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O meu conselho para Diego Aguirre

06 de fevereiro de 2015 10

Diego Aguirre precisa adotar uma ideia de time. E não pode demorar muito. Contra o São José, Aguirre desequilibrou a equipe economizando contenção e esbanjando ofensividade. Não é possível contar com um único desarmador e pensar que jogadores técnicos e velozes conseguirão fazer parte da composição defensiva só porque o treinador quer.

Se tivesse que dar um conselho a Diego Aguirre, diria que ele precisa começar pela defesa. E se tiver que sobrar algum figurão, que seja assim. O Inter tem um grupo qualificado de jogadores que atuam do meio para frente. Não dá para escalar todos. Aguirre precisa adotar uma ideia, reunir coragem para cortar quem sobrar. Não tem outro jeito. Time algum prescinde de equilíbrio.

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Comentários (10)

  • Alexandre Rodrigues diz: 6 de fevereiro de 2015

    Bom dia Wianey,
    O problema do Inter é o seguinte: O Abel jogava com Fabricio na lateral esquerda que é muito fraco e displicente na marcação mas tinha a cobertura do Juan com muita experiência atrás, a cobertura do William que era um baita marcador e rápido pelo lado e cobertura do Alex que jogava pela meia esquerda recuado. O que o Aguirre fez? Joga com o Paulão pelo lado esquerdo da defesa que é fraco não cobre ninguém, com o Nilton como volante que é bem menos marcador do que o William e tirou o Alex para botar o Vitinho no ataque, o que aconteceu? ESCANCAROU a fragilidade do Fabricio sem cobertura por nenhum lado. Eu mandaria o Fabrício para China mas como não tem outro lateral fica ele mesmo mas deve melhorar com a entrada do Rever que deve cobrir o Fabricio por trás e com a entrada do Anderson mais recuado pelo lado esquerdo do meio.
    Abraço

  • Roberto diz: 6 de fevereiro de 2015

    Registro minha admiração com a empáfia do blogueiro, mas pelo lado negativo, óbvio.
    Como o amigo explica os times do Barcelona/Guardiola, seleção alemã/Joachim Loew, Real Madrid/Ancellotti, todos com apenas um desarmador no meio?
    A seleção alemã, então, jogou a final da Copa do Mundo, contra a Argentina do grande Lionel Messi, sem jogadores de desarme no meio. Zero desarmadores desde a linha da defesa.
    Quem tem jogadores de qualidade na frente e no meio-frente, como é o elenco atual do Internacional, tem que partir para cima dos adversários.
    Sou gremista, e acho que para o Grêmio o melhor que podem fazer é forçar o Aguirre desistir de construir o que ele anda procurando.
    Pra mim, o grande dilema do time colorado, atualmente, chama-se D’Alessandro. Ainda não descobriram a melhor maneira de posicioná-lo, mas tenho certeza de que deslocá-lo para o lado direito – à moda Ronaldinho Gaúcho no Barcelona e no Atlético-MG, é uma cópia infiel.
    Lugar do D’Alessandro ou é livre no meio, como o Éverton Ribeiro jogava no Cruzeiro, ou no banco.

  • Juarez Lopes diz: 6 de fevereiro de 2015

    O problema maior do Inter, em termos de elenco, nos últimos anos, é a zaga. Os laterais parecem ser um problema insolúvel, ou os dirigentes não conhecem os jogadores necessários e disponíveis. Para zagueiros de área, além do Réver, teria que ser contratado mais um para fazer dupla titular com ele e mais um reserva de nível, caso o Juan esteja mesmo encerrando a carreira. Muitos jornalistas do Brasil que desconhecem futebol (não estás entre eles pois sempre fizesse críticas lúcidas aos times do Inter) venderam a ideia falsa de “excelente grupo de jogadores” que só serviu para os dirigentes fracos se acomodarem. Não sabem que um elenco tem que ter equilíbrio nos três setores.
    Do meio para frente, com os atuais jogadores, basta um treinador que não faça bobagens.

  • Kiko Uruguaiana diz: 6 de fevereiro de 2015

    O Grêmio do Wianey não possui defeitos e está ótimo, até porque o Wianey sempre declarou que o Grêmio dele não se interessa pelo Gauchão, coitado!
    Mas o Inter tem um plantel muito capaz e poderá treinar no mínimo três esquemas diferentes, por exemplo, com três zagueiros sem alas, um volante destro, um canhoto, um volante que sobe e um volante que lança, no ataque Vitinho Nilmar e Sasha
    Mas como se trata do Wianey, ele enxerga defeitos no Inter e Virtudes no Grêmio, fazer o que, quem paga ele é a RBS, E EU NÃO ASSINO.

