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Posts de abril 2011

Inter apresenta o time de Falcão

25 de abril de 2011 6

Começou a aparecer o time de Falcão. Organizado, determinado, funções bem definidas, a vitória acabou sendo consequência natural deste novo Inter que se defende com consistência e não abandona, nunca, a idéia de atacar. Além de estar dando nova feição ao time, Falcão mostrou que tem estrela. Fez Tinga entrar no jogo quando Bolatti foi expulso e o herói da Restinga acabou marcando o gol da vitória. Torcedores colorados levaram uma faixa para o estádio onde se lia: “Falcão é nosso rei”. Sua majestade agradece.

A jogada da partida e, talvez, do Gauchão, ficou por conta de Leandro Damião. Uma “lambreta” que Nei chamou de “carretilha” foi a obra prima que resultou no gol da vitória. Damião, que amargou um semestre na reserva de Alecsandro, já é o artilheiro do campeonato.

Não é decisivo, mas o Gre-Nal será no Beira-Rio. O Grêmio foi o melhor da Taça Piratini e ficou com o título. Na Taça Farroupilha, o Inter está mandando. O título, porém, está aberto.

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Não corram, ninguém é Jesus Cristo

21 de abril de 2011 7

No momento em que escrevo este post, vários gaúchos já perderam a vida pelas estradas do Rio Grande. Desde ontem, os comunicadores da RBS estão propagando recomendações para que haja prudência e comedimento por parte dos motoristas que buscam outros destinos para festejar a passagem da Páscoa. Gostaríamos de ver diminuída a estatística macabra que desponta, sempre, por ocasião dos feriadões. Tudo o que desejamos é que os gaúchos desfrutem com alegria este período de festejos e estejam vivos na segunda-feira. Infelizmente, inúmeras pessoas parecem surdas a estes apelos. Por esta razão, quero lembrar uma coisa:

Jesus Cristo morreu e ressuscitou três dias depois. Mas ele foi único. Ninguém é Cristo. Para os simples mortais, a morte é um caminho sem volta. Por alguns instantes, tente visualizar como será a vida dos seus amigos e familiares se você morrer neste feriado. Em todas as próximas Páscoas, você será lembrado como um ente querido que se foi por ser estúpido demais. Seja inteligente, fique vivo.

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O jogo que vai abalar o território gaúcho

21 de abril de 2011 16

Desde ontem, gremistas e colorados agitam-se diante da possibilidade de haver Gre-Nal nas quartas-de-final da Libertadores. No mínimo, se acontecer, será chamado de o Gre-Nal do Milênio, com repercussões imprevisíveis. É certo que o vencedor forrará os seus cofres e o quadro social inchará tanto que será surpresa alguma se for atingida a marca de 200 mil associados. Mas, para que este clássico aconteça, será preciso que, antes, o Grêmio supere o Universidad Católica e o Inter passe pelo Penharol.

Não serão tarefas fáceis. Como o Grêmio jogará a primeira partida no Olímpico, terá que fazer em casa um escore que proporcione certa segurança para o confronto decisivo, em Santiago. Já o Inter pegará o Penharol em Montevidéu e decidirá, depois, em casa. O primeiro jogo indicará os rumos da decisão. Conviria ao Inter obter um resultado que não comprometesse o segundo jogo, no Beira-Rio. Poderá até perder, se fizer gol e o escore for estreito. Enfim, a dupla tem boas chances de seguir adiante, mas os dois times terão que jogar mais do que estão jogando.

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Preparadores levam chinelada de Renato

20 de abril de 2011 11
O diagóstico é do treinador do Grêmio: Borges anda perdendo muitos gols porque os preparadores físicos do clube deixaram-no cinco quilos mais forte e alguns segundos mais lento. Renato não tem habilitação técnica mas acumulou experiência e tem boa capacidade de observação para defender a sua idéia. Este blogueiro sabe menos ainda. No máximo, observa o futebol há mais de 30 anos e é apoiado nesta experiência que vem suspeitando, faz tempo, que existe uma interferência demasiada dos preparadores físicos na preparação dos jogadores. Os atletas trabalham tanto a parte física que não seria surpreendente se o desgaste resultando desta atividade se equiparasse ao dos jogos. Mas, esta é apenas uma teoria. Vamos se no caso de Borges, ele perderá peso sem diminuir sua força e passe a perder menos gols do que vem perdendo.

