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Posts de setembro 2008

Auxiliadora materna

30 de setembro de 2008 2

A Auxiliadora é uma homenagem às mães: Nossa Senhora Auxiliadora, Santa Maria, mãe de Deus. Deve ser por isso que é tão aconchegante, a Auxiliadora estende a mão para quem vem de fora – seja vindo pela Perimetral ou pela Plínio. Como uma mãe, tem seus dias chuvosos e dias de sol. Como uma mãe, tem feições de tudo quanto é jeito. E, como uma mãe, tem em seus filhos a esperança de cuidar bem da casa. Aiaiai, hein?

Confesso que desconhecia quase por completo o bairro antes de vir aqui trabalhar. Estranhei, inicialmente, até. Quer algo? Sobe ali. Ah, não era aquilo, era aquilo outro? Descendo ali, tu encontra facinho. A Auxiliadora não tem só aquele ar good-morning-sunshine da zona, também faz bem para as pernas.

A Auxiliadora é mãe pela sua comidinha caseira, ou pela sua igreja dominical. Pelas casas longe da avenida, ou pelo Nelson Coelho de Castro como vizinho. A Auxiliadora é uma homenagem a todas as mães, seus recantos arborizados ou seus cafés de postos de gasolina. Só quem convive sabe. E só quem ama entende.

Postado por Solano Lucena, Conselho de Blogueiros

Gre-Nal da paz no Parcão

29 de setembro de 2008 1

Num domingo ensolarado, com a temperatura agradável de início de primavera, vimos a cordialidade entre pessoas prevalecer na rivalidade do Gre-Nal.

Muito bonito assistir a essas cenas, apesar do radicalismo de alguns, que hoje são minoria. A brincadeira, a flauta feita em forma de bom humor e respeito, é valida – ainda bem que com a evolução dos tempos as grosserias estão em fase de extinção.

Viva a boa educação, o respeito mútuo e a cordialidade. E parabéns ao Internacional!

Postado por Ronaldo Belfort, Conselho de Blogueiros

Taijiquan no Parcão

28 de setembro de 2008 11

Taijiquan. Esse é o termo original em chinês do Tai Chi Chuan. Pois bem, sexta-feira, 10h30min da manhã, sentei num banco do Parcão para tirar fotos de um senhor que estava com uma espada nas mãos fazendo movimentos ao som de uma música ao fundo.

Depois de alguns minutos, ele me perguntou se eu filmei. Respondi que não. Apenas havia tirado fotografias. Realmente, não havia me dado conta de que poderia ter filmado aqueles belos movimentos. O nome dele é Elio Lee, nasceu em Shangai, na China, e está no Brasil desde os 11 anos de idade. Ele me explicou que a arte marcial que estava praticando era o Taijiquan. Trata-se de movimento com o corpo relaxado, onde se procura encontrar a energia espiritual e a mental. Conjuga a força espiritual com a força física. Os movimentos lentos deixam o sangue fluir levando o oxigênio pro cérebro, proporcionando muitos benefícios para a saúde.

Questionei se ele sempre praticava o Taijiquan no Parcão, e ele disse que além de praticar, ensina essa arte marcial todos os dias, de 2ª a 6ª feira, a partir das 8h30min. As aulas são gratuitas e ele convida a todos que quiserem ter mais saúde em suas vidas a participarem. Ainda não tive a oportunidade de conferir de perto, mas, com certeza, irei até lá novamente, e dessa vez, aproveitar para filmar e, claro, participar da aula.

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Achou? Então leva!

26 de setembro de 2008 3

Foto: Divulgação

Se você encontrar um desses bonecos embalados pelo bairro neste fim de semana, pode levar pra casa. Cinqüenta deles serão espalhados por pontos do Moinhos como a Padre Chagas e o Parcão pela designer Alessandra Lago.

A ação faz parte da divulgação de sua mostra de toy art Bu! Pequena Exposição Monstruosa, que estará no Moinhos Shopping de 1º a 20 de outubro. Os kits que serão escondidos na região neste findi serão numerados, para que os presentados contem como os encontraram no blog da exposição.

Criaturas monstruosas e fofas são a especialidade da grife de Alessandra, a Alma Gorda, que também produz acessórios, utilitários e projetos personalizados.

Postado por Clarissa Ciarelli, Redação ZH

Eles esbanjam simpatia II

26 de setembro de 2008 6

Quem não conhece Reni Tavares Garcia? Esta simpática senhora trabalha há 21 anos no bairro, na Casa do Pão de Queijo. Superou uma doença grave (câncer) e voltou à ativa. Sofreu com a violência (sofreu um assalto), mas nunca deixou de atender bem aos seus clientes.

