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Produtividade policial premiada

23 de maio de 2013 0

Não chega a ser novidade o que o governador de São Paulo está prometendo para o segundo semestre deste ano, que é o pagamento de uma premiação extra para os policiais que conseguirem reduzir os índices de criminalidade naquele estado. O tal bônus de produtividade aos PMs e policiais civis já é pago em vários estados, entre os quais o Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O pagamento é semestral e varia, dependendo de cada estado, entre R$ 3 mil e R$ 6 mil, o que garante um 14º e até um 15º salário aos policiais mais bem avaliados. Em São Paulo o bônus começa em R$ 4 mil, mas pode chegar a R$ 10 mil. São valores atraentes que têm por objetivo diminuir de forma consistente os assassinatos, roubos na rua e roubos e furtos de veículos. O desempenho dos policiais é medido pelo recuo no número de delitos registrados por região.

Claro que há pontos positivos e negativos na medida. De um lado, a gratificação vai dar mais ânimo aos integrantes da segurança pública que historicamente são muito mal remunerados.

O lado negativo é a possibilidade de surgir uma espécie de rivalidade entre os grupos de policiais que pode prejudicar a cooperação e a troca de informações entre os profissionais. Mas em tempos de caixa apertado para dar um aumento salarial que agrade a todos, premiar a produtividade policial é uma experiência que não pode ser descartada.

No Rio, por exemplo, além dessa premiação a polícia costuma pagar por informações fornecidas pela população principalmente para o caso de encontrar o esconderijo de bandidos.

É sabido que aqui no nosso Estado a remuneração da segurança pública é uma das mais baixas do Brasil. Por isso, seria interessante um debate público sobre o assunto.

Até amanhã, com a graça de Deus.

Um jeito ou uma desculpa?

22 de maio de 2013 1

Conheci o Claudio Luciano Dusik nas palestras da Feira de Oportunidades que o Senac promoveu no último dia dez no calçadão do Mercado Público. Durante meia hora ele falou de sua experiência de vida, de sua doença degenerativa cujo diagnóstico médico lhe dava uma existência de apenas sete anos, a superação dos obstáculos provocados pela atrofia muscular espinhal que deforma seu corpo e limita seus movimentos, levando os presentes a chorar de emoção.

Na edição de ontem, o Diário Gaúcho contou

algumas passagens de sua história de superação o que me motivou a também escrever sobre esse exemplo de coragem onde a família, liderada por sua mãe dona Elza Arnoldo, reuniu toda sua força para quebrar alguns estigmas que recaem sobre pessoas com deficiência.

Desde cedo, essa mãe nunca desistiu de acreditar na capacidade do filho de vencer os obstáculos criados pela terrível doença degenerativa e no início chegou a implorar para que escolas o aceitassem.

“Os médicos davam para ele apenas sete anos de vida. Vivíamos em luto. Ele foi para a escola só para brincar e ter amigos. Hoje, aos 36 anos, contando com o movimento de apenas um dedo, ele é mestre pela Ufrgs e está se preparando para o doutorado. É um exemplo para todas as pessoas com deficiência”, diz ela cheia de orgulho. E não é para menos. Aliás, é o próprio Cláudio que afirma na entrevista ao DG: “Quando a gente quer, arruma um jeito.

Quando não quer, arruma uma desculpa. Não é a dificuldade que determina onde vamos chegar, e sim a nossa vontade”.

Reproduzo suas palavras porque vejo nelas a força de uma mola que é capaz de catapultar muita gente que, por um revés qualquer em sua vida acaba entrando em depressão, caindo no fundo do poço. A vida é feita de escolhas. Eu já escolhi, quero sempre arrumar um jeito.

Até amanhã, com a graça de Deus.

Fisioterapia solidária

21 de maio de 2013 0

Cruzei por acaso, num corredor do supermercado, com a fisioterapeuta Élida dos Santos. Ali, entre massas, molhos e outros produtos, sem perda de tempo, ela me falou da Oficina de Educação e Cultura do Internacional, que atua na área de reabilitação, educação e saúde com crianças e adolescentes com deficiências como sequelas de paralisia cerebral, mielomeningocele, síndrome de Down, hidrocefalia, atraso no desenvolvimento motor etc. Detalhe, o projeto atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, portadoras de dificuldades neuromotoras, gratuitamente.

O Inter concede a sala de atendimento, luz, água e telefone. Já o trabalho profissional é totalmente voluntário e, por isso mesmo, depende de todo o tipo de apoio, desde profissionais em fisioterapia até apoiadores que se sensibilizem pelo trabalho e queiram participar como parceiros. Confesso que fiquei comovido como o esforço da Élida para garantir e ampliar o atendimento nessa área de atendimento à crianças e = adolescentes com deficiências neuromotoras e seus familiares cuja condição econômica não permite outro tipo de atenção profissional. “Precisamos de empresas e cidadãos que se disponham a ajudar para manter e aumentar os atendimentos do Interabilita para a população necessitada. A Fundação de Assistência Social e Cidadania da prefeitura está analisando uma proposta de parceria, porém é fundamental que profissionais voluntários habilitados também queiram integrar-se. E nem precisam ser torcedores do Inter”, brinca a esforçada Élida.

