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Posts de março 2012

No ataque, Bertoglio brilhou contra o Avenida

30 de março de 2012 25

Bertoglio, jogando no ataque, foi o principal destaque do jogo entre Grêmio e Avenida. Porém, a goleada e o desempenho do argentino não admitiram euforia pois o Avenida é fraco, muito fraco. O Grêmio, impõe-se o lugar comum, fez a sua lição. Se era fácil, goleou. A atuação do time de Luxemburgo, contudo, não empolgou. É possível que a marcação do primeiro gol a um minuto de jogo tenha acomodado o Grêmio. E, certamente, a expulsão de um jogador do Avenida aos 25 minutos da etapa final, facilitou ainda mais a tarefa do Grêmio.

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Pelada colorada em Lajeado

29 de março de 2012 42


Para a sua deplorável atuação em Lajeado, o ponto ganho pelo Inter foi um verdadeiro presente. Mesmo que o time não contasse com, pelo menos, seis titulares, poderia ter apresentado uma atuação mais qualificada. O meio-campo não funcionou o jogo inteiro. Jajá e João Paulo tentaram, mas nunca conseguiram fazer o trabalho de armação. Como sempre, Dagoberto jogou muito recuado e Leandro Damião ficou abandonado, entre os zagueiros adversários. Foi um jogo duro de se ver. O empate foi o único resultado cabível a tanta ruindade.

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A dor de cotovelo do São Paulo

28 de março de 2012 145

Então o São Paulo pensa em processar o Inter, alegando aliciamento de Oscar? É seu direito, não se discute. O motivo, entretanto, mais sugere uma crise de orgulho ferido do que direito confiscado. Oscar foge do São Paulo como o diabo da cruz. Não quer nem pensar em voltar ao Morumbi. Como um homem rejeitado pela mulher que adora, o clube paulista está despeitado. Oscar treina no Beira-Rio porque ainda tem contrato com o Inter e este não foi negado pela Justiça. E se Oscar não deveria ter assinado compromisso com outro clube porque havia instâncias a serem percorridas, após o primeiro julgamento, a situação, hoje, é absolutamente igual. Enquanto a discussão ainda admite recursos ao TST e, até, ao Supremo Tribunal Federal, o jogador não está obrigado a acatar a última decisão do TRT paulista. Coerência.

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Guiñazu e Kleber são iguais

28 de março de 2012 42

Há menos de 10 dias, Vanderlei Luxemburgo revelou em entrevista coletiva que orientara Kleber para não provocar disputas físicas com os adversários, pois faria melhor se as evitasse. Dificilmente será atendido. Este é o estilo de Kleber, um jogador valente que não foge, pelo contrário, dos confrontos físicos. No Inter, Guiñazu tem o mesmo estilo de jogar. São jogadores que estão sempre sujeitos a lesões. Não se muda o temperamento de um jogador só com conselhos. Talvez, nem seja possível modificar.

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Kleber desmente imprensa e o Grêmio

27 de março de 2012 119

Erramos todos, imprensa e Grêmio. Não houve maldade na jogada que fraturou o tornozelo de Kleber. A própria vítima classifica o lance como normal e ainda elogia o comportamento de Léo Carioca, autor da jogada que lesionou o atacante.

Sendo assim, caberia que todos os avaliadores do episódio se rendessem e admitissem o exagero. Não vai acontecer porque falta-nos humildade. Porém, mesmo que a jogada não tenha sido violenta e desleal, impõe-se admitir uma verdade inquestionável: está havendo, sim, rodízio de faltas sobre os jogadores mais habilidosos.

Nada que não possa ser resolvido em uma reunião dos árbitros com a direção da FGF. Repito o que já escrevi: é melhor punir uma falta que não houve do que perdoar outra que tenha existido. E, bola para frente. Precisamos admitir, inclusive, que também jogadores da Dupla cometem faltas violentas. Ou não?

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Os pênaltis que Vuaden não viu

26 de março de 2012 46

É possível que um árbitro não perceba com clareza um pênalti que o estádio inteiro viu acontecer. Basta que a sua visão tenha sido obstruída, por alguns segundos, por alguém que tenha cruzado à sua frente. Mas, é razoável que um árbitro não veja dois pênaltis acontecidos em um mesmo jogo?

