lado esquerdo para os colorados. É difícil imaginar que a orientação será respeitada, em toda a extensão da via. Seria necessário um exército para garantir a ordem. Resta torcer para que os habituais baderneiros se satisfaçam em inticar com os rivais, não atravessando a rua. Aliás, convém lembrar que todos serão estrangeiros, em Rivera. Quem não quiser conhecer, por dentro, uma masmorra uruguaia, que trate de se comportar.

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Marquinhos ressurge e o Inter B goleia

27 de janeiro de 2011 1

Na sua estreia jogando no Interior, o Inter B teve a melhor atuação, até aqui, no Gauchão. O Inter de Santa Maria não ofereceu resistência e a goleada de 4 a 1 foi adequada a superioridade dos colorados porto-alegrenses. O Inter B, finalmente, parece ter acordado. Jogou com espontaneidade, apresentou um futebol de fluidez, velocidade e ímpeto ofensivo.

Além da boa vitória, a grande notícia para a torcida colorada foi a bela atuação de Marquinhos. O garoto, enfim, desencabulou. Construiu as jogadas dos três primeiros gols, driblou, atacou, ocupou espaços como há muito tempo não fazia. Além de Marquinhos, destacaram-se Rodrigo Moledo, mais uma vez, e o garoto Ricardo Goulart. Está surgindo um meia-atacante com faro de gol. Com a goleada e a boa atuação, mune-se de brios o time de emergentes colorados para o Gre-Nal de domingo.

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Grêmio joga pouco e só empata com Liverpool

27 de janeiro de 2011 5

Empate com gols fora de casa, na Libertadores, é sempre bom negócio. Visto pelo escore, o Grêmio se saiu bem em Montevidéu. Porém, considerando o rendimento do time, sobraram razões para muitas preocupações. O Grêmio teve muitos problemas, a maioria deles de marcação. Rochemback e Wilson saíram sempre do lugar, obrigando Gilson e Gabriel a fazer cobertura pelo meio. Lúcio, completamente fora de forma, quase não jogou. Restou Douglas para fazer a armação, mas a bola pouco chegou para o meia.

O Grêmio só jogou bem até o Liverpool marcar o gol de empate, em surpreendente falha de Victor. Dali em diante, foi piorando até ser dominado, na etapa final. O Liverpool tem poucas habilidades, mas é organizado e marca com rigor. O Grêmio vai se classificar, mas para aspirar o título precisará melhorar uns 300%, mais ou menos.

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Renato, treinador moderno à moda antiga

26 de janeiro de 2011 0

Houve um tempo em que os treinadores acumulavam outras funções, além de preparar e orientar o time. Eles cuidavam das dependências físicas do vestiário, concentração e campo de jogo. Fardavam-se de orientadores familiares, financeiros e, muitas vezes, resolviam dificuldades financeiras dos jogadores com seus próprios recursos. Eram técnicos, pais, irmãos, psicólogos e, até, nutricionistas. Do vestiário para dentro do campo, faziam tudo. Galego foi o símbolo deste tipo de treinador. Pois Renato Portaluppi, jovem e iniciante na sua profissão, parece ser a reedição destes antigos profissionais. Preocupa-se e cuida de todos os detalhes que cercam os jogadores. É um líder que não desgruda sua atenção do grupo. Agora, no Uruguai, Renato abraçou a tarefa de recompor o ânimo da turma, com a saída de Jonas. Está convencendo o time de que a falta do artilheiro não diminuiu a capacidade de todos. Conta piadas, alegra o ambiente e ainda sobra tempo para pensar no jogo, estratégia, tática e escalação. Este é Renato Portaluppi, um jovem treinador à moda antiga.

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Inter B enfrenta teste mais difícil

26 de janeiro de 2011 0

Começa às 20 horas o jogo entre os dois colorados, de Porto Alegre e de Santa Maria, no Interior. Esta será a prova mais complicada enfrentada, até agora, pela garotada do Inter. Os quatro primeiros colocados do Grupo 1 jogam fora de casa. O Inter, além de buscar vitória em Santa Maria, torcerá por tropeços de Caxias – tem Ca-Ju no Alfredo Jaconi, amanhã, Lajeandense joga em Pelotas e Ypiranga, em Santa Cruz. O Inter é o quarto colocado, com seis pontos. Os três primeiros tem sete pontos. Se quiser classificação, o Inter B não pode se afastar muito dos quatro postos mais altos da tabela.

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Volante gremista dá aula de futebol

26 de janeiro de 2011 2

A Seleção Brasileira Sub-20, nesta madrugada, derrotou o Equador por um a zero, pelo Sul-Americano da categoria. Após o jogo, o treinador Ney Franco, durante a sua entrevista coletiva, fez esta manifestação sobre Fernando:

- O Fernando deu uma aula de futebol, jogando como volante.

Tudo indica que Fernando conquistou a titularidade na Seleção. Quando voltar, será uma opção a ser experimentada por Renato. Quem já viu Fernando jogando, no Olímpico, sabe que se trata de um volante bom de marcação e de saída qualificada para o apoio.

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D'Alessandro, o marqueteiro colorado

26 de janeiro de 2011 2

Cada vez que D´Alessandro visita Buenos Aires, concede entrevistas manifestando sua felicidade por estar no Inter. Frequentemente reitera que a melhor decisão da sua vida profissional foi se transferir para o Beira-Rio. Nos últimos tempos, ele tem desempenhado o papel de marqueteiro do clube junto a jogadores argentinos, pretendidos pelo Inter. Foi assim com Cavenaghi e está sendo com Bolatti, que está na Itália e poderá ser contratado pelo Inter. O volante foi aconselhado por D´Ale a vir para Porto Alegre e disputar a Libertadores pelo Inter.