Quem quiser pode contatar com a fisioterapeuta responsável, pelo e-mail: elidasan.ez@terra.com. br. Aí está uma bela sugestão para interessados em atuar como elos nessa verdadeira corrente do bem.

Até amanhã, com a graça de Deus.

Vestibular do crime

20 de maio de 2013 0

A prisão ser uma escola do crime não é nenhuma novidade. Quantas pessoas foram para o Presídio Central e acabaram saindo bem piores? Instruídos que foram, lá dentro, com técnicas de assalto, dissimulação, estupro, agressão e outras cositas más, os ex-detentos saem para a rua com sangue nos olhos. Com poucas chances de reintegração na sociedade, logo sucumbem novamente ao crime. Um assalto aqui, uma arrombamento acolá e a vida louca da transgressão logo volta a ser uma realidade. Até quando? Geralmente, até ele ser preso novamente.

Mas nem esses inúmeros exemplos parecem comover os infratores que, ultimamente, apresentam uma nova característica: estão cada vez mais jovens. E não é só por uma questão de legislação mais branda com os menores que isso acontece, mas, também, pela juvenilização da sociedade. A publicidade aposta em corpos jovens e bonitos em suas propagandas, as tevês ditam um ritmo de modas e comportamentos a seguir. É preciso começar mais cedo, usar roupas de marcas, estar na internet. A gurizada, vendo aquilo, acaba achando mesmo que a felicidade está em uma lata de refrigerante.

Mas conseguir carro, roupas, apartamento, família, requer muito trabalho e tempo. Duas coisas que parece que esses jovens não estão dispostos a dar. Olhem, por exempo, o que diz um menor de 16 anos, preso ontem em Canoas. Detido por ser suspeito de um homicídio, ele já tem broncas com assaltos e tráfico de drogas. Seria conhecido e “temido” no bairro em que mora. Pois o piá disse que seria bom ser internado na Fase: “aprenderia novas técnicas para abrir carros e fazer os roubos”. É demais! Qualquer dia vamos ter vestibular para ver quem entra nos melhores/piores presídios, os mais aptos a ensinarem suas estratégias de crime. Se nós, como sociedade, não conseguimor sequer punir nossos criminosos, sejam os de colarinho branco ou o ladrão de galinhas,  alguma coisa vai mal, muito mal.

Coluna escrita pelo interino Claiton Magalhãoes.

Celular, ninguém mais vive sem ele

17 de maio de 2013 2

Quem diria? Foi no dia 3 de abril de 1973 que o engenheiro americano Martin Cooper fez para um colega de trabalho a primeira ligação de um celular. Mas, aqui entre nós, os celulares demoraram ainda mais 10 anos para chegar, o que somente aconteceu nos anos 80. Eram caros, enormes e as baterias duravam muito pouco. E não faltavam os incrédulos e pessimistas, como foi no caso dos computadores, para duvidar que a invenção fosse dar certo.

Ontem, saiu a mais recente pesquisa por amostra de domicílios feita pelo IBGE. Os números são simplesmente impressionantes: atualmente, o Brasil tem 262 milhões de telefones celulares ligados. Ou seja, mais aparelhos que gente. A pesquisa mostra que estamos reféns do sistema e ninguém mais vive sem um celular. Aliás, acho que os velhos aparelhos residenciais, com algumas exceções, estão praticamente em desuso. Somente empresas vão continuar utilizando a telefonia fixa e nem sei por quanto tempo ainda. Um dado me chamou a atenção, pela primeira vez as mulheres lideram a posse de aparelhos móveis no Brasil e já ultrapassaram os homens na compra de celulares.

E, segundo a pesquisa, elas estão sempre em busca do que for mais moderno, o que as leva a trocar de aparelhos com mais frequência que os homens. A internet é que ainda não cobre todo o planeta e, dos sete bilhões de habitantes, mais da metade ainda não tem acesso à rede mundial, mas ela já é o mais poderoso parceiro da ciência mundial, unindo celulares, computadores e até cérebros. Foi o que aconteceu recentemente, quando o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis conseguiu conectar os cérebros de dois ratos, um no Brasil e outro fora do país, usando a internet.

Até amanhã, com a graça de Deus.

