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Luxemburgo repete os erros que fez no Atlético

19 de junho de 2013 0

Este blog informou, nesta terça-feira, que Vanderlei Luxemburgo está com os dias contados no Grêmio. Causa: perda de controle no vestiário. Os principais jogadores gremistas afastaram-se do treinador por diversas razões. Em tudo, a passagem de Luxemburgo pelo Grêmio repete o seu tempo de Atlético Mineiro.

Em setembro de 2010, já vazara para a opinião pública mineira que o treinador estava divorciado dos seus jogadores. Estes comentavam em tom baixo que o treinador estava decadente. Quando o Atlético foi goleado pelo Fluminense, 5 a 1, a direção do clube não conseguiu mais segurar a peteca e fez o que vinha adiando há algumas semanas: demitiu Luxemburgo. Como acontece no Grêmio, a multa pela rescisão era alta, mais de R$ 14 milhões.

Uma das críticas mais fortes ao trabalho do treinador era a de que ele deveria focar mais o seu trabalho, preocupando-se menos com outras atividades. Neste momento, entre outras empreitadas do Luxa, está a de vender vinhos.

Vanderlei Luxemburgo deixou o Atlético admitindo que deveria rever alguns conceitos. A repetição da sua história no clube mineiro indica que a revisão não aconteceu. Agora, deixar o Grêmio passou a ser uma questão de tempo.

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A proposta por Fred é irrecusável

18 de junho de 2013 0

A informação foi prestada por Roberto Assis Moreira, procurador de Fred e co-proprietário de 45% do “passe” do jogador: o Shakhtar Donetsk da Ucrânia teria aumentado a oferta pelo garoto e estaria disposto a pagar, aproximadamente, 15 milhões de euros.

Sinceramente, é difícil acreditar que o clube ucraniano tenha aumentado em 60% a sua oferta inicial, apresentada há duas semanas. Além disso, por que a informação fala em “aproximadamente” 15 milhões? O que significa “aproximadamente 15 milhões”? Serão 14 milhões, 13,5 milhões ou 12 milhões? Seja como for, se a oferta é mesmo de 15 milhões de euros, o Inter não terá condições de manter Fred no Beira-Rio.

Imagine-se qual será a proposta para o jogador. Será, no mínimo, de “virar” cabeça de alfinete.

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Reina o caos no vestiário gremista

18 de junho de 2013 0

Decida, caro torcenauta: quando o jornalista recebe uma informação e a sua fonte não deseja ser identificada, o que ele deve fazer: ignorar a informação ou transmiti-la sem nominar de quem veio? O blogueiro responde: a informação tem a importância da fonte. Se esta for bastante confiável, é recomendável que o fato seja levado ao conhecimento público.

Não sem antes, claro, buscar com outras fontes a confirmação do que foi informado. Esta decisão, quando possível, será sempre preferível a esconder a notícia. Este preâmbulo todo se justifica porque o blog recebeu a informação de importante dirigente gremista que o vestiário do Grêmio está sem comando. Vanderlei Luxemburgo ‘queimou o seu filme” com a maioria dos jogadores e a sua demissão é só uma questão de tempo.

O informante do blog garante que o presidente Fábio Koff já foi convencido de que a substituição do treinador é imprescindível, tenha a multa rescisória o tamanho que tiver. Outras pessoas que desfrutam a intimidade do poder no Grêmio confirmam a informação. Recomendação aos torcedores mais exaltados: aguardem mais alguns dias para ver e ouvir a informação confirmada. Algumas semanas atrás, este blog informou que jogadores importantes e Vanderlei Luxemburgo estavam em rota de colisão. O processo continuou andando. O desfecho está próximo.

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Protestos: deixar que as minorias depredem?

17 de junho de 2013 15

As mídias sociais ainda mudarão o mundo, se para melhor ou pior, não sei. Estou certo, contudo, que estas ferramentas de comunicação transformaram-se em armas poderosíssimas constituindo-se em voz para a esmagadora maioria das populações que não tem espaços para se manifestar.

Assim, o Twiter foi importante para a primeira eleição de Barack Obama e o Facebook movimenta milhões de árabes contra ditaduras de intermináveis temporadas.

O Brasil está descobrindo que as mídias sociais podem render muito mais do que espalhar mensagens tolas e inexpressivas do tipo “acabei de comer um hambúrguer de atum: irresistível”. Está sendo graças ao Facebook que multidões estão sendo levadas às ruas para protestar contra tudo.

Não é ruim, pelo contrário, é democrático que a sociedade reclame e reivindique melhores condições de vida.

