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Posts do dia 23 fevereiro 2011

William Magrão almoça com dirigente corintiano

23 de fevereiro de 2011 1

Não farei nenhum comentário, apenas reproduzirei o grevíssimo e-mail que este blog recebeu:

“Bom dia (boa tarde), Wianey.


Almoçaram ontem (terça-feira) no Dado Pub, Willian Magrão e Willian – gerente de futebol do Corinthians. Pelo visto, negócios em breve!
Abs,
Gabriel “.

Pode ser, pode não ser, quem sabe. O fato está noticiado.


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Grêmio valoriza pouco suas revelações

23 de fevereiro de 2011 2

Leandro, 17 anos, foi apresentado aos gremistas e a imprensa no domingo passado. Entrou e foi logo mandando uma bola na trave adversária para, em seguida, marcar um gol. Uma aparição impactante. Renato descobriu o garoto de quem jamais se ouvira falar. Não se deve projetar o futuro de um garoto por parcos minutos de jogo, uma obviedade às vezes esquecida. No caso de Leandro, a amostra indica que ali pode estar um futuro grande jogador. A direção do Grêmio festeja o valor fixado para o seu passe: R$ 7 milhões, cerca de 2,5 milhões de euros. É pouco, muito pouco se Leandro confirmar o que a sua estreia prometeu. Seria quase uma doação.

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Cavenaghi para torcida ver

23 de fevereiro de 2011 0

Existem vários e valorizados motivos para a torcida colorada comparecer ao Beira-Rio esta noite. O primeiro deles, certamente, por ser jogo da Libertadores. O segundo, tão importante quanto, será a presença de Cavenaghi, desde o início do jogo. A lesão de D´Alessandro obrigou Celso Roth a acertar. Zé Roberto substituiu o argentino e Cavenaghi entra na segunda posição do ataque. Quer dizer, espera-se que desempenhe esta função. Não se duvida que Roth, na sua insistência tática, inclua Cavenaghi na linha de três armadores-atacantes. Convicção do treinador, se quiserem. Teimosia, se preferirem.
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Grêmio freta avião e acha graça da despesa

23 de fevereiro de 2011 3

O repórter Diogo Olivier retrata com precisão, em ZH de hoje, a animação dos integrantes da delegação gremista que viajou para a Colômbia a bordo de um avião fretado. Como a aeronave não estava lotada, houve espaço para que a viagem de oito horas – em avião carreira seriam 13 horas – transcorresse em altíssimo astral. Os jogadores estão felizes com a iniciativa do clube. Paulão foi enfático:

- Pô, isso aí é muito bacana. Os dirigentes estão trabalhando pela gente. Dá mais vontade ainda de pagar por este esforço, dentro do campo.

Antônio Vicente Martins, tocado pelo ambiente de satisfação, antecipou que a viagem para o Peru será, também, em vôo fretado. O Grêmio está gastando e achando graça da despesa. Aliás, até agora, os gastos com o fretamento de aviões têm se revelado produtivos investimentos. Os resultados confirmam. Sempre que despesas, no futebol, se traduzem em vitórias, se transformam em boas receitas.

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Nem vitória melhora situação de Roth

23 de fevereiro de 2011 21

Crescem as manifestações de inconformidade dirigidas ao treinador Celso Roth. Sua irritada entrevista coletiva, concedida ontem à tarde, piorou a sua imagem junto aos colorados. De todos os lugares do mundo, chegam e-mails expressando desconforto contra o treinador colorado. Como este, desembarcado de San Diego, Califórnia:

“Oi Wianey, meu nome eh Marcelo Difini, moro em San Diego na California. Estou aqui desde 2006 e desde essa época tenho acompanhado o futebol da mesma maneira que fazia no Brasil. Sou colorado e quando foi decidido que o tecnico Celso Roth continuaria no comando para 2011 eu fiquei irritado, mas como bom colorado achei que as coisas iriam mudar e lições seriam tiradas de um vexame como daquele dia contra o Mazembe. Desde a preservação de jogadores da grande maioria dos jogos do Campeonato Brasileiro até a idéia de jogar com um único atacante. Mas um Campeonato Brasileiro fácil de se ganhar e a substituição do Sobis pelo Oscar em Abu Dhabi são coisas tão claras que não tinha como errar novamente.

Agora, no inicio de 2011, estamos vendo que os mesmos erros estão sendo cometidos, aliados a outros. O treinador ama o Wilson Mathias. Ele é a única coisa que estava, escancaradamente, errada. Mas o Mathias continua. O Bolatti chegou e quem saiu foi o Tinga (ele foi sacado e a lesão foi a desculpa). Dai o Bollati joga muito e sai do jogo pra entrar um zagueiro. O Emelec nao tinha criado nada mas o Celso Roth com seu esquema chama-derrota conseguiu o que queria. Empatar fora de casa. Por que não ganhar? Por que não fazer um gol e tentar o segundo, depois o terceiro, quarto… É complicado, o treinador é fraco. O Tinga sempre jogou de segundo homem de meio de campo, as vezes terceiro homem. No Inter joga adiantado pela direita. Volta ele pra segundo volante, se quiser fazer um meio campo bom tem Guinazu na esquerda, e Bolatti e D’Alessandro em cada ponta do losango de meio de campo. Mas não, o Mathias tem que jogar. Ele toma dribles que nem crianca toma. Contra o Juventude, faz um falta na linha da área. Contra o Emelec, outra vez, porque alem de ruim é burro. Mas o Mathias continua. Ele ganha a camisa 8, o Bolatti que pegue um numero reserva. Porque temos o Mathias camisa 8. Está tudo errado. Depois da entrevista do Roth hoje (ontem) entao nao sei se mesmo com uma vitoria ele continua. Tirou o corpo fora, estava agressivo, insinuante e muito desequilibrado. Preservar jogadores toda hora não adianta, o time tem que jogar. Antigamente se jogava 3 jogos por semana e ninguém era poupado.