Sua ligação com o bairro estende também a sua família. Seus dois filhos estudaram no Colégio São Pedro e freqüentaram o Curso de Lideração Juvenil, junto à Igreja São Pedro.

À tia Reni, o nosso agradecimento pelo seu carinho e atenção dispensados a todos que por ali passaram.

Valcir Luis Puschmerat, mais conhecido por “perninha” trabalha em sua banca, sempre no mesmo local, na Avenida Cristovão Colombo, há 18 anos.

Alguns anos atrás, sofreu um acidente de moto, que ocasionou a amputação de sua perna. Perninha não se incomoda com o apelido dado a ele. Com sua garra (gremista), conseguiu uma prótese mecânica que lhe dá condições de atender seus clientes de segunda a sexta. Faça chuva, faça sol, ele está sempre por lá. Sua banca oferece uma gama enorme de produtos.

Se ele não tem o que se procura na hora, pode deixar. O perninha consegue. Gaúcho de tradição, nunca deixou de colocar sua pilcha na Semana Farroupilha.

Postado por Lu Kolesny, Conselho de Blogueiros

Árvores numeradas

25 de setembro de 2008 5


Caminhe pela Fernando Gomes, observe os bares sempre cheios com gente bonita, carrões passando, depois entre na Barão de Santo Ângelo, cuidando os fundos do Dmae para ver as garças com seus pescoços compridos e com sua elegância, continue e entre na Luciana de Abreu e chegue até a Padre Chagas.

Bem, depois de todo esse trajeto bem devagar, diga-se de passagem, passeando, admirando tudo ao redor, me diga:

- Observou as árvores numeradas?

Pois é… As árvores dessas ruas são numeradas. Sabem por quê?

Com o interesse no meio ambiente, a Sulgás contratou a Ecossis – Soluções ambientais para lhe prestar consultoria e fazer laudos de cobertura vegetal. Esse laudo é elaborado por duas biólogas Bruna Boeni e Andressa Wieliczko, depois passado para a Sulgás e, por sua vez, passado para a Smam para obter a liberação da passagem de gás subterrânea.

O Moinhos de Vento já tem algumas áres com gás encanado, e agora vai se estender por todo bairro. É só observar a Praça Maurício Cardoso e aos arredores para ver os trabalhos de escavação para a tubulação ser colocada. As biólogas acompanham o trabalho de escavação para cuidar da preservação das raízes das árvores.

A numeração enfim tem uma causa e todos que passarem por essas ruas poderão acompanhar os trabalhos e também a preservação dessas árvores.

Belo trabalho! temos que preservar o nosso meio ambiente.

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiros

Hoje, nas bancas da região

25 de setembro de 2008 0

Na capa do ZH Moinhos que está nas bancas, uma matéria sobre a Quadra 2000, que começa a tomar forma com as obras que criam estacionamento rotativo na Cristóvão Colombo.

O caderno mostra ainda por onde passam os canais subterrâneos que levam gás natural à região. Estabelecimentos como o Hospital Moinhos de Vento  já utilizam o gás (mais econômico e ecológico do que o comum), que também pode abastecer residências. Ruas como Padre Chagas, Fernando Gomes, Luciana de Abreu, Dinarte Ribeiro, Félix da Cunha e Olavo Barreto Viana serão contempladas pela ampliação da rede, lançada nesta semana.

O sarau promovido por um grupo de senhoras que moram no entorno da Praça Júlio de Castilhos também é destaque, assim como o perfil de uma mosaicista de 83 anos, moradora da Auxiliadora, e as debutantes do Grêmio Náutico União.

Postado por Mirella Nascimento, Redação ZH

Relógios desajustados

24 de setembro de 2008 10

A estação mais colorida do ano começou nesta segunda-feira com cara de inverno: céu cinza, chuvas esparsas, frio. A natureza parecia indiferente à nossa declaração oficial de que a primavera inicia anualmente no dia 22 de setembro.

Bastava caminhar na Avenida Goethe ou pelos arredores do Parcão para visualizar árvores ainda carecas, de galhos magrinhos e sofridos, apontando o céu. Ou outras cobertas com folhas amarelas e secas, queimadas pelo frio do inverno.

Até o ipê amarelo da Rua 24 de Outubro parecia estar na dúvida: algumas poucas flores e outros tantos galhos vazios.