Pai drogado, família doente

16 de maio de 2013 0

Li apenas o resumo. Vou comprar o livro. Seu título: “Agora É Viver”, escrito pela herdeira de um dos maiores conglomerados de empresas do Brasil, incluindo a Supergasbrás. Isabella Lemos é uma linda mulher de 37 anos, filha de uma família rica e influente do Rio de Janeiro.

No livro a moça escancara um terrível drama familiar a partir do momento em que descobriu que seu pai, um poderoso empresário que tinha

entre seus amigos Roberto Carlos, Ivo Pitanguy e Julio Iglesias virou um viciado em drogas. Um dos seus objetivos é mostrar que o tráfico e o consumo das drogas não têm fronteiras e nem barreiras sociais. Ela conta que seu pai, que frequentava glamourosos ambientes na companhia de artistas e celebridades do Brasil e no exterior, começou a cheirar cocaína até cair na dependência do crack e desestruturar emocionalmente toda a família.

Vazio, depressão, tristeza e solidão foram os sentimentos que marcaram sua adolescência vendo o seu genitor, o seu pai herói sendo internado mais de 15 vezes em clínicas de recuperação e cada vez que saía ficava pior e mais revoltado.

Isabella relata que o vício do pai em crack afetou a vida dela, de seus três irmãos e sua mãe. “A família adoece junto”, denuncia. Sob uma aparente vida de milionária, de contos de fada, ela enfrentou um inferno particular por não saber o que fazer para ajudar o pai viciado.

“De nada adiantaram as longas internações. Depois de 25 anos consumindo cocaína e crack, ele conseguiu superar o vício e dar a volta por cima. A sociedade acha que o crack

só é usado por pobre, por gente da rua. Há pouco fui visitar uma clínica de luxo e havia várias pessoas das mais altas rodas internadas por causa do crack. Os viciados não têm noção do mal que fazem para si próprios e para as pessoas que eles afirmam amar”.

Até amanhã, com a graça de Deus.

Porto Alegre, Viamão, Alvorada...

15 de maio de 2013 0

Recebi e-mail do leitor Felipe Silvino reforçando o movimento que lancei aqui no Diário Gaúcho pela duplicação da Estrada Caminho do Meio que, para quem não conhece, é a continuação da Avenida Protásio Alves, ligando Porto Alegre, Viamão

e Alvorada.

“Somos 292 famílias situadas no condomínio Terra Nova Reserva ll, mais cem famílias situadas no Terra Nova l e mais 700 famílias no Terra Nova lV. Mas este número vai aumentar. Novos condomínios estão surgindo na região, fora as milhares de pessoas que residem por aqui há mais tempo. O descaso das autoridades chega às raias do absurdo. Cada prefeito passa a bola para o outro. Você fala com a administração de Viamão e eles dizem que a responsabilidade é de Alvorada, e vice-versa.

Enquanto acontece este jogo de empurra, o povo é quem paga o pato. A situação é desalentadora, com esgoto escorrendo a céu aberto. Não tem acostamento e nem calçada para pedestres. À noite a escuridão é total e os moradores ficam à mercê dos assaltantes, sem nenhuma segurança. Como o trânsito na Estrada Caminho do Meio é intenso, acaba ficando muito lento e os horários dos ônibus estão sempre atrasados. Essa é a nossa triste realidade. Como aqui não tem nenhum estádio de futebol, nem hotel, nem nada que vá em favor da Copa do Mundo, ficamos sem qualquer investimento que possa melhorar nossa qualidade de vida.

Estamos num limbo onde não fazem nem investimentos para tapar os buracos, que são muitos, de perder a conta”. Nós, aqui do DG, estamos unidos à luta dessa comunidade. Já cobrei pessoalmente do governador Tarso Genro medidas urgentes do Estado para essa obra tão importante. Não desistiremos dessa causa.

Até amanhã, com a graça de Deus.

Boletim de ocorrência comunitário

14 de maio de 2013 1

Movimentos sociais, movimentos populares, redes sociais, hoje em dia tudo é muito válido no sentido de reagir diante de situações em que a comunidade sente-se prejudicada.

Achei muito interessante a iniciativa de um pessoal bem antenado que lançou o projeto B.O. Coletivo, cujo objetivo é alertar a população sobre a violência nas ruas. Portanto, não estranhe se ao circular pela cidade topar com cartazes colados em postes e muros com o alerta: “Aqui fui assaltado. Você também? Escreva seu nome abaixo”.

A publicitária Giovanna Prévidi disse que a iniciativa pretende chamar a atenção das autoridades para a falta de segurança e ao mesmo tempo alertar as pessoas que circulam nesses locais para que tomem muito cuidado pois podem acabar vítimas de um roubo, sequestro, agressão ou assalto.

Os modelos dos cartazes estão disponíveis para impressão no site do B.O. Coletivo, que pode ser acessado pelo Facebook. É cedo para saber se a idéia vai pegar ou não, já que exige um senso de voluntariado e disposição para sair por aí distribuindo o material, mas que a iniciativa é boa, isso nem se discute.

