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Posts na categoria "1"

Pela honra dos paulistas

15 de maio de 2013 7

O São Paulo foi o primeiro clube paulista a ser despachado da Libertadores da América. Ontem, foi a vez do Palmeiras despedir-se da competição. Perdeu em São Paulo para o Tijuana com quem havia empatado no jogo de ida, no México. Esta noite, o Corinthians defende a honra do futebol paulista, enfrentando o Boca Juniors. A tarefa será complicadíssima. Para seguir em frente na Libertadores, o time de Tite terá que derrotar o time argentino por, no mínimo, dois a zero. O Corinthians foi derrotado no La Bombonera por um a zero. Como não marcou gol, repassou o favoritismo na luta pela vaga para o Boca. Se os brasileiros perderem a vaga, não haverá mais paulistas na competição.

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Dunga falou demais

13 de maio de 2013 48

Quem não leu a entrevista de Dunga, publicada em ZH deste domingo, deveria fazê-lo. A manifestação do treinador não perdeu atualidade e torna compreensíveis os valores e princípios que orientam este profissional que polemiza sem ser polêmico.

Do início ao fim da entrevista vertem correção, honestidade e alto conhecimento da sua atividade profissional. É possível identificar nas palavras de Dunga o aprendizado que trouxe da Europa, principalmente da Alemanha e sua notória vocação para a organização.

Alguém já leu ou ouviu um treinador pedir que, diariamente, seja colocado sobre a sua mesa um clipping (resumo) de notícias do dia? Dunga faz questão de se manter informado, saber o que se escreve e diz dele, do time e do clube, todos os dias.

Dunga foi tão transparente, respondeu todas as perguntas com tanta clareza e até tratou em detalhes alguns episódios ocorridos na intimidade do vestiário que acabou rompendo as suas próprias exigências.

Dunga, corretamente, entende que o que é do vestiário, não sai do vestiário. Lendo a sua entrevista, descobre-se que tem gente pensando que o seu cargo é vitalício e até detalhes do seu desentendimento com o assessor de imprensa que acabou sendo transferido para a presidência do clube.

Dunga é um bom exemplo a ser seguido como cidadão e profissional. Mas, desta vez, ele falou demais.

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Estalo do chicote, esquema da Seleção

25 de abril de 2013 7

Calma, este blogueiro não está pregando violência no sagrado reino da CBF, onde se aloja a Seleção Brasileira de Futebol. O título deste post é, apenas, uma figura de linguagem, cujo significado é mais ou menos este: Felipão deve reunir os seus jogadores e informar, nem que sejam necessárias muitas horas de explicação até chegar ao convencimento geral, que nenhum deles sequer senta em banquinho de craque.

No máximo, o elenco selecionado flutua entre jogadores mais ou menos até bons atletas. Craque, nenhunzinho deles. E para que ninguém esqueça, ele, treinador, passará a usar um chicote para fazê-lo estalar sempre que alguém se esquecesse da realidade. Assim como fazem os domadores quando estão adestrando suas feras.

Em seguida, Felipão deve anunciar que a Seleção, por não contar com craques, passará a jogar como time inferior, médio ou pequeno. Todos os integrantes do time terão que correr, lutar pela bola, ocupar espaços e impedir que o adversário, qualquer um, tenha liberdade para jogar. Depois, todos estarão liberados para tentar vencer.

O Brasil esquecerá ousadias como jogar com três atacantes – isto é para alemães, espanhóis, talvez ingleses e argentinos – e privilegiará, sempre, um sistema defensivo forte e resistente. Os gols não serão muitos mas quem disse que precisa mais de um a zero para ganhar três pontos?

Resumindo: nem que seja no estalo do chicote, Felipão terá que ensinar aos nossos selecionados o sentido de ser humilde. É isso aí. A Seleção Brasileira terá que ser humilde, jogando de acordo com o seu tamanho. E para que o discurso franciscano não fique restrito aos jogadores da Seleção, Felipão tratará, igualmente, de conscientizar a imprensa brasileira.

Onde houver um jornalista esportivo enganando-se e ao povo que o Brasil é uma usina de craques, um integrante do grupo oficial “A nova consciência” – terá que ser formado um – erguerá a sua voz para proclamar que não somos mais os mesmos, nossos craques sumiram e devemos nos conformar em descer para a planície. Pode ser que assim não faremos fiasco, ano que vem, em nossa própria casa.

