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Posts de setembro 2011

Lição antiga para Celso Roth

30 de setembro de 2011 21

Enio Andrade, o melhor treinador que vi trabalhar, ensinava que, na ausência de titulares indiscutíveis, convinha mais definir uma escalação e repeti-la sempre que fosse possível, até que a força coletiva compensasse, pelo entrosamento, a defasagem técnica das individualidades. Esta, talvez, fosse a melhor receita para Celso Roth: escolher dois atacantes (ou um) e fixá-los como titulares. A insistência poderia torná-los mais efetivos do que tem sido o ataque gremista. Neste momento, o Grêmio tem o segundo pior ataque do Brasileiro e nenhum atacante afirmado como titular.

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Esquecidos no Beira-Rio

30 de setembro de 2011 26

Dorival Júnior tem o segundo melhor ataque do Brasileiro, mas não consegue encontrar uma dupla de atacantes para substituir Leandro Damião e Zé Roberto. As alternativas experimentadas não têm oferecido boas respostas. Enquanto isso, Gilberto, disputado à unha com o Corinthians, Lucas Roggia e João Paulo, cujas renovações de contratos foram longas e difíceis, estão esquecidos, no Beira-Rio. Lucas Roggia recebeu pouquíssimas oportunidades e, realmente, não entusiasmou. Mas Gilberto e João Paulo, também pouco aproveitados entre os titulares, mostraram qualidades que recomendavam novas oportunidades. Está passando a hora de Dorival reencontrar estes jogadores.

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Escasseou a grana no Beira-Rio

29 de setembro de 2011 61

Clube de futebol é assim: quanto mais aumentam suas receitas, maiores são as despesas. A explicação passa, quase sempre, por gastos desnecessários com contratações caras e imprestáveis. Nestes últimos anos de glorias esportivas, o Inter transformou a venda de jogadores em receitas ordinárias. Quando não vende, entra em crise financeira. Aod Cunha foi contratado para suprimir esta lógica. Tentou enquadrar o clube à condição de empresa mas saiu escorraçado pela incompreensão amadora dos dirigentes. Aod pretendia libertar o clube desta nefasta necessidade de, todos os anos, ter que vender suas estrelas. Não conseguiu. Giovanni Luigi, presidente da hora, anuncia que as finanças do Inter estão no limite. Até dezembro, poderão ocorrer atrasos em alguns pagamentos. Depois, terá que acontecer a venda de Leandro Damião ou Oscar. Não tem jeito. A situação é quase inverossímil, considerando que o Inter tem, hoje, um dos quadros sociais mais numerosos do mundo. As receitas com a televisão também engordaram bastante nos últimos tempos. Mesmo assim, a necessidade de negociar craques segue igual a que se verificava quando o número de sócios era 10% do atual e a TV pagava menos. O Inter mantém uma equipe cara que, dentro do campo, não expressa os investimentos do clube. Começam aí as explicações. O Inter gasta muito com contratações de qualidade duvidosa. Não seria difícil implantar uma política racional de gastos, sem comprometer a qualidade do time. Impossível. Não permitiram que Aod Cunha, conceituado economista, saneasse os gastos do Inter, permitirão que Luigi o faça?

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Politicagem atrasa a vida da Dupla

29 de setembro de 2011 24

Este blog recebeu e repassa e-mail enviado pelo torcenauta Leo Lewgoy no qual ele lamenta que a política provinciana de Inter e Grêmio e o amadorismo dos dirigentes estejam atrasando o desenvolvimento dos dois grandes clubes:

“Caro amigo Wianey!

Li, sábado, a tua coluna, gostei muito, tanto que me inspirou ate escrever o que segue:

Sou um estudioso do Marketing esportivo e principalmente do São Paulo e do Corinthians, por conhecer o Luiz Paulo Rosemberg, vice do clube da Fazendinha.

Guardada as proporções de um Estado e de outro, cheguei a conclusão que enquanto existirem dirigentes da Dupla que não permitam a cor azul ou vermelha em seus uniformes, vide as cores da Coca trocadas do vermelho por preto e o Banrisul azul por branco, o bairrismo nunca vai ultrapassar Criciúma e permitir que a marca Grêmio ou Inter chegue com força aos grandes Centros do País. Sempre seremos chamados de “os Clubes do Sul”.

