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Racismo? Zé Roberto mente

24 de janeiro de 2012 31

Zé Roberto desembarcou em Salvador denunciando que deixou o Inter porque o seu filho foi vítima de racismo em uma escola de Porto Alegre.

Não é verdade.

O jogador não deixou o Beira-Rio por vontade própria. Foi dispensado porque abusava de noitadas e cachaçadas. Certa vez, estava tão embriagado que colidiu o seu automóvel contra outro que estava parado.

Quanto ao episódio citado pelo jogador, algo aconteceu, sim, mas nunca restou esclarecido que tenha sido caso de racismo. A criança estava com um desarranjo intestinal e sujou as calças. A professora não a teria atendido por estar próximo o fim da aula, atitude contra a qual se rebelou a esposa de Zé Roberto. Foi, provavelmente, reprovável omissão da professora mas não há registro que tenha sido provocada pelo fato de a criança ser negra.

Enfim, a alegação de Zé Roberto é apenas uma maneira de esconder o seu péssimo comportamento profissional, enquanto esteve no Inter. Aliás, repetindo o que já acontecera na sua vida, antes de se mudar para Porto Alegre.

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Comentários (31)

  • João Carlos Paz de Oliveira diz: 24 de janeiro de 2012

    Wianey! Não vamos ser injustos com o Zé Roberto, ele á princípio frequentava os bares a noite para esquecer, numa dessas noites ele bebeu demais e esqueceu o seu futebol, só que por muito azar dele, não lembra o nome do bar, porisso que ele continuou frequentando a noite, e foi visto em muitos bares na vã esperança de encontrar o seu futebol parece que até hoje não conseguiu encontrar, portanto, se alguém encontrar, vamos ajudá-lo, mande para ele no endereço do time do Bahia.

  • Dazarabia diz: 24 de janeiro de 2012

    Cumprimentos pelas informações, agora falta o Inter explicar por que o jogador não foi punido por essas falhas graves no ano passado quando mais o time precisava recompor o setor ofensivo após a lesão do Damião, as convocações do Oscar e a falta de efetividade (para não dizer, de futebol) do Jô, depois também lesionado? Penso que está faltando à Direção Colorada maior rigor na orientação aos seus atletas. Uma coisa é sair para jantar, beber um vinho ou cerveja socialmente, agora sair de noitada embriagado, bater o carro e nada acontecer, é falha de quem comanda e não pune.

  • Julio Garcia diz: 24 de janeiro de 2012

    Se o Inter teve seu nome envolvido, e teve, deveria tomar as providências juridicas pertinentes pois a mesma restrição que é devida ao Inter em não “expor” a imagem do referido “atleta” ao ridídulo público por seu mau comportamento profissional, ampara o Inter em não ver seu nome, pelo menos, referido em motivos que levaram este tal “atleta” a deixar Porto Alegre. Cidade que, ressaltemos, é totalmente liberal quanto ao convívio multiracial.

  • Rodrigo diz: 24 de janeiro de 2012

    Por que será que esses episódios comportamentais só aparecem depois que o jogador sai do Inter.

  • Itamar diz: 24 de janeiro de 2012

    Muito complicado isso. Que Zé Roberto nunca foi exemplo de profissionalismo, apesar de jogar bem futebol, isso é verdade. Se isso realmente for verdade, que o seu filho teve um desarranjo e não pode ir ao banheiro, é muito provável que não tenha sido por ele ser negro. Mas como ninguém estava la, só quem pode dizer é o filho dele.
    Olha, eu sei de casos e conheço pessoas que ja tentaram tirar vantagem ou bancar o coitadinho por ser negro. O que tem por baixo da pele é igual a todos os sere humanos. Ninguém é diferente de ninguém.
    Racismo é burrice e atraso de vida, assim como se dizer injustiçado por ser negro, amarelo, pardo, índio ou branco pobre, quando muitas vezes é por pura falta de competência.
    Assim como eu acho injusto cotas pra negros, índios, etc…, em faculdades e cargos públicos.
    Isso porque, repito, ninguém é melhor que ninguém.
    Negros não são inferiores a brancos e vice-versa.
    Se tiver que haver cotas tem que ser por renda familiar.
    Tive colegas negros (filhos de desembragadores e médicos) em cursinhos pré-vestibular (que eu pagava com o suor de meu trabalho, diga-se de passagem) se candidatando as cotas, tirando a vaga de quem realmente precisa.
    Isso tem que acaba. Chega de racismo e injustiças.