Desculpa pelo desabafo, mas acho que alguém, um dia, tem que jogar isso na cara do treinador. Conheço ele como pessoa, meu pai sempre foi da diretoria do clube e me lembro de ter falado pra ele no Barranco, depois do Grenal da final do Gauchao de 97: “era tão dificil colocar o Fabiano quando todo mundo pedia?” Nem ele sabia o que responder. Todo mundo gritava Fabiano mas o cara era reserva, demorou pra conseguir uma vaga. Meu pai é o conselheiro Luiz Fernando Difini que te conhece e tenho certeza que tu conhece ele também, figura presente em todos jogos do Inter e com grande participaçã no clube

Um abraço, espero ter que voltar novamente para POA para ver o Tri da America, assim como fiz ano passado.

Marcelo Difini”.

Celso Roth, mais uma vez, cria embaraços para si mesmo. É possível que nem uma vitória, hoje, sobre o Jaguares, melhore a sua situação. Quando Roth desce a ladeira, não existe freio que consiga pará-lo.

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Crescem as manifestações de inconformidade dirigidas ao treinador Celso Roth. Sua irritada entrevista coletiva, concedida ontem à tarde, piorou a sua imagem junto aos colorados. De todos os lugares do mundo, chegam e-mails expressando desconforto contra o treinador colorado. Como este, desembarcado de San Diego, Califórnia:

Oi Wianey, meu nome eh Marcelo Difini, moro em San Diego na California. Estou aqui desde 2006 e desde essa época tenho acompanhado o futebol da mesma maneira que fazia no Brasil. Sou colorado e quando foi decidido que o tecnico Celso Roth continuaria no comando para 2011 eu fiquei irritado, mas como bom colorado achei que as coisas iriam mudar e lições seriam tiradas de um vexame como daquele dia contra o Mazembe. Desde a preservação de jogadores da grande maioria dos jogos do Campeonato Brasileiro até a idéia de jogar com um único atacante. Mas um Campeonato Brasileiro fácil de se ganhar e a substituição do Sobis pelo Oscar em Abu Dhabi são coisas tão claras que não tinha como errar novamente.

Agora, no inicio de 2011, estamos vendo que os mesmos erros estão sendo cometidos, aliados a outros. O treinador ama o Wilson Mathias. Ele é a única coisa que estava, escancaradamente, errada. Mas o Mathias continua. O Bolatti chegou e quem saiu foi o Tinga (ele foi sacado e a lesão foi a desculpa). Dai o Bollati joga muito e sai do jogo pra entrar um zagueiro. O Emelec nao tinha criado nada mas o Celso Roth com seu esquema chama-derrota conseguiu o que queria. Empatar fora de casa. Por que não ganhar? Por que não fazer um gol e tentar o segundo, depois o terceiro, quarto… É complicado, o treinador é fraco. O Tinga sempre jogou de segundo homem de meio de campo, as vezes terceiro homem. No Inter joga adiantado pela direita. Volta ele pra segundo volante, se quiser fazer um meio campo bom tem Guinazu na esquerda, e Bolatti e D’Alessandro em cada ponta do losango de meio de campo. Mas não, o Mathias tem que jogar. Ele toma dribles que nem crianca toma. Contra o Juventude, faz um falta na linha da área. Contra o Emelec, outra vez, porque alem de ruim é burro. Mas o Mathias continua. Ele ganha a camisa 8, o Bolatti que pegue um numero reserva. Porque temos o Mathias camisa 8. Está tudo errado. Depois da entrevista do Roth hoje (ontem) entao nao sei se mesmo com uma vitoria ele continua. Tirou o corpo fora, estava agressivo, insinuante e muito desequilibrado. Preservar jogadores toda hora não adianta, o time tem que jogar. Antigamente se jogava 3 jogos por semana e ninguém era poupado.

Desculpa pelo desabafo, mas acho que alguém, um dia, tem que jogar isso na cara do treinador. Conheço ele como pessoa, meu pai sempre foi da diretoria do clube e me lembro de ter falado pra ele no Barranco, depois do Grenal da final do Gauchao de 97: “era tão dificil colocar o Fabiano quando todo mundo pedia?” Nem ele sabia o que responder. Todo mundo gritava Fabiano mas o cara era reserva, demorou pra conseguir uma vaga. Meu pai é o conselheiro Luiz Fernando Difini que te conhece e tenho certeza que tu conhece ele também, figura presente em todos jogos do Inter e com grande participaçã no clube.

Um abraço, espero ter que voltar novamente para POA para ver o Tri da America, assim como fiz ano passado.

Marcelo Difini”.

Celso Roth, mais uma vez, cria embaraços para si mesmo. É possível que nem uma vitória, hoje, sobre o Jaguares, melhore a sua situação. Quando Roth desce a ladeira, não existe freio que consiga pará-lo.

Futebol: Quer receber notícias diárias e acompanhar gol a gol os jogos do seu time direto no celular? Envie FUTEBOL para 46956 e assine. O custo por mensagem recebida é R$ 0,31  mais impostos para todas as operadoras.

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