Não é de se admirar. O relógio natural tem rumo próprio, não se dobra aos desejos humanos. A gente até se adapta com horário de verão, fuso horário diferente quando viaja, mas a custo de esforço e adaptação. No início, não adianta dizer que é meia-noite, porque nosso organismo sabe que ainda é 23h e não quer dormir. Só depois de acordar muitas manhãs sonolento, com o despertador marcando 8, e seu corpo sentindo que é 7, que, por conta disso, acaba tendo sono mais cedo. Condicionamentos. Já a natureza não está nem aí. Por mais que achemos que temos o controle sobre ela, mais cedo ou mais tarde, ela dá seu recado e mostra quem é que manda. Dá o troco pelos abusos cometidos.

“Cadê o sol, o calor, as cores?” – perguntava-me.

Se nem eu estava bem convencida – meu armário seguia abarrotado de casacos pesados e roupas de frio – que dirão as frágeis flores. Borboletas, então, seria pedir demais.

Pois muito bem, só para me contrariar, e provar sua autonomia, a terça-feira amanheceu com sol tímido, que perdurou ao longo de toda a tarde e fez os blusões de lã voarem longe. Estaria cedendo ao nosso calendário?

Enquanto a natureza tem vontade própria, o ser humano pode se condicionar ao que quiser. Exemplifico: por mais que, em dezembro, no Brasil, a temperatura atinja próximo aos 40°C, continuamos enfeitando o pinheirinho de natal com algodão como se fosse neve. Temos vontade e relógio biológico dobráveis. Só falta mesmo dobrarmo-nos ao fato de que precisamos respeitar mais nosso habitat e reparar o estrago feito até agora. Acertar os ponteiros com o meio ambiente. Quando o planeta esgotar, não vai adiantar a gente querer comemorar o dia da árvore!

Postado por Angela Dal Pos, Conselho de Blogueiros

O jardim secreto da Padre Chagas

23 de setembro de 2008 18

Em meio aos prédios, nos fundos de uma floricultura, o verde encontra espaço. Lá atrás, dá até para esquecer que a famosa Padre Chagas está tão perto. As folhas verdes parecem isolar da civilização o rústico alpendre construído no jardim.

Há 13 anos, quando abriram a Arteplantas Marias Ltda. - “Marias” porque as sócias são Maria José e Maria Alice, tia e sobrinha, respectivamente - as amoreiras e ameixeiras já estavam lá, sobrevivendo ao concreto que as circundava. Com o passar do tempo, as flores devolvidas por clientes começaram, pouco a pouco, a fazer companhia para as árvores. Hoje, vasinhos e arranjos às dúzias colorem o ambiente.

Juliana, filha de Maria Alice, que também se reveza nos cuidados da floricultura, afirma que nada do que está ali é vendável. Por enquanto. A intenção das proprietárias é reservar um espaço para o cultivo de plantas que possam ser colocadas na loja. Enquanto isso, o alpendre funciona como uma espécie de sala de reuniões para atender aos clientes. Mas na maior parte do tempo o jardim é mesmo um recanto de descanso e sossego para a equipe da loja.

“O jardim é nosso orgulho”, define Juliana, toda contente, enquanto organiza o alpendre para as fotos. Ela comenta ainda que não houve qualquer trabalho paisagístico no jardim. Simplesmente as plantas foram ocupando os espaços disponíveis. É por isso que a gente encontra bromélias floridas atrás de uma ruína de torneira, por exemplo, entre outras sutilezas pelo curto caminho até o muro que separa esse pedaço de paraíso do resto do mundo.

Postado por Taís Seibt, Conselho de Blogueiros

Convite da primavera

22 de setembro de 2008 6

Em homenagem à chegada da primavera neste dia 22 de setembro, às 12h44min, trago a foto desta bela árvore na Rua 24 Outubro, que já está chamando a atenção não só por suas flores, como também por seu perfume.

Deixo, ainda, um “Convite”, poesia de Cora Torres, do seu livro Vento de Altura:

“Há um tapete de flores

pelo chão,

a primavera anda

a fazer convites,

vem bem-amado,

levarei nas minhas mãos

nos meus cabelos

o perfume das madrugadas,

levarei nos meus lábios o gosto

de frutos maduros esmagados,

levarei na minha voz

o arrulho das pombas,

o sussurro das fontes,

levarei no meu corpo

o calor da terra,

o anseio da onda,

o místico perfume

do incenso

e o profano perfume

do jasmim.

Vem bem-amado

há um tapete de flores

pelo chão,

a primavera anda

a fazer convites.

Vem!”