  • Leonardo Alvez diz: 6 de fevereiro de 2015

    Neste momento eu reforçaria o meio e retiraria um dos medalhões. Meu time ou seria: Alisson, Winck, Rever, Ernando e Fabricio; Nilton, Bertotto, Aranguiz; Sascha, Nilmar e Vitinhho ou Alisson, Winck, Rever, Ernando e Fabrício; Nilton, Bertotto, Aranguiz e D´Alessandro; Sascha e Vitinho.

  • Edicarlos diz: 8 de fevereiro de 2015

    é evidente que o Aguirre não conhece o time do inter, e nesses 4 jogos está tentando montar o time a sua maneira, mas como não conhece muito bem as peças está copiando os jogadores que Abel usava, e gradativamente adaptando a seu estilo de jogo, e os comentarias de ´plantão já querem o inter goleando nos primeiros jogos…. é dose.
    é fato que tomar 4 gols de um time que nem disputa brasileiro é complicado,mas a tendencia é melhorar. estou ansioso para o proximo jogo. vamos ver como se comportará.

    e tem mais, D Alessandro, tem que começar a jogar tbem, caso contrário, banco.

  • Fçlávio Paz diz: 8 de fevereiro de 2015

    Wianey, Diego Aguirre tem de se definir: D’Ale já deu o que tinha de dar. A China o espera. Com a chegada de Anderson e Vitinho não podemos mais continuar com Rafael Moura (fracoassou como no Flu), ALEX, JA´ERA! Fabrício (devido suas constantes expulsões)d deve seguir o caminho de outros. Juan (já virou o fio) e DIDA deve merecer sua volta porque tanto Alisson como o irmão Muriel nunca convenceram qualquer trereinador mersmo da várzea, Ambos não estão a altura de um Clube como o INTER. O resto é edspeculação… Enquanto o rival forma vários goleiros a cada ano o INTER não forma nenhum…

  • dirceu diz: 8 de fevereiro de 2015

    Muito legal teu comentario, sou colorado e não tinha lido nada tão certo e coerente. Você pegou bem, tudo é uma questão de treino e posicionamento.
    Eu não entendo porque se questiona o jogador bom, hoje é o D’Alessandro, num passado foi Ronaldinho que o Roth não queria escalar depois da seleção. E la atras o Enio Andrade segurando o Renato, hoje dizem o Enio lançou o garanto o que é uma conversa só colocou porque foi pressionado.
    E ainda tem o Luan que nossa imprensa pegou no pé, ja esta tão pressionado que foi expulso hoje….dizem que é apatico..bom é o Douglas né.

  • Paulo diz: 9 de fevereiro de 2015

    Já vi times do Inter jogando com três volantes, e ainda assim a defesa ser um queijo suíço. Muitas vezes, nesses times o ataque funcionava. Time é um todo. Hoje em dia, faz-se necessário que todos contribuam na marcação, mas também no passe caprichoso e inteligente, no arremate, em todas as funções. Não dá mais para empilhar “volantões” no meio e ter o Dale somente para pensar o jogo, seguindo aquela velha e batida fórmula da compensação tática. Se quiser ser competitivo nos próximos dois anos, todos precisam ajudar. E para isso funcionar, vai precisar de algo que tenho sentido falta nos últimos anos: levar os treinos a sério. De nada adianta ter pegada no dia do jogo, se os treinos físicos, técnicos e táticos foram fracos. Hoje em dia, um time mal treinado dificilmente encontra o encaixe certo. Outro aspecto dos volantes está no fato de o Inter utilizar costumeiramente laterais que marcam mal. nesse Caso, como do Fabrício, um dos volantes se vê obrigado a dar cobertura. Não adianta dois marcadores no meio se eles vão ter que se desdobrar para proteger a zaga, dar cobertura aos laterais e ainda fazer corretamente a saída de jogo. O lateral precisa garantir o seu lado, para não haver a velha e repetida sobrecarga de funções. Eu sacaria do time o Dalessandro, colocaria o Anderson como terceiro volante (um volante/armador, tipo espelho do Chileno), buscaria outro lateral esquerdo e faria os três atacantes ajudarem na recomposição. Com treinamento, tempo e dedicação, pode funcionar.

  • Paulo diz: 12 de fevereiro de 2015

    O problema no Inter é ter muitos jogadores qualificados no grupo, e os treinadores que pegam o Inter não sabem como vão escalar o time, não tem personalidade para deixar alguns deles no banco. E acabam se perdendo nas escalações. Mas a falta de velocidade do time ainda persiste e a defesa continua sem dar confiança para o time e para a torcida.

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