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Leandro Damião comanda mais uma vitória

20 de abril de 2011 15

Rafael Sobis e Leandro Damião, os dois atacantes do Inter, garantiram a classificação que chegou temperada por forte sofrimento e atuação de pouco brilho. A etapa inicial foi constrangedora. O Inter errou passes, arrematou pouco e os flancos negaram qualquer assistência para Damião. Até D´Alessandro, o motorzinho técnico do Inter, passou apagado. O primeiro tempo acabou sem gols e com as arquibancadas silenciosas. Veio o segundo tempo e o futebol colorado foi aparecendo. O Inter continuou privado de espaços mas não deixou de insistir. Aos poucos começaram a aparecer jogadas pelas laterais e D´Alessandro apareceu. Os dois gols foram conseqüência da persistência e da supremacia colorada. Sobis marcou primeiro, logo aos seis minutos, e Damião, o melhor em campo, completou. Falcão funcionou no intervalo. A torcida aplaudiu.

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Para a gente morrer de inveja

19 de abril de 2011 17
Este blog já publicou uma mensagem institucional russa divulgando o país e a Copa de 2018. Hoje, vai outra. Faltam sete anos para o Mundial russo e o país já vive intensamente o clima do evento. No Brasil, estamos a três anos da Copa/14 e, praticamente, não se fala da competição. A nossa Copa só é notícia pelo atraso e superfaturamento das obras. Nada que desperte o espírito do brasileiro para a idéia de que a Copa/14 é um acontecimento de todos os brasileiros. Veja, agora, como os russos estão se preparando para 2018:

Não é de morrer de inveja?

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Cresce a violência no Gauchão

18 de abril de 2011 12


Venho tratando da violência que está correndo solta em jogos do Gauchão. Agora, reproduzo, simplesmente, a manifestação de um torcedor que, como este blogueiro, lamenta os exageros que estão ocorrendo sob a conivência dos árbitros:

“O seu comentário sobre a violência de alguns jogadores do Santa Cruz é verdadeira e inaceitável. O mesmo aconteceu com o Grêmio, e vai continuar a acontecer se não aparecerem mais Wianeys por aí contra este anti-futebol. Todos, eu disse todos os jogos que vi da Dupla contra o Interior, foi exagerada a violência das defesas. Wianey, ontem os atacantes do Grêmio apanharam tanto quanto os do Inter no sábado. Este rapaz que foi expulso não pode jogar futebol.Além de bater no adversário, quando este foi ao chão, chutou-o e pisoteou-o.

Este é um exemplo apenas, tem vários outros jogadores e times fazendo o mesmo. Ontem, no jogo do Grêmio, os zagueiros do Ipiranga batiam em todos que apareciam pela frente, principalmente no jovem Leandro. E, interessante é que depois de violentamente agredirem seus colegas de trabalhos, eles corriam em bandos para cima dos juízes, se achando com a razão(eu acho pois não tenho ideia do que possa falar a um juiz uma atleta que faz isso). Ontem, depois de meia dúzia de faltas violentas contra o Leandro (sem falar nas outras) o árbitro chamou o agressor e o agredido e chamou a  atenção de ambos, acabando com o dia maravilhoso que vivia o jovem e bom jogador de futebol.

Estas orientação estão vindo do vestiário, você sabe tão bem quanto qualquer outro jornalista, é só ver o comportamento dos treinadores quando seus atletas agridem de qualquer forma quem vem pela frente. Eles batem, quando o jogador cai e ainda sempre dão um jeito de pisar por cima ou dar mais um cutucão com a chuteira.

Por favor, parem de elogiar times que fazem isso, elogiar treinadores que claramente são coniventes com estas agressões, e principalmente com juízes (que como ontem) não tem peito para botar na rua os agressores, ele ficam apenas distribuindo cartões para quem ainda não tem, por medo de serem criticados por quem planeja o anti-futebol. Parece que estamos falando em direitos humanos, onde os errados sempre levam a melhor.

