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Como identificar e punir os marginais do futebol

30 de agosto de 2011 26

O Estatuto do Torcedor prevê severas punições para as torcidas organizadas que promovem desordens nos estádios. E as desorganizadas, o que se faz com elas? Um torcenauta, que pede para não ser identificado, pois se tornaria alvo físico destes delinquentes, apresenta uma interessante sugestão para resolver o problema:

“Wianey, bom dia.

Domingo, vendo novamente os absurdos protagonizados por “torcedores” dentro do estádio, me ocorreu uma questão: Por que não existe controle de acesso por identificação biométrica nos estádios? Acho uma perda de tempo proibir cerveja, torcida organizada, bandeiras e fogos de artifício, quando na verdade o problema é o livre acesso de vândalos que se dizem torcedores.

O que acontecerá com os torcedores detidos, após o Gre-Nal Pelo pouco que conheço de direito penal, acredito que será lavrado um termo circunstanciado, pagarão alguma multa, mas no próximo jogo estarão lá – sem identificação de torcida organizada, claro – cometendo as mesmas barbaridades. Corrijam-me se eu estiver errado.

Com o controle de acesso por identificação biométrica – já presente em órgãos públicos da capital, como o TRF – acredito que esse problema seria reduzido em muito.

A sistemática é deveras simples. No primeiro acesso ao estádio, cadastra-se o torcedor e, nos jogos posteriores, ele terá sua entrada submetida a esse controle.

O Estatuto do Torcedor já prevê pena de até três (três) anos de suspensão aos torcedores que pratiquem condutas de violência ou de desordem. O problema é que a legislação trata a questão das torcidas organizadas, quando, a meu ver, a questão deveria ser tratada de forma individual, até porque nem todos integrantes das organizadas são vândalos e nem todo vândalo faz parte de torcida organizada. A questão é tratada pelos arts. 39-A e 39-B do estatuto:

“Art. 39-A. A torcida organizada que, em evento esportivo, promover tumulto; praticar ou incitar a violência; ou invadir local restrito aos competidores, árbitros, fiscais, dirigentes, organizadores ou jornalistas será impedida, assim como seus associados ou membros, de comparecer a eventos esportivos pelo prazo de até 3 (três) anos.”

“Art. 39-B. A torcida organizada responde civilmente, de forma objetiva e solidária, pelos danos causados por qualquer dos seus associados ou membros no local do evento esportivo, em suas imediações ou no trajeto de ida e volta para o evento.”

Acho que a identificação biométrica seria uma grande ferramenta para a polícia poder dar efetividade à legislação vigente, afastando de uma vez por todas esses maus torcedores que prejudicam o espetáculo, o clube e até mesmo a reputação das torcidas organizadas, tantas vezes responsáveis por grandes espetáculos.

Estamos a três anos de sediar o mais importante evento esportivo mundial. Acho que esta é uma questão a ser, no mínimo, debatida.

OBS: Se tiver interesse em comentar a questão, peço que não divulgue meus dados”.

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Comentários (26)

  • João A. diz: 30 de agosto de 2011

    Sou colorado e acho que a popular dá uma excelente contribuição ao time e ao espetáculo. Acredito que a geral tem as mesmas virtudes (com exceção da tal avalanche..dá um tempo). Então sou a favor que peguem os marginais e impeçam de frequentar os estádios por tempos crescentes determinados pela reincidência. Tirem os marginais do meio da torcida sejam eles filhos de conselheiros, empresários, militares juízes, etc. Deixem a geral e a popular fazerem o que devem fazer e fazem muito bem: torcer, torcer e torcer até o fim. Promovam uma aproximação das torcidas da mesma maneira que fizeram com a torcida do Independiente. MAS TIREM OS MARGINAIS DO MEIO DA TORCIDA.

  • João A. diz: 30 de agosto de 2011

    Que simplista este pensamento. Quantos portões temos no estádio, quantas catracas seriam necessárias? Esta catracas, atendem a velocidade do fluxo de entrada? – A tecnologia ainda não atende a estes requisitos. Estamos falando de um investimento acima de um milhão de reais e uma diminuição considerável na capacidade de entrada no estádio.

    Parece uma boa idéia, mas as restrições são grandes frente ao cenário que temos.

