Enio Andrade, o melhor treinador que vi trabalhar, ensinava que, na ausência de titulares indiscutíveis, convinha mais definir uma escalação e repeti-la sempre que fosse possível, até que a força coletiva compensasse, pelo entrosamento, a defasagem técnica das individualidades. Esta, talvez, fosse a melhor receita para Celso Roth: escolher dois atacantes (ou um) e fixá-los [...]
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