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Dunga nada tem de presidente

20 de maio de 2013 0

Depois de algumas manifestações de Dunga, mal colocadas ou mal entendidas, caiu sobre o treinador colorado a marca de “presidente”, isto é, aquele que manda no clube. Domingo à noite, Dunga participou do quadro “Conversa de Bar”, criado pelo apresentador Silvio Benfica, onde foi sabatinado por repórteres da rádio Gaúcha e por este comentarista. Dunga respondeu todas as perguntas apresentadas.

Sobre dirigentes estarem presentes nas suas preleções, Dunga foi claro: “só não aceito muitos dirigentes, sete ou oito. Aí é demais. Mas até dois dirigentes presentes, eu não me oponho”. Quando foi indagado sobre discutir questões táticas, técnicas, de logística ou comando de vestiário, mais uma vez Dunga afirmou: “Sem problema algum. Posso discutir, trocar ideias sobre tudo. Eu sou, apenas, um funcionário do clube. Apenas exijo ser o comandante do vestiário, até para preservar a minha autoridade com os jogadores”.

Nesta linha, Dunga revelou que gosta, sim, de ser consultado sobre contratações mas se a direção resolver trazer algum reforço por conta própria, ele não terá dificuldade alguma em observar o jogador e escalá-lo, se merecer. Dunga tem noção perfeita de que o clube gasta em contratações e o treinador, às vezes, é dispensado e ficam os jogadores.

Foi um excelente bate-papo em que ficou comprometida, até mesmo, a sua imagem de mal humorado. Dunga riu muito, foi transparente e pareceu feliz em poder falar de tudo o que pensa sobre ser treinador, como lidar com jogadores e como se colocar no contexto do clube. Foi uma entrevista muito esclarecedora.

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O Grêmio perdeu sua identidade

20 de maio de 2013 19

Reproduzo, a seguir, e-mail enviado por Alesson de Melo. Nele, o torcenauta gremista lembra o vitorioso estilo gremista, hoje abandonado e até menosprezado pelo treinador Vanderlei Luxemburgo. Se o Alesson permitir, o blogueiro assina embaixo:

“Ainda guri, fiz a oportuna e inteligente escolha de torcer pelo glorioso Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, coincidência ou não, justamente o time que meu pai e meu irmão torciam.
Em poucos anos de vida, já tive o privilégio de ver meu time conquistar o estado, o país e o continente sul americano.
Com um futebol mecânico, consistência defensiva, zagueiros rebatedores, volantes "violentos" e centroavante limitado, o Grêmio ia patrolando times de "futebol encantador", que enchiam os olhos da imprensa com ímpeto ofensivo, muita posse de bola e jogadas de efeito.
Logo percebi as peculiaridades do Grêmio diante dos demais clubes brasileiros.
Percebi que o Grêmio até poderia ser campeão com algumas limitações técnicas, mas que jamais seria campeão com limitações de identidade.

É justamente esse o problema que enfrentamos: uma crise de identidade.
Rasgando a história do Grêmio e ignorando nossas raízes, tentamos implantar uma cultura de futebol distinta daquela nos deu o status de um dos maiores clubes de futebol do mundo.
Antes de qualquer outra coisa, nós, torcedores, precisamos assumir e se orgulhar da nossa identidade: o futebol resultado, mecânico, operário, aguerrido, objetivo e principalmente, vencedor.
Qualidade técnica é essencial, mas não é sinônimo de título. Sem sangue nos olhos e vontade de vencer, nenhum profissional vai fazer história no Grêmio.
Já faz parte do folclore!

Esse time sem sangue, sem raça, não me representa, não representa o verdadeiro Grêmio.
Por isso eu volto a afirmar o que já dizia no ano passado: Vanderlei Luxemburgo não é e nunca foi treinador para o Grêmio.
Treinador que acha que raça é coisa de cachorro, não pode treinar o nosso glorioso tricolor.

Precisamos de um treinador que conheça a história do clube, enfie o pé na porta do vestiário e coloque as cartas na mesa.

Fora Luxemburgo!”.

Vanderlei Luxemburgo fez a frase que jamais poderia fazer, trabalhando no Rio Grande do Sul: “Raça é coisa de cachorro”. Além de revelar desconhecimento do estilo gaúcho de jogar futebol, ainda ofendeu os torcedores  nativos que apreciam e enaltecem a garra como importante traço de um time vencedor”.

