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Posts de julho 2011

Inter volta com moral elevado

28 de julho de 2011 15


Enfrentar e não perder para dois dos maiores times do planeta foi uma verdadeira proeza cometida pelo Inter, na Alemanha. A estréia de Fernandão como homem forte do vestiário colorado não poderia ter sido mais auspiciosa. Ontem, quando o os times preparavam-se para decidir o jogo na cobrança de pênaltis, Fernandão era visto conversando e tranqüilizando os jogadores colorados. Tudo indica que teve forte influência junto ao elenco nesta Copa Audi. O Inter volta com moral elevado e a sua torcida estava feliz da vida. Domingo, no Olímpico, enfrenta o Atlético Goianiense. Grande público no Beira-Rio, é o mínimo que se pode esperar.

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Grêmio x América, ofensa ao futebol

28 de julho de 2011 25
Grêmio e América fizeram o tipo de jogo que entristece e esgota a paciência do torcedor. Uma verdadeira ofensa ao futebol tal o número de passes errados e a ausência absoluta de uma única jogada de qualidade. O América já vinha demonstrando que é candidato fortíssimo ao rebaixamento. Ontem, não foi diferente. Mas, mesmo diante de um adversário tão desqualificado e desfrutando o fator local, o Grêmio não conseguiu somar três pontos. É assustadora a crise técnica da maioria dos jogadores gremistas. Lúcio, na lateral, teve atuação apagada do início ao fim. Douglas afundou e não consegue voltar. Escudero, tirante um ou dois chutes, foi de uma inutilidade atroz. A rigor, salvaram-se apenas Mário Fernandes, Rochemback e Gilberto Silva. O Grêmio não evoluiu. E não promete estancar a sua queda. O time adoeceu e não aparece alguém com boa receita.

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Grêmio x América, ofensa ao futebol

28 de julho de 2011 9


Grêmio e América fizeram o tipo de jogo que entristece e esgota a paciência do torcedor. Uma verdadeira ofensa ao futebol tal o número de passes errados e a ausência absoluta de uma única jogada de qualidade. O América já vinha demonstrando que é candidato fortíssimo ao rebaixamento. Ontem, não foi diferente. Mas, mesmo diante de um adversário tão desqualificado e desfrutando o fator local, o Grêmio não conseguiu somar três pontos. É assustadora a crise técnica da maioria dos jogadores gremistas. Lúcio, na lateral, teve atuação apagada do início ao fim. Douglas afundou e não consegue voltar. Escudero, tirante um ou dois chutes, foi de uma inutilidade atroz. A rigor, salvaram-se apenas Mário Fernandes, Rochemback e Gilberto Silva. O Grêmio não evoluiu. E não promete estancar a sua queda. O time adoeceu e não aparece alguém com boa receita.

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Renan é um fenômeno

27 de julho de 2011 35

Pela terceira vez, este ano, Renan garante vitória para o Inter fazendo defesas incríveis em cobranças de pênaltis. É um fenômeno. O Milan teve três cobranças defendidas pelo goleiro colorado e viu-se, por conseqüência, último colocado na Copa Audi. O Inter passa por esta competição, disputada por gigantes do futebol mundial, sem conhecer derrota nos tempos normais. Empatou com o Barcelona e voltou a empatar com o Milan. Neste jogo, entretanto, se atreveu a entrar em campo com um time que nunca havia jogado. De titulares, apenas Bolívar e Leandro Damião. Os demais, garotos emergentes e reservas. Aliás, além da cota por participação, da visibilidade obtida e dos bons resultados, o Inter viu garotos, como João Paulo, Lucas Roggia e Elton mostrando que estão prontos para ser utilizados na equipe principal. E, muito importante, Leandro Damião deve ter aumentada a cobiça dos milionários clubes europeus. Marcou gol contra o Barcelona e voltou a marcar contra o Milan. Vai forrar os cofres do Inter. Acrescente-se, finalmente, que Osmar Loss apresentou-se como um treinador que pode ser efetivado, sem medo.

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Derrota honrosa nos pênaltis

26 de julho de 2011 50


Mesmo utilizando muitos reservas, o Barcelona deu uma aula de futebol coletivo. Futebol envolvente, passes rápidos e de primeira, o Inter precisou de muita concentração para suportar o assédio permanente dos espanhóis. Mesmo assim, o time que tem Leandro Damião, encontrou forças para, duas vezes, igualar o escore. Foi uma derrota honrosa, nos pênaltis. O Inter segue invicto diante do Barcelona.

