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Posts do dia 19 setembro 2011

A maior vítima gremista do sábado

19 de setembro de 2011 25

Fagner, lateral-direito e Éder Luiz, atacante que completou a ala direita do Vasco da Gama, trucidaram Júlio Cesar, em São Januário. O lateral-esquerdo gremista foi atormentado o jogo inteiro pela necessidade de enfrentar dois jogadores muito qualificados que o encurralaram em um enfrentamento desigual e implacável. Celso Roth não parece ter percebido a armadilha ap0licada pelo Cristóvão, treinador interino do Vasco, pois nada foi feito para auxiliar e proteger Julio Cesar. Alguém que vigiasse Fagner ou um volante que desse cobertura ao lateral gremista, nada disso aconteceu. É possível, entretanto, que Roth tivesse providenciado proteção a Julio Cesar e a ordem não tivesse sido executado, pode ser. Impõe-se, porém, pesada realidade sobre o lateral do Grêmio: ele voltou para Porto Alegre na condição de maior vítima da goleada feita pelo Vasco, pois pelo seu lado saíram, pelo menos, três dos gols cariocas.

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Grêmio tira mel e chupeta da torcida

19 de setembro de 2011 10

Foi como pincelar a chupeta com mel para, em seguida, tirar tudo de uma só vez. A goleada sofrida para o Vasco da Gama reservou para os gremistas dias de reflexões: o verdadeiro Grêmio vinha jogando ou é o de sábado? Dentro de uma pauta de puro realismo, este blogueiro não partilha conclusões dolorosas, quase cruéis. O Grêmio real é aquele que vinha ganhando e o de sábado descobriu que as vitórias só são possíveis se o time seguir jogando no limite. Em São Januário, o Grêmio portou-se como se fosse um Barcelona, que está muito longe de ser. Faltou planejamento, leitura de jogo e, em igual medida, dedicação. Enquanto os vascaínos exauriam-se correndo, marcando e contra-atacando, o Grêmio deixava engavetada a sua força de reação. O resultado foi um castigo e uma lição. O time gremista precisa aprender e não mais esquecer que sem atitude forte é certo que repetirá os dissabores de sábado.

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Inter tropeça nas próprias pernas

19 de setembro de 2011 45

Que o Inter vacila na hora de dar um passo decisivo, isto já é rotina, nos últimos anos. Que o Coritiba seria um adversário difícil de ser batido, era sabido, também. Mas, precisava desperdiçar um pênalti e perder mais dois pontos preciosos dentro de casa? Faltou ímpeto ao Inter, personalidade, desejo de vencer. Sobrou frustração.

Dorival Júnior já decorou as suas substituições. Ilsinho é o primeiro a entrar. Roda pelo campo, esbanja passes laterais e para trás, não entra na área do adversário, mas continua sendo o preferido do treinador. Jô é outro que vai a campo para reforçar o ataque e não reforça nada. Dorival precisa descobrir que é possível melhorar o desempenho ofensivo melhorando, por exemplo, a lateral-esquerda. Kleber, pela milésima vez, foi displicente e preguiçoso. Mas, continua sendo um titular intocável. Joga muito, dizem. Mas, apenas quando quer o que raramente acontece. Ontem, foi um a menos.

Se conseguisse vencer, o Inter não só ingressaria na turma que disputa vaga na Libertadores como se habilitaria a brigar pelo título. Duas bolas no travessão, um gol anulado pelo posicionamento irregular de Delatorre e um pênalti desperdiçado mostram que a vitória poderia ter acontecido. Não encobriria, entretanto, algumas deficiências técnicas e anímicas que brecaram a equipe colorada.

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