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O Grêmio gastou para piorar

17 de maio de 2013 66

Uma das manifestações mais graves e sinceras ouvidas após a eliminação do Grêmio, partiu do presidente do Clube. Visivelmente abalado pela derrota, Koff inventariava os problemas do time quando lembrou que o Grêmio fez ótima campanha em 2012, quando chegou entre os quatro melhores participantes do Brasileirão. De dezembro até hoje, meio time do Grêmio foi renovado. Jogadores foram mandados em frente e contratados outros a preços de ouro. O resultado é conhecido: o Grêmio piorou apesar de gastar uma fortuna tentando melhorar. Vanderlei Luxemburgo comandou a reestruturação do time gremista. Decidiu quem deveria sair e quem o clube deveria buscar. Fábio Koff atendeu todos, ou quase todos os desejos de Luxemburgo. Por isso, na hora em que se torna indispensável uma nova reforma da equipe, as mudanças devem começar pelo treinador. Passando, quem sabe, pelos dirigentes do futebol gremista. O vestiário se transformou em uma escola do fracasso.

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Cabeça de Luxemburgo deve rolar

17 de maio de 2013 61

Que o Grêmio está tendo um primeiro semestre desastroso, não é segredo para ninguém. Que algumas contratações caríssimas parecem destinadas ao fracasso, é outra impressão generalizada. E que o Grêmio não chegará a lugar algum se não passar por reconsiderações importantes, também é constatação óbvia. O que o Grêmio deve fazer e por onde deve começar? A primeira providência, como sempre acontece em tempos de crise, é identificar os culpados. Quase sempre é o treinador quem acaba pagando a conta. No caso do Grêmio, é impossível não ver em Vanderlei Luxemburgo o principal responsável pelo fracasso. O treinador dispensou jogadores que foram importantes na temporada passada substituindo-os por algumas nulidades caríssimas. Além das desastradas contratações e dispensas, conduzidas por Luxemburgo, a sua orientação tem se revelado, igualmente, precária e distante do talento que já fez dele um dos maiores treinadores do mundo. O Grêmio precisa despachar Vanderlei Luxemburgo, sem perda de tempo. Se ele continuar, vai acabar levando o Grêmio para onde não gostaria de chegar pela terceira vez. Fábio Koff não deve seguir o conselho de “mudar não mudando”. Seria um desastre. Ainda há tempo para se salvar. Mas, não é muito tempo.

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Medo tira Grêmio da Libertadores

17 de maio de 2013 66

Que o Grêmio tentaria garantir a vaga não levando gol do Santa Fé, todo o mundo sabia. O que ninguém esperava era que o GRêmio tivesse uma postura tão medrosa. Durante o jogo inteiro, o GRêmio só se defendeu. Assumiu um comportamento de risco e pagou caro pela inaceitável atitude. O GRêmio gastou uma fortuna para, por exemplo, armar um ataque de renjome. Em Bogotá, apenas Vargas teve rendimento razoável - perdeu um gol imperdível nos minutos finais - porque Barcos fez o que vem fazendo: muito pouco, quase nada. O GRêmio se anunciava candidato ao título mas em apenas um jogo, contra o Fluminense, no Engenhão, teve produção de candidato. O time decepcionou e Vanderlei Luxemburgo não fez menos.

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Se tiver juízo e proposta, Inter vende Forlán

16 de maio de 2013 54

Forlán, melhor jogador da Copa de 2010, foi contratado para fazer gols e se constituir em peça importante do marketing colorado. Gols ele marcou no Gauchão, uma competição menor, mas ainda não conseguiu proporcionar ao clube os ganhos de imagem projetados. Quando foi buscado pelo Inter, Forlán atravessava péssima fase que já durava mais de um ano. Desembarcou no Beira-Rio e ampliou o mau momento até o fim da temporada passada. Este ano, começou participando de uma pré-temporada completa, fez gols no Gauchão e terminou o campeonato como artilheiro da competição. Muitos imaginaram que a má fase tinha passado. Alguns, como este blogueiro, entendiam que Forlán atravessou um período em que os seus chutes, inegavelmente fortes, acertavam o gol adversário. Este instante de boa sorte está passando. Forlán voltou a ser o que foi nos últimos anos.

Surge, agora, a informação de que um milionário mexicano da área petrolífera, comprou um clube daquele país e quer contratar Forlán. O empresário, dizem, é admirador fanático do atacante uruguaio. Ninguém sabe se a história que foi divulgada por um jornal mexicano, acabará se confirmando. Se este milionário existir e desejar levar Forlán, será a chance do Inter de faturar algum dinheiro e livrar-se de um salário que inflaciona a folha de pagamentos colorada. O presidente Giovanni Luigi nega sondagens e garante que Forlán não sai. Luigi é um bom negociador, sabe valorizar o seu produto. Mas, acreditem, não é burro. Se os mexicanos vierem, Forlán irá embora.