  • jose diz: 24 de janeiro de 2012

    É isso ai ele não joga nada tem maus comportamentos e agora vai falar bobagem, jogar ele não joga mais ta gordo, fora de forma a hora dele ja se foi, adeus para os gramados pra ele.

  • Bruno Pizzi diz: 24 de janeiro de 2012

    Foi um erro ter contratado ele. Além de nao ser profissional, prejudica o time com suas atitudes. Agora, vai dizer isso pra um dirigente cabeça dura de um time de futebol! É a mesma coisacom treinadores, sempre os mesmos. Fazer sempre a mesma coisa e esperar um resultado diferente é burrice.

  • Leonardo diz: 24 de janeiro de 2012

    Se estas informações que destes forem comprovadas não seria o caso de um processo contra o jogador? Pois ele está banalizando o racismo e se usufruindo de algo totalmente abominável para justificar seus desvios profissionais.

  • Antonio Roberto Vigne diz: 24 de janeiro de 2012

    Só tenho um questionamento, que pode gerar algumas perguntas. Porque só agora ele fala isto? Porque não falou antes? O que ele ganha dizendo isto agora somente? Racismo é crime inafiançável, mesmo no Rio Grande do Sul! Porque então ele simplesmente não usou de seu direito e dos inúmeros órgãos e movimentos ativistas aqui existentes para se defender, além da justiça que ficaria a seu favor nestes casos? Sabem quando algo está mau contado?! Pois é acredito mesmo que houve racismo e xenofobia, mas não dos outros sobre ele! Esta é a minha opinião!

    Antonio Roberto Vigne – Coordenador do Grupo Sport Club Internacional no Facebook (grupo de torcedores, não oficial)

  • Ivan diz: 24 de janeiro de 2012

    Sou gremista, ontem hoje e sempre, mas creio que as coisas devem ser vistas conforme a realidade, tanto de um lado como de outro. Esse Zé Roberto foi parar no bahia por pura incompetencia dele, pois deve oportunidades no time deles e não aproveitou. É da mesma laia do Carlos Alberto, a diferença é que o outro ainda joga um pouco melhor. Espero que respeite o Rio Grande do Sul que te aquentou.

  • Carlos Xavier Rosa diz: 24 de janeiro de 2012

    Tu está por dentro dos fatos sr. Wianey.
    Quisera voçê também falasse com tanta propriedade sobre futebol.
    E por quê não pode ter havido crime de racismo ?
    Achas que isso não acontece na tua cidade ?

  • Zé Carpes diz: 24 de janeiro de 2012

    Wianey, me permitas que te cumprimente pela coragem de dizer o que todos (ao que eu saiba) os formadores de opinião estão omitindo, para não dizer outra coisa. É essa postura, corajosa, que consolida o conceito profissional de um Jornalista, com J maiúsculo.

  • Foi ao mundial garfando jogo contra o Nacional(URU) diz: 24 de janeiro de 2012

    Maior papo furado deste jogador, ele foi dispensado pelo Inter
    pelo seu mau comportamento.
    E agora fica denegrindo a imagem dos gaúchos.

  • Tiago diz: 25 de janeiro de 2012

    Caro Wianey,
    Duas questões: 1º) O Inter fez um excelente negocio. 2º) O Dnipro não quer fazer.
    Giuliano não vale tudo isso, mas se o clube(Dnipro) não esta em crise financeira, porque rasgaria dinheiro vendendo por menos do que pagou?

