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Posts de abril 2013

Matei o Gainete

30 de abril de 2013 10

Este blog, ontem, cometeu confessado homicídio. A vítima foi Carlos GAINETE Filho, ex-goleiro do Inter e ex-treinador. O blogueiro comparava os temperamentos complicados de Gainete e Dunga, referindo-se ao primeiro como já falecido.

Posso explicar a causa, mas seria inútil pois não “ressuscitaria” Gainete. Após a publicação do post, dezenas de torcenautas mobilizaram-se para informar que Gainete estava bem vivo, desfrutando sua merecida aposentadoria em Jurerê.

Pelo equívoco, peço desculpas ao Gainete, seus familiares e amigos. Desejo que o seu descanso seja farto em saúde e alegrias.

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Semelhanças entre Lula e Luxemburgo

30 de abril de 2013 27

Luiz Inácio Lula da Silva será lembrado por ações grandiosas e positivas que promoveu na Presidência da República. Mas, igualmente, ninguém esquecerá de que ele foi o presidente do “não sei de nada”, sempre que escândalos estouravam no seu governo, muitas vezes na sala ao lado do seu gabinete, protagonizados por auxiliares diretos e da sua confiança. Nestes casos, sem o mínimo rubor, Lula virava os olhos, olhava para o alto e repetia a frase que o ex-presidente transformou em mantra: “Eu não sei de nada”.

E assim, reiterando a sua inocência, Lula atravessou o seu mandato incólume aos escândalos que incomodaram a opinião pública brasileira.

Vanderlei Luxemburgo é uma espécie de versão de Lula, na área do futebol.

Acostumado a envolver-se em confusões, nunca se ouviu de Luxemburgo qualquer ato de constrição. Segundo suas sempre generosas auto-avaliações, a culpa nunca é sua, apenas dos outros. Neste momento, a Conmebol puniu o treinador do Grêmio a seis jogos de suspensão pelos episódios de violência ocorridos no Chile após o jogo contra o Huachipato.

Sobre a pena recebida, Luxa repetiu as alegações de sempre: “Só o que fiz foi sair da confusão. Se peguei seis jogos por causa disso, acho um absurdo”. As imagens da televisão não são conclusivas, apenas mostram Luxemburgo se afastar rindo, em seguida caindo e sendo chutado por jogadores do adversário.

Se o treinador estiver falando a verdade, foi um caso de ódio espontâneo manifestado por agressões injustificadas. Luxemburgo não provocou os chilenos. Apenas precisou fugir, caiu e foi agredido. Luxa, como Lula, também não sabe de nada. É a inocência personificada de um bebê.

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Dunga é bala azedinha que agrada

29 de abril de 2013 16

Só conheci um treinador tão ou mais brabo do que Dunga: Gainete, já falecido, ex-goleiro do Inter. Gainete era um cidadão respeitabilíssimo mas nunca conseguiu vencer suas suspeitas de que o mundo era contra ele.

Dunga não chega a tanto, mas quase. É o seu temperamento. Entretanto, é obrigatório reconhecer que a sua brabeza não lhe causa insatisfações no vestiário, pelo contrário. Na Seleção Brasileira, destacou-se a sua liderança junto aos jogadores.

Antes da Copa da África do Sul, já se destacava pela ascendência positiva sobre os seus companheiros a ponto de se consagrar como o Capitão do Tetra. Neste momento, repete sua história comandando o Inter.

Percebe-se, claramente, que o time colorado reflete o seu espírito combativo. Cabe-lhe bem a imagem de que se trata de uma bala azedinha que agrada.

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Luxemburgo enrola e provoca

29 de abril de 2013 24

É praxe no futebol brasileiro que os treinadores deem preferência para jogadores cujas contratações foram por eles indicadas. Estes eleitos são conhecidos como “bruxinhos” do treinador. Também é recorrente a suspeita de que alguns profissionais transformaram-se em misturas de treinador e empresário. Nestes casos, a vítima é o clube, transformado em objeto da gigolagem de funcionários privilegiados.