Inaceitável, entretanto, é que aos justos protestos por melhorias sociais caminhem juntos vândalos, depredadores e provocadores. “Eles são minoria”, argumentam os líderes das manifestações.

Pura verdade, mas devem as forças policiais permitir que estas minorias quebrem e ateiem fogo em tudo o que encontram pela frente? Ignoro maneira eficaz de “peneirar” os movimentos sociais, separando o joio do trigo.

Tenho convicção, entretanto, que as minorias baderneiras comprometem a maioria idealista e, pior, dividem com ela as balas de borracha e os efeitos das bombas morais. É como se diz há séculos: são os justos pagando pelos pecadores.

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A pressão de Dunga por Adriano

17 de junho de 2013 16

Por mais que Adriano tenha decepcionado pessoas que lhe ofereceram novas chances, as opiniões de colorados se dividem em contratar ou não o centroavante. Entre os que querem, Dunga é o mais notável. O treinador do Inter tem aproveitado todas as oportunidades em que tem um microfone à frente para reiterar que ele e Paulo Paixão poderão, sim, recuperar Adriano.

Giovanni Luigi, especula-se, não estaria disposto a correr o risco de contratar Adriano e vê-lo repetir o que já fez no Corinthians e no Flamengo. Mas Dunga quer ter Adriano no seu elenco e não poupa pressão para ser atendido pelo Inter. Como o Inter não conseguirá contratar um atacante consagrado e jovem, é provável que em futuro próximo a torcida colorada cobre da direção a negativa em contratar Adriano.

Uma atitude de Luigi atenderia ao pedido de Dunga e preservaria os dirigentes em caso de fracasso na empreitada: o presidente do Inter deixa claro, publicamente, que atende o desejo de Dunga mesmo que não partilhe do que pensa o treinador. Repasse a responsabilidade para Dunga.

Se Adriano fracassar, a responsabilidade será do treinador. Mas, se Adriano vencer o desafio, também serão de Dunga os méritos pela contratação do centroavante. É uma decisão que o Rei Salomão tomaria.

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Vantagem do novo contrato com a OAS

14 de junho de 2013 16

Segunda-feira voltam a reunir-se os conselheiros do Grêmio para dizer se aprovam ou não a reforma do contrato que o clube tem com a OAS. Será o fim das divergências? Penso que não.

As posições estão muito radicalizadas. Quem faz oposição a Fabio Koff aponta o que é considerado o grande risco contido no novo contrato: o Grêmio passaria a dividir com a OAS eventuais prejuízos. Pelo contrato antigo, este risco era somente da construtora.

Penso diferente por uma única razão: dividir possíveis prejuízos socializa entre as duas partes a necessidade de incrementar negócios na Arena, potencializando lucros. Deve ser maior a criatividade quando duas partes pensam em vez de apenas uma.

Além disso, se a OAS aceitou esta condição no contrato anterior é porque avaliou como mínimos os riscos de prejuízos.

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Seleção no Beira-Rio antes da Copa

14 de junho de 2013 3

A promessa é de José Maria Marin, presidente da CBF, sensibilizado pelo tratamento dispensado à Seleção Brasileira no jogo contra a França, na Arena do Grêmio: vamos voltar à Porto Alegre antes da Copa 2014 para mais um jogo amistoso, provavelmente no Beira-Rio.

Seria a glória Porto Alegre receber a principal seleção do país duas vezes em menos de um ano. Mas, a receptividade dispensada à brasileiros e franceses deve ser incrementada, ainda mais, quando chegar a hora da Copa. Este jogo da Arena foi um treinamento. Fomos aprovados, mas sem nota 10. O máximo ainda pode ser atingido.

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Inter desafia o poder da loucura

13 de junho de 2013 59

Não desfruto nenhuma percepção extra-sensorial para prever o futuro de alguém. Mesmo assim, apoiado por exemplos, atrevo-me a dizer que Adriano, o imperador, já recebeu mais oportunidades de se reabilitar do que mereceu.

Corinthians e Flamengo duas vezes já ofereceram oportunidades a Adriano que desperdiçou todas. Farras, comilanças e faltas aos treinamentos foi a resposta do centroavante para quem estava disposto a ajudá-lo. Não é crível que aproveitaria uma quarta oportunidade para recuperar a sua forma física e técnica e desfrutar mais alguns anos do talento que recebeu e ele mesmo bombardeou.