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Porto Alegre estreia na Copa Audi

26 de julho de 2011 18

Serás às 13h15 de hoje a estréia do Inter na Copa Audi, contra o Barcelona. Os jogos desta competição serão transmitidos para 75 países, o que garante extraordinária visibilidade para os participantes. O fato de alguns europeus tratarem o Inter como “Porto Alegre” revela grave desinformação deles, mas tem o seu lado positivo, afinal, está sendo promovida a capital do Rio Grande do Sul. Feio, mesmo, foi o treinador do Inter comparecer em trajes esportivos a entrevista coletiva que dividiu com os outros três treinadores que participam do certame. Todos eles vestindo terno e gravata. Alguém deveria informar o técnico brasileiro – embora ele mesmo devesse saber – que a ocasião exigia melhor apuro no vestir.

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Carta aberta de um movimento colorado

21 de julho de 2011 26

O Movimento “Inter Mais” lançou, no final da tarde de ontem, uma carta aberta dirigida à torcida colorada. Ei-la:

CARTA ABERTA AOS ASSOCIADOS COLORADOS

O Movimento MAIS INTER, através de seus Conselheiros e demais integrantes, vem manifestar sua contrariedade com os recentes acontecimentos ocorridos no nosso SPORT CLUB INTERNACIONAL.

Nossa manifestação não tem por objetivo defender o emprego do treinador, muito menos a permanência do vice-presidente de futebol, este último, cujas atitudes já tivemos oportunidade de criticar em diversas ocasiões; pretendemos, sim, manifestar nosso descontentamento com o descontrole administrativo verificado no Clube, evidenciando a falta de convicção e de unidade dos dirigentes, visível em todas as áreas e agora escancarado em nossa atividade-fim: o futebol profissional.

Embora o período eleitoral não tenha sido propício ao debate sobre as ideias para a gestão do Clube, lembramos que o os eleitos firmaram compromisso com o profissionalismo na administração e se ventilou a contratação de um profissional para a área. Logo após a posse, foi contratado o Sr. Aod Cunha, cujo breve período de exercício como gerente executivo não parece ter apresentado outros resultados além de escancarar a precária situação financeira em que se encontra o Internacional, mesmo após o atingimento da marca histórica dos cem mil associados.

No plano do futebol, lembramos também que o foi compromisso de campanha – e nenhum Colorado aceitaria algo diferente disso – um Clube vencedor no futebol: lamentavelmente, o que se tem visto após a eleição é uma sucessão de derrotas somente interrompida pela conquista histórica de mais um Campeonato Gaúcho, em pleno estádio da Azenha, sob o comando de Falcão.

Não nos preocupa tanto o descumprimento de promessas eleitorais, o que infelizmente está longe de constituir novidade. Preocupa-nos ver confirmada a percepção de que o loteamento político do Internacional é capaz de obrigar a maior autoridade do Clube a investir em sua função mais representativa uma pessoa com quem a falta de sintonia remontaria ao nascimento de ambos;

Preocupa-nos  ainda ver o vice-Presiente Dannie Dubin declarar que o executivo Aod Cunha “não tinha perfil para o INTER”, depois de o Presidente Luigi tê-lo feito o homem mais poderoso na administração do Clube (investindo vultosa soma na sua contratação); preocupa-nos constatar que erros administrativos grosseiros levaram à condenação do Clube no sentido de indenizar uma empresa de mídia; e incomoda-nos muito ouvir de atletas manifestações como “estou me lixando para os torcedores (sócios)” sem vê-los pronta e publicamente repreendidos.

Preocupa-nos também verificar que nossa grave situação financeira não foi levada em conta na hora de assumir compromissos perante a FIFA, obrigando-nos ao constrangimento de alienar o patrimônio do Clube por vinte anos sob pena de sermos submetidos ao vexame do descredenciamento para sediar jogos da Copa de 2014.

Na área do futebol, é incompreensível para nós constatar que, mesmo à vista de nossa ostensiva falta de recursos, deixamos passar oportunidades para nos desfazer de jogadores que não estão mais em nossos planos, para não falar na renovação de contratos com atletas que igualmente não mais pretendemos empregar.

As divergências dentro do grupo diretivo expostas nos últimos dias evidenciam que o Clube tem sido administrado de costas para a Torcida, em uma situação tão inadmissível quanto conflitante.