Grêmio e Cruzeiro, ontem, foi um destes casos. Na primeira etapa, a bola é cruzada do fundo do campo para a área do Cruzeiro, Na sua trajetória, o braço aberto de um zagueiro. Pênalti clássico, induvidoso. Mas Leandro Vuaden não viu. Na etapa final, já no período dos acréscimos, a bola toca, novamente, o braço de um zagueiro cruzeiro. Vuaden está próximo do lance, mas não percebe a infração.

O árbitro auxiliar ergue sua bandeira e comunica Vuaden que houve pênalti. A infração é marcada e assim o Grêmio consegue a vitória. Veja e reveja os dois lances. Você teria marcado os dois pênaltis? Este blogueiro assinalaria o primeiro mas o segundo não seria marcado, por falta de limpidez.

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Damião, cada vez mais matador

26 de março de 2012 23

Diego Vara

O centroavante colorado voltou a jogar com alegria. Parece uma simples frase mas a leveza de quem está feliz faz muita diferença. Ontem, Leandro Damião marcou mais dois gols. Já soma 12 gols em 14 jogos, na temporada, quase um gol por partida.

E isso que está jogando isolado já que Dagoberto, seguindo orientação de Dorival Júnior, continua integrado à linha de três meias do time. Sua cotação no mercado recomeçou a subir. Damião, o atacante implacável. Será difícil segura-lo na janela de agosto.

Mas, mesmo que seja vendido, Giovanni Luigi já terá conseguido a proeza de manter o goleador do time por mais tempo que se julgava possível.

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Inter lança miniatura do novo Beira-Rio

23 de março de 2012 38

O Inter não perdeu tempo. Logo após a assinatura do contrato com a Andrade Gutierrez, vem aí a réplica em miniatura do novo Beira-Rio. A partir da próxima segunda-feira, a nova peça estará disponível no varejo da Região Sul, nas lojas licenciadas Inter Sport e na Internet. A miniatura do novo estádio terá 11 cm de altura, 34 cm de largura e 42 cm de comprimento, luzes LED e dispositivo de som que toca o Hino do Inter. É esperada a comercialização de 20 mil réplicas até o fim do ano.

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Contradição nas laterais da dupla

22 de março de 2012 18

Grêmio e Internacional carregam duas contradições nas suas laterais-esquerdas. Ontem, Luxemburgo deixou Júlio César no banco e escalou Pará. O lado esquerdo do time ficou menor. No Inter, Kleber teve, em La Paz, uma nova atuação deficitária. Alguém lembra o último bom desempenho de Kleber? Enquanto isso, Fabrício, jogador de boa técnica e invejável vigor físico, continua esquentando o banco. São as contradições da Dupla. Quem é titular, no Olímpico, não deve sair do time e quem é reserva, no Beira-Rio, precisa ganhar a posição.

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Oscar, quase um ato de vigarice

22 de março de 2012 24

O Inter chegou a pensar que tinha feito o negócio do século: trazer Oscar para o Beira-Rio apenas adquirindo parte do seu “passe”. Em algum momento, venderia o jogador obtendo altíssima lucratividade. Foi apenas um sonho. O Inter sabe, agora, que precisará pagar uma alta soma (nove milhões é grana alta) ao São Paulo para ficar com o jogador. Acrescente-se o que já pagou por parte dos seus direitos econômicos e o custo chegará aos cinco milhões de euros, por aí. Se o TST confirmar a decisão da Justiça do Trabalho de São Paulo, estaria caracterizada uma venda ilegal. Os procuradores de Oscar teriam vendido o que não era seu. Só não seria vigarice porque a própria Justiça, em primeira instância, teria liberado o jogador.

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Bertoglio é atacante

22 de março de 2012 6


Vanderlei Luxemburgo tinha o direito, ou melhor, obrigação de experimentar uma escalação com dois volantes e dois meias. Escolheu o jogo de ontem, contra o fraco River Plate-SE. Teste mais do que positivo. Ficou demonstrado que o time já está ambientado a jogar com três volantes e Facundo Bertoglio não é meio-campista mas, sim, atacante. Trata-se de um solista, capaz de criar soluções em pequenos espaços, capaz de tabelas curtas, mas sem vocação técnica para a articulação. Seu potencial ofensivo se reduz tendo quer jogar afastado da área adversária. Sua escalação no losango do meio fragiliza o setor central e apequena o ataque. Luxemburgo viu e já antecipou que deseja ver Bertoglio como segundo atacante. O diabo é que nesta posição disputará vaga com Kleber, quase uma condenação definitiva ao banco de reservas.