E existem, também, técnicos incompetentes que são incapazes de distinguir um bom jogador de outro nada promissor. Ou, de um atleta em boa forma física e técnica de outro que se arrasta em campo e ninguém entende porque está sendo escalado. Não sei em que caso se colocam Fábio Aurélio e Guilherme Biteco. O primeiro ficou parado durante um ano e recém está voltando de prolongada recuperação médica. O segundo, feito no próprio Grêmio, cada vez que entra em campo encanta por sua técnica, força, vitalidade e identificação com o clube onde nasceu.

Luxemburgo, contudo, insiste em prestigiar Fábio Aurélio deixando Biteco, como aconteceu neste sábado, sentado entre torcedores como mero espectador. A simples escolha do treinador já seria uma provocação que se torna insuportável com as justificativas sem pé e nem cabeça para as suas escolhas. Luxemburgo é grande conhecedor de futebol mas peca quando julga que o mundo a sua volta é formado por neófitos incapazes de entender conceitos e, pior ainda, presas fáceis para as suas enrolações.

Ora, dizer que escalou Fábio Aurélio para avaliar suas condições é menosprezar a inteligência alheia. Não é para isso que existem os treinamentos? Dá para acrescentar que Luxemburgo, além de enrolador e provocador, é ainda refinado teimoso.

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A Arena virou problema para o Grêmio

26 de abril de 2013 62

Este colunista pede que o caro torcenauta leia, primeiro, esta correspondência enviada por um gremista. Não é a primeira que chega com estas reclamações. Em seguida, a minha opinião.

“Essa Arena ainda vai destruir com o Grêmio. Grêmio x Santa Fé: ingressos de R$ 80 a R$ 160? Sendo que não tem ônibus, não tem taxi, não tem infra-estrutura nenhuma disponível para o torcedor que pretende ir ao jogo. E de carro não dá para ir porque tem engarrafamento, tem flanelinha, tem favela, assalto, roubo. Isso é para acabar de vez com o 12º jogador do time (a torcida).

Deus salve o Grêmio!

Mauricio Schuck
Sócio Gremista”.

A opinião do colunista: ao construir sua Arena, o Grêmio optou por um novo conceito de futebol que privilegia conforto, bons serviços e alternativas de uso do estádio. O encarecimento do preço dos ingressos era inevitável.

Se paga mais caro, é natural, quando o torcedor senta em uma cadeira com encosto, desfruta de banheiros limpos, copas higiênicas e de ofertas diversificadas, além de estar protegido da chuva em qualquer espaço da Arena. O Grêmio e a OAS pensam que estará driblada a elitização do estádio com o espaço popular destinado à Geral do Grêmio.

Uma ova!

Quantos pais gostariam de ir com a família ao estádio mas não lhes agrada ver o jogo em pé e no meio da maior gandaia? Porém, no que diz respeito à infra-estrutura, o torcedor terá que esperar um pouco mais, talvez muito mais tempo. A mobilidade é tarefa do poder público, tráfico de drogas, furtos e roubos é caso que a polícia não consegue resolver, tanto quanto o engarrafamento.

A Arena não vai acabar com o Grêmio, mas os gremistas terão que ter paciência, muita paciência para ir aos jogos do seu time sem ter que ultrapassar tantos obstáculos. Quanto aos preços dos ingressos, não acredito que possa haver boa solução.

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Grêmio quer pagar pelo que já foi seu

25 de abril de 2013 20

Está noticiado que o Grêmio estaria interessado, já encaminhando negociação, para contratar o zagueiro Gabriel, do Lajeadense.

A direção do clube interiorano já informou que o “passe” do jogador custa R$ 2 milhões para o mercado interno e R$ 5 milhões para o Exterior. Entretanto, garante o presidente Mario Dutra falando sobre os preços, “aceitamos discutir”.