É difícil acreditar que dirigentes do Inter e o próprio treinador, Dunga, estejam cogitando dar ao Adriano mais uma oportunidade, que iria até dezembro. Começa que seria pouco tempo para o atacante perder o excesso de peso e recuperar o seu condicionamento físico. Parece que no Beira-Rio resolveram desafiar o poder da loucura que, aliás, não tem limites.

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Professor Pardal baixou na Arena

13 de junho de 2013 34

O presidente Fábio Koff sofre com o que já fizeram no século passado, quando a torcida gremista pressionava pela demissão do treinador da época, Luiz Felipe Scolari. Koff, à época, foi para os microfones e avisou que o Felipão só sairia quando ele, Fábio Koff, deixasse a presidência do clube. A sequência desta história todos conhecem: Felipão conduziu o Grêmio a títulos que fizeram a alegria da torcida.

Nesta quarta-feira, após o empate contra o São Paulo, Koff repetiu o gesto daquele tempo: informou a quem quisesse ouvir que Vanderlei Luxemburgo não sai e reiterou a sua confiança de que o treinador ainda dará um grande título ao Grêmio. A torcida, que vaiou Luxemburgo, deve ter ido dormir encharcada de indignação com a declaração de Koff. E não foi para menos.

O treinador reiterou falta de memória e prudência. Foi imprudente quando utilizou uma formação com três atacantes sem ter feito um único treinamento e revelou falta de memória porque esta formatação tática já foi usada sem dar certo. Se servir de consolo para os gremistas, Luxemburgo mostrou que vê o jogo muito melhor do que Ney Franco.

Enquanto Luxemburgo recuou para um esquema tático com dois atacantes, Ney Franco viu o São Paulo ser esmagado sem mover uma palha para, pelo menos, atenuar o massacre levado pelo time paulista na etapa final. Mais uma vez, o professor Pardal baixou sobre o treinador do Grêmio. E este Pardal nada entende de futebol.

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Falta um ano para o grande fiasco

12 de junho de 2013 55

Não me dá prazer algum prever que a Copa no Brasil será um fiasco continental. Tomemos Porto Alegre como exemplo. De 11 obras elencadas pela ZH de hoje, oito só estarão concluídas em maio do ano que vem, poucos dias antes do torneio. A pista do Aeroporto Salgado Filho não estará pronta para a Copa e existem fortes razões para se duvidar a ampliação do terminal de passageiros esteja concluída até o Mundial.

Sem contar que continuamos, um ano antes da Copa, tendo voos atrasados e cancelados por efeito da neblina e ausência de aparato tecnológico que permita pousos e decolagens por aparelho. Entre todas as obras, apenas duas tem previsão de conclusão ainda este ano: o aeromóvel, que estará concluído no segundo semestre deste ano e o Estádio Beira-Rio, totalmente revitalizado, ampliado e modernizado.

E a cidade, como está se preparando para receber os turistas? Apenas um pequeno percentual de taxistas está disposto a aprender a língua inglesa. Compreensível, grande parte dos taxistas são pessoas de mais idade e todos precisam trabalhar muito para sobreviver. Como arrumar tempo para estudar? E a sinalização que toda a grande cidade precisa, será feita até o ano que vem? E estes problemas todos não são exclusividade de Porto Alegre. Pelo contrário, em outras capitais-sede, as dificuldades são ainda maiores.

Acho que vou fazer alguma promessa para o meu santo, mas não sei se ele aceitará abraçar uma tarefa tão pesada e complicada.

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O Grêmio quer mais estrangeiros

11 de junho de 2013 19

Após contratar o quarto jogador estrangeiro, o Grêmio declara-se disposto a defender proposta que autorize os clubes a escalar mais do que apenas três jogadores vindos do Exterior. Rui Costa, diretor executivo, entende que o Brasil não deve prescindir do talento de jogadores estrangeiros.

Costa apóia a sua pretensão na moeda brasileira que está muito forte e proporciona aos clubes pagar salários que são irresistíveis para profissionais da América do Sul. Em curto prazo, seria ótimo que o futebol brasileiro pudesse importar os melhores jogadores do continente.

No longo prazo, entretanto, poderia se repetir o que aconteceu em vários países europeus: com as facilidades econômicas para contratar estrangeiros, os clubes passaram a não mais investir na formação de jogadores. Como conseqüência, as seleções destes países definharam por absoluta falta de matéria prima local.

É possível que o Brasil seja um caso diferente. Os nossos clubes ainda não conseguem concorrer com o futebol europeu, oriental e agora do Leste Europeu e, por esta razão, manterão o interesse em seguir produzindo o valioso pé-de-obra que é o jogador de futebol.