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Vargas brilha e Brasil é vaiado

25 de abril de 2013 8

O Brasil não teve um grande desempenho mas não se justifica o comportamento belicoso da torcida mineira que vaiou o time brasileiro e brindou a Seleção Chilena com gritos de olé. Poucos jogadores tiveram atuações aceitáveis. No primeiro tempo, o Brasil foi mal nos três setores. No segundo, melhorou um pouquinho no meio e no ataque. Vargas, do Grêmio, fez um golaço e teve ótima performance. Foi escolhido, justificadamente, o cara do jogo, o melhor em campo. Ah, Ronaldinho é tempo perdido. Felipão não deveria manter tempo querendo fazer deste jogador a liderança técnica da Seleção Brasileira.

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Fortunati deveria convidar o Papa

18 de abril de 2013 4

A discussão sobre o convite feito ao Kiko, do seriado Chaves, para ser embaixador de Porto Alegre na Copa do ano que vem, ensejou a este blogueiro uma ideia megalomaníaca, talvez: convidar o Papa Francisco, que é apaixonado por futebol, para ser um embaixador celestial dos gaúchos na Copa.

O Papa já recebeu camisetas do San Lorenzo, Flamengo e Barcelona. Já imaginaram o prefeito Fortunati entregando o convite ao Sumo Pontífice, este aceitando e na próxima manifestação pública, mandando uma mensagem para Porto Alegre?

Seria uma glória o Papa Francisco repetindo a histórica pergunta: “O Papa é gaúcho?"

Se o cargo é para famosos, que seja outorgado, então, para o mais famoso do mundo. Pelo menos, imagino, não haveria polêmica. Quer dizer, eu acho que não haveria, porque nesta terra se contesta até amor de mãe.

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ÔH! ÔH! ÔH! O David voltou

02 de abril de 2013 2

O amanhecer desta terça-feira foi tudo de bom. Muito cedo, antes das seis horas, catei a minha Zero Hora, passei um café bem cheiroso e sentei à mesa da cozinha, como sempre faço, para ler o jornal. Confesso que estou mudando um hábito de décadas, o de sempre começar a leitura pelo final do periódico. Ocorre que as manchetes de capa são tão instigantes que não posso esperar para ler as principais matérias de ZH. Só então salto para a última página. Hoje, li o Sant´ Ana e sua sempre qualificada coluna, recuei para a penúltima página, onde está a minha coluna, fixei-me na Bola Dividida do meu amigo Luiz Zini e degustei o texto que tratava de jogadores candidatos à convocação de Felipão. Mais uma virada de página para trás e dou de cara com a emocionante surpresa: lá estava com a mesma qualidade de texto, vigor das palavras, humor fino e intenso e o inesgotável talento criativo, o artigo do meu colega e amigo David Coimbra. Eu não poderia começar melhor a minha terça-feira. Agora, começo a esperar pelo momento, lá pelas 13 horas, em que o David flagra os integrantes do Sala de Redação saboreando um cafezinho na Lancheria do Gilberto e passa pelo grupo fazendo sempre o alerta:

- Olha a trilha! Olha a trilha!

O David está avisando que já toca a trilha do programa que está começando. Mais um pouco e o nosso quero-quero (ave que canta avisando que alguém se aproxima) avançará pelos corredores da rádio Gaúcha e entrará no estúdio para brilhar nos debates amalucados, às vezes, do Sala de Redação.

Volta logo, companheiro!

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Retrocesso no futebol brasileiro

26 de fevereiro de 2013 8

Os clubes do Rio de Janeiro e São Paulo lideraram um movimento para que a CBF abandonasse a ideia de promover clássicos na última rodada do Brasileiro. Alegação: as polícias militares não garantem segurança para dois clássicos na mesma cidade e, muitas vezes, alguns jogos tiveram que ser realizados no Interior.

É estranho que as forças de segurança não consigam proteger dois jogos na mesma cidade. Porém, este é o tipo de problema cuja solução passa longe dos clubes, federações e CBF. Entretanto, seria interessante considerar os danos e escolher o menor.

Jogar no Interior pode resultar, sim, em perda de receita de bilheteria. Entretanto, muito pior é perder um título ou classificação para a Libertadores do ano seguinte, por exemplo, porque algum rival decidiu “entregar” o jogo para prejudicar seu concorrente.

É certo que esta situação voltará a acontecer e as recriminações serão resgatadas. O retrocesso é tão óbvio que é impossível não considerar a possibilidade de a mudança atender a interesses escusos.