Esperamos que, doravante, a direção do INTER honre seus compromissos eleitorais (não com os pretensos fiadores de sua candidatura, mas com os associados que o elegeram) para que todos os profissionais do Clube mostrem o zelo devido à Torcida e ao patrimônio do Internacional.

Por derradeiro, o MAIS INTER, através da atuação dos seus Conselheiros, continuará exigindo e fiscalizando, para que o futebol, as finanças, o marketing, as obras e todas as áreas do nosso Clube sejam administradas com a seriedade e o profissionalismo que todos nós desejamos.

Por fim, esperamos que o perfil dos funcionários e atletas contratados por nosso Clube reflita o respeito que todos devemos ao nosso SPORT CLUB INTERNACIONAL. Saudações Coloradas.

Movimento MAIS INTER

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Marcelo Grohe salva o Grêmio, de novo

21 de julho de 2011 25


O Grêmio preparou-se para não sair derrotado do Orlando Scarpeli e atingiu este objetivo. O empate premiou o esforço defensivo do time de Julinho Camargo que fez pouco para conseguir os três pontos. Mal assistido, o ataque pouco produziu. Mais uma vez, Douglas foi ineficaz na tarefa de armação. Acabou sendo substituído por Marquinhos, no final da segunda etapa que, também, pouco fez. O ingresso de Miralles no jogo também não deu ao Grêmio maior força ofensiva. E, para variar, Marcelo Grohe garantiu que o Grêmio não sofresse gols. Além de fazer grandes defesas, Grohe reiterou que é um goleiro que não falha. E salvou o pontinho gremista defendendo o pênalti, no final do jogo. Vai perder a posição para Victor, mas será apenas pelo nome. O Grêmio continua sendo um time que não consegue atacar.

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Reforços sem brilho para o Inter

20 de julho de 2011 32

Sandro Silva, o volante buscado no Málaga, participou de 25 dos 42 jogos da equipe espanhola. Destes 25, em apenas 12 começou jogando. Já o atacante Jô, repatriado do Manchester City, participou de 20 dos 50 jogos do time e foi titular, desde o início da partida, em apenas oito. Marcou três gols.

Sandro Silva, se não me trai a memória, é um volante da família de Glaydson. Quanto ao Jô, é um atacante de virtudes médias. Ambos passaram por equipes médias, na Europa, e não se destacaram. Não está proibido, porém, de acertarem no Beira-Rio.

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Fernandão será um capitão fora de campo

20 de julho de 2011 17

Além de contribuir, em campo, para as maiores conquistas da história do Inter, Fernandão foi uma liderança inatacável e, por esta razão, respeitada e acatada no vestiário colorado. Não tem qualquer experiência administrativa, mas poderá funcionar, muito bem, como um capitão extra-campo, atuando junto aos jogadores e o treinador.

Espera-se que não o incumbam de tarefas que não possa cumprir para que, dentro de algum tempo, não seja mais um ídolo fritado no Internacional. A contratação de Fernandão parece, também, uma jogada de marketing e uma tentativa de acalmar a torcida colorada, indignada com a demissão de Falcão.

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A grosseria histórica de Luigi

19 de julho de 2011 89

Giovanni Luigi, como presidente do Inter, tem o inarredável direito de substituir qualquer funcionário do clube, inclusive o treinador. Porém, faltou ao dirigente sensibilidade para perceber que o técnico do Inter era, antes de um simples profissional, um ídolo do clube. A forma como Luigi despediu Falcão caracterizou uma grosseria histórica, uma falta de respeito e desconsideração inimagináveis. O comportamento do presidente colorado esteve muito abaixo do clube e do cargo que ocupa. Falcão está inscrito na história do Inter por suas virtudes como jogador e cidadão. Giovanni Luigi também vai para a história, mas como o presidente que pisoteou, vergonhosamente, o grande ídolo.

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Falcão, o ídolo traído

18 de julho de 2011 58

Existe uma rotina no futebol: quando a reportagem começa a perguntar aos dirigentes se o treinador permanece ou está prestigiado, é sinal claro de que o profissional está em situação de risco e, fatalmente, será substituído. Nunca houve uma dispensa de técnico que não fosse precedida pela reiteração da pergunta: o treinador continua?