Significa que Gabriel sai por menos. Não existe problema algum em pretender um jogador que atue no Interior. Mas, não deixa de ter graça constatar que este jogador foi formado nas categorias de base do clube interessado em contratá-lo e que terá que pagar pelo que tinha de graça.

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Estalo do chicote, esquema da Seleção

25 de abril de 2013 7

Calma, este blogueiro não está pregando violência no sagrado reino da CBF, onde se aloja a Seleção Brasileira de Futebol. O título deste post é, apenas, uma figura de linguagem, cujo significado é mais ou menos este: Felipão deve reunir os seus jogadores e informar, nem que sejam necessárias muitas horas de explicação até chegar ao convencimento geral, que nenhum deles sequer senta em banquinho de craque.

No máximo, o elenco selecionado flutua entre jogadores mais ou menos até bons atletas. Craque, nenhunzinho deles. E para que ninguém esqueça, ele, treinador, passará a usar um chicote para fazê-lo estalar sempre que alguém se esquecesse da realidade. Assim como fazem os domadores quando estão adestrando suas feras.

Em seguida, Felipão deve anunciar que a Seleção, por não contar com craques, passará a jogar como time inferior, médio ou pequeno. Todos os integrantes do time terão que correr, lutar pela bola, ocupar espaços e impedir que o adversário, qualquer um, tenha liberdade para jogar. Depois, todos estarão liberados para tentar vencer.

O Brasil esquecerá ousadias como jogar com três atacantes – isto é para alemães, espanhóis, talvez ingleses e argentinos – e privilegiará, sempre, um sistema defensivo forte e resistente. Os gols não serão muitos mas quem disse que precisa mais de um a zero para ganhar três pontos?

Resumindo: nem que seja no estalo do chicote, Felipão terá que ensinar aos nossos selecionados o sentido de ser humilde. É isso aí. A Seleção Brasileira terá que ser humilde, jogando de acordo com o seu tamanho. E para que o discurso franciscano não fique restrito aos jogadores da Seleção, Felipão tratará, igualmente, de conscientizar a imprensa brasileira.

Onde houver um jornalista esportivo enganando-se e ao povo que o Brasil é uma usina de craques, um integrante do grupo oficial “A nova consciência” – terá que ser formado um – erguerá a sua voz para proclamar que não somos mais os mesmos, nossos craques sumiram e devemos nos conformar em descer para a planície. Pode ser que assim não faremos fiasco, ano que vem, em nossa própria casa.

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Vargas brilha e Brasil é vaiado

25 de abril de 2013 8

O Brasil não teve um grande desempenho mas não se justifica o comportamento belicoso da torcida mineira que vaiou o time brasileiro e brindou a Seleção Chilena com gritos de olé. Poucos jogadores tiveram atuações aceitáveis. No primeiro tempo, o Brasil foi mal nos três setores. No segundo, melhorou um pouquinho no meio e no ataque. Vargas, do Grêmio, fez um golaço e teve ótima performance. Foi escolhido, justificadamente, o cara do jogo, o melhor em campo. Ah, Ronaldinho é tempo perdido. Felipão não deveria manter tempo querendo fazer deste jogador a liderança técnica da Seleção Brasileira.

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Luxemburgo se dá mal com a escassez

24 de abril de 2013 12

Com poucas pessoas é possível sentar e conversar durante horas sobre futebol. Com Vanderlei Luxemburgo este prazer é garantido. Trata-se de um dos treinadores mais inteligentes já surgidos no futebol brasileiro. É insuperável na arte de conduzir entrevistas de acordo com os seus interesses e a sua criatividade é infindável quando se trata de inventar desculpas para maus resultados.

Luxa é bom de teorias, mais do que da prática de campo. Nos últimos anos, pelo menos, tem sido assim. O que terá mudado no consagrado treinador que já não consegue produzir vitórias e títulos como já conseguiu? Sem buscar informações biográficas, apenas se apoiando nos registros da memória e comparando conquistas e fracassos é possível identificar uma circunstância que afeta a maioria dos treinadores e Luxemburgo não é diferente da maioria.