  • Pedro de Lara diz: 30 de agosto de 2011

    Acho que já se perdeu tempo demais com essa questão. O Brasil é assim, a tudo se recorre, tudo é discutivel, tudo é peculiar. Gasta-se tempo e dinheiro querendo achar o “modelo Brasil” para questões que o mundo civilizado já respondeu há tempos. Quantas vezes teremos que dar uma chance aos criminosos, os do futebol e aos demais em todas esferas, para que tomemos medidas em beneficio do bem comum????
    A resposta é simples e educativa:
    Xilindró num primeiro momento (sim porque precisam responder pelo que fizeram) e, depois, banimento dos estádios para sempre.

    Chega de inventar um “modelo Brasil” para todas as coisas.

  • Ernani diz: 30 de agosto de 2011

    Simples, quem pagará os custos da implementação deste novo sistema de controle?

    Ainda, quem vai até o TRF4 sabe muito bem que as catracas levam até 3 segundos para serem liberadas, sem contar o tempo que advogado perde se identificando no balcão. Tente fazer isso com 60 mil em dia de final de campeonato para ver o que acontece.

    O inter, à nos tenta implementar a identificação através da digital do torcedor, mas por esta ser tão demorada quanto a identificação biométrica não consegue.

    E depois, a identificação de entrada no estádio já ocorre através da habilitação da carteira de sócio ou do ingresso comprado.

  • Marcos diz: 30 de agosto de 2011

    Realizar tal tipo de identificação deve ser impensável nas mentes dos nossos dirigentes até porque, grande parte dos marginais são ricos ou de padrçao de vida alto. Imaginen filhoes de dirigentes, conselheiro e pessoas conhecidas e reconhecidas pela sociedade sendo barrados nos estádios porque são vândalos. Acredito que seria uma solução muito boa além de um cadastramento fotográfico de todas as pessoas que frequentam os estádios, aí sim, nenhum vândalo poria sua “rica carinha” a mostra pública e ser reconhecidamente um vândalo.

  • rafael tetti diz: 30 de agosto de 2011

    Não existe mais segurança nos estádios. Tem que colocar um sistema de registro digital, e a direção do gremio tem que cancelar as assinaturas de socios desses bandidos. Acredito que o problema pode ser resolvido pela propria direção do clube.

  • Douglas diz: 30 de agosto de 2011

    Wianey e sobre a invasão de uma torcedora no beirario? Sobre isso ninguem comenta, ninguem quer interditar nada?

    Sei diferenciar os fatos tamanha as proporções, porem se o mesmo fato tivesse ocorrido no Olimpico, tenho certeza que a repercurssão seria outra, especialmente pela impressa gaucha.

  • Ticiano Burtet Mattioni diz: 30 de agosto de 2011

    Caro Wianey, realmente impedir a “liberdade” dos baderneiros é vital para o sucesso e a evolução do esporte.
    Certamente não são todos das organizadas, que são baderneiros e ha tb baderneiros fora das organizadas, isto é fato. Entendo que ha necessidade de uma rigidez maior na lei. coibindo , proibindo e punindo as pessoas que se aproveitam dos eventos esportivos para fazer anarquia.
    Um abraço

  • Antônio Carlos diz: 30 de agosto de 2011

    Ano passado no mesmo Olímpico a torcida do Internacional brigou feio e o que foi feito?????
    NADA. Até hoje os que bateram se vangloriam de ter batido, o cara que apanhou foi fotografado(ZH) com o rosto arrebentado, bateram até com um instrumento musical no cara.
    Não fizeram NADA com a torcida do Inter e não irão fazer NADA com a torcida do Grêmio, deveriam punir a duas torcidas, se punierem somente uma a revolta vai ser ainda maior daqueles que por venturam venham ser punidos, podem escrever.
    TOLERÂNCIA ZERO COM TODOS, CASO CONTRÁRIO A BADERNA SÓ TENDE A CRESCER.

  • Marcio K diz: 30 de agosto de 2011

    Na época daquela quase invasão no Pacaembu, pela torcida do Corinthians, um oficial da polícia paulista comentou que estava em desenvolvimento uma idéia genial para coibir esse tipo de ação: uma espécie de “lança-chamas”, mas que lançava uma tinta através de jato. Quando ocorresse um conflito na arquibancada, um policial lançaria essa tinta (atóxica) na direção dos baderneiros. O procedimento posterior seria simples: estava “pintado”, seria indiciado.

    Na verdade, a intenção do equipamento era justamente COIBIR os conflitos: com a punição quase certa, pela simplicidade do método, o ímpeto dos baderneiros seria severamente contido.

