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As intenções de Diego Aguirre são as melhores

24 de março de 2015 3

Não existe discussão com menor possibilidade de resposta do que questionar o esquema tático do Internacional.

É provável que nem mesmo Diego Aguirre tenha resposta definitiva para esta questão. E tudo porque o Inter já provou um sistema tático no seu time titular, outro para a equipe reserva e ainda uma terceira alternativa quando joga o time misto. No início, os titulares atuavam sob o esquema 4-2-3-1. Como o Inter sofria muitos gols e não podia perder para o Emelec, Aguirre experimentou o 3-5-2 que também foi visto como 3-6-1.

No domingo passado, foi escalado um conjunto formado apenas por reservas e o esquema mudou novamente. Em Veranópolis, Diego Aguirre adotou o tradicional 4-4-2. Está dito que doravante o time principal disputará todas as partidas. Aguirre concluiu que só assim poderá surgir uma equipe com força coletiva nascida da repetição de time e esquema tático. A escalação ainda não terá Nilmar, Lizandro López e D´Alessandro, três titulares indiscutíveis.

As intenções de Diego Aguirre são as melhores, mas ainda torpedeadas pelas lesões.

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Comentários (3)

  • Roberto diz: 24 de março de 2015

    Acho que é muito tarde para ficar testando esquemas e jogadores. Uma equipe que está na Libertadores deveria ter a equipe bem formada (entrosada) desde o ano passado. É complicado!

  • Fabio diz: 24 de março de 2015

    Impressionante como esse cronista, há anos, comenta conforme a simpatia ou antipatia que tem pelos jogadores e, principalmente, treinadores.

    Com um grupo muito inferior, Abel só levava pau. Aliás, a culpa do grupo ser limitado era dele, que deu força ao Rafael Moura na chegada e por isso fez com que os dirigentes não contratassem mais ninguém. Quando Abel poupava jogadores, era o grande responsável pela “cultura da preguiça” que dominava o Beira Rio.

    Diego Aguirre não fez nada em três meses. Não tem time nem esquema. Assistir jogos do Inter, titular ou reserva, é uma tortura. Antigamente se usava a expressão “esconder o jogo”. O que o Aguirre faz, jogando sempre com time reserva, é esconder a falta de jogo do Inter atual. Mas Aguirre, queridinho do cronista, não tem culpa de nada, é uma vítima das circunstâncias…

    Aliás, o cronista já começou a dizer que o grupo é ruim, para defender o treinador. Começou de novo com aquela conversinha de que os bobos acham que o Inter tem o melhor grupo do Brasil (nenhuma pessoa na face da terra acha isso) e que só ele, o esperto, sabe que o grupo é ruim. Lembro quando a torcida gritava “Ei, Lori, pede para sair”, e ele, o esperto, ridicularizava a torcida: “Ei, Lori, para de rir”, porque, segundo ele, o grupo era ruim e Lori Sandri não tinha culpa de nada. O Inter foi disputar uma partida decisiva de Copa do Brasil (e acabou eliminado, claro) e o “gênio” Lori levou Dauri, Ricardo Jesus, Toledo e Beto Cachoeira, mas deixou Rafael Sóbis, que já tinha decidido vários jogos para o Inter àquela altura, em Porto Alegre. Mas o Lori era um dos queridinhos do cronista, e portanto não tinha culpa nenhuma…

  • Murilo diz: 24 de março de 2015

    As pessoas tentam analisam a tática, o posicionamento, a organização do time e ignoram a explicação mais simples para a fragilidade defensiva do Inter nos últimos anos. Faltam jogadores qualificados na defesa. É política das direções coloradas não investir em defensores

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