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Segundona ameaça o Inter

16 de maio de 2013 326

Não passa um dia sem que Dunga reitere a sua reivindicação por reforços. Todos os dirigentes colorados fazem eco às queixas do treinador mas contratar o Inter não contrata. Sem pregar sinistrose ou cometer imperdoável exagero, creio que o Inter, este ano, dependerá de muitos milagres para conquistar algum título importante. A situação, entretanto, poderá piorar ainda mais. O Inter sofreu uma barbaridade para ser campeão gaúcho em cima do Juventude, notável integrante da Série D, a quarta divisão do futebol brasileiro. Ontem, assustou a sua torcida e o medo só deixou as arquibancadas quando Caio marcou o segundo gol. E o adversário era o Santa Cruz pernambucano, glorioso membro da Série C, terceira divisão. O Inter poderá melhorar com algumas contratações. Não serão tantas quanto seria necessário porque falta dinheiro. E não se deve desconsiderar que o Inter, neste início de temporada, é um privilegiado: só disputou uma competição depois de fazer uma pré-temporada considerada ideal. O cenário poderá mudar, é claro, mas neste momento em que o Inter sofre para derrotar adversários de divisões inferiores, a ameaça da segunda divisão é uma realidade.

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D'Alessandro é o faz-tudo do Inter

15 de maio de 2013 14

O Inter é D´Alessandro e D´Alessandro é o faz-tudo do Inter. Contra o Santa Cruz foi assim, mais uma vez. Um canhotaço do argentino, aos 12 minutos da etapa final, abriu caminho para a classificação colorada para a etapa seguinte da Copa do Brasil. Caio, substituindo o inoperante Rafael Moura, fechou o escore. O Inter segue em frente na competição mas onde chegará com a modéstia do seu futebol? O Santa Cruz, que é um time de inúmeras limitações, bateu queixo sob a chuva fria da Serra. Durante boa parte da partida jogou com um homem a mais mas, mesmo assim, não conseguiu fazer gol, embora tenha dado trabalho ao Inter. O resultado foi justo, mas não deve animar os colorados. Foi difícil para o Inter derrotar um adversário da terceira divisão.

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Barbas coloradas estão de molho

15 de maio de 2013 14

“Caça-Rato” é o jogador do Santa Cruz que vem se destacando na Copa do Brasil como despontou no Campeonato Pernambucano. Não se trata, por exemplo, de um jogador a ser observado pelo Inter ou outro grande clube brasileiro. Mas, é muito veloz e sabe fazer gols. Deve ser visto como uma ameaça real. O apelido de “Caça-Rato”, segundo me contaram, vem do habito de caçar ratos, quando menino, para a alimentação da família. Em muitos lugares do nosso sofrido Nordeste, comer ratos é uma opção histórica utilizada pelo sertanejo para matar a fone. “Caça-Rato” abandonou, faz algum tempo, suas caçadas. Atualmente, ele caça incautos que desconsideram as suas possibilidades. Além de cuidar deste jogador, o Inter precisará se concentrar em não levar gol e marcar nem que seja um. Se sofrer um gol, terá que fazer dois. O Inter é favorito, sim, mas não muito. É bom que Dunga e os seus comandados coloquem suas barbas de molho.

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Pela honra dos paulistas

15 de maio de 2013 7

O São Paulo foi o primeiro clube paulista a ser despachado da Libertadores da América. Ontem, foi a vez do Palmeiras despedir-se da competição. Perdeu em São Paulo para o Tijuana com quem havia empatado no jogo de ida, no México. Esta noite, o Corinthians defende a honra do futebol paulista, enfrentando o Boca Juniors. A tarefa será complicadíssima. Para seguir em frente na Libertadores, o time de Tite terá que derrotar o time argentino por, no mínimo, dois a zero. O Corinthians foi derrotado no La Bombonera por um a zero. Como não marcou gol, repassou o favoritismo na luta pela vaga para o Boca. Se os brasileiros perderem a vaga, não haverá mais paulistas na competição.

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Santa Cruz chega cansado e desfalcado

14 de maio de 2013 8

Bom para o Inter que não joga desde a decisão do Gauchão, duas semanas atrás. Neste período, apenas treinou e descansou. Pior para o Santa Cruz que decidiu o Campeonato Pernambucano no domingo, festejou nas 24 horas seguintes, talvez um pouco mais, e embarcou em um voo para Porto Alegre.

Para piorar ainda mais, o tricampeão pernambucano deixou em Recife três titulares: o centroavante e os dois laterais. É possível um time superar tantas adversidades com esforço e dedicação, mas em casos de exceção. O Inter reúne vantagens que devem robustecer o seu favoritismo. Só não pode pensar que o jogo está ganho.