Os Vices de Marketing da dupla apesar de suas comprovadas competências, ficam sujeitos as decisões amadorísticas de dirigentes que lidam com a paixão e não com a razão. Enquanto o São Paulo construiu e já faz anos um moderno centro de fisioterapia, um dos mais modernos do mundo, onde se tratam atletas de toda America Latina e que trazem grandes rendimentos ao clube, o meu colorado e o clube da Azenha colocam fortunas em atletas que fazem o come e dorme diário. Não é de hoje, mas há mais de 10 anos que a política de contratações está equivocada porque 10 meses de salário de um Wilson Matias ou de um Gabriel pagam a construção de um Centro desses. Indago: o lucro é de quem? E o prejuízo fica com o Clube e conseqüentemente com seus sócios

O Rio Grande do Sul está ao lado do MERCOSUL e possui profissionais nesta área seguramente entre os melhores do MUNDO . Enquanto o São Paulo e o Corinthians arrecadam e cobram fortunas por um camarote, negociam com grandes empresas e até vendem jogo a jogo, vendem poltrona a poltrona individualmente, nossos clubes cobram uma ninharia e não valorizam a área mais nobre do estádio, entram nas dependências dos camarotes, sem nenhum controle apurado, onde o ingresso é individual o que deveria por conseqüência ser valorizado.

Enquanto os clubes paulistas investem em shows internacionais, os nossos clubes não permitem que se pise no gramado, destinado exclusivamente ao futebol. Áreas nobres como o gigantinho são alugados para shows por pequenos valores fazendo a alegria das produtoras de shows.

Hoje circulam pelos dois clubes mais de 2 mil pessoas diariamente e o que fica de receita para o clube? É inconcebível que clubes um com quase e outro com mais de 100 mil sócios, fiquem presos as tradicionais cornetas de dirigentes amadores. Por que não criar uma central de visitas que colocasse pacotes a disposição dos visitantes dos 2 estádios?

A política clubística atrelada a vaidade de nossas dirigentes ainda vai trazer grandes prejuízos aos nossos dois clubes. No caso do Inter é flagrante que enquanto ocorreu a união política de todos, ganhamos tudo. Nenhum treinador ganhou tudo, mas ganhou tudo o que foi possível a equipe de trabalho, até que a cisão das ultimas eleições que por vaidades afastaram colorados competentes e que desenvolviam um trabalho com muito profissionalismo.

Isto é comprovado com o episódio Mazembe (a direção já estava dividida antes dos jogos do Mundial) onde as discordâncias eram gritantes e agressivas e as vaidades aguçadas entre os dirigentes.

Todos sabemos que num Estado dividido em um eterno Gre-nal a união de ambos é necessária vide as negociações do Gauchão. Chega de projetos teóricos, nada sai do papel em nosso clubes em nome das políticas clubísticas. O que um grupo cria o outro destrói, não concretizando projetos já elaborados.

A rivalidade é saudável! Há crescimento, mas acredito que daqui alguns anos isto não será mais possível e ai os clubes vão viver do que? Novamente da ação entre amigos. Ambos estão entregando suas receitas para os próximos 20 anos para quem? Em nome de 4 jogos do Mundial ?

Nossa sorte é que Flamengo e Corinthians ainda dormem e não acordaram na questão do quadro social.

Como previa Napoleão e já está acontecendo….:

Quando os amarelos (chineses etc…) acordarem o mundo irá tremer!!!

Não sou Napoleão, mas digo: acorda Dupla Gre-nal!

Abraços

Leo Lewgoy

Sócio e conselheiro colorado”.

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A primeira grande vitória de Mano Menezes

29 de setembro de 2011 24

Enfim, vitória sobre uma seleção tradicional. Mesmo que Brasil e Argentina não contassem com jogadores que atuam na Europa, principalmente, tratava-se de um dos maiores clássicos do futebol mundial e o Brasil venceu, sem merecer questionamentos.

O time de Mano Menezes foi superior e o jogo teve em Bruno Cortez, lateral-esquerdo, a melhor figura do jogo. Participou dos dois gols brasileiros. Neymar alegrou a torcida com dribles surpreendentes e marcou o seu gol. Lucas também fez o seu. E Mano festejou sua primeira grande vitória.

