No ZH Bela Vista desta sexta-feira, leia sobre a iniciativa do síndico do Edifício Mercosul Center, José Valdaí de Souza, para tornar ecoeficiente o prédio na Avenida Carlos Gomes.
Também conheça a história de Batman, o cachorro que gosta de observar o movimento da sacada, no bairro. A enfermeira Aline Figueiredo tem sua história contada por Murilo Matias.
Para completar, a agenda de eventos da região, textos e fotos enviados por leitores. Na contracapa do caderno, para deixar a edição mais romântica, fotos de casais do bairro ou que se casaram no bairro, no dia mais feliz de suas vidas.
Escreva também para belavista@zerohora.com.br
Por Sidney Charles Day, Conselho de Blogueiros
Ótima a reportagem sobre as lixeiras! A da Casemiro de Abreu reclamada pela estudante Laura Miguel foi substituída e já estava cheia. Creio que a prefeitura deveria ser mais ágil na coleta de lixo depositado nas lixeiras incluindo o lixo solto, papeis, plásticos... Sem aguardar a equipe de varrição. Folhas secas não são lixo prioritário!
Quando os moradores se unem e se mobilizam em prol de uma causa, o resultado pode ser muito positivo. É isso que a capa do ZH Bela Vista desta sexta-feira traz para vocês, leitores. Com um abaixo-assinado e muita mobilização, os moradores da Rua Gregor Mendel, no Boa Vista, conseguiram proibir o estacionamento de um dos lados da via.
A edição ainda conta com da região, como o afiador de facas e os vendedores de lenha, que foram "caçados" por nossos blogueiros e estão aqui no blog.
O caderno que circula para os assinantes dos bairros Bela Vista, Boa Vista, Mont'Serrat e Três Figueiras também traz uma receita especial de risoto e dicas para a separação do lixo nos shoppings.
Para completar, conheça a história de Carlota Keffel Garcia, artista plástica e moradora da Rua Pedro Chaves Barcelos.
Participe do caderno, enviando textos, fotos e pautas para belavista@zerohora.com.br
Por Aloísio Cláudio Ely, Conselho de Blogueiros
A cena se repete há seis anos, sempre na mesma época e no mesmo local: antevéspera do inverno e Praça Gustavo Langsch, na confluência das ruas Des. Moreno Loureiro Lima com José Antônio Salgado. É ali, a partir de meados de maio, que o casal José e Andréa costuma passar os sete dias da semana, faça chuva ou faça sol, com sua indefectível camioneta cheia de lenha, nós de pinho e gravetos, para fornecer aos moradores da região a necessária matéria-prima para aquecer suas lareiras nas noitadas frias que se avizinham.
Afinal, para fazer frente ao frio não bastam vinhos, queijos e lasanhas. Se a isso acrescentarmos o crepitar do fogo na lareira, o quadro se completa e tudo fica mais prazeroso. Tanto tempo no mesmo local garante uma clientela fiel, afiança José, ao tempo que confessa que a inflação também chegou ao seu ramo de atividade: o saco de nó de pinho passou a custar R$ 7, e o de lenha está fixado em R$ 12. Regateio, só mediante a compra de maior quantidade.
Por Sidney Charles Day, Conselho de Blogueiros
Parei para conferir o que aqueles equipamentos estavam fazendo na Rua Tito Lívio Zambecari, esquina com Rua Carlos Trein Filho. Era uma perfuratriz e equipamentos auxiliares, que estavam perfurando para instalar uma tubulação de gás, segundo informação obtida no local. Intrigado de como comandavam a perfuração, informaram que no cabeçote de perfuração havia um sensor que orientava a direção e profundidade. Apesar da importância da obra, não vi nenhuma identificação ou sua destinação.
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