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Fernando está de malas prontas

23 de maio de 2013 8

Que vender jogadores para o Exterior é uma necessidade absoluta, ninguém mais ignora. E, de certa forma, o mundo do futebol já se conforma com esta imposição do mercado. O Grêmio está perdendo Fernando, o volante que Luxemburgo colocou na reserva de Adriano. As boas atuações com a camisa do Grêmio e da Seleção Brasileira atraíram as atenções de vários clubes. Neste momento, um clube russo está à frente de todos. Jorge Machado, procurador de Fernando, não esconde que é muito difícil, quase impossível, que Fernando não deixe o Brasil após a Copa das Confederações. Por enquanto, Fernando vai pensando na Seleção e Grêmio enquanto arruma as malas.

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Gladiador quer mudar de Arena

23 de maio de 2013 39

Kleber, o gladiador que o Grêmio buscou para brilhar na Arena poderá deixar o9 clube sem completar a sua missão. Ontem, Giuseppe Diogardi, procurador de Kleber, reuniu-se com a direção de Futebol e o presidente Fábio Koff para informar que o jogador, por falta de oportunidades, deseja deixar o Grêmio. Kleber custou R$ 5 milhões e custa ao Grêmio, mensalmente, R$500 mil. Sua falta de aproveitamento se deve às contratações de Vargas e Barcos, a recuperação de cirurgia que o impediu de estar na pré-temporada do Grêmio e, finalmente, porque Vanderlei Luxemburgo tem outras preferências.

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Luxemburgo e jogadores em rota de colisão

22 de maio de 2013 27

Na entrevista coletiva de Vanderlei Luxemburgo destacaram-se duas afirmações. Primeira delas: “O Grêmio é favorito para ser campeão do Brasileirão”. Esta pode ser, simplesmente, convicção de Vanderlei Luxemburgo. Ou, mais provável, uma forma de anestesiar o inconformismo de quem queria a troca de treinador. Outra afirmação, esta com força para embaçar o ambiente de vestiário: “Quem estava lá (em Bogotá) viu que treinamos uma coisa e no jogo tivemos uma postura diferente”. Esta manifestação pode ter três significados: os jogadores não entenderam as orientações de Luxemburgo; Roger Machado, que substituiu Luxa a beira do gramado, ignorou a estratégia estabelecida e aplicou outra e, os jogadores, deliberadamente, agiram contra a orientação do treinador. Qualquer um dos casos tem potencial para enfraquecer o comando de Luxemburgo. Exemplo: não faz muito tempo, aconteceu fato semelhante no Beira-Rio. Fernandão, treinador da época, responsabilizou os jogadores pela falta de dedicação, perdeu o comando do vestiário e pouco tempo depois foi demitido.

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Luigi e sua história inacreditável

22 de maio de 2013 10

Giovanni Luigi está viajando para a Europa. Afirmam pessoas próximas ao presidente colorado, que Inglaterra e Espanha são os países a serem visitados. Na terra da Rainha, Luigi tentaria definir a venda de Leandro Damião e na Espanha, o objetivo seria contratar Júlio Batista, ídolo no Málaga. O dirigente nega propósitos negociais na sua viagem. Porém, empresta verossimilhança às especulações que falam de transações de jogadores quando justifica a sua viagem dizendo que vai a Inglaterra só para assistir a decisão da Liga dos Campeões, entre Bayern de Munique e Borússia Dortmund. Quem conhece Luigi sabe que o italiano não abre a mão nem quando cai no mar. É um notório pão-duro. Ninguém acredita que ele faria uma viagem à Europa apenas para assistir a um jogo de futebol. Nesta história fantástica ninguém acredita.

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Dizimado ataque colorado

21 de maio de 2013 13


Não poderia ser pior a largada do Internacional no Campeonato Brasileiro. Dunga ficou sem ataque, terá que resolver o problema com Gilberto e Rafael Moura. Leandro Damião estará fora durante a Copa das Confederações, mesmo motivo para o afastamento de Forlán. E, desde ontem, perdeu Caio, o talismã do time, para o departamento médico. Sem ataque, o Inter precisará de sorte e superação para não arrancar nas últimas posições. Já se sabe que no Brasileirão de pontos corridos, cada jogo é uma decisão. O primeiro jogo decisivo para o Inter será sábado, 18h30min, na Fonte Nova.