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Mário Fernandes perdeu o avião, só isso

28 de setembro de 2011 29

Sei o que o mundo sabe, que é o que está escrito nos jornais e é falado nos sites, rádios e televisões. Mário Fernandes estava entusiasmado com a convocação. Após o jogo em Florianópolis, falou sobre a viagem que faria para Belém, na manhã seguinte, sem demonstrar qualquer contrariedade. Familiares, amigos e companheiros de time manifestaram-se espantados com a sua repentina e inexplicável decisão de não se apresentar a Seleção Brasileira. Mas, fala-se muito que Mário Fernandes desembarcou em Porto Alegre, domingo à noite, e rumou para uma casa noturna de onde teria saído quando o avião já estava muito longe de Porto Alegre. E como noitadas exigem tempo de recuperação, decidiu não viajar, nem mais tarde, para Belém. Se houvesse grande interesse jornalístico – não há e nem deveria haver – bastaria uma investigação simples e rápida para apurar os fatos que envolveram Mário Fernandes na madrugada de segunda-feira. Não sei, contudo, se deixar o caso sem explicação razoável, beneficia o jogador. Como está colocado para a opinião pública, ele teria cedido a problemas particulares e/ou estava sob forte estresse e sem condições psicológicas, conforme informou a sua assessoria de imprensa. Penso, seriamente, que admitir ter havido um deslize comportamental, compreensível e aceitável para quem tem 20 anos, seria bem menos danoso do que passar a idéia (falsa, acredito) que o garoto, de tempos em tempos, entra em parafuso. E faz bobagens.

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Copa no Brasil e o país não tem Seleção

28 de setembro de 2011 13

Brasil e Argentina decidem esta noite uma competição de dois jogos que nada representa, fora o dinheiro que irá para os cofres da Conmebol, CBF e AFA. Esta, entretanto, não é a pior notícia. Muito mais preocupante é o fato de o Brasil não ter ainda sequer um arremedo de seleção. Mano Menezes é visto em cartazes espalhados pelo país onde se lê: seja como Mano Menezes, faça a renovação. Mas que renovação? Com jogadores que serão veteranos em 2014? Cada jogo da Seleção Brasileira apresenta uma convocação diferente da última. Não se identifica nem um esquema tático que represente a convicção do treinador. E o que é mais preocupante: como anfitrião da próxima Copa, o Brasil não participará das Eliminatórias. Quer dizer, não será testado. Vamos viver de amistosos, até 2014. Que destino atrapalhado. Quando o Brasil se prepara para sediar a competição mundial corre o risco de não ter uma seleção que mantenha os brasileiros interessados até o final do torneio.

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Adeus Escurinho, amigo e ídolo

28 de setembro de 2011 25

Minha carreira de repórter esportivo começou em meados dos anos de 1970. Destacado pela TV Difusora, hoje Bandeirantes, para fazer a cobertura diária do Internacional, desfrutei o privilégio de conviver com um time de craques e personalidades. Entre todos, o mais luxuoso reserva da história colorada: Escurinho. Cabeceador implacável, o atacante inflamava metade do estádio e calava a outra parte quando, em Gre-Nais, aquecia na beira do gramado para entrar no clássico. Eram momentos de delírio dos colorados e graves apreensões dos gremistas. Escurinho entrava e, quase sempre, marcava gol de cabeça. Em 1976, contra o Atlético Mineiro, Beira-Rio, pelas semifinais do Brasileiro, participou daquele que viria a ser o gol mais bonito da história do Inter e, talvez, do futebol brasileiro. Uma tabela perfeita de cabeça com Falcão e, já terminando o jogo, o gol que colocaria o Inter na final daquele campeonato. Escurinho era assim: entrava e decidia. Fui amigo e conheci a intimidade da sua família. Morava em um apartamento modesto, na Silveiro, colado ao lendário Estádios dos Eucaliptos. Ninguém era recebido na casa de Escurinho sem ser agraciado com uma apresentação de canto e violão. Escurinho amava o samba. No seu roupeiro, dezenas de ternos bem cortados, pois Escurinho era um homem elegante. Ontem, esta figura fantástica deixou este nosso mundo, agora bem mais triste. Dario chorou ao ser informado da sua morte. Recebi a notícia pela rádio Gaúcha. Estava em trânsito. Precisei parar no acostamento para me recuperar e seguir meu caminho. Escurinho viveu muito menos do que deveria. Tempo suficiente, porém, marcar a sua passagem e gravar sua imagem no coração de amigos e torcedores. Faça uma boa viagem, amigo Escurinho. Vai-se a matéria, mas permanece o sorriso aberto e a lembrança de um coração bondoso e leal. Adeus, amigão.