  • Cristian diz: 25 de janeiro de 2012

    Caro Wianey,

    Leio assiduamente seu blog e geralmente concordo com suas opiniões, mas me permita descordar desta vez. Você pode até criticar as atitudes profissionais do Zé Roberto, mas não defenda que o filho dele não tenha sofrido rascismo e isto tenha sido uma motivação para ele ir embora.

    Sou gaúcho e adoro o meu estado, mas temos que admitir que o racismo aí é forte sim, mais do que em qualquer outra parte do Brasil. Sou do interior do RS e sei bem que existe racismo; em alguns lugares se a pessoa é morena é tratada diferentemente. Geralmente não pelos professores e pessoas mais esclarecidas, é claro, mas pelos coleginhas do colégios e algumas vezes até por outros adultos.

    Caiamos na realidade, no nosso estado temos até grupos comprovados de neonazistas!!

    Isto tudo é fruto de uma educação depauperada e deficiente que enfrentamos a muito tempo. Ja passei um bom tempo na Dinamarca com minha esposa que é mulata e agora vivo nos Estados Unidos e digo que os países mais desenvolvidos do mundo não tem este tipo de mentalidade que vemos ai no RS neste e em outros aspectos sociais importantes.

    Acho que deveriamos nos fazer esta autocrítica e tentar mudar certas coisas se realmente achamos que o RS é um lugar especial e que o povo tem mais valor. Certas atitudes que temos ai não são dignas do nosso hino e fechar os olhos para estes problemas é só mais um indício de que estamos indo para o caminho errado.

    Deveríamos estar extremamente preocupados com o que o Zé Roberto está falando, não pela imagem do nosso estado lá fora, mas pelo nível de educação e instrução do nosso povo. Se o Zé Roberto é isso ou aquilo é outra história, mas não escondamos atos de preconceito atras das atitudes erradas que o Zé Roberto possa ter tido.

    Abraços

  • Cristian diz: 25 de janeiro de 2012

    Correção: Discordar. Perdão, mas morando fora as vezes cometemos essas gafes horriveis do português.

  • Benedito diz: 25 de janeiro de 2012

    Wianey, eu acho que esse negócio de racismo deveria ser abolido na imprensa. O racismo é crime e, portanto, caso de policia. Se alguem provar que foi vítima o agressor certamente terá que pagar. Agora falar, e a imprensa divulgar, é somente questão de querer aparecer. Quem acusa (ou insinua) sem provas, também deveria sofrer as consequencias.

  • Robson diz: 25 de janeiro de 2012

    Lamentável, que um caso como esse aconteça ainda no Brasil, sabemos que existe sim o racismo a “Moda Brasileira” mais a atitude do Zé Roberto em levar um assunto que não é verdade, somente surge para aumentar o preconceito, moro no Paraná a 3 anos, sou negro também, e sei que existe o racismo, mesmo que não esteja escancarado, mais isso não faz com que minha educação e o respeito que meus pais me deram mude.. cada um sabe qual a tua índole e teu caráter, e não é qualquer ato de descriminação que vai mudar, o principal preconceito acontece mesmo na cabeça dos próprios negros, que na maioria das vezes gostam de levar esses fatos “mentirosos” como fez Zé Roberto, espero que o fato do preconceito não tenha acontecido mesmo, mais misturar isso com o profissional é absurdo ainda mais nas proporções que tomaram…eu aposto que o Estado da Bahia, deve ter visto a noticia com profunda indignação, porém, se vissem esse artigo saberiam qual a verdade do fato.

  • Samuel Ritter diz: 25 de janeiro de 2012

    Esse mesmo jogador acusou a torcida gremista de racismo, mas daí todos os comentarias esportivos saíram em defesa dele. Agora ele ofende todo o Rio Grande do Sul, daí começaram a perceber o caráter desse jogador. Racismo é a desculpa da moda, visto aquele elemento em um certo programa de televisão, que foi acusado de estupro (inclusive acho que ele é inocente da acusação) e alegou racismo, como se tivesse alguma coisa a ver. Racismo e homofobia são os assuntos da moda, pois transformam qualquer transgressor em vítima. Penso que a imprensão, de um modo geral, precisa rever o ibope que dá para essas acusações.