Nada disso, porém, ameniza o pobre futebol que o Grêmio vem jogando.

Abraço

Milton Torbitz”.

Nada a acrescentar nem cortar, Milton.

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De Roth para Falcão, o que está mudando

18 de abril de 2011 7

É normal e aceitável que não consigamos detectar 100% das idéias de um treinador. Acho, mesmo, que percebemos metade, ou pouco mais, de todas as orientações do técnico, como detalhes de movimentos, avanços, recuos, soluções ensaiadas etc. Mas requer apenas atenção e uma certa intimidade com sistemas táticos para identificar a formatação de uma equipe. O Inter de Falcão já está bastante diferente do time de Celso Roth. Aquele jogava com uma linha de quatro defensores cumprindo as funções tradicionais. Mais dois volantes de contenção, três meias de articulação ofensiva e um atacante. Como os volantes saiam do lugar e os meias não voltavam para compor, abriam-se imensos vazios no meio-campo. Era assim.

Com Falcão, os quatro defensores cumprem, prioritariamente, funções defensivas, notadamente os laterais, e jogam avançados. A segunda linha do time se posiciona um pouco à frente, reduzindo os espaços para a movimentação dos adversários. Projetados, dois atacantes. Teoricamente, neste sistema o time ataca com muitos jogadores e reduz a área de articulação dos adversários. Mas também se expõe a contra-ataques inimigos. Se o novo modelo tático será bem sucedido, se verá com o passar dos jogos. Mas estes são os princípios básicos da nova equipe de Falcão. É assim que tentará, amanhã, 19h15, derrotar o Emelec e ser campeão do seu grupo.

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Os nervos estão expostos no Olímpico

18 de abril de 2011 11

Pela primeira vez, Renato foi chamado de “burro”, quando substituiu Leandro, no Colosso da Lagoa. Os autores da ofensa não eram torcedores do Ypiranga e nem do Internacional, como especulou Renato. Eram gremistas, mesmo. O treinador justificou sua decisão pois queria aliviar o garoto da responsabilidade de cobrar pênaltis. Mas, esta já era a percepção de Renato, aos 21 minutos da etapa final? Havia tempo de jogo suficiente para fazer, até, uma goleada.

Terminado o jogo, Victor, habitualmente comedido nas suas declarações, queixou-se que a imprensa estava exagerando nas críticas ao time. E, certamente, a ele próprio. Victor sentiu-se autorizado a esta reação porque defendeu um pênalti que garantiu o Grêmio nas semifinais do Gauchão. Esqueceu-se que a decisão por pênaltis só aconteceu porque ele falhou no gol do Ypiranga.

Chegou o momento de Renato e os seus jogadores recolherem-se em retiro. Neste momento, quanto mais falarem, mais alimentarão o ambiente de contestações. Está faltando pouco para que alguém tropece nas palavras e crie uma cisão interna. É assim que acontece, sempre, quando a instabilidade emocional se instala em um vestiário.

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Victor garante classificação do Grêmio

18 de abril de 2011 16

No tempo regulamentar, Victor falhou no gol marcado pelo Ypiranga. Mas, na hora da decisão por pênaltis, garantiu a vaga com uma grande defesa. O Grêmio está nas semifinais da Taça Farroupilha. O jogo foi um severo teste para os nervos gremistas. Mais uma vez, o time de Renato mais transpirou do que jogou. Muitos jogadores atravessam péssima fase. Em conseqüência, o conjunto sofre e, mesmo garantindo maior posse de bola, está faltando qualidade para marcar gols. O sistema defensivo também repetiu o desempenho ineficaz de outros jogos. Não tem esquema tático que funcione quando metade da equipe parece jogar com chumbo nas pernas.

Aos 28 minutos da etapa inicial, Gabriel tentou dominar uma bola alta mas esta tocou-lhe a canela, ofereceu-se para o adversário que iniciou um contra-ataque perigoso. Gabriel vem acumulando atuações comprometedoras. Acompanham-no na ineficiência Rochemback, Borges e Lúcio. Sem falar que Rafael Marques e Rodolfo alternam falhas por baixo e pelo alto. A defesa vaza mais que torneira trincada.