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Veja gol de cabeça do meio do campo

27 de setembro de 2011 6

É quase inacreditável, mas aconteceu domingo, em jogo pelo Campeonato da Noruega. O norueguês Jone Samuelsen, do Odd Grenland, primeira divisão, acertou uma cabeçada a mais de 50 metros do gol. O goleiro do adversário, o Tromsoe, tinha dado uma de Rogério Ceni e ido à área adversária para tentar fazer o gol que empataria o jogo. Vejam o gol e acreditem:

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Mário Fernandes tem inimigo na trincheira

27 de setembro de 2011 40

Este blogueiro não se anima a formular uma opinião sobre o que teria levado Mário Fernandes a rejeitar uma honrosa e valorizadora convocação da Seleção Brasileira. Trata-se de uma decisão tão irracional, aparentemente, que exigiria explicações detalhadas que, talvez, nem o jogador possa oferecer. Mas, sobre a nota oficial emitida pela assessoria de Mário é possível, sim, comentar e lamentar. Lá pelas tantas, os redatores resolveram justificar a decisão do jogador alegando que o mesmo enfrentava “forte estresse e estava sem condições psicológicas” para se apresentar à Seleção. Se queriam expor Mário Fernandes à opinião pública, não poderiam ter feito melhor. A nota oficial é inequívoca ação de inimigo na trincheira. Do Mário, claro.

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Felipão não rasga dinheiro

26 de setembro de 2011 21

Celso Roth dispensou o convite do Grêmio para tratar da renovação do seu contrato, agora. Prefere esperar o final do Brasileiro para conversar sobre o assunto. Sobre este tema, escreve o torcenauta:

“Bom dia Wianey!

Li a notícia que a direção do Grêmio pretendia já acertar com Celso Roth a renovação de seu contrato para 2012. O treinador, estrategicamente e acertadamente, teria dito que só aceitaria negociar no final do ano, quando o mercado de trabalho se abriria ao mesmo.

Esta informação, a meu ver, demonstra ou falta de convicção da direção gremista, ou falta de planejamento a longo prazo, pois, se entendiam que Celso Roth seria um treinador para um trabalho além de livrar o Grêmio do risco de rebaixamento, por que não fizeram um contrato mais longo? Se entendiam que sua missão seria somente garantir a permanência do Grêmio na série A (tal vem se concretizando, e tenho certeza que assim continuará!), por que pretendem renovar com ele?

O trabalho do Roth não precisa ser experimentado pela direção gremista, ela já o conhece há tempo. Ele está executando de forma satisfatória, a meu ver, o serviço para o qual fora contratado, repito, livrar o Grêmio do rebaixamento.

Penso que o treinador do Grêmio para 2012 está caindo de maduro: Luis Felipe Scolari. Permanece no Palmeiras somente porque o clube não teria quem contratar caso demitisse o técnico, exemplo de outros clubes (Flamengo, por exemplo). Outros treinadores seriam apostas, provavelmente a um custo alto, e Roth, acredito eu, trilharia o mesmo caminho que percorreu em outros tempos no próprio Grêmio: em abril estaria sendo demitido e o clube, além de pagar milhões pela rescisão, precisaria encontrar num mercado restrito um treinador que botaria o time nos trilhos novamente.

Abraço

Maciel Schaumloeffel

Dois Irmãos/RS”.

Opinião do blogueiro: é provável, sim, que se repetisse o que vem acontecendo na vida profissional de Roth: alguns meses de trabalho e rescisão do seu contrato. Mas, sobre uma hipotética contratação de Luiz Felipe Scolari, que anda desgostoso no Parque Antarctica, é preciso considerar dois aspectos inafastáveis:

1) Nem o Felipão consegue montar um time vencedor se não contar com ótimos jogadores;

2) Este treinador jamais foi visto rasgando dinheiro. O que lhe paga o Palmeiras, clube algum do RS poderia pagar.

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Cartão amarelo ajuda o Grêmio

26 de setembro de 2011 10

Terminado o jogo de domingo, na Ressacada, Celso Roth não economizou elogios para Gilberto Silva, embora o volante tivesse tido um desempenho apenas razoável. O treinador, na sua carreira, tem privilegiado a escalação de jogadores experientes em desfavor de jovens. Neste caso, porém, o Grêmio foi salvo pelo terceiro cartão amarelo recebido por Gilberto Silva, que garante a volta de Fernando, mais rápido e mais dinâmico. Não fosse a punição do veterano volante, seria sério e real o risco de Fernando ficar na reserva e Gilberto Silva no time.