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Fifa reprova falta de ética de Rivaldo

25 de janeiro de 2011 3

Rivaldo voltou para o Brasil. Estava confinado no Mogi Mirim, acumulando as funções de presidente do clube e jogador do time. Aí veio oi São Paulo e contratou o veterano meia. Rivaldo transferiu-se para o Morumbi, mas não abriu mão da presidência do Mogi. A Fifa acaba de reprovar a decisão do cartola-jogador, baseada no óbvio: falta de ética. Como será quando o São Paulo enfrentar o Mogi Mirim? Ou quando precisar que um resultado do clube de Rivaldo o favoreça? A acumulação de funções não é e nem pareça honesta.

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Santos é uma máquina de fazer gols

25 de janeiro de 2011 0

Em 2010, o Santos assombrou o Brasil, no primeiro semestre, com o seu time extremamente ofensivo, treinado por Dorival Júnior. Naquele período, a equipe alcançou a marca de 3,1 gols por jogo. Pois o Santos de 2011 está ainda mais mortífero. Sob o comando de Adilson Batista, o time tem encarreirado goleadas. Já está fazendo a média de 3,6 gols por partida. E sem Neymar. É uma máquina de fazer gols.

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Jonas e Ronaldinho, nem traidores ou mercenários

25 de janeiro de 2011 6

Segundo conceito da Wikipedia, “Mercenário (do latim mercenariu, de merce = comércio) é o nome pelo qual é chamado aquele que trabalha por soldo ou pagamento. O termo designa os soldados que lutam objetivando o pagamento ou a divisão dos despojos, sem ideais ou fidelidade a um estado ou nação”. Assim são jogadores de futebol e qualquer trabalhador, inclusive o torcedor que pensa estar ofendendo os jogadores quando os classifica de mercenários. Na verdade, mercenários somos todos nós. Ou melhor, profissionais.

Enquanto não viabiliza a sua transferência para outro clube, qualquer jogador inteligente deve dizer que não quer sair, gosta do clube, etc. Trata-se de uma simples estratégia de sobrevivência. Se o negócio não sair, o jogador não “queimou seu filme” com o clube onde continuará jogando. Cinismo? Pode ser, mas este é um traço permanente nas relações capitalistas. É aprender ou perder. Jonas e Ronaldinho não são traidores, tampouco mercenários. Apenas aprenderam a jogar. Esta é a realidade. Pode não ser bonita, como garantir a palavra com um fio de bigode, mas é o que temos para o momento. Quem não se adaptar as regras deste jogo, vai morrer vertendo lágrimas de marido traído.

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Jonas é o mestre e o Grêmio simples aluno

24 de janeiro de 2011 25

Não adianta a atual direção gremista repassar a responsabilidade pela perda de Jonas para os dirigentes anteriores. Não adianta culpar o Assis pela não contratação de Ronaldinho. Não adianta apontar o dedo para os procuradores de Jonas. O Grêmio precisa aprender a gerir com inteligência e profissionalismo o seu departamento de futebol. Jonas é, apenas, a sua última perda. Existe um histórico recheado de exemplos, em que o Grêmio se coloca como marido traído. Esta imagem é desabonadora, não condiz com a grandeza do clube.

Ânderson Polga, zagueiro da Seleção Brasileira, voltou do Mundial e pouco tempo depois se mandou do Olímpico sem deixar um centavo nos cofres do clube. Tinga, formado no Grêmio, jogador valorizado, seguiu os passos de Polga. Saiu e nada ficou. Quando o ex-presidente Alberto Guerreiro fixou na entrada do Olímpico uma faixa dizendo “Aqui não se vendem craques”, ensejou a piada: “se vende, doa-se”. Tempos depois, Ronaldinho se mudava para a França deixando para o Grêmio meia dúzia de tostões. Adriano era um zagueiro promissor. O Grêmio não depositou o Fundo de Garantia e o rapaz se mandou para a Itália. De graça, claro. Grafite foi outro jogador que o Grêmio perdeu nas mesmas condições. E, quem não lembra de Roger, aquele da Débora Seco? Recuperou-se no Grêmio e quando voltou a se destacar no mercado, deixou poucos trocados no Olímpico e foi embora. Agora é Jonas quem sai, por mísero valor. Está na hora de o Grêmio parar de culpar terceiros por suas perdas históricas.

Fixa-se multa rescisória por comum acordo entre jogador e clube. Se o jogador exige que o valor seja baixo, ameaçando não renovar seu contrato se não for atendido, o clube obriga-se a ceder ou perder o jogador, imediatamente. Jonas não é o primeiro caso de coerção e nem será o último. Os clubes tornaram-se reféns dos jogadores.

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No Peru, sumiu a arte de Neymar

24 de janeiro de 2011 1

A estreia da Seleção Brasileira Sub 20 no Campeonato Sul-Americano da categoria resumiu-se a um nome: Neymar. Autor dos quatro gols marcados pelo Brasil, o garoto foi para o topo de todas as notícias da competição. Porém, vieram o segundo e o terceiro jogos de Neymar e a sua arte parece ter voltado para o Brasil. Ainda marcou mais um gol, fato que o coloca como artilheiro isolado da competição, mas os dribles surpreendentes, as arrancadas mortíferas e todo o leque de jogadas já apresentado pelo moleque não tem mais aparecido.

Calor excessivo? Pouco provável. Desmotivação, diante de adversários mais fracos? Improvável. Marcação forte dos adversários? Bem, esta pode ser a principal explicação. Neymar está rejeitando a marcação fervorosa das seleções que o Brasil está enfrentando. Terá que aprender a superá-las. Enquanto não descobrir e aplicar métodos para se desvencilhar dos seus marcadores, Neymar não terá completado a sua formação. Craque que não supera marcação não é craque.

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