  • Samuel Ritter diz: 25 de janeiro de 2012

    Ao senhor Luiz, que reclamou da exposição da família do Zé Roberto, digo que este “atleta” expôs TODO O RIO GRANDE DO SUL com a afirmação que fez. Eu, como gaúcho que sou, fiquei muito ofendido com essa afirmação e acho que qualquer exposição desse mal caráter chamado Zé Roberto, É POUCO!!! Esse jogadorzinho medíocre é que deveria pensar duas vezes antes de usar o filho e os cidadãos gaúchos como desculpa pelso seus atos irresponsáveis.

  • Francisco Ximenes diz: 25 de janeiro de 2012

    “reprovável omissão da professora mas não há registro que tenha sido provocada pelo fato de a criança ser negra.” Linda frase, mas me digam, quando é que que existe evidência objetiva de racismo? Este texto por exemplo, tem algum tipo de racismo? Claro que não, não há registro!

  • Gabriel diz: 25 de janeiro de 2012

    Pode ter havido racismo sim, ninguém aqui pode julgar, ninguem estava lá presenciando o fato. Vão dizer que no Olímpico não teve racismo tambem? mais de mil pessoal imitando um macaco “uh uh uh” enquanto o negão aquecia. eu tava lá e vi e ouvi.

    Mas não foi por isso que ele saiu do RS, ele queria ficar no Inter, o Inter não quis ele pelo sei péssimo comportamento, mas isso é outra história.

  • rodrigo diz: 25 de janeiro de 2012

    Bom tenho toda a certeza que realmente o filho dele deve ter sofrido algum ato racista. Não adianta a imprensa tentar esconder o sol com a peneira pois, sabemos que infelizmente o nosso estado junto com Santa Catarina são os que acontecem as maiores manifestações de racismo. Negão , macaco, preto, black entre outras são manifestações comuns em escolas de todo o RS e digo mais não somente em escolas mas de um modo geral em quase todos os locais negros, pardos e indigenas sofrem racismo diariamente.É uma pena que um povo tão mesclado e politizado como o nosso ainda não conseguiu vencer estas barreiras.
    Sr. Wianey, ao invés de sermos bairristas ao extremo, temos de encarar estes fatos de frente e tentar mudar esta cultura que de todo é prejudicial para a imagem do povo gaúcho. Me orgulho de ser gaúcho, me orgulho de minhas tradições, me orgulho de minha terra mas disto eu não posso me orgulhar.
    Se este cidadão afirma ter sofrido alguma forma de racismo isto deve ser investigado e não escondido pois ai sim estaremos sendo tendenciosos e o pior seremos omissos!!!!
    Por favor use sua coluna para alienar e repudiar tais atos e não para agredir alguem que se está pleiteando uma ação não contra o verdadeiro povo gaúcho, que é conhecido pela hospitalidade, amizade honestidade e lisura mas sim, contra pessoas que não podem e não devem conviver com nossa sociedade.
    IGUALDADE…..
    HUMANIDADE…
    FRATERNIDADE!!!

    pRECISO DIZER ALGOMAIS???????

  • jo diz: 25 de janeiro de 2012

    wianey não confunda as coisas! Zé roberto se teve um comportamento anti profissional deveria ser punido dentro das normas do clube mas isto nada tem a ver com um suposto caso de racismo contra uma criança negra o que considero gravíssimo. se realmente houve a omissão da professora ela deve ser punida por este ato e , A POSTERIORI , ser julgado se isto teve uma motivação racista ou não. Não podemos , como tu fizeste , a priori inocenta-la ou condena-la por ser gaúcha senão cairemos num erro de pré julgamento. O racismo no estado do rio grande do sul tem raízes históricas muito sólidas assim como na Bahia , mesmo este estado sendo o de maior contingente de negros no país , já que o problema tem fundo na desigualdade social e esta é igual em qualquer parte deste país por isto a justeza nas cotas raciais que promoveram os negros a um status melhor na sociedade