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Vitória, apesar da teimosia de Roth

26 de setembro de 2011 30

Empolgado pela vitória, Celso Roth voltou a mirar o título. Evidente exagero. O treinador gremista manteve o mesmo esquema tático dos últimos jogos, apenas com André Lima no ataque. O resultado foi a reiteração de muitos toques de bola inofensivos e o isolamento do centroavante. Mas, tudo indica que Roth se manterá fiel a sua biografia de insistências contra todas as opiniões.

Mário Fernandes marcou o primeiro gol do Grêmio, embora tivesse a orientação de apoiar menos e marcar mais, deixando com Júlio Cesar a prerrogativa de avançar com mais frequência. Em outros tempos, os treinadores simplificavam pedindo que um lateral ficasse quando o outro apoiasse. Não é recomendável que se prenda Mário Fernandes no campo defensivo, desperdiçando as virtudes técnicas, extremamente úteis quando está no ataque.

A vitória do Grêmio foi o resultado buscado, mas o desempenho do time foi sofrível. Sobreviveu a insistência de Celso Roth em jogar com um atacante, apenas. Nenhuma novidade. Mesmo que o mundo peça, Roth não mudará o esquema. Ele é assim e não mudará.

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Estrela de Dorival garante vitória

26 de setembro de 2011 34

Dorival Júnior fez substituições nada ortodoxas. Andrezinho saiu para a entrada de Delatorre, mudando o esquema e buscando melhorar a força ofensiva do Inter. D’Alessandro, melhor jogador em campo, acabou substituído por Ricardo Goulart. A troca de Oscar por Fabrício foi recebida com vaias, mas, nesta decisão, brilhou a estrela do treinador. Na sua primeira participação, Fabrício fez o gol da vitória.

O árbitro auxiliar, no Beira-Rio, promoveu uma grande confusão ao anular o gol de Fabrício, alegando impedimento do jogador colorado. A jogada foi legal. Além de Fabrício sair de posição boa, a bola foi desviada pela cabeça de um zagueiro atleticano, confirmando a legalidade do lance. O árbitro confirmou o gol. Certo.

Com menos de dois minutos de jogo, a bola foi passada para . O centroavante colorado estava sozinho, sem marcação. Tentou dominar, mas pisou na bola e caiu. Bem acompanhado, é insuficiente. Sozinho, na frente, as suas dificuldades se tornam insuperáveis. Mas Dorival insiste no esquema.

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Gremistas à beira de um ataque de nervos

23 de setembro de 2011 90

A derrota para o Botafogo, em pleno Olímpico, derrubou o ânimo da torcida gremista. Leiam o que torcenautas estão escrevendo:

“Olá Wianey.

Sou Gremista e resido em Caxias do Sul. Sempre acompanho meu time e vivenciei aqueles anos de glória da década de 90. Me ajuda entender como um clube do tamanho do Grêmio pode permanecer por tanto tempo sem um título de peso. Me ajuda entender porque nenhuma direção teve competência para formar um time capaz de GANHAR pelo menos a metade dos títulos que o Fabio Koff conseguiu para o Grêmio ( será que ele tinha dinheiro demais pra gastar ou foi compêtencia de contratar o jogador certo para cada posição ?).

Olha eu já estou cansado de ver tanta incompetência e má administração do nosso clube por todos esses anos. Essa é a verdade. Futebol não é tão difícil de se fazer, não precisa ser CDF. É simples.

Por favor avisa os dirigentes do Grêmio que eu vou de graça ajudar a contratar jogadores de qualidade e nem tão caros. Inclusive acho que gastaria menos do que eles. Jogador NÃO SE CONTRATA PELO PASSADO, MAS PELO QUE ESTÁ FAZENDO AGORA, POIS NÃO SE VIVE DO PASSADO.

Não dá pra entender, pois parece que os dirigentes gostam de fazer bem ao contrário do que os torcedores esperam. Paulo Odone precisa ir cuidar da política, misturar as coisas é erro, sempre foi. Ouço as entrevistas dele e é pura resignação e conformismo, sempre. Não dá, por favor……..chega.