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Oposição em Brasília lava suas mãos

21 de março de 2012 2

É lamentável que a oposição existente na Câmara dos Deputados tenha transferido para os estados a tarefa de cumprir ou não o que o ex-presidente Lula combinou com a Fifa: liberar a cerveja nos estádios da Copa/2014. Por mais fortes que sejam os argumentos contra a liberação da bebida, era preciso colocar o país acima destes interesses. Se o presidente do Brasil, eleito democraticamente, aceitou o que a Fifa pedia, é inadmissível que fosse desconsiderada a sua palavra. Não é Lula quem sai perdendo, mas a própria nação que confirma não ser um país sério. Lavar as mãos é fugir da responsabilidade, um verdadeiro ato de covardia.

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Inter pode vencer na altitude

21 de março de 2012 12

Não gostei da maneira como o Inter atravessou os últimos dias. No Beira-Rio, pouco ou nada se falou sobre o jogo contra o The Strongest, prevaleceram as projeções sinistras envolvendo a altitude de La Paz. Foram dias de puro terrorismo descarregado sobre os jogadores. Preparar-se, adequadamente, para encarar um problema, é recomendável e adequado. Mas, lembrá-lo a todo o instante acaba dando-lhe uma dimensão maior, mais assustadora. É errado dizer que time algum vence em La Paz. Já aconteceu, várias vezes, de visitantes saírem da capital boliviana com vitória. O Inter poderá repetir o feito, sim senhor. É melhor equipe que o Strongest e sabe o que deve fazer para driblar os efeitos da altitude: tocar a bola, não dar grandes arrancadas e prevenir-se contra a velocidade da bola. Como o time colorado chegará à La Paz apenas quatro horas antes do jogo e as náuseas e dores de cabeça só aparecem após seis horas na altitude, o Inter jogará sem estes desconfortos. Dorival Júnior deve ter estabelecido como estratégia esperar pelo adversário e faze-lo correr enquanto toca a bola. Se os jogadores colorados não estiverem assustados demais com o que já escutaram nos últimos dias, o Inter poderá voltar, sem dúvida, com uma vitória. Por mais que a altitude influencie, ainda no campo de jogo que tudo se resolve. 

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Luxa prepara a patrola gremista

21 de março de 2012 34

A primeira meia hora do jogo será no horário da Voz do Brasil. Houve tempos em que este programa mudava de horário em dias de futebol. Não é mais. Impôs-se a intransigência em desfavor do povo brasileiro. É possível que já esteja acontecendo um escore largo em favor do Grêmio quando as rádios começarem a transmissão do jogo pelo AM e FM. Vanderlei Luxemburgo preparou o Grêmio para golear. Substituiu um volante, Léo Gago, por um atacante, Facundo Bertoglio. Acrescente-se que os laterais atacam e os próprios volantes avançam e teremos uma máquina pronta para patrolar o River Plate. Não é garantia mas, sim, uma forte tendência. Ah, quem não quiser perder a primeira meia-hora de jogo, basta que vá ao Olímpico. Ou escute pelas plataformas alternativas da Gaúcha.

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Estádios novos da dupla não têm unanimidade

20 de março de 2012 3

A política interna dos clubes de futebol são sempre marcadas por contrariedades. Vejam os casos de Grêmio e Inter e os seus estádios. No Olímpico, a forte oposição à troca do Olímpico pela Arena só arrefeceu quando as obras de Humaitá começaram e não havia mais qualquer possibilidade de recuo.

Porém, até hoje ouvem-se resmungos de quem desejava permanecer na Azenha. No Beira-Rio, não se extinguirá o movimento que pretendia reformar o estádio com recursos próprios, ainda que fossem excluídos equipamentos como edifício-garagem, cobertura, etc. Nos dois casos, os presidentes dos clubes, Paulo Odone e Giovanni Luigi, são apontados por seus opositores como mentores de maus negócios.

Esquecem, porém, que os projetos foram aprovados pelos conselhos deliberativos e os presidentes são apenas os seus executores. Grêmio e Inter são clubes democráticos. Deixam de sê-lo, contudo, quando os derrotados não admitem a vontade da maioria e seguem questionando o que foi decidido. Nesta etapa do processo, passam a atrapalhar e a priorizar os seus desejos em detrimento dos interesses dos clubes.

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