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Inter vence com as ideias de Falcão

17 de abril de 2011 10

O Inter não deu e nem poderia dar espetáculo. Quatro dias de treinamentos com mudanças na escalação e, principalmente, no sistema de jogo, é tempo curto demais para produzir encantamentos. Mesmo assim, foi fácil perceber a dedicação de todos os jogadores em assimilar as idéias do novo treinador. Não faltou disciplina tática. D´Alessandro, por exemplo, teve excelente atuação ainda que ficasse restrito ao lado esquerdo do campo. Os laterais ficaram contidos, atrás, como exige o esquema de duas linhas de quatro. Providência adequada para Nei, que finaliza mal as jogadas de apoio, mas limitadora para Kleber, que marca menos do que apóia com qualidade. Com dois atacantes, o Inter criou várias oportunidades de gol. Desperdiçou todas, com exceção de uma. Rodrigo foi um acréscimo e Andrezinho brilhou na direita. Enfim, foi uma largada satisfatória. O torcedor que já pode ver alguma coisa do estilo Falcão.

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A indignação da desesperança gremista

15 de abril de 2011 9

Nada abate tanto o ânimo de um homem do que a desesperança. Ver os sonhos se diluindo provoca dor e indignação. São os sentimentos predominantes nos e-mails enviados por torcenautas gremistas após o vexame de Santa Cruz de La Sierra. O blog reservou algumas destas correspondências que são, a seguir, publicadas:

“Boa noite Wianey, se há como ser boa uma noite como esta!

Sou seu admirador há anos, e leio seu blog diariamente. Estou lhe escrevendo para que você publique, pois com certeza chegará aos ouvidos dos jogadores. Esta é a única forma da torcida se manifestar. Estou indignado, não consigo dormir depois deste fiasco protagonizado pelo Grêmio, com esta atuação inadmissível, inaceitável, contra o Oriente Patroleiro (simplesmente patrolou o meu tricolor).

Gostaria de mandar um recado para o Rodolfo, que está vulgarizando o termo imortal, tão adequado para o meu Grêmio. O Rodolfo toda hora está se auto-definindo como “imortal” em seu twitter e está esquecendo de jogar bola! Feche a boca e trabalhe!

Outro que merece críticas é o presidente Odone, pois sua primeira manifestação após a partida é absurda, ridícula. Falar que é difícil motivar o grupo de jogadores devido a uma improvável combinação de resultados para ficar em primeiro….ou ser o melhor segundo colocado….só pode ser brincadeira! O presidente está gozando da cara do torcedor, não tem outra explicação, está tapando o sol com a peneira!

Eu, assim como a grande maioria da torcida tricolor, tenho que ter motivação para trabalhar amanhã (daqui a pouco). Sou bancário, ganho em torno de R$ 1.400,00 mensais, suficientes para pagar meu aluguel e minha faculdade (e olhe lá) e preciso estar motivado para o trabalho, pois a cobrança diária é muito grande. Aí vem o presidente e diz que é difícil motivar um grupo de jogadores com salário médio de R$ 70.000,00 mensais? Palhaçada!!! Gostaria muito de receber “apenas” 10% do que recebem os jogadores do Grêmio. Com certeza conseguiria ter uma vida muito mais tranquila, minha MOTIVAÇÃO seria muito grande. Vamos agir presidente, chega de conversa!!! Cadê os reforços??

Wianey, desculpe pelo desabafo. Gostaria que você publicasse, se possível. Vamos lá Grêmio!!! Eu acredito!!!

Agora vou tentar dormir.

Um grande abraço!!!

Leandro Rafael Wobeto – Cândido Godói – RS”.