O Inter passou as décadas de 80 e 90 num período desgraçado, nasceram só em 2006 e acho que os dirigentes gremistas que se amontoam sucessivamente nos cargos querem superar os mais de 20 anos de sofrimento dos torcedores colorados, mas o que é isso? Tem que ter um basta. Parece palhaçada, acham que o torcedor é idiota, tapado….que não percebe as também sucessivas formações de times que antes de começar qualquer campeonato  facilmente se conclui que NÃO GANHARÃO NADA, SÓ DISPUTARÃO. Paulo Santana que diga, será que é pessimismo ou é a mais pura verdade sendo predita (nos ultimos anos fazer previsão para o Grêmio seria lucrativo – “só vai disputar e não vai ganhar nada de novo”), pois qdo acabam os campeonatos se fica muito feliz com uma vaguinha para o torneio do ano que vem que VAMOS DISPUTAR, HEHEHEHEHEHEHEHE……

Mas era isso, é tarde e amanhã tenho que trabalhar e carregar o fardo de ver o MEU CLUBE DO CORAÇÃO SENDO TRATADO E ADMINISTRADO DESSA FORMA por todos esses anos.

Abraço

Danilo Krüger – Farmacêutico

Obs: escuto o sala de redação quase todos os dias”.

Mais este:

“Olá wianey, é com triste pesar que te escrevo, sou um gremista apaixonado que choro sempre que o meu time ganha e também choro quando meu time perde.Não sou gremista de oportunismo que só aparece quando o time vai  bem estou sempre ali no mesmo bar olhando o jogo nas horas ruins  e boas. Moro em Venâncio Aires capital do chimarrão e também dos gremistas, nunca vi uma cidade com tantos gremistas como em Venâncio Aires.
Mas, como relatei antes, é com triste pesar que te escrevo hoje, muito triste e chateado por mais um tropeço do meu Grêmio, pois veja bem, não consigo visualizar uma equipe com apenas um atacante, apesar de achar André Lima um matador nato, aquele cara que tem uma chance e faz o gol assim como Loco Abreu hoje fez contra nós. Mas como pode o nosso guerreiro imortal fazer gol se a bola não chega pra ele? Eu tenho certeza que o senhor nesses  tantos anos de carreira já viu muitas coisas no futebol, mas por favor, me indique um time de futebol que jogasse com três meias e apenas um  centroavante e que conseguisse obter êxito? Me diga um time que tenha somente uma jogada, ou seja, apenas do lado esquerdo da campo, tendo em vista que no jogo contra o Vasco essa jogada já estava manjada e o nosso lateral não conseguiu sequer passar do meio campo? Hoje com Bruno Colaço, que diga-se de passagem é apenas um jogador de  mediano para baixo não conseguiu nem mesmo cruzar uma bola na área?
Diga-me Wianey, não seria falta de estratégia do nosso treinador, que tem somente uma jogada nesse time, vamos analisar o jogo contra o Vasco, sabendo que o time carioca estava embalado, não era a hora de sacar um meia colocar um volante e cobrir a lateral esquerda sabendo que o lado direito do Vasco era o lado perigoso? Não seria a hora do intervalo do jogo de hoje (ontem) quando o meio campo lento do grêmio clamava por ofensividade, sacar Marquinhos e colocar Miralles para “agredir” um pouco mais a mediocridade do Botafogo?

Pelo amor de Deus, será que vamos ter que aguentar essas “patifarias” de Celso Roth até o fim do ano ficando a mercê de homens como Pelaipe que dizem que em um dia  contratarão um centroavante e me aparecem com Brandão?

Wianey, eu sei que o senhor é um homem ocupado e deve receber centenas de e-mails como o meu , mas me responda uma coisa… será que eu estou tão errado assim ou é o meu fanatismo tricolor e  minha aversão a Celso Roth que não me deixam ver as coisas de uma maneira diferente?
ABRÇS, CARLOS BECKER, UM GREMISTA QUE SOFRE”

E mais este:

“O Grêmio pena por causa do seu treinador. O time teve mais posse de bola e dominou o campo do adversário, contudo não tem força ofensiva, nem poder de finalização. O esquema rothiano (cinco no meio e um grandão na frente) já deu diversas provas, em diversas equipes diferentes, de que não serve para uma longa competição. O Grêmio perdeu a chance de se recuperar no campeonato, por causa de seu treinador, e perderá a chance de planejar o próximo ano, por culpa do presidente Odone, que continua insistindo em um profissional limitado. Atenciosamente: David Corrêa Dória”.

Nada a acrescentar nem a suprimir”

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