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Barcos e Vargas garantem gols

11 de fevereiro de 2013 8

Em 2012, o Grêmio fez campanha inferior às suas possibilidades por não ter um ataque compatível com as pretensões do clube. Em 2013, decidido mudar a sua história, o Grêmio foi às compras e não descansou enquanto não montou um novo ataque, teoricamente muito superior ao do ano passado. Vargas e Barcos, tendo atrás de ambos Elano e Zé Roberto, poderão conduzir o Grêmio a vitórias que não aconteceram em 2012 por falta de poder de fogo. Acrescente-se que os atacantes também serão municiados por Pará e André Santos, dois bons laterais, e estará permitido projetar o Grêmio com muitos gols, nesta temporada. Com Fernando e Souza, dois excelentes volantes, só está faltando ao time titular do Grêmio um ótimo zagueiro. Depois, será correr para o abraço. O ano é promissor para os gremistas.

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Perdão, mas Neymar não é craque

07 de fevereiro de 2013 66

Que me desculpem os adoradores de Neymar, mas eles estão superestimando as qualidades do atacante. É bom jogador, sem dúvida, o melhor do Brasil, mas abaixo, ainda, da condição de craque.

Neymar é um problema a ser resolvido pela psicanálise. Ele só consegue desenvolver seu leque de virtudes contra adversários fracos ou medianos. Quando está diante de rivais qualificados Neymar desaba e não consegue jogar. Foi assim nos da Seleção Brasileira contra Argentina, Alemanha, Holanda e Inglaterra. Desapareceu na fase decisiva da Copa América e teve atuação modesta na Olimpíada.

Craque é aquele jogador que se destaca sempre, independentemente do tamanho do adversário. Por que Neymar encolhe nestas ocasiões? Só o divã poderá esclarecer.

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Construtoras entregam estádios incompletos

04 de fevereiro de 2013 8

Cruzeiro e Atlético Mineiro enfrentaram graves dificuldades enquanto o Mineirão e o Estádio Independência estavam em reformas. O fato de não jogar em casa, nunca, chegou a despertar o fantasma do rebaixamento. O Inter só voltará ao Beira-Rio em setembro. Até lá, o time terá que se superar, todas as semanas.

O Mineirão deu por concluída a sua reforma e reabriu os seus portões no domingo. O estádio ficou bonito, mas para o conforto ficar compatível com a beleza arquitetônica terá que haver indispensáveis melhorias. Os torcedores mineiros reclamaram que os banheiros estão inacabados, as máquinas de servir papel não funcionam e os bares demoraram muito para abrir. Será que também o Mineirão foi liberado antes de as obras serem concluídas? Já aconteceu, por exemplo, com a Arena do Grêmio. O Grêmio teve que voltar ao Olímpico até que a OAS termine o serviço.

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O clássico redimiu Forlán e Damião

03 de fevereiro de 2013 29

Gre-Nal, algumas vezes, surpreende e contraria as previsões mais óbvias. Não foi o caso deste clássico disputado em Erechim. O Inter escalou seus titulares enquanto o Grêmio jogou com reservas e poucos integrantes do time principal. Até Vanderlei Luxemburgo ficou em casa, recuperando-se da pré-temporada. Estava muito cansado. O resultado, diante destas circunstâncias, não afrontou a lógica. O Inter venceu e só cedeu terreno quando, em alguns momentos, o aguerrido time orientado por Roger, enchia-se de brios e pressionava o adversário.

O clássico redimiu dois jogadores do Inter: Forlán e Leandro Damião, autores dos dois gols colorados. Damião teve desempenho modesto mas Forlán obteve, talvez, a sua melhor performance desde que desembarcou no Beira-Rio. Gabriel e Fabrício foram destaques, mesma consideração devida a Dátolo e Willians. No Grêmio, Fernando, que jogava na sua cidade e com os pais no estádio, marcou um gol e transpirou muito. Willian José, contratado para disputar vaga, jogou pouco. E Dunga ganhou o seu primeiro Gre-Nal. O Grêmio terminou a rodada como a pior defesa do Gauchão.

Desconforto azul
Gremistas que viajaram muito para prestigiar o Gre-Nal manifestaram desconforto na Gaúcha pelo fato de o clube ter escalado reservas. A decisão gremista tinha justificativas aceitáveis, mas quem pedira ao torcedor que aceite se reclamar uma derrota em Gre-Nal?

D'Ale e Fred
D'Alessandro assumiu, definitivamente, a liderança na equipe do Inter. As novas tarefas da função levaram-no a reclamar menos, uma indiscutível vantagem. Quanto a Fred, jogando como segundo volante, o garoto cerca, é interessado, mas contra adversários fortes faltará densidade ao setor.