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O Grêmio está salvo

21 de maio de 2013 22

Está plenamente justificado o entusiasmo do Paulo Sant´Ana, expresso na sua coluna de hoje em ZH. O colunista relata que Grêmio e OAS concordaram em reformar o contrato que tinham, restando vantagens para as duas partes. O Grêmio porque poderá parcelar a sua dívida com a OAS e ainda terá participação nos empreendimentos que serão erguidos em torno da Arena r no Estádio Olímpico. E a OAS desfrutará a vantagem de ter um parceiro fortalecido, com capacidade para formar bons times e disputar títulos. Não conviria à OAS ter um sócio arrastando as pernas, em situação falimentar. Ganharam todos, proclama o Sant`Ana. O Grêmio está salvo. Fábio Koff atingiu o seu objetivo. O presidente do Grêmio já projetava as mudanças contratuais quando surpreendeu o mundo declarando que “a Arena não é nossa”. O Grêmio está salvo. E não é força de expressão. A notícia compensa o dissabor da desclassificação. Se o contrato não fosse alterado, este não seria o último fracasso do Grêmio. Seria, talvez, o primeiro de uma longa série.

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Dunga nada tem de presidente

20 de maio de 2013 11

Depois de algumas manifestações de Dunga, mal colocadas ou mal entendidas, caiu sobre o treinador colorado a marca de “presidente”, isto é, aquele que manda no clube. Domingo à noite, Dunga participou do quadro “Conversa de Bar”, criado pelo apresentador Silvio Benfica, onde foi sabatinado por repórteres da rádio Gaúcha e por este comentarista. Dunga respondeu todas as perguntas apresentadas.

Sobre dirigentes estarem presentes nas suas preleções, Dunga foi claro: “só não aceito muitos dirigentes, sete ou oito. Aí é demais. Mas até dois dirigentes presentes, eu não me oponho”. Quando foi indagado sobre discutir questões táticas, técnicas, de logística ou comando de vestiário, mais uma vez Dunga afirmou: “Sem problema algum. Posso discutir, trocar ideias sobre tudo. Eu sou, apenas, um funcionário do clube. Apenas exijo ser o comandante do vestiário, até para preservar a minha autoridade com os jogadores”.

Nesta linha, Dunga revelou que gosta, sim, de ser consultado sobre contratações mas se a direção resolver trazer algum reforço por conta própria, ele não terá dificuldade alguma em observar o jogador e escalá-lo, se merecer. Dunga tem noção perfeita de que o clube gasta em contratações e o treinador, às vezes, é dispensado e ficam os jogadores.

Foi um excelente bate-papo em que ficou comprometida, até mesmo, a sua imagem de mal humorado. Dunga riu muito, foi transparente e pareceu feliz em poder falar de tudo o que pensa sobre ser treinador, como lidar com jogadores e como se colocar no contexto do clube. Foi uma entrevista muito esclarecedora.

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O Grêmio perdeu sua identidade

20 de maio de 2013 43

Reproduzo, a seguir, e-mail enviado por Alesson de Melo. Nele, o torcenauta gremista lembra o vitorioso estilo gremista, hoje abandonado e até menosprezado pelo treinador Vanderlei Luxemburgo. Se o Alesson permitir, o blogueiro assina embaixo:

“Ainda guri, fiz a oportuna e inteligente escolha de torcer pelo glorioso Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, coincidência ou não, justamente o time que meu pai e meu irmão torciam.
Em poucos anos de vida, já tive o privilégio de ver meu time conquistar o estado, o país e o continente sul americano.
Com um futebol mecânico, consistência defensiva, zagueiros rebatedores, volantes "violentos" e centroavante limitado, o Grêmio ia patrolando times de "futebol encantador", que enchiam os olhos da imprensa com ímpeto ofensivo, muita posse de bola e jogadas de efeito.
Logo percebi as peculiaridades do Grêmio diante dos demais clubes brasileiros.
Percebi que o Grêmio até poderia ser campeão com algumas limitações técnicas, mas que jamais seria campeão com limitações de identidade.

É justamente esse o problema que enfrentamos: uma crise de identidade.
Rasgando a história do Grêmio e ignorando nossas raízes, tentamos implantar uma cultura de futebol distinta daquela nos deu o status de um dos maiores clubes de futebol do mundo.
Antes de qualquer outra coisa, nós, torcedores, precisamos assumir e se orgulhar da nossa identidade: o futebol resultado, mecânico, operário, aguerrido, objetivo e principalmente, vencedor.
Qualidade técnica é essencial, mas não é sinônimo de título. Sem sangue nos olhos e vontade de vencer, nenhum profissional vai fazer história no Grêmio.
Já faz parte do folclore!

