A política interna dos clubes de futebol são sempre marcadas por contrariedades. Vejam os casos de Grêmio e Inter e os seus estádios. No Olímpico, a forte oposição à troca do Olímpico pela Arena só arrefeceu quando as obras de Humaitá começaram e não havia mais qualquer possibilidade de recuo.
Porém, até hoje ouvem-se resmungos de quem desejava permanecer na Azenha. No Beira-Rio, não se extinguirá o movimento que pretendia reformar o estádio com recursos próprios, ainda que fossem excluídos equipamentos como edifício-garagem, cobertura, etc. Nos dois casos, os presidentes dos clubes, Paulo Odone e Giovanni Luigi, são apontados por seus opositores como mentores de maus negócios.
Esquecem, porém, que os projetos foram aprovados pelos conselhos deliberativos e os presidentes são apenas os seus executores. Grêmio e Inter são clubes democráticos. Deixam de sê-lo, contudo, quando os derrotados não admitem a vontade da maioria e seguem questionando o que foi decidido. Nesta etapa do processo, passam a atrapalhar e a priorizar os seus desejos em detrimento dos interesses dos clubes.



Ola, não pude deixar de comentar este texto, estádios novos? estou enganado ou esta sendo comparado um estadio novo do século atual, construído com o que existe de mais moderno para o atual padrão de engenharia com uma reforma/ampliação de algo com mais de 40 anos? pelo amor de deus né... tudo bem que querem apagar a fiasqueira de 270 dias, mas deixem a Arena fora disto!
Um abraço, do leitor
Felipe Deppermann
Economista
Nao acho que este jogo do river foi suficiente para tanto. Bertoglio como todo o time pouco jogou., principalmente souza, m antoni, m moreno, gabriel foram de baixissima atuacoes, entao, nao se pode crusificar o jogador.
Sr Felipe, o Beira Rio é mais antigo mas terá necessariamente o padrão Fifa, aliás há muito vem sendo reformado, modernizado. Está situado na área mais nobre e valorizada da Capital, tem história, alma, identidade, glórias inesquecíveis, e não precisará ser trocado por outro por ser viável sua reconstrução (a situação econômica do Inter é bem mais promissora, não requer barganhas comprometedoras de sua receita bruta por duas décadas) e para nós Colorados, ser escolhidos pela Fifa para MAIS UMA VEZ SEDIAR UMA COPA DO MUNDO, orgulha e exige muita responsabilidade, o Inter é hoje o Clube do RS mais importante, rico, conhecido e reconhecido mundialmente e com o maior patrimônio das Américas: o maior quadro social do Continente (torcedor é uma coisa, simpatizante é outra). Espero que a dor de cotovelo pela indiferença da Fifa à Arena do Humaitá não crie traumas nem sequelas emocionais na sofrida torcida dos Bi-Rebaixados, afinal a Artena OAS é só mais um Estádio no universo de 12 Cidades Sedes, o Maracanã, por exemplo, será bem mais importante, moderno e significativo, pois sediará jogos importantes da Libertadores e da Primeira Divisão, após a Copa, já o de vcs, nunca se sabe... e a Fifa também deve ter tido esse medo e precaução.