Os primeiros cartazes já estão chamando a atenção para alguns pontos perigosos, como na Avenida Wenceslau Escobar, na Tristeza, na Coronel Marcos, em Ipanema, e na Nilo, perto da Praça da Encol, sempre perto das paradas de ônibus. Outro local bem frequentado e que também anda muito perigoso é o Parque da Redenção, nas proximidades da José Bonifácio. Ali, em uma semana, duas pessoas foram golpeadas a faca.

Claro que em circunstâncias diferentes, mas foram duas ocorrências brutais, com um morto e um ferido grave. Como ali os avisos ainda não foram colados, fica o alerta do Diário Gaúcho.

O bar do Vitor

13 de maio de 2013 0

Divido com os leitores, como frequentador da casa que fui, o texto do amigo Milton Alves, de Tapes, sobre o incêndio no bar do Vitor. Dia desses, o DG trouxe-nos a notícia do incêndio que consumiu a velha casa que por décadas abrigou o “Armazém Gowert” que atendeu à vizinhança do cruzamento da Felipe de Oliveira com João Guimarães, no Bairro Santa Cecília.

Os observadores comprometidos com a importância das coisas “mais simples” da vida, ou, como nós, ex-frequentadores da Casa, nos emocionamos com o fim, não de um velho armazém, mas da “instituição” dos pequenos armazéns, ponto de encontro de vizinhos e base de formação da cidadania. Conhecemos o Armazém como “Bar do Vitor”, nome de um dos muitos donos que se sucederam à frente da (pré-) histórica Casa.

Como os poucos que ainda resistem à concorrência “desumana” do grande comércio, o bar tinha duas portas principais que, informalmente, dividia o acesso dos fregueses por ordem de interesses. A central levava direto ao balcão onde, atendidos pela “patroa”, nos socorríamos da falta, de última hora, dos detalhes de cozinha esquecidos nas compras do mês. A outra, ao canto, punha-nos diante de um pequeno balcão aonde o Vitor, servianos os aperitivos que emolduravam os longos e infrutíferos debates sobre assuntos cotidianos do bairro ou os apontados pelas mídias.

Entre nós era comum atribuirmos apelidos à Casa. Entre uns mais honrosos e outros nem tanto, os de maior aceitação eram Esquina Democrática, Esquina do Pecado ou Esquina Maldita. Passou o “Armazém Gowert”, passamos nós, Guaranis, Carecas, Ibamas, Claitons, e outros que, incógnitos, vivemos o bom tempo em que a cidadania se iniciava na saudável convivência entre vizinhos.

Coluna escrita pelo interino Claiton Magalhãoes.

“Meu filho é doce”

10 de maio de 2013 0

A vida nos ensina lições diárias. Ontem, entre apelos por uma cama hospitalar para uma vovó de quase 90 anos, muletas para um cidadão com AVC, medicamentos para uma senhora que sofreu a amputação de uma perna devido a uma trombose, aliás, todos os casos solucionados numa verdadeira corrente do bem, recebi uma mãezinha lá da fronteira, mais precisamente de Santiago.

Muito tímida, explicou que seu pequeno Vitor Fernando, com apenas dois meses, está há 30 dias baixado em Porto Alegre por causa de uma doença conhecida como “doença do xarope do bordo”. Nunca tinha ouvido falar nisso. Nem eu, nem a médica que a mãe consultou em sua cidade, quando o bebê passou a ter convulsões frequentes e uma parada respiratória. “Meu bebê tem cheiro de açúcar queimado, ele é doce”, comentou a mamãe Josiane com a doutora. “Isso é cheirinho de recém-nascido”, tranquilizou a médica.

Na realidade, o bebê é portador um mal muito raro, que provoca na urina e no suor esse cheiro de açúcar queimado. Transferido para tratar-se no Clínicas, ele já pode retornar para sua cidade, onde estão seu pai e a irmãzinha de dez anos. Mas, para isso, ele precisa do leite MSUD 1, que custa cerca de R$ 1,5 mil a lata. A previsão é de três por mês. A mãe já entrou com o pedido junto à farmácia do Estado, mas a liberação vai demorar uns três meses. Apesar da carinhosa acolhida recebida no hospital, a família pobre fica dividida pela distância entre a Capital e sua cidade de origem, sem perspectiva de retorno enquanto não tiver a garantia do alimento especial para a criança. Faço um apelo aos responsáveis pelo processo para que agilizem o atendimento. Assim, a dedicada mãe e seu bebê logo poderão estar em casa. Enquanto isso, qualquer tipo de ajuda será muito bem recebida. É só ligar no 3218-5781 para ter mais informações.

Até amanhã, com a graça de Deus.