  • AGUIAR diz: 25 de janeiro de 2012

    Valeu Wianey. Tu és um excelente jornalista por este tipo de atitude, ou seja, não tens receio de denunciar este tipo de jogador profissional que se presta apenas para macular o nome do clube por onde atua. Todo o jornalista que se preza, teu caso, deveria agir desta maneira, denunciando estes profissionais que recebem excelente salário, porém, não tem nenhum profissionalismo e respeito pela camisa do clube. Parabéns Wianey

  • Luiz diz: 25 de janeiro de 2012

    Parabéns Wianey: Você foi o único jornalista que disse a verdade nesta questão do Zé Roberto; a maioria já estava apoiando o “coitadismo” das alegações de racismo. O que motivou a saída do atleta do Beira Rio foi “halterocopismo”…

  • Samuel diz: 25 de janeiro de 2012

    Para Dazarabia:
    O Zé Roberto foi punido sim. A punição foi mandá-lo embora.

  • Gurgel Koch diz: 26 de janeiro de 2012

    Como todo jornalista independente e corajoso, Wianey não cede diante de uma inferência que pode ser apressada. Ponto para ele. Mas seria ainda preciso evitar uma relação de causa e efeito: no caso, o antecedente baladeiro (segundo o cronista, pouco profissional de Zé Roberto) vindo a explicar uma alegação (que se quer falsa) de racismo. A declaração de Zé Roberto exige uma investigação imediata.Ela não é possível? Não nos cabe dizer! O racismo, infelizmente, é a regra, não a exceção.
    Impregnado na história do país, com o RS não é diferente, o racismo invade mínimos atos de convivência. Eu perguntaria algumas coisas simples: a facilidade com que se armou uma vaia gigante (ou seria olímpica?) contra Ronaldinho se deve apenas a uma condenação maciça do seu presumido comportamento, na saída e na quase-volta, antiético no plano profissional?
    O racismo, na sua forma atual, não mais se concentra na exclusão explícita (acuada de um ponto de vista legal), mas se traduz, entre outras coisas, em demonstrações assimétricas de tolerância. É mais sutil, mais insidioso. A paciência com Carlos Alberto (ex-cruz-maltino) esgotou-se em três meses, já com Miralles e Escudero uma resignação esperançosa de mais de ano (nada contra os argentinos, toda crítica porém contra a mitificação do guerreiro branco do pampa). Vista grossa: não se fez nenhum reparo ao suporte explícito, por muito tempo, de Kaká ao mais suspeito “merchandising do transcendente” que já se viu no país. Por muito menos Ronaldinho caiu em desgraça. A fórmula simples, quase trivial, do racismo contemporâneo: se você é x (cor, raça …), já pode fazer tal ou qual coisa, mas com muito menos tolerância para qualquer desvio.
    De qualquer forma, só entramos neste combate com liberdade de pensamento, para tanto Wianey é um precioso aliado

  • ODILON diz: 26 de janeiro de 2012

    O certo q esse cara qdo o INTER precisou
    ñ pode utiliza-lo,demoraram muito pra
    mandar embora…

  • Adriano diz: 27 de janeiro de 2012

    Parabéns Wianey Carlet pela coragem e vergonha na cara de expor os fatos… essa é a primeira vez q não te chingo e te dou parabéns… A matéria que a Globo.com criou hoje cita o nome Rio Grande do Sul todas as vezes q fala em racismo. Não sei qual a intenção disso mas nos odeiam com certeza

  • Cassiano Silveira diz: 27 de janeiro de 2012

    Esse 0berto já inventou uma estória de racismo uma vez.
    Na ocasião, dirigentes do seu time foram seus advogados e a imprensa crucificou os supostos racistas…
    teriam sido os dois casos falsos vianei…
    A verdade sempre vem à tona…

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