Esse time sem sangue, sem raça, não me representa, não representa o verdadeiro Grêmio.
Por isso eu volto a afirmar o que já dizia no ano passado: Vanderlei Luxemburgo não é e nunca foi treinador para o Grêmio.
Treinador que acha que raça é coisa de cachorro, não pode treinar o nosso glorioso tricolor.

Precisamos de um treinador que conheça a história do clube, enfie o pé na porta do vestiário e coloque as cartas na mesa.

Fora Luxemburgo!”.

Vanderlei Luxemburgo fez a frase que jamais poderia fazer, trabalhando no Rio Grande do Sul: “Raça é coisa de cachorro”. Além de revelar desconhecimento do estilo gaúcho de jogar futebol, ainda ofendeu os torcedores  nativos que apreciam e enaltecem a garra como importante traço de um time vencedor”.

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O Grêmio gastou para piorar

17 de maio de 2013 72

Uma das manifestações mais graves e sinceras ouvidas após a eliminação do Grêmio, partiu do presidente do Clube. Visivelmente abalado pela derrota, Koff inventariava os problemas do time quando lembrou que o Grêmio fez ótima campanha em 2012, quando chegou entre os quatro melhores participantes do Brasileirão. De dezembro até hoje, meio time do Grêmio foi renovado. Jogadores foram mandados em frente e contratados outros a preços de ouro. O resultado é conhecido: o Grêmio piorou apesar de gastar uma fortuna tentando melhorar. Vanderlei Luxemburgo comandou a reestruturação do time gremista. Decidiu quem deveria sair e quem o clube deveria buscar. Fábio Koff atendeu todos, ou quase todos os desejos de Luxemburgo. Por isso, na hora em que se torna indispensável uma nova reforma da equipe, as mudanças devem começar pelo treinador. Passando, quem sabe, pelos dirigentes do futebol gremista. O vestiário se transformou em uma escola do fracasso.

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Cabeça de Luxemburgo deve rolar

17 de maio de 2013 61

Que o Grêmio está tendo um primeiro semestre desastroso, não é segredo para ninguém. Que algumas contratações caríssimas parecem destinadas ao fracasso, é outra impressão generalizada. E que o Grêmio não chegará a lugar algum se não passar por reconsiderações importantes, também é constatação óbvia. O que o Grêmio deve fazer e por onde deve começar? A primeira providência, como sempre acontece em tempos de crise, é identificar os culpados. Quase sempre é o treinador quem acaba pagando a conta. No caso do Grêmio, é impossível não ver em Vanderlei Luxemburgo o principal responsável pelo fracasso. O treinador dispensou jogadores que foram importantes na temporada passada substituindo-os por algumas nulidades caríssimas. Além das desastradas contratações e dispensas, conduzidas por Luxemburgo, a sua orientação tem se revelado, igualmente, precária e distante do talento que já fez dele um dos maiores treinadores do mundo. O Grêmio precisa despachar Vanderlei Luxemburgo, sem perda de tempo. Se ele continuar, vai acabar levando o Grêmio para onde não gostaria de chegar pela terceira vez. Fábio Koff não deve seguir o conselho de “mudar não mudando”. Seria um desastre. Ainda há tempo para se salvar. Mas, não é muito tempo.

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Medo tira Grêmio da Libertadores

17 de maio de 2013 66

Que o Grêmio tentaria garantir a vaga não levando gol do Santa Fé, todo o mundo sabia. O que ninguém esperava era que o GRêmio tivesse uma postura tão medrosa. Durante o jogo inteiro, o GRêmio só se defendeu. Assumiu um comportamento de risco e pagou caro pela inaceitável atitude. O GRêmio gastou uma fortuna para, por exemplo, armar um ataque de renjome. Em Bogotá, apenas Vargas teve rendimento razoável - perdeu um gol imperdível nos minutos finais - porque Barcos fez o que vem fazendo: muito pouco, quase nada. O GRêmio se anunciava candidato ao título mas em apenas um jogo, contra o Fluminense, no Engenhão, teve produção de candidato. O time decepcionou e Vanderlei Luxemburgo não fez menos.