    Como toda idéia simples e eficiente no Brasil, ela foi esquecida.

  • osorio maturana diz: 30 de agosto de 2011

    Ao dizeres que o Mário Fernandes poderá ser o maior lateral direito do Brasil, eu lembro que
    dizias que o Adilson era o melhor volante do Brasil e o Willian Magrão era um volante quase
    perfeito e deu no que deu.
    Menos Tio, bem menos !!!

    Quem é André Lima ???

  • Beto diz: 30 de agosto de 2011

    Prezado Wianey,

    Vamos parar com essa cortina de fumaça… faz tres semanas uma torcedora do co-irmão invadiu o gramado com intenção de agredir o arbitro do jogo… e isso não rendeu nem meia duzia de linhas aqui.

    Pq isso?

    Gostaria de entender pq as coisas pros lados do aterro são sempre abafadas? Gostaria de entender pq ninguem entrevistou o juíz para saber como ele se sentiria se tivesse sido agredido? Gostaria de saber pq nenhum “torcedor que pediu para não ser identificado” – vulgo, você mesmo – falou sobre o comportamento da torcedora?

    Ah propósito… vão interditar o gramado do Beira Rio por 3 anos também por ele ter sido invadido?

    Não estou aqui dizendo que devemos absolver estes individuos esta postura não é de pessoas e torcedores normais, ASSIM COMO NÃO PODEMOS NOS CALAR SOBRE A TORCEDORA QUE INVADIU O ESTADIO DA COPA!!!

    Pq existem medidas claramente diferente quando as coisas ocorrem no aterro e no Olimpico?

    Sinceramente, gostaria que meu comentário não só você divulgado como também, se possível, fosse respondido.

  • primeira divisão diz: 30 de agosto de 2011

    Pegaram um time de ressaca e tão se achando os tais. Fizeram uma festa que parecia que ganharam um título, aliás hoje em dia eles ganharem grenal realmente é um título. Agora perdem para o curintia e a realidade volta, a disputa para não cair. Não sei se dou risada ou tenho penas desses gremistinhas.

  • Sniper diz: 30 de agosto de 2011

    ESPERO QUE COMENTE ESSA ENTREVSTA BOMBÁSTICA DO SR. SIEGMANN…ESSA ENTREVISTA MERECE UM POST, NÃO????

    ….http://sul21.com.br/jornal/2011/08/roberto-siegmann-inter-peca-em-democracia-e-transparencia/

  • Rafael diz: 30 de agosto de 2011

    Assino embaixo. De 5 mil torcedores que vão ao estádio apoiar com a geral,surgem 30 a 40 vândalos que brigam “em nome de uma torcida”, será que é justo afastar a “festa da geral” do olímpico? Todos sabemos qual as medidas que deveriam ser tomadas contra os bardeneiros do futebol, mas nesse esporte reina a impunidade desde o gramado até a arquibancada.

  • Rodrigo Petry diz: 30 de agosto de 2011

    Senhor Wianey, ja que estas em pauta o assunto queria que o senhor colocasse em pauta no sala de redação por que que para um torcedor comum entrar no estadio tem que fazer o cartão smart identificando o torcedor, e quando chego no estádio, o que ocorre esta cheio de cambistas vendendo todo e qualquer tipo de entradas sem a menor coação de agentes ou da brigada, sei que é complicado mas se cada pessoa que entrasse no estadio fosse realmente identificada acho que isso acabaria, pois seria relativamente fácil identificar os baderneiros e proibi-los de entrar no estádio, mas acho que o interesse dos cambistas deve prevalecer, só queira saber quem da esses ingressos para essa maldita classe trabalhadora… abraços espero que o amigo leve o assunto em pauta até!!

  • Marcelo Sócio-torcedor Grêmio diz: 30 de agosto de 2011

    Prezado Wianey,

    sou sócio do Grêmio há anos e costumo frequentar o Estádio Olímpico Monumental no centro das arquibancadas. Não sou integrante da Geral, nem da Máfia Tricolor, nem da Velha Escola (dissidente da Geral) e nem da Torcida Jovem. Gostaria de aproveitar o espaço público que nos disponibilizas aqui para abrir os olhos do nosso Judiciário do RS e da direção gremista: OS VÂNDALOS QUE BRIGARAM DURANTE O GRE-NAL NÃO SÃO INTEGRANTES DA GERAL !!!!