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Inter e Grêmio conhecem greves

22 de janeiro de 2013 0

Em alguns momentos da construção da Arena do Grêmio, trabalhadores da obra paralisaram suas atividades em nome de diversas reivindicações. Em todos eles, a OAS negociou com os grevistas e superou os impasses. Agora, chegou a vez de a Andrade Gutierrez ser colocada diante de paradas dos seus trabalhadores. A repetição do que aconteceu na Arena era inevitável. Nos dois casos, Arena e Beira-Rio, existia e existe prazo para a conclusão das obras. O estádio do Grêmio, mesmo assim, foi inaugurado sem que estivessem concluídos os trabalhos de acabamentos, mas a dificuldade está sendo ultrapassada com o reaproveitamento do Olímpico para mais alguns jogos. O Beira-Rio, entretanto, não poderá ultrapassar o prazo estabelecido pela Fifa. Significa que Inter e Andrade Gutierrez estarão sob forte pressão dos seus trabalhadores. Não é exagero algum prever que novas paralisações acontecerão durante 2013. As negociações terão que ser rápidas e efetivas porque o Mundial/2014 não tem plano B para ser realizado.

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Os narizes torcidos de Odone e Koff

18 de dezembro de 2012 44

Esta noite, o comando do Grêmio muda de mãos: sai Paulo Odone e assume Fábio Koff. Deveria ser um momento de confraternização, afirmação de amizades e companheirismo. Não será assim. As duas maiores lideranças políticas do Grêmio “estão de mal”, como dizem as crianças. Pior, é possível, até, que se odeiem.

Aonde começou este conflito, é difícil precisar e, provavelmente, nem valha a pena descobrir. O pior é que parece ser uma discórdia insolúvel. Fábio Koff deu ao Grêmio os maiores títulos da sua história e Paulo Odone buscou o Grêmio na Série B, recuperou as suas finanças e a dignidade esportivo e, para terminar, construiu a Arena, um monumento à modernidade, uma verdadeira dádiva oferecida aos gremistas.

Ora, homens que tamanha capacidade, inteligência e força de trabalho, deveriam estar juntos, sempre, pelo Grêmio. Entretanto, colocaram-se em trincheiras opostas. Ambos contribuíram para esta situação, ambos estão errados.

É assim, com os seus narizes torcidos, que Koff e Odone irão para a transmissão de comando, esta noite. Será um espetáculo de constrangimentos e sorrisos falsos.

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Em cartaz, os estádios da discórdia

18 de dezembro de 2012 16

Seria inacreditável se não fossem fatos públicos. Inter e Grêmio resolveram oferecer aos seus fãs estádios novos, modernos e confortáveis. O Grêmio construiu um novinho em folha enquanto o Inter está reformando o Beira-Rio e transformando-o em um estádio com padrão Fifa.

Tudo deveria ser motivo de celebrações mas, contrariamente, a Arena e o novo Beira-Rio produziram mágoas e ressentimentos que, parece, nunca acabarão.

No caso do Grêmio, o ex-presidente Élio Dourado, o homem que concluiu o Olímpico buscando tijolos e cimento em todo o estado, afastou-se do Olímpico e promete nunca colocar seus pés na Arena por não concordar com o negócio feito entre Grêmio e Arena, que implodirá o Olímpico nos próximos meses.

No Beira-Rio, Vitório Piffero, Pedro Afatato e outros colorados ilustres, discordavam da parceria com a Andrade Gutierrez. Entendiam que o Inter poderia arcar, sozinho, com a remodelação do Beira-Rio. O assunto foi levado para os conselhos colorados e venceu a proposta de parceria. Piffero e Afatato romperam relações políticas com Giovanni Luigi e viraram opositores da direção.

Acredite quem quiser, mas em vez de unir, Arena e Beira-Rio superaram aliados históricos. Não dá para acreditar.

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No Inter, só se fala em dispensas

17 de dezembro de 2012 40

A direção do Internacional foi reeleita e este fato deveria facilitar a construção do time para 2013. Entretanto, é o contrário que está acontecendo. No Beira-Rio, até agora, só vertem especulações sobre dispensas de jogadores. E, até neste item, o que se diz é passível de questionamentos.

O Inter estaria querendo dispensar Dagoberto. Ah é? Mas quem, no elenco colorado, é superior ao Dagol? Forlán? Especula-se, igualmente, que Dátolo é outro dispensável. Ora, este jogador já foi escolhido o principal profissional do grupo, em determinando momento, por que abrir mão de um jogador como ele? Enquanto se fala em dispensar atletas aproveitáveis, informa-se que o Inter deseja renovar o contrato de Kleber.

E sobre reforços, nada, sequer uma especulaçãozinha. Será que o Inter perdeu força de investimento no momento em que Delcir Sonda deixou de colocar jogadores caros no Beira-Rio?

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