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Inter declara guerra aos colorados

11 de junho de 2013 24

Este blog não recebeu uma única manifestação de inconformidade contra as possíveis (dá para dizer certas) vendas de Leandro Moledo e Fabrício. Os colorados devem saber que, procurando, é possível encontrar bons zagueiros e laterais-esquerdos.

Já não é igual a reação da torcida colorada no que diz respeito a possibilidade de venda de Fred. O garoto já ganhou a idolatria das arquibancadas que não admitem a sua saída com tão pouca idade. Além da dificuldade para encontrar um jogador com a capacidade técnica e física de Fred, o mundo sabe que daqui a algum tempo o valor econômico de Fred, no mínimo, dobrará.

O que ninguém está levando em conta são os interesses de Roberto Assis Moreira, dono de parte significativa do passe de Fred. Assis tem pressa em vender Fred? Ou prefere esperar para lucrar mais? Dúvidas à parte, o Inter declarou guerra aos colorados permitindo vazar a informação de que Fred pode estar saindo.

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Luxemburgo e os seus conflitos de vestiário

10 de junho de 2013 39

Já escrevi, tempos atrás, que Vanderlei Luxemburgo e os jogadores do Grêmio estavam em rota de colisão. A torcida gremista reagiu com fúria contra o blogueiro. Agora, existem manifestações públicas suficientes para confirmar que não vão bem as relações de vestiário. Barcos e Luxemburgo já se debicaram publicamente.

Enquanto o treinador afirma que Barcos recua por força do hábito, era assim que ele jogava no Palmeiras, segundo Luxemburgo, o jogador queixa-se de estar jogando fora de posição. Este é um desentendimento que já foi levado ao público externo.

Já no domingo, após a derrota para o Atlético Mineiro, foi a vez de Zé Roberto, o centrado armador gremista, lamentar que “com esta mentalidade não dava para ganhar”. Questionado sobre a mentalidade aludida, Zé Roberto esclareceu, sem vacilações: “Se tivéssemos jogado para atacar e vencer poderíamos ter deixado o campo com uma vitória”.

Podem existir outros desentendimentos mas estes dois que reúnem Barcos e Zé Roberto contra Luxemburgo já são suficientes para que seja busca a harmonia que está afetada no vestiário gremista.

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A Arena deslumbra o mundo

10 de junho de 2013 46

O jogo entre Brasil e França também serviu para mostrar a Arena do Grêmio para jornalistas brasileiros e estrangeiros. O resultado não poderia ter sido mais satisfatório. Todos, sem exceção, manifestaram empolgação diante do novo estádio do Grêmio.

Uma campanha mundial de marketing para vender a imagem da Arena não seria tão eficiente quanto conquistar a simpatia de profissionais de imprensa, vindos de todos os cantos do país e da Europa. O porte majestoso do estádio, conforto, organização e serviços foram destacados pelos visitantes.

A Arena foi, neste domingo, plenamente aprovada. Não faltou quem a colocasse entre os melhores estádios do mundo. Só não funcionaram os telefones celulares. Este problema, entretanto, não é do Grêmio e nem da Arena. A nova casa do Grêmio orgulha Porto Alegre e o Rio Grande do Sul.

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Grêmio joga como time pequeno e perde

09 de junho de 2013 46

Contra o Grêmio cumpriu-se uma máxima do futebol segundo a qual quem joga só para se defender, perde por pouco. Palavras de Zé Roberto, no fim do jogo: "Com a mentalidade que entramos em campo não dava para ganhar". Estava inconformado com a indisposição do Grêmio de atacar. A estratégia gremista rendeu um mísero arremate na etapa inicial e três no segundo tempo. Mais uma vez, Barcos passou pelo jogo, foi substituído e não fez gol. Jogou recuadíssimo e não tem um único arremate. Kléber, descontado pela longa parada, também pouco ou nada fez. O GRêmio, mais uma vez, jogou como time pequeno.

Está aberta a discussão: o ataque do Grêmio não funciona porque Luxemburgo arma o time muito defensivamente ou porque Barcos e Kleber são, mesmo, ineficientes. O treinador já disse que não manda Barcos jogar tão atrás e o centroavante já disse que está jogando fora de posição. Quem está faltando com a verdade? O Grêmio, se não resolver suas dificuldades ofensivas, não irá longe neste campeonato, pelo contrário. E Vanderlei Luxemburgo faria muito bem se reavaliasse suas estratégias. SE continuar jogando para não perder, vai continuar perdendo.

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