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Se tiver juízo e proposta, Inter vende Forlán

16 de maio de 2013 54

Forlán, melhor jogador da Copa de 2010, foi contratado para fazer gols e se constituir em peça importante do marketing colorado. Gols ele marcou no Gauchão, uma competição menor, mas ainda não conseguiu proporcionar ao clube os ganhos de imagem projetados. Quando foi buscado pelo Inter, Forlán atravessava péssima fase que já durava mais de um ano. Desembarcou no Beira-Rio e ampliou o mau momento até o fim da temporada passada. Este ano, começou participando de uma pré-temporada completa, fez gols no Gauchão e terminou o campeonato como artilheiro da competição. Muitos imaginaram que a má fase tinha passado. Alguns, como este blogueiro, entendiam que Forlán atravessou um período em que os seus chutes, inegavelmente fortes, acertavam o gol adversário. Este instante de boa sorte está passando. Forlán voltou a ser o que foi nos últimos anos.

Surge, agora, a informação de que um milionário mexicano da área petrolífera, comprou um clube daquele país e quer contratar Forlán. O empresário, dizem, é admirador fanático do atacante uruguaio. Ninguém sabe se a história que foi divulgada por um jornal mexicano, acabará se confirmando. Se este milionário existir e desejar levar Forlán, será a chance do Inter de faturar algum dinheiro e livrar-se de um salário que inflaciona a folha de pagamentos colorada. O presidente Giovanni Luigi nega sondagens e garante que Forlán não sai. Luigi é um bom negociador, sabe valorizar o seu produto. Mas, acreditem, não é burro. Se os mexicanos vierem, Forlán irá embora.

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Segundona ameaça o Inter

16 de maio de 2013 329

Não passa um dia sem que Dunga reitere a sua reivindicação por reforços. Todos os dirigentes colorados fazem eco às queixas do treinador mas contratar o Inter não contrata. Sem pregar sinistrose ou cometer imperdoável exagero, creio que o Inter, este ano, dependerá de muitos milagres para conquistar algum título importante. A situação, entretanto, poderá piorar ainda mais. O Inter sofreu uma barbaridade para ser campeão gaúcho em cima do Juventude, notável integrante da Série D, a quarta divisão do futebol brasileiro. Ontem, assustou a sua torcida e o medo só deixou as arquibancadas quando Caio marcou o segundo gol. E o adversário era o Santa Cruz pernambucano, glorioso membro da Série C, terceira divisão. O Inter poderá melhorar com algumas contratações. Não serão tantas quanto seria necessário porque falta dinheiro. E não se deve desconsiderar que o Inter, neste início de temporada, é um privilegiado: só disputou uma competição depois de fazer uma pré-temporada considerada ideal. O cenário poderá mudar, é claro, mas neste momento em que o Inter sofre para derrotar adversários de divisões inferiores, a ameaça da segunda divisão é uma realidade.

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D'Alessandro é o faz-tudo do Inter

15 de maio de 2013 15

O Inter é D´Alessandro e D´Alessandro é o faz-tudo do Inter. Contra o Santa Cruz foi assim, mais uma vez. Um canhotaço do argentino, aos 12 minutos da etapa final, abriu caminho para a classificação colorada para a etapa seguinte da Copa do Brasil. Caio, substituindo o inoperante Rafael Moura, fechou o escore. O Inter segue em frente na competição mas onde chegará com a modéstia do seu futebol? O Santa Cruz, que é um time de inúmeras limitações, bateu queixo sob a chuva fria da Serra. Durante boa parte da partida jogou com um homem a mais mas, mesmo assim, não conseguiu fazer gol, embora tenha dado trabalho ao Inter. O resultado foi justo, mas não deve animar os colorados. Foi difícil para o Inter derrotar um adversário da terceira divisão.

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Barbas coloradas estão de molho

15 de maio de 2013 14

“Caça-Rato” é o jogador do Santa Cruz que vem se destacando na Copa do Brasil como despontou no Campeonato Pernambucano. Não se trata, por exemplo, de um jogador a ser observado pelo Inter ou outro grande clube brasileiro. Mas, é muito veloz e sabe fazer gols. Deve ser visto como uma ameaça real. O apelido de “Caça-Rato”, segundo me contaram, vem do habito de caçar ratos, quando menino, para a alimentação da família. Em muitos lugares do nosso sofrido Nordeste, comer ratos é uma opção histórica utilizada pelo sertanejo para matar a fone. “Caça-Rato” abandonou, faz algum tempo, suas caçadas. Atualmente, ele caça incautos que desconsideram as suas possibilidades. Além de cuidar deste jogador, o Inter precisará se concentrar em não levar gol e marcar nem que seja um. Se sofrer um gol, terá que fazer dois. O Inter é favorito, sim, mas não muito. É bom que Dunga e os seus comandados coloquem suas barbas de molho.

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