Os grandes títulos do Luxa foram conquistados quando ele contou com jogadores de qualidade superior e fracassou quando a qualificação do time não era tão expressiva. Obviedade? Parece, mas não é.

Quando um técnico dispõe de um grupo profissional muito qualificado, e ainda desfruta as melhores condições de trabalho, basta que escale os melhores em cada posição dando ao time sentido tático mínimo. As vitórias virão dos talentos individuais.

Quando, entretanto, o elenco é de limitada técnica, só é possível assim mesmo vencer se o técnico for capaz de desenvolver virtudes coletivas capazes de compensar a exiguidade de talentos, além de manter o time mobilizado, com a corda esticada ao máximo em todos os jogos. Além destas qualidades, o treinador precisa terminar as partidas rouco, sem voz, perdida nas orientações de beira de campo.

Vanderlei Luxemburgo se dá mal quando predomina a escassez de virtudes. Não será o caso do Grêmio de 2013? Este blogueiro pensa que é.

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Falta comando moral no vestiário gremista

23 de abril de 2013 60

Não tenho procuração para falar por toda a torcida gremista. Creio, entretanto, que consigo interpretar o sentimento de frustração da maioria com o rendimento da equipe. Vanderlei Luxemburgo esbanja criatividade e a cada jogo inventa novas justificativas para o mau desempenho em campo. A torcida do Grêmio está cansada de tanto lero-lero.

Poucas pessoas não entendem que o time do Grêmio foi modificado em metade das posições e precisa de tempo para adquirir entrosamento e ganhar força de conjunto. O problema não é este mas, sim, constatar a indolência da maioria de jogadores. Reforços buscados a peso de ouro que, nos jogos, arrastam a bunda no gramado enquanto esperam que as coisas aconteçam por si só.

E o treinador, o que faz para mudar este estado de coisas? E os dirigentes de vestiário, que providências tomaram para estancar a preguiça imperante? Está faltando comando moral no vestiário gremista. Alguém que conheça a história e saiba como o Grêmio ganhou os seus títulos mais importantes. O Grêmio estacionou e barco ancorado não ganha frete, certo?

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Grêmio decide no Alfredo Jaconi

22 de abril de 2013 10

O Grêmio conseguiu a sua classificação da forma mais dolorosa: na cobrança de pênaltis. É verdade que alguns desfalques fragilizaram o time gremista, mas não ganhar na Arena foi demais. Classificado, o Grêmio vai para as semifinais no Alfredo Jaconi, no fim de semana O primeiro tempo foi tão ruim que futebol não se viu. Quando até Zé Roberto não consegue jogar, a coisa está feia, mesmo. Na etapa final, o panorama não mudou, apesar de o São Luiz ter ficado com 10 jogadores aos 17 minutos de jogo. Mesmo com o ataque titular, gol que é bom não saiu, outra vez. Se a desculpa for, novamente, o foco na Libertadores, esta circunstância continuará perturbando o Grêmio.

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Juan repete craques da Dupla

22 de abril de 2013 7

Além dos dois gols marcados contra o Lajeadense, responsáveis pela vitória do Inter e classificação do clube para as semifinais da Taça Farroupilha, o zagueiro Juan foi reconhecido por outra circunstância rara em zagueiros: não cometeu faltas e protegeu a área colorada com eficiência.

As virtudes de Juan são reconhecidas no mundo inteiro. Elas fizeram com que ele fosse zagueiro da Seleção Brasileira durante 10 anos e ficasse na Europa pelo mesmo período. O futebol gaúcho firmou conceito de ser duro e raçudo mas, mesmo assim, o gaúcho não despreza virtudes técnicas que fazem diferença neste esporte.

Antes de Juan, outros zagueiros encantaram pelas suas qualidades para desarmar os adversários sem cometer faltas. Os dois mais recentes passaram pelo Beira-Rio e o Olímpico: Gamarra e Mauro Galvão. Juan pertence a esta turma. Tem como características a elegância dos movimentos e capacidade de chegar ao rival com firmeza, sem infringir as regras. Juan não fará gols em todas as partidas, obviamente.

