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Posts de abril 2015

A hora é de Diego Aguirre

21 de abril de 2015 163

A hora é de Diego Aguirre. Os resultados, a eles agregados bons desempenhos nos últimos jogos, autorizam o treinador do Inter a cantar suas teorias sob silenciosa reverência dos seus críticos. Entre eles, este que vos escreve.

Aguirre lembra as grandes equipes europeias cujos treinadores também promovem revezamentos em suas escalações. Pura verdade, mas é imperioso lembrar que são equipes ricas cujos elencos abrigam dois times e até mais de mesma qualidade. Não é o caso de Inter e qualquer outro time brasileiro ou sul-americano.

Neste momento, as ideias de Diego Aguirre encontram amplo respaldo nos resultados e até, repito, na qualidade das atuações. Não convém, contudo, desconsiderar o tamanho dos rivais. É boa maneira de vacinar-se contra frustrações.

Não canso de repetir o que aprendi com grandes treinadores – Ênio Andrade, Telê Santana, Rubens Minelli, etc – tudo resumido em uma frase pelo grande Ruy Carlos Ostermann: um time se afirma pela repetição. Mas, por enquanto, as glorias e palmas vão todas para Diego Aguirre.

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A posição da BM no clássico da Arena

20 de abril de 2015 10

O Grêmio pretendia oferecer aos colorados 10% da lotação da Arena, 5,5 mil lugares. Entretanto, a Brigada Militar vetou este número de ingressos para a torcida visitante e liberou apenas 3,5 mil, sendo 2,5 lugares para a área de visitantes e um mil para a torcida mista.

Não será por falta de boa vontade do Grêmio que não haverá mais espaço para os colorados. Louve-se, mesmo assim, o gesto da direção gremista. É uma pena que a BM se manifeste incapaz de dar segurança para pouco mais de cinco mil colorados. Mais uma vitória dos vândalos.

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O jogo no Beira-Rio promete

19 de abril de 2015 4

Depois da goleada histórica aplicada pelo Inter no Universidad de Chile, em Santiago, o Inter volta a campo desta vez para decidir vaga às finais do Gauchão contra o Brasil-Pel. O time será outro, diferente daquele que jogou quinta-feira.

É possível discordar de Diego Aguirre e a sua política de variar a escalação de acordo com o adversário. Até agora, entretanto, tem dado certo. Seja com reservas ou titulares, o Inter vem ganhando os seus jogos, embora não seja prudente ignorar a fragilidade dos adversários.

A goleada do meio da semana fortaleceu a autoestima dos jogadores e levou aos céus a empolgação dos colorados. Diante destes fatos extremamente positivos, impõe-se imaginar que o Beira-Rio receberá um grande público, neste domingo. Só de xavantes, serão mais de 1,5 mil. O jogo promete.

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A diferença essencial entre Abel Braga e Diego Aguirre

18 de abril de 2015 5

Existe pelo menos uma diferença essencial entre Abel Braga e Diego Aguirre. O treinador anterior, sequer olhava para as categorias de base. O atual, não só olha como não teme lançá-los no time titular.

Outra diferença: Abel tinha notória preferência pelos medalhões enquanto Aguirre não se constrange em colocá-los na reserva em favor dos garotos. É muito ruim quando um clube investe na formação de jogadores e o treinador passa a idéia de que não se aproveita ninguém.

Outra virtude
Ainda preciso ser convencido de que é mais adequado mudar a escalação de acordo com o adversário, local do jogo, competição, etc. Neste item, discordo de Diego Aguirre. Mas não seria justo ignorar as qualidades do treinador colorado.

Uma delas, importantíssima: ele é benquisto pelos jogadores. Percebe-se claramente que Aguirre tem o vestiário na mão. E que os jogadores acatam as suas orientações.

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Não será fácil para o Grêmio superar o Juventude

12 de abril de 2015 14

Não será fácil para o Grêmio superar o Juventude, no Alfredo Jaconi, neste domingo. O time caxiense alinha uma sequencia de vitórias e vive virtuosa fase de crescimento.  É para espinhosa a ser enfrentada por Luiz Felipe Scolari e seus comandados.

Tudo indica que o sofrimento não será menor do que o experimentado pela nação gremista na quinta-feira, quando o Grêmio só conseguiu dobrar o Novo Hamburgo nos pênaltis. Dá para apostar em Jaconi lotado.

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Não adianta, o Inter não aprende

11 de abril de 2015 15

O Inter jogou neste sábado a partida de ida da fase semifinal. Foi à Rio Grande para enfrentar o Brasil de Pelotas. No dia 16, próxima quinta-feira, estará no Chile enfrentando La U, pela Libertadores. Cinco dias, portanto, separam os dois jogos.

Foi justificável que, mesmo assim, titulares fossem poupados, como aconteceu na quarta-feira? Não seria mais recomendável tivesse sido escalado o time que jogará no Chile, aprimorando o entrosamento e fazendo as correções necessárias?

O Inter possui elenco suficiente para substituir algum jogador que, eventualmente, se lesione. Jogar contra o Brasil não escalando titulares não foi decisão exclusiva de Diego Aguirre. É política do Inter. Já foi adotada em temporadas passadas com péssimos resultados.

Não adianta, o Inter não aprende. No Beira-Rio, parece, ignoram que time se forma e fortalece pelas repetição.

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Inter está melhor do que o Grêmio

08 de abril de 2015 20

Até a semana passada, o Grêmio mostrava-se superior ao Inter. Estava organizado, jogando bem enquanto o Inter continuava com escalação e esquema tático indefinidos.

Entretanto, terminada a fase inicial do Gauchão, o Inter está com quatro pontos à frente do Grêmio, disputou muitos jogos com equipes mistas e reservas e ainda atendeu vários compromissos pela Libertadores. É verdade que o Grêmio perdeu dois jogos na Arena, mas liderou a competição até a penúltima rodada.

Conclusão: os números indicam que o Inter está melhor, ainda que só tenha cumprido um jogo com desempenho satisfatório, o último.

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A insistência de Aguirre no esquema que ainda não deu certo

08 de abril de 2015 8

Escalação do Inter para enfrentar o Cruzeiro, esta noite, no Beira-Rio: Alisson; Willian, Ernando, Juan e Geferson; Rodrigo Dourado, Jorge Henrique, Valdívia, D´Alessandro, Sasha e Nilmar.

Única dúvida: Sasha será companheiro de Nilmar ou jogará na abominável linha de três armadores, quando Sasha se distancia do centroavante e o deixa isolado no ataque, entre os zagueiros adversários.

Se valer a preferência já demonstrada por Diego Aguirre, o Inter voltará a jogar no esquema tático que ainda não deu certo: 4-2-3-1. Teria melhor chance se mudasse para o 4-2-2-2. Enfim, Aguirre é quem decide.

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