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Estádios novos da dupla não têm unanimidade

20 de março de 2012 3

A política interna dos clubes de futebol são sempre marcadas por contrariedades. Vejam os casos de Grêmio e Inter e os seus estádios. No Olímpico, a forte oposição à troca do Olímpico pela Arena só arrefeceu quando as obras de Humaitá começaram e não havia mais qualquer possibilidade de recuo.

Porém, até hoje ouvem-se resmungos de quem desejava permanecer na Azenha. No Beira-Rio, não se extinguirá o movimento que pretendia reformar o estádio com recursos próprios, ainda que fossem excluídos equipamentos como edifício-garagem, cobertura, etc. Nos dois casos, os presidentes dos clubes, Paulo Odone e Giovanni Luigi, são apontados por seus opositores como mentores de maus negócios.

Esquecem, porém, que os projetos foram aprovados pelos conselhos deliberativos e os presidentes são apenas os seus executores. Grêmio e Inter são clubes democráticos. Deixam de sê-lo, contudo, quando os derrotados não admitem a vontade da maioria e seguem questionando o que foi decidido. Nesta etapa do processo, passam a atrapalhar e a priorizar os seus desejos em detrimento dos interesses dos clubes.

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Comentários (3)

  • Felipe Deppermann diz: 22 de março de 2012

    Ola, não pude deixar de comentar este texto, estádios novos? estou enganado ou esta sendo comparado um estadio novo do século atual, construído com o que existe de mais moderno para o atual padrão de engenharia com uma reforma/ampliação de algo com mais de 40 anos? pelo amor de deus né... tudo bem que querem apagar a fiasqueira de 270 dias, mas deixem a Arena fora disto!

    Um abraço, do leitor

    Felipe Deppermann
    Economista

  • senna diz: 23 de março de 2012

    Nao acho que este jogo do river foi suficiente para tanto. Bertoglio como todo o time pouco jogou., principalmente souza, m antoni, m moreno, gabriel foram de baixissima atuacoes, entao, nao se pode crusificar o jogador.

  • Alexandre diz: 23 de março de 2012

    Sr Felipe, o Beira Rio é mais antigo mas terá necessariamente o padrão Fifa, aliás há muito vem sendo reformado, modernizado. Está situado na área mais nobre e valorizada da Capital, tem história, alma, identidade, glórias inesquecíveis, e não precisará ser trocado por outro por ser viável sua reconstrução (a situação econômica do Inter é bem mais promissora, não requer barganhas comprometedoras de sua receita bruta por duas décadas) e para nós Colorados, ser escolhidos pela Fifa para MAIS UMA VEZ SEDIAR UMA COPA DO MUNDO, orgulha e exige muita responsabilidade, o Inter é hoje o Clube do RS mais importante, rico, conhecido e reconhecido mundialmente e com o maior patrimônio das Américas: o maior quadro social do Continente (torcedor é uma coisa, simpatizante é outra). Espero que a dor de cotovelo pela indiferença da Fifa à Arena do Humaitá não crie traumas nem sequelas emocionais na sofrida torcida dos Bi-Rebaixados, afinal a Artena OAS é só mais um Estádio no universo de 12 Cidades Sedes, o Maracanã, por exemplo, será bem mais importante, moderno e significativo, pois sediará jogos importantes da Libertadores e da Primeira Divisão, após a Copa, já o de vcs, nunca se sabe... e a Fifa também deve ter tido esse medo e precaução.

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