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Ataque do Grêmio não faz gols

14 de maio de 2013 21

Oportuna a lembrança do torcenauta Alex Silva, gremista inconformado com os desempenhos dos atacantes do Grêmio na Taça Farroupilha, comparando-os com performances de outros atacantes, dispensados pelo Grêmio. Alex tem razão na sua inconformidade. Na Taça Farroupilha, Vargas marcou um único gol e de pênalti contra o Passo Fundo. Wellington fez um gol contra o Pelotas, Kléber fez dois gols, um de pênalti e Barcos e Barcos, igualmente, só marcou dois gols.

Enquanto isso, Bergson, emprestado pelo Grêmio ao Juventude, marcou quatro gols, nenhum de pênalti, e Leandro já mandou a bola para as redes seis vezes, vestindo a camisa do Palmeiras. A comparação seria perfeita se os emprestados tivessem disputado o mesmo número de jogos dos atacantes que estão na Arena do Grêmio. Mesmo assim, é pífio o rendimento dos famosos que encarecem a folha de pagamentos do Grêmio.

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Dunga falou demais

13 de maio de 2013 48

Quem não leu a entrevista de Dunga, publicada em ZH deste domingo, deveria fazê-lo. A manifestação do treinador não perdeu atualidade e torna compreensíveis os valores e princípios que orientam este profissional que polemiza sem ser polêmico.

Do início ao fim da entrevista vertem correção, honestidade e alto conhecimento da sua atividade profissional. É possível identificar nas palavras de Dunga o aprendizado que trouxe da Europa, principalmente da Alemanha e sua notória vocação para a organização.

Alguém já leu ou ouviu um treinador pedir que, diariamente, seja colocado sobre a sua mesa um clipping (resumo) de notícias do dia? Dunga faz questão de se manter informado, saber o que se escreve e diz dele, do time e do clube, todos os dias.

Dunga foi tão transparente, respondeu todas as perguntas com tanta clareza e até tratou em detalhes alguns episódios ocorridos na intimidade do vestiário que acabou rompendo as suas próprias exigências.

Dunga, corretamente, entende que o que é do vestiário, não sai do vestiário. Lendo a sua entrevista, descobre-se que tem gente pensando que o seu cargo é vitalício e até detalhes do seu desentendimento com o assessor de imprensa que acabou sendo transferido para a presidência do clube.

Dunga é um bom exemplo a ser seguido como cidadão e profissional. Mas, desta vez, ele falou demais.

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Santa Fe não é bicho-papão

13 de maio de 2013 12

É possível que o Santa Fe de sábado, quando enfrentou o Boyacá Chicó, não tenha sido o adversário que espera o Grêmio em Bogotá, na quinta-feira. As motivações, seguramente, serão diferentes. A Libertadores é uma ambição do Santa Fe bem maior do que o campeonato da Colômbia.

Apesar desta diferença, foi possível avaliar com alguma clareza a força técnica do time colombiano. Um jogo, qualquer jogo, nunca é jogado antes da hora. Esta verdade, porém, não embaça a modéstia da equipe. Quase me atrevo a garantir que se o Santa Fe jogar muito motivado, dará algum trabalho ao Grêmio mas insuficiente para ficar com a vaga, mesmo jogando na sua casa.

A menos que o time de Vanderlei Luxemburgo repita algumas atuações deploráveis. Se Barcos e Vargas jogarem um pouquinho mais, apenas, do que vem jogando, o Grêmio volta da Colômbia classificado.

Resumo da ópera: o Grêmio só perde se for para ele mesmo.

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Mensalidades coloradas devem aumentar

09 de maio de 2013 49

Pedro Kutscher tem uma curiosidade que também deverá ser a de 100 mil associados do Inter: as mensalidades aumentarão quando o Beira-Rio for reaberto?

Respondo que este assunto será tratado seguindo o modelo administrativo da Arena do Grêmio. Já foi criada uma empresa, a Brio, para administrar o Beira-Rio ou parte dele, não sei. Entre outros assuntos que tratará, estará o valor das mensalidades. Ainda nesta quinta tentarei obter do presidente Giovanni Luigi informações a este respeito mas, desde já, atrevo-me a dizer que haverá, sim, aumento nos preços das mensalidades. É inevitável.

Existe custo, e alto, para as novidades que o Beira-Rio oferecerá em termos de conforto, serviços e beleza. Mas, também haverá no Beira-Rio espaço popular, onde os torcedores pagarão ingressos com preços mais baixos. Esta é uma garantia que me foi dada, meses atrás, pelo próprio presidente Luigi.

Por enquanto, fica a recomendação: sofrer a dor que ainda não chegou não é bom negócio.

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