    A instituição Grêmio, o time do Grêmio, a torcida do Grêmio e o MUNDO não podem ser punidos com a ausência da Geral no Estádio Olímpico. Isso é um absurdo! O cúmulo da falta de critérios. Podem observar nas fotos e nas imagens que os agentes “brigões” vestem roupas DA TORCIDA JOVEM E DA MÁFIA TRICOLOR!!! Eles ficam no lado OPOSTO ao da Geral. Esses, sim, merecem ser BANIDOS do futebol. Esses, sim, merecem PUNIÇÃO.

    Quando ocorrem brigas nas mediações do Estádio Olímpico SEMPRE se fala na Geral. Ora, Wianey, a Geral do Grêmio não é bode expiatório!!! As brigas acontecem volta e meia com a MÁFIA TRICOLOR e a TORCIDA JOVEM. Essas torcidas deveriam ser EXTINTAS, pois só adentram o campo para fazer baderna. A torcida está saturada dessas brigas ridículas e desvairadas.

    A Geral é o coração do GRÊMIO. Quando se fala em Grêmio, fala-se em Geral, avalanche. Isso é fato. Basta atentar para as propagandas do Campeonato Brasileiro, chamadas de jogos, etc. O time gremista respira quando a Geral canta. Enquanto os “corneteiros” xingam os jogadores, a Geral apoia.

    Nunca pertenci a nenhuma torcida organizada. Contudo, faço esse apelo em nome da Geral, tendo em vista a sua importância incontroversa para os interesses da instituição Grêmio.

    “O câncer (brigas generalizadas) precisa ser curado, mas não arrancando o coração do ser humano (afastamento da Geral do estádio)”.

    Um cordial abraço.

  • Finalmente « Grêmio Curitiba diz: 30 de agosto de 2011

    [...] – Veja a reportagem do Clic RBS e também as crônicas de Pedro Ernesto Denardin e do Wianey Carlet. [...]

  • Alex diz: 30 de agosto de 2011

    Manchete da RBS em 2010: 24/10/2010 – 17h50

    “Torcedores do Internacional brigam entre si antes do clássico Gre-Nal no Olímpico.”

    “Marinho Saldanha e Jeremias Wernek

    No momento mais alto da briga, um dos torcedores do Internacional utilizou um instrumentos de percussão para atingir outro torcedor que estava no chão. Imediatamente houve revide e um clarão se abriu entre os presentes.”

    Colorados que queiram ser oportunistas leiam isso.

  • Luís Gustavo diz: 30 de agosto de 2011

    Já notou Wianey, que os marrginais vestem azul e preto em 90% dos casos?

  • CARLOS diz: 30 de agosto de 2011

    sou sócio do Grêmio há anos e costumo frequentar o Estádio Olímpico Monumental no centro das arquibancadas. Não sou integrante da Geral, nem da Máfia Tricolor, nem da Velha Escola (dissidente da Geral) e nem da Torcida Jovem. Gostaria de aproveitar o espaço público que nos disponibilizas aqui para abrir os olhos do nosso Judiciário do RS e da direção gremista: OS VÂNDALOS QUE BRIGARAM DURANTE O GRE-NAL NÃO SÃO INTEGRANTES DA GERAL !!!!

    A instituição Grêmio, o time do Grêmio, a torcida do Grêmio e o MUNDO não podem ser punidos com a ausência da Geral no Estádio Olímpico. Isso é um absurdo! O cúmulo da falta de critérios. Podem observar nas fotos e nas imagens que os agentes “brigões” vestem roupas DA TORCIDA JOVEM E DA MÁFIA TRICOLOR!!! Eles ficam no lado OPOSTO ao da Geral. Esses, sim, merecem ser BANIDOS do futebol. Esses, sim, merecem PUNIÇÃO.

    Quando ocorrem brigas nas mediações do Estádio Olímpico SEMPRE se fala na Geral. Ora, Wianey, a Geral do Grêmio não é bode expiatório!!! As brigas acontecem volta e meia com a MÁFIA TRICOLOR e a TORCIDA JOVEM. Essas torcidas deveriam ser EXTINTAS, pois só adentram o campo para fazer baderna. A torcida está saturada dessas brigas ridículas e desvairadas.

    A Geral é o coração do GRÊMIO. Quando se fala em Grêmio, fala-se em Geral, avalanche. Isso é fato. Basta atentar para as propagandas do Campeonato Brasileiro, chamadas de jogos, etc. O time gremista respira quando a Geral canta. Enquanto os “corneteiros” xingam os jogadores, a Geral apoia.

