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D'Alessandro e Oscar encantam torcedor colorado

31 de março de 2011 4
O texto, a seguir, chegou da Bahia. Remeteu-o, um torcenauta colorado, encantado com as atuações de Oscar e D’Alessandro:
A INSUSTENTAVEL LEVEZA DO SER…. OSCAR

Quando Oscar jogou pelo Sul Americano Sub 20, recentemente, fiquei indignado com suas atuações iniciais fracas. Recuado, estava perdido num esquema que privilegiava Neymar e Lucas, os prodígios do Sudeste. Mas Oscar recuperou-se e como um humilde soldado, serviu a sua pátria conquistando o título junto com seus companheiros.
Quando Oscar voltou ao Inter e timidamente começou a querer impor sua cadência, por sorte ou vontade dos deuses do futebol, D’Ale e Tinga estavam se recuperando de lesões. Abriu-se o mundo do futebol colorado para Oscar. E como diz o gaúcho, ele viu o cavalo encilhado e não deixou passar, montou em cima e foi a peleia.
Oscar é uma pluma ao sabor do Vento. Oscar baila, desliza suavemente pelo campo, com toques mágicos. Rapidamente, mas com objetividade.

Oscar ousa. Oscar sabe que a vida de jogador é curta.Mas não se dança sozinho. Não no futebol. Oscar precisava de um par. E achou. D’Ale. Andrés D’Alessandro é um pequeno gênio. Não é Messi. Não é Maradona. Mas D’Alessandro tem lampejos de genialidade, com toques precisos, passes magníficos, além de ser uma pessoa de grande coração e vê-se agora, de uma humildade maravilhosa.

Formou-se uma dupla digna de Fred Astaire e Ginger Rogers. Nós colorados assistimos os primeiros capítulos, os primeiros passos do que penso, será um poema dedicado à beleza do futebol. Por favor, não nos acordem. Por favor, senhor Siegmann ou senhor Roth, não acabem com esse sonho em nome de resultados e do defensivismo covarde. Evidente, defender é preciso. Mas nos deixem ver os bailarinos no salão da Gigante do Beira Rio. Nos deixem reviver o tempo que víamos Falcão tratar bem a bola. Ah, o saudosismo.

Oscar enche os olhos dos colorados, como promessa de um grande craque. D’Ale já é um craque. E D’Ale, com o abraço e gol dedicado aos roupeiros colorados, mostrou que é um craque da vida, pois driblou aqueles que acreditam no preconceito e provou que um argentino também confraterniza com negros brasileiros, derrubando de vez este odioso ranço racial.

Obrigado D’Ale. Obrigado Oscar, a noite de quarta foi leve, maravilhosa, como há muito os corações apaixonados por futebol não tinham uma noite assim.

Regis Luis Lopes Truccolo – advogado
Barreiras/Bahia

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Comentários (4)

  • Ari da Silva diz: 31 de março de 2011

    Wianey não vamos nos enganar esse time que jogou com Inter ele existe mesmo? Se levar o Cruzeiro de Porto Alegre para Bolívia será sempre campeão. Quanto o Ju uma hora tinha que ganhar uma partida quem sabe o Ju não sai do buraco seria bom.

  • Bugio Colorado diz: 1 de abril de 2011

    E o Matias encanta o treinador, que vê problemas nos dois armadores, mas elogia o volante.

    Eu não sou contra ele defender seus ‘peixes’ Zé Roberto e Matias. Sou contra ele ficar toda hora ‘queimando’ os que jogam bem!

    Não dá para entender o Roth! Desisto.

  • Fernando diz: 1 de abril de 2011

    Wianey, cheguei a uma conclusão, se vc permitir, sua coluna sendo “retratada” por torcedores, seja qual for a cor, com certeza é muito prazeroso ler!!
    Não dê mais sua opinião, apenas escolha alguns textos de “torcenautas” e publique, vai ser recorde de acesso!!!!!

  • Roger diz: 1 de abril de 2011

    Cai na real, te acorda. Jogaram contra uns mortos.
    O time do Colégio das Dores é muito superior a êstes bolivarianos.

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