Escrito, percebe-se, logo após o jogo. Agora, outra manifestação:

“Preclaro Wianey, permita-me tecer alguns comentários sobre a atual situação do meu time, o Grêmio. Assistindo ao jogo de ontem/hoje, percebi algumas coisas intrigantes. A primeira delas é a teimosia de Renato. Como tu já bem disseste dias atrás, esta era com a escalação do Gilson (o qual pertencia ao Paraná, hoje virtualmente rebaixado para a série B do paranaense). Porém esta teimosia, a meu ver, ganhou proporções preocupantes. E pior: agora vem acompanhada de invenções mirabolantes. Gabriel no meio? Seu futebol (e até mesmo sua vontade) está escasso na lateral direita, quiçá em uma função que nunca a exerceu. Outra teimosia: Lúcio. Já há bom tempo não apresenta bom futebol. Diego Clementino não merece vaga no rebaixado Porto Alegre, haja vista, pois, ser desengonçado e com futebol de segunda (talvez terceira) divisão. Rodolfo “se acha”, como dizem na gíria popular. Não dá conta do recado lá atrás, e tenta atacar, deixando ainda mais brechas em nossa tão famigerada defesa. Borges? Prefiro um milhão de vezes André Lima, pois este, ao menos, é esforçado, tromba, divide, e, por incrível que pareça, aparenta ser um centroavante presente, e não isolado. Tem menos qualidade, é verdade, mas para quem foi campeão em 1995 com Jardel de centroavante, ele é o cara certo. A implicância de Portaluppi com Vinícius Pacheco também é estranha. E o garoto Maylson? A verdade é que Renato precisa um puxão de orelhas, uma chamada, um pedido, uma luz, para, quem sabe com isso, tente não inventar e organize equipes ofensivas, porém bem postadas defensivamente. Ora, até final do ano passado jogávamos sem inovações, em esquemas táticos ofensivos, porém simples, sem peripécias. A sensação que tive é de que, de um tempo pra cá, tivemos um Paulo Autuori no Banco: discurso bonito, posições novas para jogadores e futebol zero. “Nadica de nada”. Sorte, talvez. O ponto que entendo positivo, a meu ver, e talvez até sirva de exemplo, é o zagueiro Rafael Marques. Quieto, jogando sua bola, fazendo o feijão com arroz, e principalmente: não comprometendo a equipe. Rochemback me pareceu nervoso. Talvez apenas uma má partida. Adilson convive com o desgosto do técnico, só pode. Torço para que não cruzemos o caminho do Inter no Gauchão, senão, nem este não ganharemos. Por fim, gostaria de uma explicação do motivo de estarmos, quando da saída do Bruno Colaço, com três volantes, Gabriel e Lúcio (ambos laterais) no meio campo, e Pacheco no banco? Perdoe-me a franqueza e uma análise tão tática, mas acredito que se a direção do Grêmio não acordar logo, poderá ser tarde demais.

Abraços

Heber Sutili – Gremista revoltado com a teimosia de Renato”.

E mais este e-mail:

“Amigo Wianey, nao aguento mais ouvir falar em quem vai ser o companheiro do Borges no ataque gremista. Borges é enganador, faz 3 gols em um jogo e fica oito sem marcar. Fora a falta de qualidade tecnica e a incapacidade de prender a bola no ataque, e nenhum parceiro que jogou ao seu lado vingou. Será que todos os outros é que são tão ruins ou é um a menos mesmo?

Um Abraço, Samuel”.

Tão ruim foi a atuação do Grêmio, que a reação da torcida gremista só poderia ser esta.

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A entrevista que compromete Renato

15 de abril de 2011 32

Colorados se divertem enquanto gremistas se constrangem, estes são os sentimentos que nascem desta entrevista concedida por Renato Portaluppi para a repórter Gloria Maria, ora em circulação intensa na Internet:

Na época da entrevista, Renato deveria estar morando no Rio de Janeiro, onde foi declarado “Rei do Rio”. Prefiro acreditar que a manifestação do ídolo gremista tinha por objetivo agradar a torcida do Flamengo, porque se não foi…

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Grêmio tem noite de Mazembe

15 de abril de 2011 43

Fiasco, vexame, qualquer adjetivo da família fica bem para qualificar o desempenho do Grêmio ontem, em Santa Cruz de La Sierra. O adversário, Oriente Petrolero, estava eliminado da Libertadores, jogava com meio time de reservas e, mesmo assim, aplicou uma goleada no time de Renato. Para completar as desditas da noite, Rodolfo foi expulso e baderneiros de sempre aprontaram nas arquibancadas do estádio. Uma jornada para ser esquecida, pelos gremistas. Uma noite de Mazembe.