    Nunca pertenci a nenhuma torcida organizada. Contudo, faço esse apelo em nome da Geral, tendo em vista a sua importância incontroversa para os interesses da instituição Grêmio.

    “O câncer (brigas generalizadas) precisa ser curado, mas não arrancando o coração do ser humano (afastamento da Geral do estádio)”.

    Um cordial abraço.

  • programador diz: 30 de agosto de 2011

    Não é tão simples assim. Além do alto custo, já citado, quem manteria o cadastro dos torcedores inabilitados a acessar o estádio? Teria de fazer um convênio com o Estado, para possibilitar a comunicação entre os sistemas de informação.
    Isso sem falar em outras dificuldades, como esquemas de contingência, para a eventualidade de falhas dos equipamentos ou da rede, entre outros…

  • Jose Luis da Silva D’Ávila diz: 30 de agosto de 2011

    Não sou integrante de organizada. Admiro a GERAL e sua maneira de incentivar.Estive no GRENAL e a briga envolveu as organizadas que ficam no lado do Ginásio David Gusmão. A GERAL fica na Cascatinha, então porque a punição? A MÁFIA, JOVEM e VELHA GUARDA não torcem, apenas interferem. Quando era somente a GERAL a torcida se manifestava de forma uniforme, eram um grito único.

  • André diz: 31 de agosto de 2011

    Custo? Um aparelho de identificação biométrica custa hoje, no mercado, cerca de R$ 200,00. Tratando-se de um fato social como esse, facilmente a aquisição poderia contar com isenção de impostos, o que reduziria o custo em mais da metade do valor. Sem contar as inúmeras impressas interessadas em mostrar seu produto a tantas pessoas, possibilidade de patrocínio seria imensa. Acho que o custo não seria o problema para um time de futebol.

    Tempo? No meu trabalho a identificação do cartão ponto (biométrica) leva menos de 1 segundo, isso mesmo, é só o tempo de encostar a digital no aparelho.

    Cadastro? Só posso pensar que quem argumenta que seria difícil manter um cadastro não tem interesse na implementação do sistema. Qualquer computadorzinho de mesa é capaz de manter um cadastro com 100 ou 200 mil nomes. Além disso a própria polícia militar já conta com cadastro por digital de grande parte da população. Bastaria criar uma forma de integração e o sistema seria controlado pelo própria polícia militar.

    Parece que a idéia de fato não agrada a todos, talves menos ainda àqueles que seriam prejudicados por ela.

  • programador diz: 31 de agosto de 2011

    André, a rede a ser montada, os sistemas, os equipamentos, servidores, operadores dos sitemas etc., não custam apenas R$ 200.
    Acredito que o cadastro seria mantido pelo próprio clube, caso contrário esse cadastro contaria com quantas pessoas? a população brasileira? estrangeiros não poderiam frequentar o estádio?
    Logo, o cidadão seria cadastrado ao frequentar pela primeira vez o estádio. Creio que esse processo de cadastro não demore 1 segundo, como relatas.
    Ademais, para liberar o acesso, há de se ter a comunicação com algum sistema da polícia, ou do judiciário, para consultar a situação do cidadão. Note que esse sistema deve ser nacional, visto que o cidadão condenado em SP não pode frequentar estádios aqui também.
    Há de se ter alternativas de identificação para pessoas que não possam ser identificadas pela digital (pessoas sem braços, outras que não têm digital, como cortadores de cana, por exemplo).
    Se o sistema apresentar problemas em um dos portões do estádio, deve-se fechar este portão? Se cair toda a rede ou o sistema da polícia/judiciário estiver indisponível, a identificação será suspensa? Enfim, são muitas e muitas questões envolvidas. Quem entende um pouco de sistemas de informação sabe que as coisas não são tão simples quanto relatas.
    Não estou dizendo que é inviável, apenas falei que não é tão simples quanto alguns estão dizendo aqui.

  • Nilmar Perdomo Medeiros diz: 9 de março de 2012

    Sr Vianey, quero deixar claro que o Dr Luiz Carlos Silveira Martis vulgo Cacalo ,por ser ex diregente do Gremio nao poderia participar do Sala de Redaçao, o Kenny pode, pq e jornalista creio eu,e o Cacalo e so um palhaço mundial pq o Sala repercute no mundo todo, ass; um colorado

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