O seu estilo de jogar, contudo, poderá ser degustado sempre que estiver em campo.

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Gremista pesquisa e perde esperança

22 de abril de 2013 23

Festejamos todos, imprensa e torcedores, que ao Grêmio tenha tocado enfrentar o Santa Fé e não o Nacional do Uruguai. O torcenauta Maurício Todeschini, Delegado de Polícia Federal, em Guarapuava, Paraná, escreve alinhando argumentos que recomendam, no mínimo, um certo comedimento nas expectativas do povão gremista.

A seguir, o blog publica a opinião do torcedor gremista, antes registrando uma restrição do blogueiro: estatísticas são o que são: apenas ilustrações sem qualquer influência em resultados de jogos. Vejamos, agora, o que diz a bem argumentada correspondência do delegado:

“Sou gremista e escrevo apresentando algumas considerações que me levam a crer que o Grêmio não vai longe este ano.

Duvido muito que eventual união do grupo após o jogo no Chile vá reverter um quadro tão desfavorável.

GRUPO PEQUENO – especialmente sem volantes e meias

Primeiro porque o número de jogadores qualificados no grupo é muito pequeno: 11, no máximo 13 jogadores qualificados, sem reposição perto da altura no banco. O Grêmio está sem volantes e meias, por exemplo. Poderia ter ficado com WILLIAN MAGRÃO e MAYLSON, que já deram boa resposta em outros tempos e nunca mais tiveram oportunidade, mas estes foram liberados. Gostava muito do ADÍLSON também, mais do que o selecionável FERNANDO e do que de SOUZA, cujo único defeito era o chute, porém era um grande marcador e distribuidor de bolas.

MATA-MATAS CONTRA OS COLOMBIANOS

A eliminação para o Santa Fé é quase certa. O Grêmio é freguês dos colombianos, tendo perdido os últimos 3 mata-mata para colombianos decidindo sempre fora: 1×0 e 1×3 América de Cálii – Libertadores 96; 2×2 e 1×2 Independiente Medellín – Libertadores 2003; e 1×0 e 1×3 Millonários – Sul-Americana 2012.

OUTRAS DERROTAS PARA OS COLOMBIANOS

Sem falar em derrotas fora para o Nacional de Medellin (1×3 – Supercopa 97), Cúcuta e Tolima (1×3 e 0×1 – Libertadores 2007) e Atlético Junior (1×2 – Libertadores 2011).

ESTATÍSTICAS DE MATA-MATA FORA DE CASA (TORNEIOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS)

Ademais, as estatísticas de mata-mata do Grêmio no geral (tenho desde 1986) mostram que quando o tricolor decide fora de casa, há uma chance MUITO maior de eliminação. E o Grêmio foi o 2o pior da fase de grupos, irá decidir todas fora de casa, se ir passando, salvo eventual final contra o improvável São Paulo.

LUXEMBURGO RUIM EM MATA-MATAS E NAS DECISÕES COM O GRÊMIO

Ainda, além do péssimo histórico do LUXA em mata-matas, o mesmo no Grêmio em 2012, sempre decepcionou nas principais decisões, com as eliminações do gauchão em 2012 e 2013, da semi da Copa do Brasil para o fraco Palmeiras; das 4as da Sul-Americana para o fraco Millonarios (um dos piores times da Libertadores 2013) e do empate contra o Inter, com 2 a menos, no que era para ser o último jogo do Olímpico, que lhe dava o vice-campeonato brasileiro e a vaga direta na Libertadores, com uma atuação medrosa e apagada, em um dos jogos mais valiosos dos últimos anos contra o principal arquirrival.

SANTA FÉ É UM BOM TIME – MELHOR QUE O NACIONAL-URU

O Independiente Santa Fé é líder do forte e competitivo campeonato colombiano, o 2o de melhor campanha no geral e o único invicto.