Sem opções para substituir Douglas, Renato tentou preencher a função com Gabriel, que já jogou na meia muitas vezes. Não deu certo. Aliás, Gabriel não conseguiu jogar nem no segundo tempo, quando voltou para a lateral, sua posição. Só se soube que Borges estava em campo quando, no segundo tempo, chutou na trave, sem goleiro. Foi a sua obra no jogo inteiro. Quando Bruno Colaço se lesionou, Renato precisou deslocar Lúcio para a lateral-esquerda. Como Fernando era o único meio-campista disponível, entrou no jogo. O Grêmio, então, ficou com três volantes defensivos. Perdendo o jogo, Renato tentou incrementar o seu inoperante ataque. Substituiu um dos volantes, Adilson, por Vinícius Pacheco e trocou Mário Fernandes por Diego Clementino. Não atacou mais e ainda se abriu. Resultado: mais dois gols do Petrolero.

O Grêmio ainda não ganhou fora de casa nesta Libertadores. O jogo de ontem foi apenas mais, com derrota.

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Gremista cobra escolha de Renato

14 de abril de 2011 14

Torcenauta gremista decide questionar Renato Portaluppi:

“Caro Wianey, sou leitor assíduo do teu blog e ouvinte dos teus comentários, há anos. Concordo contigo em alguns casos, em outros não, mas admiro muito a tua postura profissional, independentemente disto. Gostaria de te pedir que publicasse o meu e-mail, pois quero expressar uma opinião bem polêmica e queria ver a reação dos meus irmãos gremistas.

Penso que está na hora de contestarmos algumas posições do nosso ídolo Renato. Não vou nem entrar na polêmica da excessiva faceirice do time, mas sim em algumas escolhas que são feitas.

Desde que chegou ao Olímpico, nosso lateral esquerdo, Gílson, realizou apenas algumas partidas razoáveis e um boa, no jogo da Libertadores em que marcou um gol, nas demais ele foi lamentável. Por outro lado, o garoto da base gremista, igualmente lateral esquerdo, já realizou 3 ou 4 partidas boas e outras razoáveis, tendo uma média de atuações muito superior à de Gílson. Se isso não fosse suficiente para o Bruno Collaço ser titular, ainda devemos levar em conta que ele é bem mais jovem (Gílson fará 26 anos mês que vem e Bruno fez 21 anos mês passado), tendo mais futuro e perspectiva de crescimento.

Mas parece que o Renato tem implicância e está teimando com o Gílson. Lembro que depois de uma péssima partida do Gílson, em um jogo fora de casa pela Libertadores, e do Gre-Nal em que Bruno Collaço foi o melhor em campo (eleito pela Rádio Gaúcha), o Renato optou por colocar o Bruno no jogo em casa pela Libertadores e ele foi muito bem. Depois tiveram alguns jogos do Gauchão com time misto. Sem explicação ou justificativa alguma, o Gílson voltou como titular. Agora, depois de mais uma péssima partida do Gílson, com direito a um gol contra bizarro, o Bruno foi titular pela Libertadores contra o Júnior. Mas, ao de colocá-lo como titular, o Renato inventou problemas musculares no Gílson e inventou um “revezamento” na posição.

Contra o Sta Cruz, mais um vez o Gílson não fez nada, mas eu aposto que o Renato está só esperando o gol contra cair no esquecimento para colocar o Gílson de novo como titular. Uma pena!!!

O maior sintoma de que o Collaço é melhor que o Gílson é o fato de que o Lúcio evita tocar para o Gílson, mas toca para o Bruno, podem observar. Aliás, o mesmo Lúcio já se manifestou no sentido de que agora o Gílson teria que esperar. Pena que o Renato é cabeça dura.
Forte Abraço
Lucas Gutierrez”.

Concordo contigo, Lucas, na questão Bruno Collaço x Gilson. Mas, você escreveu, no início, que desejava questionar “algumas posições e escolhas” de Renato. E só mencionou uma. Quais seriam as outras?

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