O River Plate sem grife pensa, sim, em derrotar o Grêmio, mas não se atreve a confessar sua pretensão. Seu treinador ousa, no máximo, anunciar como superior objetivo não perder com diferença igual ou superior a dois gols e provocar o segundo jogo em Porto Alegre. Pode estar sendo humilde além da conta ou admitindo, simplesmente, uma desigualdade insuperável entre os dois times. Derrotar adversários como o River traz mínima glória, mas perder ou empatar com um rival tão inexpressivo incomoda e tira o sono. É como brigar com bêbado.



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