Por isso também que, ao contrário do que se comentou na Gaúcha hoje, seria melhor pegar sim, o Nacional do Uruguai, freguês do Grëmio nos mata-matas da Libertadores de 98 e 2002, e, acredito que inferior ao Santa Fé, pela campanha de ambos.

PÉSSIMOS JOGOS EM 2013

Quantos jogos bons o Grêmio fez em 2013? Uns 3 jogos, no máximo (Fluminense fora, Caracas em casa e algum outro contra os fracos times do gauchão).

Portanto, com o time completo o Grêmio só passaria das 8as

com duas grandes apresentações.

Mas isso é o que não ocorre nos últimos meses, quanto mais agora com o melhor meia e o melhor zagueiro fora (ZÉ ROBERTO e WERLEY)”.

O Maurício tem toda a razão quando flagra a equivocada avaliação da imprensa e da torcida gremista. Não deve desconsiderar, entretanto, que superação é combustível poderoso em decisões. Embora, os times de Vanderlei Luxemburgo sejam, sempre, bem organizados e de boa técnica mas, quase nunca, combativos, raçudos.

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Inter segue mandando no Gauchão

21 de abril de 2013 9

Inter e Lajeadense ofereceram um dos melhores jogos deste Gauchão. O Inter saiu perdendo. O zagueiro Gabriel foi mais eficiente na bola alta que os defensores colorados e colocou o seu time em vantagem. O Inter controlava o jogo mas não conseguia finalizações. Forlan se movimentava, Leandro Damião saia para os lados mas nenhum meia invadia a área do Lajeadense. O meio-campo do Inter sentia faltava de criatividade porque Willians e Airton ficavam presos atrás, sem arriscar-se a avanços. Na etapa final Willians começou a apoiar e o time cresceu. A superioridade colorada foi premiada quando Juan de cabeça aproveitou excelente cobrança de falta através de Forlán. Foi aos dois minutos da etapa final. Mais 20 minutos e Juan voltou a marcar, desta vez com o pé. Em uma tarde em que só zagueiros marcaram gols o Inter venceu e vai em frente no campeonato.

D´Alessandro recebeu marcação individual e mesmo assim repetiu seus desempenhos de alta criatividade. Forlán não marcou gols mas foi como se marcasse: fez as assistências nos dois gols do Inter. E Juan que marcou os dois gols colorados. O Lajeadense só tinha perdido um jogo, para o Grêmio, na Arena.

Não foi a primeira vez que o Inter foi para o vestiário no intervalo e voltou para uma etapa final reabilitadora. No centenário, repetiu-se esta circunstância. Dunga está mostrando que é bom de vestiário. E o Inter, que segue mandando no Gauchão.

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Zé Roberto, modelo para o mundo

19 de abril de 2013 21

Quando o Grêmio decidiu repatriar Zé Roberto, sabia que o jogador, além de qualificações técnicas reconhecidas, era um profissional que se esmerava em preservar o seu corpo não cometendo qualquer tipo de excesso que pudesse prejudicar o seu desenvolvimento profissional. O que o Grêmio e ninguém mais sabiam, nem o próprio Zé Roberto, é que o jogador pudesse se destacar como se tivesse o poder de voltar aos seus vinte e poucos anos.

Tempos atrás, o meia declarou que estava surpreso com a sua notável produtividade. Os atributos técnicos, o jogador preserva todos, ou quase todos. Fisicamente, corre e participa dos jogos com a disposição de um aspirante. E, mais importante ainda, não oferece indicativo algum de que o afete alguma ameaça de declínio.

Zé Roberto é tão especial que deveria ser utilizado pela FIFA como exemplo para todos os jogadores do mundo. A entidade não deveria desperdiçar a oportunidade de mostrar um guia de profissionalismo como melhor não existe em lugar algum deste nosso mundão.

Enquanto isso não acontece, sigamos nos deleitando com jogadas e gols como o quer Zé Roberto marcou ontem à noite, contra o Huachipato.

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