Postado por Úrsula Petrilli Dutra, Conselho de Blogueiros

Memórias da hidráulica

20 de setembro de 2008 0

Depois que pedimos histórias e fotos da Hidráulica Moinhos de Vento, a leitora Carmen Llantada mandou algumas imagens feitas em 1972 naqueles jardins, como essa que ilustra o post.

“Eu e meu marido costumávamos passear neste belo lugar com nossos filhos pequenos”, escreveu Carmen.

Você também passeia (ou costumava passear) na hidráulica? Deixe um comentário falando sobre a sua relação com esse local do bairro. Se tiver fotos nos jardins, envie para moinhos@zerohora.com.br.

Postado por Mirella Nascimento, Redação ZH

Rodrigo Breuning e Machado de Assis no Botequim

19 de setembro de 2008 2

Neste sábado, às 17h, acontece mais uma edição do Conversa de Botequim, no Botequim das Letras, Rua Félix da Cunha, 1143. Dessa vez o bate-papo é com o jornalista Rodrigo Breuning que, dentre várias atividades, é colaborador da Revista Norte.

Tive o prazer de ser aluna dele no curso de Formação de Escritores e Agentes Literários da Unisinos e posso dizer que, além de seu amplo conhecimento na matéria, é muito bem informado sobre os assuntos que envolvem a cultura e o mundo literário atual. Rodrigo é mestre em literatura e falará sobre os contos de Machado de Assis, escritor que tem o seu centenário de falecimento lembrado neste mês.

Postado por Angela Dal Pos, Conselho de Blogueiros

São Jorge na Padre Chagas

18 de setembro de 2008 5


A Padre Chagas é uma pequena rua muito procurada no bairro Moinhos. Possui cafés espetaculares, ótimos restaurantes e um ponto de encontro muito atraente.

No domingo passado, depois daquela chuvarada no sábado, com “cócegas” para sair um pouquinho, caminhar, respirar, resolvi passear na “Calçada da Fama” como chamam alguns.

O dia ainda estava nublado, com calçadas molhadas, mas com pessoas tomando café no Listo, no Café do Porto, enfim, a vida se movimentado e acordando num domingo de preguiça numa manhã cinzenta.

Passou um turista por mim e fez uma pergunta, querendo saber onde ficava um café que lhe tinham indicado. Comecei a explicar e quando fiz a sinalização de outro café muito bom, tive uma surpresa!

Bem na minha frente estava São Jorge, “O Santo Guerreiro”. De fato, esse bairro é muito protegido. Primeiro Santo Antônio, depois virgem Maria e agora São Jorge…

Pena que essa proteção em frente aos estabelecimentos, não nos protege _ pequenos mortais _ dos assaltantes e flanelinhas do bairro. Mas tudo é válido quando se tem boa intenção e se tenta proteger seu próprio legado.

Viva São Jorge!!! Protetor da Padre Chagas.

Postado por Miréia Borges, Conselho de Blogueiro

Hoje, nas bancas

18 de setembro de 2008 0

No ZH moinhos que está nas bancas da região hoje, há matéria sobre a obra de Carlos Tenius, o Monumento ao Marechal Castello Branco, no Parcão. A base está enferrujada, mas a Secretaria Municipal do Meio Ambiente não consegue encomendar a chapa de liga metálica necessária para resolver o problema.

Também tem um texto mandado por Maria Rosa Fontebasso, moradora da Germano Petersen Jr., sobre a retirada de uma embaúba do seu condomínio. Além disso, matéria mostra que algumas pessoas ainda preferem galerias de rua, em vez de shopping. Sabia que só na 24 de Outubro são oito?

Para completar, há uma matéria sobre dois passeadores de cachorro que atuam pelo bairro. A repórter Marcela Donini tinha pedido a ajuda dos leitores para descobrir quem eram, e o resultado está hoje no caderno. Na contracapa, uma foto das debutantes da Sogipa, que realizaram sua festa no último sábado, e detalhes do evento.

Postado por Thais Sardá, Redação ZH

Mulheres e Práticas de Saúde se despede

17 de setembro de 2008 0


Amanhã é o último dia da exposição Mulheres e Práticas de Saúde, em cartaz no Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (Independência, 270) desde março.

Mais de 3 mil pessoas já passaram pela mostra, que aborda história de médicas, parteiras e benzedeiras por meio de fotos, objetos e documentos. A visitação é aberta das 11h às 19h.

Na semana que vem, começam as obras para a próxima exposição, que marcará um ano da sede do museu na Beneficência Portuguesa.

Postado por Mirella Nascimento, Redação ZH