Desta vez, esta cogitação não aconteceu, em momento algum. A dispensa de Falcão surpreendeu o mundo esportivo. A razão é simples: estava criado um consenso de que o trabalho de Falcão era qualificado e as deficiências técnicas do time eram as únicas responsáveis pelos maus resultados. Só uma pessoa não tinha percebido as fragilidades da equipe: Giovanni Luigi. Após o jogo contra o Corinthians, o presidente do Inter elogiou a atuação do time. Falcão armara o Inter tão bem que, reconhecimento geral, poderia ter vencido em São Paulo. Três dias depois, sem contar com titulares importantes e com reposições pífias, o Inter perdeu para o São Paulo. Foi suficiente para Luiggi derrubar o departamento de futebol, incluindo o treinador. Daí a surpresa de Falcão e o seu nítido sentimento de que foi traído pelo presidente.

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O fiasco histórico do Brasil

18 de julho de 2011 10

Não foi apenas um fiasco. Foi muito pior. Nem time de fim de linha erra a cobrança de quatro pênaltis. A areia mesclada a grama não foi justificativa, afinal, os cobradores paraguaios enfrentaram a mesma circunstância. Foi uma vergonha, uma indignidade. Nunca o futebol brasileiro pagou semelhante vexame.

Antes de começar a Copa América, pensava-se que o Brasil contava com atacantes maravilhosos, capazes de garantir grandes vitórias. A realidade, porém, mostrou-se outra. Temos um ataque de bijuteria: bonitinho, mas de baixo valor. Saímos da Copa América muito piores do que entramos. Restaram apenas dúvidas, muitas dúvidas.

É possível reivindicar as convocações de Marcelo, lateral-esquerdo, e do volante Hernanes. Porém, não creio que mudaria a capacidade da Seleção. Os melhores foram chamados. O resultado é fraco.

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Inter tem seu pior time dos anos 2000

18 de julho de 2011 14

Terceiro adversário forte, terceira derrota consecutiva. Antes, o Inter emendara três vitórias contra equipes que se encontram entre as mais fracas do campeonato. Os colorados estão enfrentando um choque de realidade. É verdade que já tinham sido alertados sobre as fragilidades do time e do elenco, mas preferiram se rebelar contra quem se atreveu a afirmar que o Inter não tinha time e nem elenco para disputar o título. Ontem, perdeu para o São Paulo, no Beira-Rio. Não foi a última derrota em casa, podem apostar. É o Inter mais fraco dos anos 2000.

Não existe time, no mundo, que sobreviva à lentidão de quatro jogadores no sistema defensivo. É o caso do Inter com Bolívar, Bolatti, Índio e Kleber. Acrescente-se que qualquer bola erguida sobre a área do Inter é pânico na torcida, e alegria completa dos rivais. Ah, antes de reclamarem de Nei, pensem nos quatro citados acima.

O Inter pretendeu reforçar seu time trazendo da Europa Bolatti e Cavenaghi. Estas crianças têm pai? Escolhas fracassadas.

Falcão manteve o seu conceito tático, mas foi pura perda de tempo. Não existe esquema tático que sobreviva a falta de qualidade.

Se Leandro Damião vinha padecendo pelo mau momento técnico de Zé Roberto, sem o titular a sua solidão aumentou ainda mais. É de dar pena ver o centroavante do Inter enfrentando, sozinho, os defensores adversários. Gilberto, Alex, Ricardo Goulart, estas têm sido as opções disponíveis. O banco do Inter é uma pobreza só.

A primeira década do novo século mostrou o Inter com um time forte e vencedor. Nestes dois primeiros anos da segunda década, a decadência é absoluta. De que adiante o clube ter 100 mil sócios e faturar altas somas com vendas de jogadores se parece incapaz de encontrar reforços compatíveis com sua grandeza e ambições.

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O Inter não mereceu a derrota

15 de julho de 2011 39

O empate corresponderia melhor aos fatos de campo, mas o Corinthians teve a eficiência do seu melhor atacante para justificar a vitória apertada. O time de Falcão encarou o líder do campeonato com personalidade. Permitiu pouquíssimas oportunidades de arremates e teve, pelo menos, três chances de fazer gols. Na etapa inicial, 29 minutos, Leandro Damião chegou a passar pelo goleiro mas perdeu ângulo e a possibilidade de marcar. Aos 34 minutos, D´Alessandro quase acertou o ângulo esquerdo do gol corintiano e aos 12 minutos da etapa final, Oscar bateu atravessado, quase marcando. Foi uma derrota imerecida. Um duro castigo para as chances desperdiçadas.

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